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sábado, 2 de março de 2019

Bramir - Cidade Estilhaço (2018)...



Download: Cidade Estilhaço (2018).zip (Ou vá em ouça)

Na longa caminhada de Diego Dias, o Bramir é um entreposto significativo. O músico gaúcho se embrenha pelos rumos eletrônicos de sua criatividade pra montar álbuns reflexivos e perceptivos. O seu entorno está inserido em suas obras, basta recuperar algumas delas, como “De Osso” (ouça aqui), “Noturno” (ouça aqui) e a mais radical das suas aventuras, “Medro” (vá aqui).O mantra segue ativo: “Excesso. Processos massificados (…) Bramir repete, retoma, estende… até surgir uma voz que busca quietude”. Entretanto, Dias não se repete. “Cidade Estilhaço” é relativamente simples e econômico. Tem ruídos, essencialmente na faixa de abertura, “Talheres”, onde o observador degusta com os ouvidos a comilança alheia; e tem o arrastar da cidade em expansivo movimento em “Acesso” e “Procissão”... Leia Mais
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Munhoz - Dias - Darisbo - MORDIDA (2016)...




Mais uma serie de improvisos fantásticos lançado pela Mansarda Records. Em MORDIDA, temos Michel Munhoz na percussão, Diego Dias no sopro e Guilherme Darisbo nos apetrechos eletrônicos. Juntaram todas numa sala, apertaram REC e agora você escuta mais este belo trampo...
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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Diego Dias, Renato Rieger, Peter Gossweiler - Insônia (2013)



Download: Insônia.zip

"Diego Dias é um dos capos do Mansarda Records, selo que ele criou com Gustavo Muccillo, pra lançar suas experimentações sonoras. Nesse ímpeto, já foram vinte e nove lançamentos. O vigésimo nono é esse “Insônia”, com Renato Rieger e Peter Gossweiler. O disco foi lançado em 11 de fevereiro de 2013, em pleno carnaval, e foi gravado apenas uma semana antes, dia 6. “Insônia” é experimental, free jazz, e é o primeiro trabalho dos três juntos (em disco). Mas Gossweiler e Dias têm outros lançamentos, via Mansarda, com Nanã Parú. Dias toca saxofones alto e soprano, além de clarinete; Renato Rieger fica com o baixo (ele também é o autor da capa); e Peter Gossweiler, com a bateria. O resultado é empolgante, nas oito músicas apresentadas. Destaque pra “Vigília” e pra angustiante “Terror Noturno”. Tudo daria uma boa trilha-sonora pra filmes como “Farrapo Humano” (The Lost Weekend, 1945, de Billy Wilder), com aquele preto e branco vibrante do lado de fora do bar opressor.", Floga-se.
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