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quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Bike - Noise Meditations (2025)...




Você não precisa ir além do título para entender a proposta do Bike no ruidoso Noise Meditations (2025). Utilizando de texturas, ambientações drone e guitarras carregadas de efeitos, o grupo formado por Júlio Cavalcante (voz e guitarra), Diego Xavier (voz e guitarra), Daniel Fumega (bateria) e Gil Mosolino (baixo), busca proporcionar ao ouvinte um repertório de acabamento hipnótico, concebido para meditar no caos. E eles conseguiram. Em um intervalo de dez faixas, todas geradas a partir de sessões de improvisos entre os membros da banda, somos convidados a mergulhar em um ambiente de formas flutuantes e momentos de maior contemplação. Entretanto, não espere pela calmaria. Em Noise Meditations, o transe chega pelo atrito das cordas, distorções e bases rítmicas que confessam algumas das principais referências do grupo... Continue Lendo no Música Instantânea

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quarta-feira, 10 de maio de 2023

Bike - Arte Bruta (2023)...





Uma guitarra entoa uma escala melódica acompanhada por uma bateria, que quebra os pratos marcando o tempo à medida em que a frase musical vai se alongando - mas a lógica natural desta sentença é alterada pela velocidade, que torna tanto timbre, tempo e andamento primeiro mais rápido e depois bem mais devagar. A vinheta “Arcoverde”, com menos de um minuto de duração, já anuncia a distorção de realidade do quinto disco da banda paulista Bike, Arte Bruta, praticamente fruto de um processo de autoanálise que acompanhou o grupo durante o período pandêmico. E de forma sucinta marca este que é o salto mais ousado da carreira fonográfica do grupo de São José dos Campos. Arte Bruta, como a maioria dos discos da banda, começou pelo título e pela ideia megalomaníaca de lançar um álbum com apenas duas músicas extensas, cada uma delas ocupando um dos lados da versão em vinil do disco. O próprio título de alguma forma sintetizava tal salto, visto que o termo - também dividido em duas partes - também propõe o choque entre a sofisticação artística e a aspereza da brutalidade. Visto por muitos como um movimento artístico, especialmente por sua nomenclatura em francês, "art brut", o termo designa criadores que não têm a consciência de que sua criação pode ser encarada como arte... Continue Lendo no Teoria Musical

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sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Bike - Quarto Templo (2019)...





A criativa colisão de ideias que toma forma logo nos primeiros minutos de Divinorum, faixa de abertura de Quarto Templo (2019, Quadrado Mágico), funciona como um indicativo claro do experimentalismo adotado para o quarto álbum de estúdio da banda paulista Bike. São guitarras carregadas de efeitos, ruídos e interferências eletrônicas que sutilmente afastam a banda formada por Julito Cavalcante (voz, guitarra e violões), Diego Xavier (voz, guitarra, baixo e violões) e Daniel Fumega (bateria) do ambiente etéreo detalhado no antecessor Their Shamanic Majesties’ Third Request (2018).Parte dessa propositada mudança de direção vem da escolha do grupo em colaborar com os produtores Apollo 9 (Planet Hemp, Rita Lee) e Renato Cohen, ampliando os limites da obra dentro de estúdio. Exemplo disso está na derradeira Boca do Sol. São pouco mais de seis minutos em que o trio preserva a essência lisérgica do inaugural 1943 (2015), porém, se permite provar de novas possibilidades, mergulhando na mesma psicodelia urgente detalhada pelo Primal Scream em obras como Vanishing Point (1997) e XTRMNTR (2000)... VIA
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domingo, 30 de junho de 2019

Hominis Canidae #109 - Junho (2019)...




Chegamos no fim de mais um mês, desta vez junho de 2019 que nós deixa, porém este fim de mês é diferente dos outros. Neste dia 30 de junho, só que no ano de 2009, postávamos 2 trabalhos da banda Calistoga e começávamos a nossa história, que hoje chega a 10 anos!

De lá pra cá, já são mais de 6.400 posts, com mais de 110 coletâneas, mais de 600 bootlegs ( mais da metade deles gringos), quase mil artistas ou bandas nacionais postados de diversos estilos e todos os estados do Brasil. São mais de 4 milhões 850 mil visualizações de acordo com o blogger. Vocês nunca vão adivinhar qual o post com mais views na história do blog, porque é de um band de Curitiba que a gente nem conheceria se não usasse o search do bandcamp. Pessoas de quase 40 países do mundo já visitaram o bloguinho, sendo que o top 10 atual começa com Brasil e termina com a Noruega, passando por Rússia, China, EUA e vários da Europa. Já mudamos de header/ Layout 4 vezes e vamos pra nossa quinta ID, acredito que cerca de 10 pessoas já postaram no blog ao longo deste tempo, mas a maioria destes 10 anos fomos 3 postando com mais frequência. Eu, o carioca Thiago R e o paulista Paulo Marcondes. São mais de 100 artistas que já fizeram arte pras nossas coletas, eventos, fests, etc. Gente que a gente era fã, gente que não conhecíamos e hoje somos fãs. Vários amigos, já rodamos todos os festivais do nordeste, rolês em SP, Belo Horizonte, vários outros locais.

Mas tudo isso são números e estatísticas importantes, mas que não passam disso. O mais importante é a diferença que o compartilhamento de músicas pode trazer na vida das pessoas. Ontem ouvi o Vitor Brauer dizer num show que fizemos dele aqui em Teresina, que o Hominis foi o canal mais importante pro começo da carreira e da história musical dele. E no fim, o que fica é isso, a mudança que nos podemos fazer na vida uns dos outros enquanto redes conectados pelo mundo modernoso da internet. Por isso, agradecemos todo mundo, não apenas aos artistas, mas todo mundo que faz jornalismo cultural, que organiza seus rolês, que mantém espaços de interação aberto em qualquer esquina do Brasil e que dissemina sons que conheceram através da gente ou de terceiros. Agradecemos todo mundo que já trocou ideia com a gente por mail, nossas diversas redes, ao vivo. Ás vezes, a gente não deixa claro a importância que vocês tem nessa história!

Falando da nossa mixtape de Junho, ela é uma das mais estranhas porque tem pouquíssimo rock (ou coisas parecidas). Mas é um baita resumo do que rolou no blog esse mês, com uma mistura louca de ritmos e ideias (Sacai o Setlist). O single inédito que fecha a nossa coleta, é uma faixa nunca antes lançada da banda paulistana BIKE. Sunshine Delirium foi feita para o álbum "Em Busca da Viagem Eterna" de 2017, mas acabou ficando de fora e esquecida até encontrar o seu lugar na nossa coletânea. E que sonzeira meus amigos, isso só prova a qualidade da Bike e nós deixa com a pergunta: o que a banda ainda tem escondido por ai?! Ouça a linda e psicodélica faixa abaixo...



A capa da nossa mix é brisa da mente da jornalista, baterista, filha do pinduca e mãe da bb mais trevosa que existe, a carioca Jéssica Fulganio, conhecida pelo seu trampo quando tocava na Ema Stoned e  Dolphins on Drugs. Jéssica também é parte da nossa história e ficamos muito feliz pelo fato dela ter usado foto arte como capa. A brisa foi umas fotografias antigas que ela fez de um origami de unicórnio anos atrás. Ela tem uns trampos de designer interessante que podem ser acompanhados no carbonade dela (aconselhamos muito). Ela também é muito ativa e superdivertida no instagram (segue ela lá).

Acho que é isso, tá muito longo, ninguém vai lê!

Continue indo aos shows, comprando merch das bandas e ouvindo música brasileira!
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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Bike - Their Shamanic Majesties’ Third Request (2018)...




Download: Their Shamanic Majesties’ Third Request (2018).zip (Se der erro na extração, tente pelo winzip)

Uma das melhores bandas da atual cena musical brasileira, o BIKE parece não cansar de trabalhar. Não parece, mas sequer completou um ano do lançamento do disco anterior – Em Busca da Viagem Eterna (2017) – e a banda já está com novo trabalho na praça: Their Shamanic Majesties' Third Request, terceiro disco de estúdio."Anhum" já mostra a pegada que o BIKE gosta de apresentar em suas músicas. Uma melodia leve acompanha o vocal distorcido e gera um clima bem psicodélico em uma faixa relativamente curta – sim, quase quatro minutos pode ser considerado um tempo curto para eles. "Nuvem" mantém o mesmo estilo, mas com bem menos efeitos e apoiada na guitarra para ajudar no andamento... VIA
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sexta-feira, 20 de abril de 2018

Bike - Their Shamanic Majesties’ Third Request (2018)




"Apesar de ser um campo muito fértil dentro da música brasileira, a banda que opta seguir pelos caminhos da psicodelia encontra um grande desafio. A recente popularização da estética às vezes implica em trazer certos elementos de forma banal e repetida desconsiderando o seu verdadeiro potencial. Felizmente, ainda encontramos corajosos guerreiros que procuram ir cada vez mais a fundo em suas construções lisérgicas, procurando novos significados para as profundas sonoridades que produzem. Entre estes, está BIKE, um conjunto que logo mostrou sua afinidade com a música psicodélica e que, com apenas dois discos, já conseguia expressar sensações únicas para os entusiastas da estética", continue lendo no MonkeyBuzz.
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terça-feira, 11 de abril de 2017

Bike - Em Busca da Viagem Eterna (2017)...




BIKE é uma banda que entende de estrada: pelas mais de 50 cidades de 15 estados por onde passou, entre festivais de grande porte e shows em pequenas casas, entre sorrisos chapados e olhares curiosos, muita coisa aconteceu. Um público crescente foi se formando com entusiasmo, enquanto o grupo chamava atenção da mídia nacional e internacional - cruzando o hemisfério e ingressando no selo 30th Century Records, do produtor norte americano Danger Mouse, com uma das faixas de 1943, seu disco de estréia. Sem medo do que os caminhos da vida podem oferecer e guiados por certo sentido de coletividade, a banda retoma as pedaladas com força no lançamento de Em Busca da Viagem Eterna. É o momento de chegar mais longe, a procura pela trip que dure uma eternidade. Naturalmente as faixas foram gravadas entre viagens e as letras acompanharam essas transições pelos estados do país, como podemos sentir em canções como “Enigma dos 12 Sapos”, abordando as dificuldades no caminho inicial da banda. “Do Caos ao Cosmos”, que ganhou clipe com imagens da Índia e Nepal, é outro exemplo do que as viagens - agora, mentais - proporcionam....
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domingo, 24 de janeiro de 2016

Bike - 1943 (2015)



Download: 1943.zip

"Para bom entendedor, meia palavra basta. Relacionar nome de banda e álbum com a palavra bike e o número 1943 só pode significar uma coisa: em 16 de abril de 1943 o cientista Albert Hoffman pegou sua bicicleta e saiu para um longo e lisérgico passei após criar e ingerir uma dose de LSD, o famigerado docinho. Portanto o novo projeto de Julito Cavalcante (Sin Ayuda, The Vain, Negative Mantras, Macaco Bong), chamado BIKE e que acaba de lançar seu primeiro disco, 1943, só pode ir numa direção. E essa direção é saturada, derretida e traz aquele gosto amargo bem conhecido dos psicodélicos de plantão", Pequenos Clássicos Perdidos.
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