Gil Felix, de Salvador, Bahia, apresenta "Heroi de Sertão" com sua voz característica, um afro-pop brasileiro poderoso e polirrítmico. A canção destaca heróis do cotidiano, longe dos holofotes da mídia, que vivem vidas difíceis no árido interior do leste brasileiro. Celebra a população multiétnica com raízes na América, África Ocidental e Oriente Médio. Com um som orgânico e clássico dos anos 70 e a tecnologia de ponta de Andreas Unge, radicado em Estocolmo, a música toca o coração, a mente e o corpo...
terça-feira, 14 de abril de 2026
Gil Felix - Heroi de Sertão (2026)...
Gil Felix, de Salvador, Bahia, apresenta "Heroi de Sertão" com sua voz característica, um afro-pop brasileiro poderoso e polirrítmico. A canção destaca heróis do cotidiano, longe dos holofotes da mídia, que vivem vidas difíceis no árido interior do leste brasileiro. Celebra a população multiétnica com raízes na América, África Ocidental e Oriente Médio. Com um som orgânico e clássico dos anos 70 e a tecnologia de ponta de Andreas Unge, radicado em Estocolmo, a música toca o coração, a mente e o corpo...
segunda-feira, 6 de abril de 2026
Antropoceno - No Ritmo da Terra (2026)...
Segundo capítulo da série de discos inspirados na obra do ambientalista, escritor e filósofo brasileiro Ailton Krenak, No Ritmo da Terra (2026, Longinus) revela o domínio criativo de Lua Viana em relação ao próprio trabalho no Antropoceno. Sequência ao material entregue em Natureza Morta (2025), o registro deixa de lado a abordagem incipiente do álbum anterior para melhor organizar suas ideias, temas e bases rítmicas. Conhecida pela obra com a Sonhos Tomam Conta, a artista carioca radicada em São Paulo mantém firme a relação com o shoegaze/dream pop, porém subverte a estética estrangeira ao inserir elementos de samba, música de capoeira e afoxé de maneira decolonial. A própria temática das faixas, pautadas por questões ambientais e na ideia de futuro ancestral de Krenak, contribui para esse aspecto político do disco, conceito reforçado na capa de Poty Galaco, uma releitura da tela Missionário Sendo Comido Por Uma Onça (1907)... Continue Lendo no Música Instantânea
quarta-feira, 25 de março de 2026
Criola beat - Isso É Criolabeat (2025)...
O coletivo maranhense Criola Beat apresenta Isso É Criolabeat, seu primeiro álbum, acompanhado de um documentário e de um visualizer que ampliam a experiência sonora para o campo audiovisual. Realizado com apoio do Edital Rumos Itaú Cultural 2023-2024 e produção da Upaon Mundo Produções, o projeto já está nas plataformas digitais. Mais do que um disco, o projeto se coloca como uma reverência ao Tambor de Crioula do Maranhão, patrimônio cultural afro-brasileiro, reinterpretado a partir de beats, timbres da world music e diálogos com a cultura hip-hop. A proposta parte da vivência do produtor Adnon Soares com mestres e mestras da cultura popular maranhense e conecta tradição e contemporaneidade sem diluir a força ritual da manifestação original... Continue Lendo no Minuto Indie
segunda-feira, 16 de março de 2026
Una - Feito à Mão No Fim Do Mundo (2026)...
No próximo dia 08 de fevereiro, a partir das 18h, o Espaço Cultural Discodelia, no Rio Vermelho, será palco do lançamento de “Feito à Mão No Fim Do Mundo“, o novo EP da cantora, compositora e percussionista UNA. O evento contará com a abertura especial do coletivo Time Punany convida Maico Rasta. O trabalho é um manifesto em defesa do sensível e do manual, questionando a crescente automação dos afetos e da música contemporânea. Produzido no Estúdio Sem Freio, com assinaturas de Raonir Braz e Junior Falcão e direção criativa de Sista Katia, o EP reúne cinco faixas inéditas (SOL, CLOSET ARAMADO/T DIZER, ANOS 2000, PRIMEIRA VERSÃO e 2 CHUVAS DE JUNHO) que transitam entre o R&B, o Pop e as referências afro-brasileiras. Para abrir os caminhos, o coletivo de mulheres Time Punany, referência na cultura de sound system em Salvador, traz como convidado o cantor Maico Rasta. Esta junção reforça a proposta do projeto: uma música feita por pessoas e trocas reais, em contraposição à frieza dos algoritmos... Continue Lendo no Aldeia Nago
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
Criolo, Amaro e Dino - CRIOLO, AMARO E DINO (2026)...
Lançado hoje, CRIOLO, AMARO E DINO nasce do encontro entre três artistas de trajetórias sólidas, reconhecimento amplo e, sobretudo, uma disposição real para a escuta e para o risco. Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago partem de universos distintos, rap, jazz, música afro-atlântica, mas recusam a lógica da soma de estilos. O disco não busca fusão nem síntese fácil. Ele se constrói a partir do deslocamento, da troca e da criação de um território comum. Ao longo do álbum, tudo funciona como conversa. O piano cria espaço e respiração, as vozes transitam entre palavra, canto e presença quase espiritual, e os silêncios têm peso estrutural. Não há protagonismo fixo nem disputa por atenção. Cada elemento entra e sai com precisão, respeitando o tempo da música e o tempo do outro. É um trabalho guiado pela contenção, pela escuta e pela confiança mútua... Continue Lendo no Ismo
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
BaianaSystem - Mixtape Pirata, Vol. 1 (2026)...
Se em 2025 o BaianaSystem deu voltas pelo mundo, neste ano a banda finca os pés na América Latina e o Caribe, como não poderia deixar de ser neste momento. “Mixtape Pirata - Vol. 01” é o projeto que antecipa uma nova fase de criação da banda, em sintonia com o verão, estendendo-se até o Carnaval. Entre releituras de faixas já consolidadas no repertório do Baiana, como “Lucro/Descomprimindo” e “Forasteiro", e canções inéditas, convidados como RDD, Coletivo SuperJazz e Tropkillaz se juntam ao projeto, além de Claudia Manzo, presença frequente nos shows do Baiana. Enquanto a ideia de uma mixtape remete ao soundsystem, as fanfarras vão conversar com a música coletiva das manifestações de rua, a música do Carnaval que é feita pelos músicos do Carnaval. Mas é mais do que isso: entramos em 2026 com as relações entre as Américas do Norte e do Sul tensionadas, e as fanfarras também nos lembram que sua difusão no Brasil e na América Latina se deu através de um processo de colonização. Agentes do poder colonial utilizavam essa música fria, de campo harmônico limitado, como forma de representação do poder e da disciplina. A partir dos processos de independência dos países latino-americanos, inicia-se um movimento de antropofagia musical, no qual esses ritmos e marchas fúnebres passam a se fundir gradualmente com os ritmos dos povos originários do Caribe, dos Andes, das florestas e dos pampas do continente, bem como com os ritmos percussivos das diversas etnias africanas aqui presentes. Por meio das manifestações populares — e apesar da constante repressão das elites — essa fusão introduz no gosto popular brasileiro uma nova “praia harmônica", que servirá de base para o surgimento dos gêneros musicais brasileiros e sul-americanos... Continue Lendo no Site do Immub
sábado, 14 de fevereiro de 2026
ÀTTØØXXÁ - Tá Pra Onda (2026)...
Dois discos especiais de Carnaval, e que acabam dando uma ideia de como serão os shows dessas bandas durante a folia. Os baianos dos Àttooxxá são os mais sacanas dos dois grupos, mas ao mesmo tempo conseguem ser musicalmente conceituais, juntando pagodão baiano, rap, raggamuffin, funk e até elementos de tecnobrega e guitarrada na sonoridade de Tá pra onda. O disco é uma trilha sonora para bailes e noitadas que acabam em putaria, como em Tá pra onda, Chora viola e Protetor solar (som baiano e afro-latino, com guitarra lembrando a de Alagados, dos Paralamas do Sucesso), mas que ousa mandar bala num tecnobrega-jazz que chega a soar indançável (Meus cachorro vai te pegar) e faz uma exploração excepcional de beats e samples (Tiradinha). No final, o samba baiano bem composto e bem tocado de Terra sagrada... Continue Lendo no Pop Fantasma
domingo, 25 de janeiro de 2026
Ana Cacimba - Luminosa - Ato 1: Lua (2025)...
A cantora, compositora e instrumentista Ana Cacimba apresentou nas plataformas digitais o disco Luminosa – Ato 1: Lua, projeto que marca seus dez anos de carreira e, como o título sugere, foi pensado em dois atos. “Lua” foi a primeira parte e a segunda será “Sol”, termos concebidos como metáforas de diferentes formas de luminosidade. A Lua, que abre a narrativa, está associada ao mistério, à intuição e à espiritualidade, enquanto o Sol representará a energia expansiva e a realização. O primeiro ato, conduzido pela música popular brasileira, reúne canções autorais e tradicionais ligadas à fé de Ana, atravessada pela afro religiosidade que se expande em diálogo entre ancestralidade e contemporaneidade... Continue Lendo no TMDQA!
sábado, 27 de dezembro de 2025
Gabriel Araújo - Lugar EP (2025)...
Gabriel Araújo é natural de Campos dos Goytacazes, interior do estado do Rio de Janeiro. Após anos atuando de forma amadora na cena musical local, em 2006 foi convidado a fazer a trilha de um espetáculo de teatro, e começou a explorar linguagens visuais para música. De lá pra cá, são três álbuns solo explorando sonoridades e linguagens diferentes atreladas ao ato de experimentar o som. Em meados de 2010, Gabriel foi morar em João Pessoa, na Paraíba, onde aprimorou o ofício de músico, realizando shows e participando de bandas como a Glue Trip, com quem fez shows pelo Brasil e outros países. Agora, de volta a Campos, sua cidade natal, apresenta seu novo trabalho, “LUGAR” (2025), um EP visual que conta com um curta metragem em fábula roteirizada e dirigida por Vita Evangelista, cineasta também de Campos. Vita é um artista multidisciplinar e pesquisador transmasculino, cujo trabalho atravessa vídeo, instalações, mídias digitais, escrita e ativismo LGBTQIAPN+ e antirracista. Em sua produção artística, Vita constrói “narrativas auto tecnopoéticas” — fusão de corpo, tecnologia e palavra — a partir de uma perspectiva transfeminista e contra-colonial. Seus trabalhos confrontam as estruturas do capitalismo racializado, os dispositivos de controle migratório e as tecnologias de vigilância, utilizando linguagens que sabotam códigos hegemônicos... Continue Lendo no Scream Yell
quinta-feira, 25 de dezembro de 2025
Emicida - Emicida Racional VL 2 - Mesmas Cores & Mesmos Valores (2025)...
Muita gente pediu esse novo do Emicida, que se não é o melhor álbum do MC paulista, é um dos mais necessários de sua carreira. Então fica ele aqui de presente de natal pra vocês ouvirem com atenção e desconectados...
“Quando os caminhos se confundem, é necessário voltar ao começo”. A frase dita por Emicida na canção que inaugura Pra Quem Já Mordeu Um Cachorro por Comida, Até Que Eu Cheguei Longe (2009), estreia do rapper paulistano, é essencial para entendermos aquilo que o artista busca desenvolver em Emicida Racional VL2 – Mesmas Cores & Mesmos Valores (2025, Cecropia). Primeiro álbum de inéditas desde o celebrado AmarElo (2019), o registro de dez faixas é tanto um retorno às origens como um delicado exercício de exposição emocional e busca por reconexão durante o processo de luto. Imerso em um turbilhão de acontecimentos que culminou na ruptura e na batalha judicial contra o irmão, o músico e empresário Evandro Fióti, Emicida foi pego de surpresa quando, em julho deste ano, teve de lidar com a morte da mãe, Dona Jacira, aos 60 anos. Partindo desse processo de angústia, bem representado nas mensagens de áudio e no choro da introdutória Bom Dia Né Gente? (Ou Saudade Em Modo Maior), o rapper retorna com uma de suas criações mais sensíveis, liricamente expositivas e complexas de toda a carreira... Continue Lendo no Música Instantânea
sábado, 13 de dezembro de 2025
Elisa de Sena - Orgânica (2025)...
“Canto mais forte e abro o meu peito negro, nessa Angola deixada nas Minas Gerais. É viola, é batuque, é folia, é reisado e o povo desse Brasil tem mil Áfricas mais”, canta Elisa de Sena em “Cafuzo”, música que abre o seu segundo disco solo “Orgânica”. A escolha é muito feliz, porque mostra logo de cara a que veio o novo álbum, focado na ancestralidade, na música mineira e em ritmos de origem negra e indígena como o forró, o samba e o maracatu. . Com dez canções e uma vinheta, o disco nasceu como o próprio nome do álbum revela, buscando o som da percussão e cordas como protagonistas e produzido da forma mais natural possível, trazendo timbres que remetem à sonoridade da terra, como coro, sementes e água. “Orgânica” tem produção musical de Nath Rodrigues e Felipe Pizzutiello... Continue Lendo na Revista Prosa, Verso e Arte
segunda-feira, 8 de dezembro de 2025
Barbarize - MANIFEXTA (2025)...
O coletivo musical e performático Barbarize, nascido na Comunidade do Bode, em Recife, lança seu aguardado álbum de estreia, ‘MANIFEXTA’, já disponível em todas as plataformas digitais. Mais do que um registro sonoro, o disco se configura como um grito de liberdade e urgência, costurando ancestralidade, política e estética urbana em 22 faixas que atravessam ritmos como afrobeat, funk, trap, reggaeton, pop e maracatu. O Papo Pop conversou com os artistas, que revelaram detalhes sobre o processo criativo e a proposta de suas músicas, definidas por eles como “música de protesto com glitter na cara”. Produzido por Thiago Barromeo (indicado ao Grammy Latino), YuriLumin, DJ Luciano Rocha e Itoo, o álbum combina beats digitais e percussões orgânicas, criando uma sonoridade que dialoga com rua e terreiro, tradição e futurismo. Participações especiais reforçam a amplitude do projeto, incluindo Fred Zero4 (Mundo Livre S/A), Louise, Xis, Oreia, Dada Yute, MC Tchelinho, Lino Krizz (Racionais MC’s) e J Coppa, conectando gerações e territórios musicais... Continue Lendo no Site do PapoCast
quinta-feira, 20 de novembro de 2025
Funmilayo Afrobeat Orquestra - De Ponta a Ponta (2025)...
“Como pessoas negras, perguntamos sempre: quais são nossos desafios? Como é ser de axé numa cidade de concreto?”, perguntam-se as integrantes da Funmilayo Afrobeat Orquestra, noneto feminino que une estilos como reggae, rock, jazz e soul ao afrobeat, e que faz do EP De ponta e ponta um produto não apenas musical, mas também social e existencial. O beat leve e os metais da faixa de abertura, A cidade é um espelho, descortinam um mergulho na obra de Itamar Assumpção, e uma letra que fala sobre amar e odiar São Paulo ao mesmo tempo – e sofrer para se enxergar numa metrópole competitiva. O encanto e a maquinaria abre com ótimos riffs de teclado, e com metais cheio de vivacidade, que valem por vocais bem dirigidos. Até que surge a letra, inspirada pelos desastres ambientais de São Paulo e pela desigualdade social descortinada por eles... Continue Lendo no Pop Fantasma
sexta-feira, 7 de novembro de 2025
Maurício Tizumba - Umbanda, Ao Vivo (2025)...
Maurício Tizumba cresceu no bairro Aparecida, em Belo Horizonte, entre cantigas de umbanda, terreiros e congadas. Nesse território íntimo — onde ainda menino aprendeu a cantar para Exu, Iansã, Iemanjá, Nanã e outras entidades das religiões de matrizes africanas — ele teve o primeiro contato com a música. Hoje, aos 67 anos de idade e com mais de 50 de uma carreira reconhecida internacionalmente, Tizumba retorna às suas primeiras memórias musicais de forma inédita com o disco “Umbanda”, um registro afetivo de músicas da infância gravadas pela primeira vez em sua voz. A seleção do repertório, composto por 15 músicas, seguiu um procedimento “tizumbístico” imprevisível, como ele nomeia seu processo criativo: gestado a partir de uma ordem livre, guiada por lembranças aleatórias de cantigas e dos chamados pontos cantados de umbanda — canções para celebrar e invocar entidades. “Apesar de hoje eu já ter virado para o candomblé, as músicas da umbanda ressoam na minha cabeça quase todo dia. Tenho uma nostalgia grande dos tempos de menino no terreiro. E lembro de várias músicas que me trouxeram bons momentos naquela iniciação sobre o conhecimento afro-brasileiro”, avalia Tizumba... Continue Lendo no Trace Br
quinta-feira, 6 de novembro de 2025
Alê Balbo - No Caminho da Força (2025)...
o músico e compositor acreano Alê Balbo é a mente criativa por trás do Projeto O Elemental, uma narrativa musical que mescla contação de histórias com o poder da música, xamanismo e autodescoberta. Com mais de 30 anos de experiência como baterista de rock, Alê vivenciou os altos e baixos da vida noturna até se afastar da música em busca de respostas para as questões mais profundas da vida. Sua reconexão com a essência aconteceu por meio de rituais xamânicos, da medicina da ayahuasca e de práticas de cura sonora, transformando sua percepção de som e vibração. Tambores, tigelas de cristal, instrumentos ancestrais e baseados em frequências guiam suas composições, trazendo vibrações de cura e conexão espiritual. Inspirado por sua própria jornada de cura, Alê criou O Projeto Elemental: No Caminho da Força, uma narrativa musical e espiritual profunda. Cada capítulo é uma imersão em paisagens sonoras, frequências vibracionais e histórias de autodescoberta, simbolizando a busca por força interior e equilíbrio entre corpo, mente e espírito. Ouça, sinta e conecte-se a esta jornada única. O Caminho da Força está aberto a todos que buscam transformação através do som...
terça-feira, 28 de outubro de 2025
Julia Tizumba - Minêra (2025)...
A atriz, cantora, compositora, percussionista e escritora Júlia Tizumba estreia oficialmente na discografia autoral com o lançamento de “Minêra” (2025), seu primeiro álbum solo. O trabalho, que celebra os 20 anos de carreira da artista, será apresentado em show de estreia no próximo dia 26 de setembro, no Teatro Francisco Nunes, em Belo Horizonte. Grafado como se fala, “Minêra” faz referência ao sotaque mineiro e nasce como um canto de pertencimento, reafirmando a força da cena afro-mineira contemporânea. O disco é um documento de ancestralidade e celebra a força feminina, resgatando tradições que dialogam com quilombos, reinados e saberes coletivos. “Posso dizer que o álbum ‘Minêra’ sou eu — mulher negra, nascida em Minas Gerais, candomblecista, reinadeira, mãe e filha — e, ao mesmo tempo, um gesto coletivo de celebração da cultura afro-mineira”, afirma Júlia... Continue Lendo no Jornal Voz Ativa
segunda-feira, 25 de agosto de 2025
Renegado - MargeNow (2025)...
O rapper mineiro Renegado lança nesta sexta-feira (18) o álbum MargeNow, disponível em todas as plataformas digitais. Com 11 faixas inéditas, o trabalho marca uma nova etapa na trajetória artística do músico, que celebra 17 anos de carreira em 2025. Reconhecido por suas colaborações com artistas como Elza Soares, Diogo Nogueira, Samuel Rosa, Rogério Flausino, Bebel Gilberto, Thiaguinho, Dona Onete e Anitta, Renegado se consolidou como uma das vozes da música urbana brasileira. Em seu novo projeto, o artista reforça essa identidade, unindo letras provocativas a batidas dançantes que transitam por diferentes influências. O álbum apresenta elementos do Clube da Esquina, Afrobeat, Amapiano e funk, e busca refletir tanto sua maturidade musical quanto pessoal. Segundo Renegado, esse trabalho representa um ponto de virada em sua trajetória... Continue Lendo na Revista Encontro
sexta-feira, 22 de agosto de 2025
Orquestra Afro-Brasileira - 80 Anos (Remixes) (2025)...
O disco 80 anos (remixes) é o lançamento da vez do selo Amor In Sound, de Mario Caldato (Beastie Boys, Planet Hemp) e Samantha Caldato. O projeto é baseado no álbum 80 anos, de 2021, que celebrava o legado da Orquestra Afro-Brasileira. Preservando os cantos originais, o álbum traz outras camadas sonoras com remixes de produtores renomados como Tropkillaz, Kassin e Pupillo, e participações internacionais como J Rocc e Mix Master Mike. Emicida, Criolo, Rael e Daniel Ganjaman incrementam o projeto colaborativo: cada um escolheu sua faixa favorita do álbum de 2021 para criar uma nova roupagem. O caldeirão sonoro é, principalmente, uma forma de resgatar a memória da Orquestra carioca - um trabalho de retroalimentação, já que a própria Orquestra resgatou as influências sonoras africanas na música brasileira... Continue Lendo na Noize
quarta-feira, 13 de agosto de 2025
Totonho e os Cabra - Ai Dentu: Funk de Embolada e Hip Hop do Mato (2025)...
Totonho e Os Cabra lança nesta sexta-feira (25) o seu sexto trabalho em estúdio, o 'Ai Dentu: Funk de Embolada e Hip Hop do Mato'. No álbum, Totonho traz temas importantes, como o combate ao racismo e denúncias às violações na Amazônia por meio de um encontro entre a embolada o funk. “É um disco prontamente afro-tupi, que trata a questão do racismo, a questão da Amazônia, de forma frontal, mas com a linguagem mais de meme, que é uma linguagem que eu já venho desenvolvendo há muito tempo", descreveu o cantor e compositor. O disco, que já está disponível nas plataformas digitais, traz canções inéditas autorais, com um time de peso produtores musicais, incluindo André Abujamra, Renato Oliveira, Marcelo Macedo, Furmiga Dub e Rica Amabis, além de participações especiais de Bixarte, os irmãos Paulo Ró e Pedro Osmar, do Jaguaribe Carne, Ruanna Gonçalves, Helinho Medeiros, entre outras... Continue Lendo no G1 PB
segunda-feira, 21 de julho de 2025
Umbu - UMBU (2025)...
A banda Umbu acaba de lançar seu primeiro álbum homônimo. São 12 faixas que misturam batuque afro-gaúcho, sampler, poesia falada, ritmos brasileiros, latinos e caribenhos, além de beats, sintetizadores e muita história pra contar. O trabalho chega com um álbum visual que pode ser visto no youtube que linkamos acima. O álbum será lançado ao vivo em Porto Alegre dia 2 de Agosto na Casa Trama...