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sexta-feira, 4 de setembro de 2026

Lucas Kastrup - Maranhão Raiz (2026)...




Lucas Kastrup lança nesta quarta-feira (27) o álbum “MARANHÃO RAIZ: Lucas Kastrup visita mestras e mestres”, resultado de uma pesquisa realizada pelo antropólogo, compositor e baterista da banda Ponto de Equilíbrio em povoados da Baixada Maranhense. Com oito faixas, o trabalho reúne registros de manifestações populares e tradições orais que atravessam gerações na região. O projeto nasceu de uma pesquisa iniciada de forma independente em 2018 e aprofundada durante o pós-doutorado de Kastrup no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional da UFRJ. Ao lado de técnicos de som, o pesquisador percorreu comunidades rurais para registrar cantos, ritmos e celebrações preservados por mestras e mestres locais... Continue Lendo na Bilboard

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sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Ana Be - Sintonia dos Novos Começos (2026)...



A cor azul carrega a serenidade dos recomeços, a profundidade das emoções e a delicadeza de encontrar beleza na vulnerabilidade. Através do tom, Ana Be apresenta Sintonia dos Novos Começos (2026) que transforma o amor em uma narrativa distante das idealizações, preferindo explorar seus caminhos mais honestos, contraditórios e humanos. ana be sintonia de novos começos. Nascida e criada na Zona Leste de São Paulo, a cantora e compositora apresenta um trabalho que enxerga o afeto como um movimento constante. Em vez de buscar respostas definitivas, suas canções acompanham as mudanças de um eu-lírico feminino que descobre, desaprende e reconstrói a própria maneira de amar. O disco entende que a vulnerabilidade não é um desvio, mas uma força capaz de abrir espaço para novas experiências... Continue Lendo no Desalinho Cultural

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sexta-feira, 24 de julho de 2026

Ana Cacimba - LUMINOSA (2026)...




 Em comemoração aos dez anos de carreira, Ana Cacimba lança Luminosa Vol.1 (2025). O projeto é dividido em dois atos: Lua e Sol, partindo da espiritualidade para chegar à realização pessoal e à retomada da autoestima. O trabalho é produzido por Los Brasileros e por Dmax, com participação de Alessandra Leão, De origem quilombola, Ana Cacimba ainda traz na discografia o álbum Mergulho (2023) e a estreia com Azeviche (2022). Nos projetos, ela frequentemente explora a percussão africana e o diálogo com a cultura popular brasileira. Pop, samba-rock, MPB e afrobeat são ferramentas para contar uma história ancestral, que atravessa Ana diretamente. Na Lua, primeiro ato do projeto, o foco está na fé, com canções referenciando Orixás como Exú, Xangô, Oxóssi, Oyá, Oxalá, Preto Velho e Padê Onã... Continue Lendo no Noize

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quarta-feira, 22 de julho de 2026

Gugs - Fruto da Terra (2026)...



Diretamente de São Luís do Maranhão, o artista Gugs aproxima em seu novo álbum, “Fruto da Terra”, reggae roots, rub-a-dub, dancehall, dub, afrobeat e hip hop sem perder a cadência quente e ritualística que marca a relação histórica da ilha com o gênero. “Quem nasce em São Luís cresce ouvindo reggae. É uma música que toca nas ruas, nos bairros, nos carros e dentro das casas. Fruto da Terra nasce justamente dessa vivência coletiva da Jamaica Brasileira”, explica o artista. Ao longo de 12 faixas, Gugs constrói um disco com espiritualidade, identidade, permanência e memória. Inspirado pelas “pedras”, pelos rewinds infinitos das radiolas e pela cultura sound system que moldou gerações em São Luís, o álbum equilibra tradição e contemporaneidade na mesma frequência... Continue Lendo no Groovin Mood

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terça-feira, 14 de julho de 2026

Riane Mascarenhas - Nascente (2026)...



Grande promessa da nova geração do reggae nacional, a  cantora, compositora e baixista baiana Riane lança seu primeiro EP “Nascente”, no dia 29 de maio. A obra é um retrato íntimo e envolvente pensado a partir das vivências e emoções da artista, mulher negra e do recôncavo baiano. A musicalidade é focada no reggae que ganha toques de uma roupagem pop e contemporânea e influências rítmicas afro-brasileiras. Natural de Cachoeira e formada em Música pela Universidade Federal da Bahia, Riane vem se consolidando como um dos nomes em ascensão da cena independente baiana. Sua trajetória inclui colaborações com artistas como Rachel Reis e Sued Nunes, além de premiações e participações em projetos que ampliam sua presença no cenário musical... Continue Lendo no Portal Sotero Preta

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sexta-feira, 3 de julho de 2026

Baile do Chamego - Baile do Chamego (2026)...




O grupo Baile do Chamego (@chamegobaile), que tem se destacado nas noites soteropolitanas com seu forró suingado, lança seu primeiro álbum autoral, homônimo. O projeto marca um momento importante para o quarteto formado por Alexandra Pessoa, Daniel Neto, Heverton Diodé e Cândido, que apresenta uma pesquisa musical inédita construída a partir do encontro entre o forró tradicional e os ritmos afrobaianos. O álbum chega às plataformas no dia 04 de junho (quinta). Produzido de forma totalmente independente, o álbum “Baile do Chamego” reúne nove faixas autorais que traduzem uma sonoridade urbana, contemporânea e profundamente conectada às identidades culturais de Salvador. A proposta do grupo aproxima linguagens historicamente relacionadas, mas ainda pouco exploradas em conjunto, criando pontes entre o forró, o xote e o baião com ritmos afrobaianos como ijexá e samba-reggae. As canções transitam entre narrativas românticas, histórias bem-humoradas inspiradas nas relações afetivas e nas “fofocas” dos espaços de convivência popular, além de reflexões sobre as complexidades da vida urbana na capital baiana...

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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Eva - Ritual (2026)...




Foi durante a pandemia, que a paulista Eva entrou em seu “Casulo Borboleta”, enfrentou seus maiores medos e se dedicou de vez à música. Anos atrás a artista descobriu um diagnóstico de fibromialgia, que a fez rever a relação que tinha com a dança. Durante o período difícil, estudou composição online e foi instigada a escrever uma canção que refletisse sobre “um dia você vai ter que cuspir todos os sapos que engoliu”, nascia “Ritual”, música que dá nome ao seu primeiro disco solo, que sai em parceria com o seloBoia Fria Produções, tem as estreladas produções de Amanda Magalhães, Dudu Rezende (Mari Jasca) eMarcos Maurício (Baco Exu do Blues), além das participações especiais de Samuel Samuca e Zé Nigro. “’Ritual’ foi a primeira composição – das 9 que fazem parte do álbum – e surgiu no período do meu diagnóstico, logo após uma separação muito dolorosa de um relacionamento amoroso. Nessa época perdi cerca de 11 kg (chegando a pesar 41kg) e me afundei. Para aliviar o peso, precisei recorrer a formas instintivas e simbólicas, entre elas escrever cartas que nunca foram enviadas ao destinatário, botando pra fora tudo o que eu queria dizer e não pude. Foi praticamente como fazer um enterro sem defunto. Escrevia também num papel todas as coisas que eu não queria mais e queimava na chama de uma vela; criei um altar com uma foto minha criança e a da minha mãe pra me lembrar que eu nunca estive só”, pondera a artista... Continue Lendo no Portal Radar Cultural

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terça-feira, 14 de abril de 2026

Gil Felix - Heroi de Sertão (2026)...




Gil Felix, de Salvador, Bahia, apresenta "Heroi de Sertão" com sua voz característica, um afro-pop brasileiro poderoso e polirrítmico. A canção destaca heróis do cotidiano, longe dos holofotes da mídia, que vivem vidas difíceis no árido interior do leste brasileiro. Celebra a população multiétnica com raízes na América, África Ocidental e Oriente Médio. Com um som orgânico e clássico dos anos 70 e a tecnologia de ponta de Andreas Unge, radicado em Estocolmo, a música toca o coração, a mente e o corpo...

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segunda-feira, 6 de abril de 2026

Antropoceno - No Ritmo da Terra (2026)...




Segundo capítulo da série de discos inspirados na obra do ambientalista, escritor e filósofo brasileiro Ailton Krenak, No Ritmo da Terra (2026, Longinus) revela o domínio criativo de Lua Viana em relação ao próprio trabalho no Antropoceno. Sequência ao material entregue em Natureza Morta (2025), o registro deixa de lado a abordagem incipiente do álbum anterior para melhor organizar suas ideias, temas e bases rítmicas. Conhecida pela obra com a Sonhos Tomam Conta, a artista carioca radicada em São Paulo mantém firme a relação com o shoegaze/dream pop, porém subverte a estética estrangeira ao inserir elementos de samba, música de capoeira e afoxé de maneira decolonial. A própria temática das faixas, pautadas por questões ambientais e na ideia de futuro ancestral de Krenak, contribui para esse aspecto político do disco, conceito reforçado na capa de Poty Galaco, uma releitura da tela Missionário Sendo Comido Por Uma Onça (1907)... Continue Lendo no Música Instantânea

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quarta-feira, 25 de março de 2026

Criola beat - Isso É Criolabeat (2025)...




O coletivo maranhense Criola Beat apresenta Isso É Criolabeat, seu primeiro álbum, acompanhado de um documentário e de um visualizer que ampliam a experiência sonora para o campo audiovisual. Realizado com apoio do Edital Rumos Itaú Cultural 2023-2024 e produção da Upaon Mundo Produções, o projeto já está nas plataformas digitais. Mais do que um disco, o projeto se coloca como uma reverência ao Tambor de Crioula do Maranhão, patrimônio cultural afro-brasileiro, reinterpretado a partir de beats, timbres da world music e diálogos com a cultura hip-hop. A proposta parte da vivência do produtor Adnon Soares com mestres e mestras da cultura popular maranhense e conecta tradição e contemporaneidade sem diluir a força ritual da manifestação original... Continue Lendo no Minuto Indie

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segunda-feira, 16 de março de 2026

Una - Feito à Mão No Fim Do Mundo (2026)...




No próximo dia 08 de fevereiro, a partir das 18h, o Espaço Cultural Discodelia, no Rio Vermelho, será palco do lançamento de “Feito à Mão No Fim Do Mundo“, o novo EP da cantora, compositora e percussionista UNA. O evento contará com a abertura especial do coletivo Time Punany convida Maico Rasta. O trabalho é um manifesto em defesa do sensível e do manual, questionando a crescente automação dos afetos e da música contemporânea. Produzido no Estúdio Sem Freio, com assinaturas de Raonir Braz e Junior Falcão e direção criativa de Sista Katia, o EP reúne cinco faixas inéditas (SOL, CLOSET ARAMADO/T DIZER, ANOS 2000, PRIMEIRA VERSÃO e 2 CHUVAS DE JUNHO) que transitam entre o R&B, o Pop e as referências afro-brasileiras. Para abrir os caminhos, o coletivo de mulheres Time Punany, referência na cultura de sound system em Salvador, traz como convidado o cantor Maico Rasta. Esta junção reforça a proposta do projeto: uma música feita por pessoas e trocas reais, em contraposição à frieza dos algoritmos... Continue Lendo no Aldeia Nago

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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Criolo, Amaro e Dino - CRIOLO, AMARO E DINO (2026)...




Lançado hoje, CRIOLO, AMARO E DINO nasce do encontro entre três artistas de trajetórias sólidas, reconhecimento amplo e, sobretudo, uma disposição real para a escuta e para o risco. Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago partem de universos distintos, rap, jazz, música afro-atlântica, mas recusam a lógica da soma de estilos. O disco não busca fusão nem síntese fácil. Ele se constrói a partir do deslocamento, da troca e da criação de um território comum. Ao longo do álbum, tudo funciona como conversa. O piano cria espaço e respiração, as vozes transitam entre palavra, canto e presença quase espiritual, e os silêncios têm peso estrutural. Não há protagonismo fixo nem disputa por atenção. Cada elemento entra e sai com precisão, respeitando o tempo da música e o tempo do outro. É um trabalho guiado pela contenção, pela escuta e pela confiança mútua... Continue Lendo no Ismo

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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

BaianaSystem - Mixtape Pirata, Vol. 1 (2026)...




Se em 2025 o BaianaSystem deu voltas pelo mundo, neste ano a banda finca os pés na América Latina e o Caribe, como não poderia deixar de ser neste momento. “Mixtape Pirata - Vol. 01” é o projeto que antecipa uma nova fase de criação da banda, em sintonia com o verão, estendendo-se até o Carnaval. Entre releituras de faixas já consolidadas no repertório do Baiana, como “Lucro/Descomprimindo” e “Forasteiro", e canções inéditas, convidados como RDD, Coletivo SuperJazz e Tropkillaz se juntam ao projeto, além de Claudia Manzo, presença frequente nos shows do Baiana. Enquanto a ideia de uma mixtape remete ao soundsystem, as fanfarras vão conversar com a música coletiva das manifestações de rua, a música do Carnaval que é feita pelos músicos do Carnaval. Mas é mais do que isso: entramos em 2026 com as relações entre as Américas do Norte e do Sul tensionadas, e as fanfarras também nos lembram que sua difusão no Brasil e na América Latina se deu através de um processo de colonização. Agentes do poder colonial utilizavam essa música fria, de campo harmônico limitado, como forma de representação do poder e da disciplina. A partir dos processos de independência dos países latino-americanos, inicia-se um movimento de antropofagia musical, no qual esses ritmos e marchas fúnebres passam a se fundir gradualmente com os ritmos dos povos originários do Caribe, dos Andes, das florestas e dos pampas do continente, bem como com os ritmos percussivos das diversas etnias africanas aqui presentes. Por meio das manifestações populares — e apesar da constante repressão das elites — essa fusão introduz no gosto popular brasileiro uma nova “praia harmônica", que servirá de base para o surgimento dos gêneros musicais brasileiros e sul-americanos... Continue Lendo no Site do Immub

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sábado, 14 de fevereiro de 2026

ÀTTØØXXÁ - Tá Pra Onda (2026)...




Dois discos especiais de Carnaval, e que acabam dando uma ideia de como serão os shows dessas bandas durante a folia. Os baianos dos Àttooxxá são os mais sacanas dos dois grupos, mas ao mesmo tempo conseguem ser musicalmente conceituais, juntando pagodão baiano, rap, raggamuffin, funk e até elementos de tecnobrega e guitarrada na sonoridade de Tá pra onda. O disco é uma trilha sonora para bailes e noitadas que acabam em putaria, como em Tá pra onda, Chora viola e Protetor solar (som baiano e afro-latino, com guitarra lembrando a de Alagados, dos Paralamas do Sucesso), mas que ousa mandar bala num tecnobrega-jazz que chega a soar indançável (Meus cachorro vai te pegar) e faz uma exploração excepcional de beats e samples (Tiradinha). No final, o samba baiano bem composto e bem tocado de Terra sagrada... Continue Lendo no Pop Fantasma

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domingo, 25 de janeiro de 2026

Ana Cacimba - Luminosa - Ato 1: Lua (2025)...




A cantora, compositora e instrumentista Ana Cacimba apresentou nas plataformas digitais o disco Luminosa – Ato 1: Lua, projeto que marca seus dez anos de carreira e, como o título sugere, foi pensado em dois atos. “Lua” foi a primeira parte e a segunda será “Sol”, termos concebidos como metáforas de diferentes formas de luminosidade. A Lua, que abre a narrativa, está associada ao mistério, à intuição e à espiritualidade, enquanto o Sol representará a energia expansiva e a realização. O primeiro ato, conduzido pela música popular brasileira, reúne canções autorais e tradicionais ligadas à fé de Ana, atravessada pela afro religiosidade que se expande em diálogo entre ancestralidade e contemporaneidade... Continue Lendo no TMDQA!

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sábado, 27 de dezembro de 2025

Gabriel Araújo - Lugar EP (2025)...





Gabriel Araújo é natural de Campos dos Goytacazes, interior do estado do Rio de Janeiro. Após anos atuando de forma amadora na cena musical local, em 2006 foi convidado a fazer a trilha de um espetáculo de teatro, e começou a explorar linguagens visuais para música. De lá pra cá, são três álbuns solo explorando sonoridades e linguagens diferentes atreladas ao ato de experimentar o som. Em meados de 2010, Gabriel foi morar em João Pessoa, na Paraíba, onde aprimorou o ofício de músico, realizando shows e participando de bandas como a Glue Trip, com quem fez shows pelo Brasil e outros países. Agora, de volta a Campos, sua cidade natal, apresenta seu novo trabalho, “LUGAR” (2025), um EP visual que conta com um curta metragem em fábula roteirizada e dirigida por Vita Evangelista, cineasta também de Campos. Vita é um artista multidisciplinar e pesquisador transmasculino, cujo trabalho atravessa vídeo, instalações, mídias digitais, escrita e ativismo LGBTQIAPN+ e antirracista. Em sua produção artística, Vita constrói “narrativas auto tecnopoéticas” — fusão de corpo, tecnologia e palavra — a partir de uma perspectiva transfeminista e contra-colonial. Seus trabalhos confrontam as estruturas do capitalismo racializado, os dispositivos de controle migratório e as tecnologias de vigilância, utilizando linguagens que sabotam códigos hegemônicos... Continue Lendo no Scream Yell

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quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

Emicida - Emicida Racional VL 2 - Mesmas Cores & Mesmos Valores (2025)...




 Muita gente pediu esse novo do Emicida, que se não é o melhor álbum do MC paulista, é um dos mais necessários de sua carreira. Então fica ele aqui de presente de natal pra vocês ouvirem com atenção e desconectados...

“Quando os caminhos se confundem, é necessário voltar ao começo”. A frase dita por Emicida na canção que inaugura Pra Quem Já Mordeu Um Cachorro por Comida, Até Que Eu Cheguei Longe (2009), estreia do rapper paulistano, é essencial para entendermos aquilo que o artista busca desenvolver em Emicida Racional VL2 – Mesmas Cores & Mesmos Valores (2025, Cecropia). Primeiro álbum de inéditas desde o celebrado AmarElo (2019), o registro de dez faixas é tanto um retorno às origens como um delicado exercício de exposição emocional e busca por reconexão durante o processo de luto. Imerso em um turbilhão de acontecimentos que culminou na ruptura e na batalha judicial contra o irmão, o músico e empresário Evandro Fióti, Emicida foi pego de surpresa quando, em julho deste ano, teve de lidar com a morte da mãe, Dona Jacira, aos 60 anos. Partindo desse processo de angústia, bem representado nas mensagens de áudio e no choro da introdutória Bom Dia Né Gente? (Ou Saudade Em Modo Maior), o rapper retorna com uma de suas criações mais sensíveis, liricamente expositivas e complexas de toda a carreira... Continue Lendo no Música Instantânea

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sábado, 13 de dezembro de 2025

Elisa de Sena - Orgânica (2025)...





 “Canto mais forte e abro o meu peito negro, nessa Angola deixada nas Minas Gerais. É viola, é batuque, é folia, é reisado e o povo desse Brasil tem mil Áfricas mais”, canta Elisa de Sena em “Cafuzo”, música que abre o seu segundo disco solo “Orgânica”. A escolha é muito feliz, porque mostra logo de cara a que veio o novo álbum, focado na ancestralidade, na música mineira e em ritmos de origem negra e indígena como o forró, o samba e o maracatu. . Com dez canções e uma vinheta, o disco nasceu como o próprio nome do álbum revela, buscando o som da percussão e cordas como protagonistas e produzido da forma mais natural possível, trazendo timbres que remetem à sonoridade da terra, como coro, sementes e água. “Orgânica” tem produção musical de Nath Rodrigues e Felipe Pizzutiello... Continue Lendo na Revista Prosa, Verso e Arte

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Barbarize - MANIFEXTA (2025)...




O coletivo musical e performático Barbarize, nascido na Comunidade do Bode, em Recife, lança seu aguardado álbum de estreia, ‘MANIFEXTA’, já disponível em todas as plataformas digitais. Mais do que um registro sonoro, o disco se configura como um grito de liberdade e urgência, costurando ancestralidade, política e estética urbana em 22 faixas que atravessam ritmos como afrobeat, funk, trap, reggaeton, pop e maracatu. O Papo Pop conversou com os artistas, que revelaram detalhes sobre o processo criativo e a proposta de suas músicas, definidas por eles como “música de protesto com glitter na cara”. Produzido por Thiago Barromeo (indicado ao Grammy Latino), YuriLumin, DJ Luciano Rocha e Itoo, o álbum combina beats digitais e percussões orgânicas, criando uma sonoridade que dialoga com rua e terreiro, tradição e futurismo. Participações especiais reforçam a amplitude do projeto, incluindo Fred Zero4 (Mundo Livre S/A), Louise, Xis, Oreia, Dada Yute, MC Tchelinho, Lino Krizz (Racionais MC’s) e J Coppa, conectando gerações e territórios musicais... Continue Lendo no Site do PapoCast

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quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Funmilayo Afrobeat Orquestra - De Ponta a Ponta (2025)...






“Como pessoas negras, perguntamos sempre: quais são nossos desafios? Como é ser de axé numa cidade de concreto?”, perguntam-se as integrantes da Funmilayo Afrobeat Orquestra, noneto feminino que une estilos como reggae, rock, jazz e soul ao afrobeat, e que faz do EP De ponta e ponta um produto não apenas musical, mas também social e existencial. O beat leve e os metais da faixa de abertura, A cidade é um espelho, descortinam um mergulho na obra de Itamar Assumpção, e uma letra que fala sobre amar e odiar São Paulo ao mesmo tempo – e sofrer para se enxergar numa metrópole competitiva. O encanto e a maquinaria abre com ótimos riffs de teclado, e com metais cheio de vivacidade, que valem por vocais bem dirigidos. Até que surge a letra, inspirada pelos desastres ambientais de São Paulo e pela desigualdade social descortinada por eles... Continue Lendo no Pop Fantasma

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