Não é apenas uma metáfora atualizada da política do Café com Leite. São Paulo e Minas Gerais se reencontram após 92 anos na área da cultura musical graças à fusão de nomes como O Grilo e Daparte. Tal união fez nascer Tira A Roupa, o EP colaborativo. “Tira a Roupa”, entoa um coro enfático que dá entrada para uma ambiência rítmico-melódica com um mix de sabores. Entre o pop rock ao estilo Lulu Santos, é notável inclusive o flerte com o embalo da new wave dos anos 70. Fresca, animada, contagiante e até mesmo ensolarada, a faixa-título vem regada de swing proporcionado entre a bateria de Lucas Teixeira e as guitarras de Felipe “Fepa” Martins e Juliano Alvarenga. É verdade também que, dentro desse ânimo quase praiano, existe um torpor adocicadamente melancólico sobrevoando a paisagem de uma praia no entardecer de um dia de verão. E isso se deve à performance de Bernardo Cipriano, cujo teclado traz uma essência que mistura influências de nomes como The Cure, Billy Idol e The Smiths. Entre inserções de uma amaciada malemolência típica do reggae, a faixa-título é um produto de linguagem lírico-melódica simples cujo desenho estrutural promove um quadro contagiante, cativante e fluído em sua narrativa jovial sobre relacionamento, paixão e sedução. Uma realidade que a ingenuidade, a imaturidade e até mesmo o cinismo andam de mãos dadas... Continue Lendo no Site do Diego Pinheiro
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terça-feira, 12 de julho de 2022
O Grilo, Daparte - Tira a Roupa (2022)...
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Não é apenas uma metáfora atualizada da política do Café com Leite. São Paulo e Minas Gerais se reencontram após 92 anos na área da cultura musical graças à fusão de nomes como O Grilo e Daparte. Tal união fez nascer Tira A Roupa, o EP colaborativo. “Tira a Roupa”, entoa um coro enfático que dá entrada para uma ambiência rítmico-melódica com um mix de sabores. Entre o pop rock ao estilo Lulu Santos, é notável inclusive o flerte com o embalo da new wave dos anos 70. Fresca, animada, contagiante e até mesmo ensolarada, a faixa-título vem regada de swing proporcionado entre a bateria de Lucas Teixeira e as guitarras de Felipe “Fepa” Martins e Juliano Alvarenga. É verdade também que, dentro desse ânimo quase praiano, existe um torpor adocicadamente melancólico sobrevoando a paisagem de uma praia no entardecer de um dia de verão. E isso se deve à performance de Bernardo Cipriano, cujo teclado traz uma essência que mistura influências de nomes como The Cure, Billy Idol e The Smiths. Entre inserções de uma amaciada malemolência típica do reggae, a faixa-título é um produto de linguagem lírico-melódica simples cujo desenho estrutural promove um quadro contagiante, cativante e fluído em sua narrativa jovial sobre relacionamento, paixão e sedução. Uma realidade que a ingenuidade, a imaturidade e até mesmo o cinismo andam de mãos dadas... Continue Lendo no Site do Diego Pinheiro
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