Variações para o Silêncio é um álbum que passeia por diversos estilos e, assim como seu lançamento do ano passado, possui diversas participações vocais (Fragmentos de Estrela, set/2025). De certa maneira, este lançamento pode ser entendido como "parte" do anterior, várias músicas foram gravadas na mesma época, afirmando a identidade sonora do compositor e produtor – mas ainda com muitos elementos individuais, caminhando por estilos inéditos. A atuação de cleozinhu é principalmente em São Paulo – SP (e no Mato Grosso do Sul, com a Duo Chipa), mas é interessante perceber como os artistas convidados desse disco percorrem cidades do Brasil inteiro: Pelotas, Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes, Belo Horizonte e Manaus. Algumas músicas foram gravadas com um gravador analógico de fita cassete, outras totalmente digitais, com guitarras e drum machines rudimentares. Mas sempre focando em uma sonoridade macia, com timbres e texturas aconchegantes e pouco brilhantes. Os vocais podem ser extremamente delicados e sussurrados como em “próprios passos” ou “chocolate em mim”, mas também ir para outro extremo, rasgado e gutural como em “sobreviver/esquecer” ou “certeza de nada”. Além disso, o álbum faz citação a diversos artistas que compõem sua gama de referências, como Arnaldo Baptista, Ramones, Nirvana, Maysa, entre outros...
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quinta-feira, 16 de abril de 2026
Cleozinhu - Variações para o Silêncio (2026)...
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Variações para o Silêncio é um álbum que passeia por diversos estilos e, assim como seu lançamento do ano passado, possui diversas participações vocais (Fragmentos de Estrela, set/2025). De certa maneira, este lançamento pode ser entendido como "parte" do anterior, várias músicas foram gravadas na mesma época, afirmando a identidade sonora do compositor e produtor – mas ainda com muitos elementos individuais, caminhando por estilos inéditos. A atuação de cleozinhu é principalmente em São Paulo – SP (e no Mato Grosso do Sul, com a Duo Chipa), mas é interessante perceber como os artistas convidados desse disco percorrem cidades do Brasil inteiro: Pelotas, Rio de Janeiro, Campos dos Goytacazes, Belo Horizonte e Manaus. Algumas músicas foram gravadas com um gravador analógico de fita cassete, outras totalmente digitais, com guitarras e drum machines rudimentares. Mas sempre focando em uma sonoridade macia, com timbres e texturas aconchegantes e pouco brilhantes. Os vocais podem ser extremamente delicados e sussurrados como em “próprios passos” ou “chocolate em mim”, mas também ir para outro extremo, rasgado e gutural como em “sobreviver/esquecer” ou “certeza de nada”. Além disso, o álbum faz citação a diversos artistas que compõem sua gama de referências, como Arnaldo Baptista, Ramones, Nirvana, Maysa, entre outros...
quinta-feira, 16 de outubro de 2025
cleozinhu - Fragmentos de Estrela (2025)...
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Cleozinhu, músico conhecido pelo trabalho em bandas como Duo Chipa, Manobra Feroz e Guandu, entrega ao público mais um novo registro em carreira solo, Fragmentos de Estrela (2025). São 13 faixas que combinam elementos de rock alternativo, cloud rap e ambientações lo-fi, conceito que embala a experiência do ouvinte da introdutória Continuar até a chegada da derradeira Foda-Se. Para a realização do trabalho, Cleozinhu contou com a colaboração de um vasto time de artistas vindos dos mais variados campos da música... Continue Lendo no Música Instantânea
sexta-feira, 11 de outubro de 2024
Cleozinhu - Cle01 (2024)...
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cleozinhu faz parte dos projetos MANOBRA FEROZ, Duo Chipa e Guandu, atuando como produtor, instrumentista e por vezes cantor. cle01 é o nome desse álbum de estréia, onde o artista assina a produção de todas as faixas, incluindo letras e instrumentais. São 17 faixas gravadas ao longo de 2022 até 2024, e talvez a principal característica do trabalho seja a hibridez de ritmos e sonoridades. Podemos citar por exemplo a forte influência do cloudrap e do hyperpop nos vocais, muitas vezes com autotune e rimas melódicas. Apesar desse viés, os instrumentais de todas as faixas possuem guitarras indie/emo, por vezes shoegaze ou slowcore. A bateria na maioria das vezes é formada por beats lofi, às vezes remetendo a uma estética bedroom pop. Ao longo do trabalho, temos algumas faixas sem letra, e até mesmo uma no estilo samba, e outra no estilo polca paraguaia. O álbum conta com a participação de Carlos Dias, vocalista do Polara, que é uma importante banda de emo/indie, formada em 1999. Outra faixa conta com a participação das guitarras do paraense joãolima...
quinta-feira, 17 de agosto de 2023
MANOBRA FEROZ - Vol. 2 (2023)...
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Manobra Feroz é um grupo de Hip-Hop Eletrônico e é composto por 3 artistas principais: AkaStefani, cleozinhu e omar. AkaStefani, também conhecida como Audria Lucas, é compositora e cantora da banda Duo Chipa; cleozinhu é ex-baterista das bandas Goldenloki e Voliere, e atualmente é guitarrista e compositor da banda Duo Chipa; omar foi baterista e fundador da banda Macumbapragringo e é baixista da banda Duo Chipa. Os três têm projetos solos e permanecem ativos em suas pesquisas musicais. O álbum Manobra Feroz Vol. 2 foi criado de forma completamente independente, trazendo novas participações para o grupo. Como o Carlinhos da banda Polara, Ghast Chloe, El Prëtón da banda Malditos Jovens do Reggae e FM-5 do grupo White Noise. Os Beats foram feitos por cleozinhu e omar, influenciando-se do Midwest Emo, Indie Rock e Jersey Club. Foi mixado por cleozinhu e masterizado por Audria Lucas...
quarta-feira, 2 de novembro de 2022
akaStefani, Cleozinhu, Omar - Manobra Feroz Vol. 1 (2022)...
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Manobra Feroz é um projeto colaborativo de 3 artistas distintos. Audrey Stefani (akaStefani), artista visual, performer da Banda Fisiológica em meados de 2018 e vocalista da Duo Chipa. Rafael Omar (omar), guitarrista, baterista ex-integrante da banda instrumental macumbapragringo, e Leo Arruda (cleozinhu), ex-baterista da banda goldenloki e Voliere. A intersecção surge a partir de estilos como o hip-hop, emo e hyperpop, criando uma proposta musical antropofágica e indefinível. O emo surge como um gênero mastigado e digerido que sintetiza um estado de espírito originado no con- texto brasileiro de um modo melancólico e levemente festivo. Guitarras, distorções digitais, lírica angustiada e resiliente, beats e 808's. DIY do início ao fim, O álbum tem todas as rédeas assumidas pelos 3, desde a composição, gravação, mixagem e masterização...
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