Olivêra retorna à cena independente com o sexto disco da carreira e reforça sua posição como uma das figuras mais excêntricas, sinceras e improváveis do underground brasileiro. “Finja que não me conhece” chegou em 5 de novembro e reafirma o espírito livre do artista ipatinguense, que transforma o ostracismo involuntário em estética, manifesto e liberdade criativa. O álbum segue a linha retrô-indie brasileira apresentada nos singles “Eu e meu DiGiorgio” e “Fio de discórdia”, ambos lançados em 2025. A sonoridade passeia por rock, punk, hardcore, funk, soul e MPB, consolidando o que a crítica vem chamando de rock-brega-jovem-guardista-conceitual. Tudo surge em uma roupagem rústica e estilizada, simples sem cair na banalidade, e com a marca humorística-filosófica típica do cantor... Continue Lendo no OveRRocks
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sexta-feira, 26 de dezembro de 2025
Olivêra - Finja Que Não Me Conhece (2025)...
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Olivêra retorna à cena independente com o sexto disco da carreira e reforça sua posição como uma das figuras mais excêntricas, sinceras e improváveis do underground brasileiro. “Finja que não me conhece” chegou em 5 de novembro e reafirma o espírito livre do artista ipatinguense, que transforma o ostracismo involuntário em estética, manifesto e liberdade criativa. O álbum segue a linha retrô-indie brasileira apresentada nos singles “Eu e meu DiGiorgio” e “Fio de discórdia”, ambos lançados em 2025. A sonoridade passeia por rock, punk, hardcore, funk, soul e MPB, consolidando o que a crítica vem chamando de rock-brega-jovem-guardista-conceitual. Tudo surge em uma roupagem rústica e estilizada, simples sem cair na banalidade, e com a marca humorística-filosófica típica do cantor... Continue Lendo no OveRRocks
quinta-feira, 17 de novembro de 2022
Olivêra - Terceiro Mundo Transcendental (2022)...
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Fazendo jus à provocativa alcunha de um artista rústico transado, movido por uma sonoridade azeitada pela divertida e paradoxal identidade démodé futurista, para além dessas abrangentes definições, o músico mineiro Olivêra é, sobretudo, um compositor. A partir desse enquadramento autoral simples e direto, o quinto disco da carreira de Olivêra, “Terceiro Mundo Transcendental” (Sandália Records / Onyá Soluções Criativas), um álbum inteiramente dedicado ao samba, fonte primária das composições do artista, e marca a continuidade de uma nova fase da carreira, que parte dos clichês brasileiros para refundar uma nova imagem nacional sobre esses mesmos clichês, como uma espécie de antropofagia musical de exaltação das possibilidades tupiniquins, embaladas por uma tropicalidade nata e apaixonada deste artista mineiro. O nome do álbum faz uma referência a uma postura otimista de subverter as caricaturas impostas à identidade brasileira. “O Terceiro Mundo Transcendental pode ser resumido como um movimento de autoestima, de assumir as limitações que temos, sociais, econômicas, políticas, de entender as limitações, e ao mesmo tempo dar uma resposta à altura sobre tudo e todos que tentam nos diminuir”, explica Olivêra...
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