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segunda-feira, 18 de maio de 2026

DJ Sem Futuro - ROBOZINHO SUPREMACY (2026)...




Submundo, bruxaria, volt mix e deconstructed club. Estes são alguns dos mundos associados ao funk que DJ Sem Futuro aborda em “ROBOZINHO SUPREMACY”, EP de seis faixas lançado no início deste mês através da nova sub-label da XXIII, CORRE. No Instagram, o produtor explica que a ideia partiu da produção da faixa As Mina Pira, que “foi o primeiro resultado prático de um exercício de reprodução do Beat Bolha, produzido por Petrus, Novin Yarp e Kevo”. No entanto, diz, “como não é muito bom a seguir regras”, decidiu fazer algo “básico” e daí fez variações. Eventualmente, a convite de Torres, da XXIII, “tentou fazer um funk bem experimental”, sempre tentando “misturar e brincar com outros géneros”. O resultado está aí... Continue Lendo nA Cabine

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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Animal Invisível - Animal Invisível (2026)...




 Criado em meio ao isolamento social, Animal Invisível se manifesta ao mundo em um álbum homônimo e autoral. O projeto de Guri Assis Brasil - apresentado em 2025, com o lançamento do single "Didi" -, faz referência a algo que não se vê, mas que está sempre presente, como o vírus que atravessou o mundo durante a pandemia de covid-19. A ideia parte dessa atmosfera de ameaça silenciosa, quase imperceptível, que se infiltra no cotidiano. No entanto, ao contrário da carga de medo associada àquele período, a música de Animal Invisível segue na direção oposta: as composições exploram movimento, ritmo e energia coletiva. Entre nove composições que transitam entre jazz, funk, soul, samba, psicodelia e rock, Animal Invisível (NuBlu Records, 2026) reúne influências acumuladas ao longo da trajetória do artista como guitarrista, compositor e produtor. A partir de sua guitarra - instrumento central do disco -, o músico cria uma paisagem sonora que se expande em diferentes camadas, revelando um trabalho atento aos detalhes... Continue Lendo no Desalinho

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terça-feira, 5 de maio de 2026

Wil Cor & Eletrocores - Ninguém vai se salvar (2026)...




Em um tempo marcado por tensões sociais, disputas de narrativa e urgências identitárias, a banda paraibana Wil Cor & Eletrocores apresenta ao público seu mais novo trabalho, Ninguém Vai Se Salvar. Mais do que um álbum, o projeto se afirma como um manifesto afroindígena urbano, um grito estético e político que atravessa a experiência de povos que resistem em meio a uma sociedade ainda atravessada por dinâmicas coloniais persistentes. Com uma sonoridade que destila o mais puro sumo do groove-rock, a banda constrói uma atmosfera densa e pulsante, onde riffs vigorosos dialogam com a ancestralidade rítmica afro-nordestina. O resultado é uma fusão potente que reverbera influências do rock brasileiro setentista, ao mesmo tempo em que se ancora em matrizes culturais profundamente enraizadas... Continue Lendo no PapoPodcast

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sexta-feira, 1 de maio de 2026

UMZÉ - NÃO VOU DANÇAR NA SUA PISTA (LADO A) (2026)...




 Depois de apresentar a faixa-título, UMZÉ lança no dia 16 de abril de 2026 o EP “NÃO VOU DANÇAR NA SUA PISTA (LADO A)”, trabalho que resulta de sua pesquisa sobre a cultura dos Bailes Charme a partir de uma perspectiva queer. Em quatro faixas, o cantor paulista transforma experiências de trauma religioso, violência afetiva e silenciamento em uma obra que celebra a diversidade na pista de dança. Nascido em Santo André/SP e radicado em Ribeirão Pires/SP, UMZÉ vem consolidando uma pesquisa artística que conecta raça, sexualidade e música negra brasileira. Artista e pesquisador musical, o cantor, de 24 anos, iniciou sua trajetória em 2023 com o EP “Caçula”, projeto que recebeu apoio da comunidade artística e apontou o caminho de sua produção autoral. Desde então, seu trabalho vem aprofundando paralelos entre negritude, desejo, pertencimento e dissidência, eixo que ganha forma mais explícita agora em “NÃO VOU DANÇAR NA SUA PISTA (LADO A)”....

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quinta-feira, 26 de março de 2026

Danni Guerra - CRISTOTOPIA (2026)...




“Cristotopia”é o álbum de estreia de Danni Guerra e se apresenta como uma obra conceitual que articula música, pensamento e experiência. Mais do que um conjunto de canções, o disco propõe um território de escuta pulsante onde som, corpo e ideia se encontram em movimento, convidando o ouvinte a perceber o espaço, o tempo e o sentido da vida contemporânea. Com doze faixas, o álbum se inscreve no campo do pop autoral brasileiro, fortemente influenciado pela Black Music, tendo soul, funk e R&B como matrizes centrais. O repertório transita entre grooves dançantes, baladas disco, baladas pop rock e faixas de atmosfera introspectiva, formando um corpo coeso em que sonoridade, letra e conceito caminham juntos... Continue Lendo no Entrementes

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quinta-feira, 5 de março de 2026

Carol Lyne - Viciei (2025)...




A nova voz do tecnomelody acaba de lançar seu primeiro álbum. Carol Lyne, destaque da música nortista e dona dos hits “Amor Próprio” e “Antes do Antes”, apresenta “Viciei”, um disco com 9 faixas inéditas que unem tecnomelody, pop, elementos eletrônicos, reggaeton e funk — uma sonoridade moderna, romântica e irresistivelmente viciante. Com produção de Kleber Vasconcelos e composições assinadas por Carol Lyne ao lado de DJ Bispo Jr., Daniel Ferrera e Kleber Vasconcelos, o álbum inaugura uma estética brilhante, futurista e cheia de identidade, consolidando a artista como uma das maiores apostas do gênero... Continue Lendo no site do Guarany Junior
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Pipa - Funk é Matemática (2025)...




 Produtor e compositor, Pipa lançou seu disco Funk é matemática com a ideia de fazer uma declaração de amor ao estilo musical. “Ele é surpreendentemente complexo e desafiador de criar”, afirmou num texto publicado em seu Xwitter, afirmando também que logo percebeu o enorme espaço que teria para criar coisas novas, sem se prender a padrões. O resultado é que Funk é matemática é basicamente um disco de ambient – um álbum que propõe uma visão à distância do funk, do que pode caber nele, do que existe entre uma batida e outra. Dividido quase todo em “movimentos”, ele insere climas voadores e viajantes como respiro para os beats (Primeiro movimento, Segundo movimento), cria representações gráficas em que beats, samples de voz e vibes lembrando o Azymuth chegam na frente (Terceiro movimento) e une batidões a climas misteriosos que lembram ArtHur Verocai e Toninho Horta (Quarto movimento... Continue lendo no Pop Fantasma

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sábado, 14 de fevereiro de 2026

ÀTTØØXXÁ - Tá Pra Onda (2026)...




Dois discos especiais de Carnaval, e que acabam dando uma ideia de como serão os shows dessas bandas durante a folia. Os baianos dos Àttooxxá são os mais sacanas dos dois grupos, mas ao mesmo tempo conseguem ser musicalmente conceituais, juntando pagodão baiano, rap, raggamuffin, funk e até elementos de tecnobrega e guitarrada na sonoridade de Tá pra onda. O disco é uma trilha sonora para bailes e noitadas que acabam em putaria, como em Tá pra onda, Chora viola e Protetor solar (som baiano e afro-latino, com guitarra lembrando a de Alagados, dos Paralamas do Sucesso), mas que ousa mandar bala num tecnobrega-jazz que chega a soar indançável (Meus cachorro vai te pegar) e faz uma exploração excepcional de beats e samples (Tiradinha). No final, o samba baiano bem composto e bem tocado de Terra sagrada... Continue Lendo no Pop Fantasma

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Tuxe - CEM POR CENTO (2025)...




Na pista de Tuxe cabe o mundo inteiro e seu EP de estreia, Cem Por Cento, é o seu diário de bordo. Lançado na quinta-feira (27 de novembro), o trabalho, produzido por ele mesmo, apresenta a estética deste DJ e produtor musical que é também uma das mentes por trás da gravadora independente Tandera Records. Nascido em Salvador(BA) e criado entre Feira de Santana (BA) e Aracaju (SE), Tuxe vive há seis anos em São Paulo e carrega uma escuta moldada pelo movimento. Das migrações pessoais às rotas entre cidades e cenas, essa fluidez vira som. Concebido entre São Paulo, uma turnê pelo Nordeste e sua segunda passagem pela Europa, Cem Por Cento investiga a tensão entre calor humano e a máquina, memória e o que coexiste. Cada faixa é um fragmento dessa identidade em trânsito. Para Tuxe, o EP se expressa “como um gesto de afirmação e intencionalidade: estar presente por inteiro, mesmo quando em trânsito”. A faixa de abertura, “Attention Leak” mergulha de cabeça na experimentação entre sons da América Latina e do Brasil...

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sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Lenon Suiá - Multiverso (2025)...




 O músico e produtor Lenon Suiá apresenta "Multiverso", seu primeiro álbum solo autoral. Com sete faixas instrumentais, o projeto mergulha o ouvinte em uma viagem sonora marcada por fases da vida do artista — da incerteza ao amadurecimento, das batalhas internas às conquistas. Cada faixa representa um ciclo, uma emoção, uma descoberta. Gravado e produzido em seu home studio, "Multiverso" é um trabalho que exala autenticidade e versatilidade. Lenon assina todos os arranjos e instrumentações, mesclando referências como Funk Americano, Blues e Jazz, com uma linguagem própria e contemporânea. O resultado é uma obra instrumental que convida à introspecção e à livre interpretação, respeitando a experiência subjetiva de cada ouvinte...

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Barbarize - MANIFEXTA (2025)...




O coletivo musical e performático Barbarize, nascido na Comunidade do Bode, em Recife, lança seu aguardado álbum de estreia, ‘MANIFEXTA’, já disponível em todas as plataformas digitais. Mais do que um registro sonoro, o disco se configura como um grito de liberdade e urgência, costurando ancestralidade, política e estética urbana em 22 faixas que atravessam ritmos como afrobeat, funk, trap, reggaeton, pop e maracatu. O Papo Pop conversou com os artistas, que revelaram detalhes sobre o processo criativo e a proposta de suas músicas, definidas por eles como “música de protesto com glitter na cara”. Produzido por Thiago Barromeo (indicado ao Grammy Latino), YuriLumin, DJ Luciano Rocha e Itoo, o álbum combina beats digitais e percussões orgânicas, criando uma sonoridade que dialoga com rua e terreiro, tradição e futurismo. Participações especiais reforçam a amplitude do projeto, incluindo Fred Zero4 (Mundo Livre S/A), Louise, Xis, Oreia, Dada Yute, MC Tchelinho, Lino Krizz (Racionais MC’s) e J Coppa, conectando gerações e territórios musicais... Continue Lendo no Site do PapoCast

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quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Funmilayo Afrobeat Orquestra - De Ponta a Ponta (2025)...






“Como pessoas negras, perguntamos sempre: quais são nossos desafios? Como é ser de axé numa cidade de concreto?”, perguntam-se as integrantes da Funmilayo Afrobeat Orquestra, noneto feminino que une estilos como reggae, rock, jazz e soul ao afrobeat, e que faz do EP De ponta e ponta um produto não apenas musical, mas também social e existencial. O beat leve e os metais da faixa de abertura, A cidade é um espelho, descortinam um mergulho na obra de Itamar Assumpção, e uma letra que fala sobre amar e odiar São Paulo ao mesmo tempo – e sofrer para se enxergar numa metrópole competitiva. O encanto e a maquinaria abre com ótimos riffs de teclado, e com metais cheio de vivacidade, que valem por vocais bem dirigidos. Até que surge a letra, inspirada pelos desastres ambientais de São Paulo e pela desigualdade social descortinada por eles... Continue Lendo no Pop Fantasma

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segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Felth - Black Samba (2025)...




O cantor e compositor carioca Felth lança” Felth Black Samba”, álbum que marca uma guinada definitiva em sua trajetória artística. Após se destacar no cenário do Trap, R&B e Afrobeats, Felth agora mergulha de cabeça na fusão entre o samba-rock, a soul music e o pagode, com inspiração em nomes como Arlindo Cruz, Jorge Aragão, Seu Jorge, Ludmilla, Sandra de Sá e a estética clássica da Motown Records. A jornada começa com “Pôr do Sol”, um samba-rock solar e sedutor que traduz a paixão inicial com sensualidade e lirismo. A letra compara o corpo da amada ao pôr do sol e embala esse encanto com uma base dançante, cavaco marcante e metais vibrantes. A faixa foi inicialmente escrita para o rapper Hungria, mas acabou se tornando uma das favoritas do próprio Felth. Na sequência, vem “Best Part”, releitura de uma canção internacional, cantada em inglês com direção vocal cuidadosa. A versão brasileira mantém a suavidade original, mas incorpora elementos do samba-rock. É o momento em que o malandro se mostra completamente entregue: apaixonado, vulnerável e disposto até a aprender outro idioma por amor... Continue Lendo no A Capivara Deu Cria

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terça-feira, 4 de novembro de 2025

Maui - Melodia&Barulho (2025)...



 A estreia de Maui, Melodia&Barulho, chama atenção pela diversidade de sons que o artista natural de Duque de Caxias explora. Em poucos instantes, ele transita do pagode ao grime, passando pelo funk e pelo afrobeats, mas sempre orbitando em torno do R&B. É nessa base que desenvolve um método extremamente consciente de onde e como quer chegar. Para isso, as colaborações de peso funcionam como etapas que ele avança a cada faixa, uma por uma, carregadas de estilo e concepções próprias. O melhor exemplo é “Te Ganhar”, com Tshawtty, Taleko e KOT D. A música parece brotar de um lapso temporal entre passado e presente: remete aos anos 2000 quando Tshawtty ecoa “We Belong Together”, de Mariah Carey, mas retorna ao agora ao mastigar grime e pagode, enquanto Maui suplica seus versos. Quando os dois se encontram, é coisa de outro mundo – o ponto alto do disco... Continue Lendo no Aquele Tuim

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domingo, 26 de outubro de 2025

Evilásio - Play Freely (2025)...




Download: Play Freely (2025).zip (Ou vá no bandcamp acima)

O disco parte da orquestração de alguns de meus registros de 2010 a 2025, reelaborados com overdubs livres e montagem intuitiva. É um trabalho que mistura free jazz, colagem sonora e memória distorcida — tudo num fluxo emocional de fragmentos e reaprendizado...

Evilásio.

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terça-feira, 21 de outubro de 2025

Hyldon - Hyldon JID023 (2025)...






Hyldon, um dos vocalistas, músicos e produtores mais reverenciados do Brasil, uniu forças com Adrian Younge para criar um novo álbum de soul psicodélico, Hyldon JID023. A dupla, profundamente inspirada pelo trabalho seminal de Hyldon nos anos 60 e 70, resgata o espírito dessa era enquanto dá vida a um clássico moderno. A voz única e a profundidade lírica de Hyldon, aliadas à produção analógica inovadora de Younge, garantem que este álbum não será esquecido. JID023 é uma das últimas gravações a contar com a participação do baterista Ivan “Mamão” Conti, do Azymuth, colaborador e amigo de longa data de Hyldon. Hyldon, um pioneiro musical e um dos primeiros contribuintes do movimento “Black Rio”, é um gênio em sintetizar os sons da MPB, Tropicália e do R&B americano. Sua voz única, combinada com arranjos ricos e grooves descontraídos, o diferencia dos contemporâneos da época. Em 1975, seu notável álbum de estreia, Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda, mudou para sempre o som do Brasil. A abordagem sincera e experimental de Hyldon na criação desse álbum serviu de inspiração para a produção de Younge no novo JID023... Continue Lendo na Revista Prosa & Arte

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segunda-feira, 20 de outubro de 2025

Alec' - O Menino Que Cantava Livros (2025)...




Existe uma força silenciosa na arte de transformar sentimentos em palavras. E quando essas palavras ganham melodia, elas se tornam abrigo, memória, viagem. Alec’ é esse tipo de artista, que canta como quem escreve cartas, que compõe como quem abre um livro cheio de páginas vividas. Em seu novo EP, O Menino Que Cantava Livros, Alec’ nos convida a mergulhar em quatro histórias que se entrelaçam como capítulos de uma narrativa íntima e pulsante. Com batidas que passeiam pelo rap, funk/soul, pop eletrônico e reggae, o artista mineiro constrói um universo onde a imaginação é livre, a leitura é ponte, e a música é cura. Mais do que um lançamento, o projeto é um gesto: a cada 10 pré-saves, um livro será doado para jovens, reforçando o poder transformador da arte e da educação. E como se não bastasse, cada faixa ganhará vida em visualizers animados, ampliando ainda mais essa experiência sensorial... Continue Lendo no MaahMusic

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sábado, 18 de outubro de 2025

Miçanga! - Bonde do Baque Torto (2025)...




Download: Bonde do Baque Torto (2025).zip (ou vá no bandcamp acima)

O artista carioca Tiago Malta, mais conhecido como Miçanga!, revelou seu mais novo álbum, “Bonde do Baque Torto”, mantendo a estrutura conceitual que marcou seus trabalhos anteriores, como Gelo Seco/Benzina e Velhos Rabugentos. No entanto, a descrição da obra, enviada por e-mail, entrega uma dose saudável de auto-ironia e um questionamento direto sobre os clichês do discurso musical. Seguindo sua “fórmula”, o álbum é dividido em dois lados com estéticas e sonoridades propositalmente distintas. Lado A: Pensado para ser ouvido à noite, este lado foca na “brutalidade” sonora... Continue Lendo NoiseRed

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segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Davi Bandeira - CONTRA A LEI (2025)...




O projeto, que reúne dez faixas autorais, é descrito pelo artista cearense como um mergulho em espionagem, fuga e liberdade, refletindo um intenso processo de autoconhecimento vivido nos últimos anos. Com sonoridade que passeia entre Pop alternativo, Funk, Reggaeton e Trap, o disco se apresenta como um manifesto visceral contra as dores pessoais e coletivas. Para Davi Bandeira, a criação foi uma forma de sobrevivência em meio a um período caótico. "Quando eu comecei a pensar nesse álbum eu estava em um período emocional muito desequilibrado. Vi minha vida pessoal e profissional desmoronarem e eu não queria mais ser eu naquele momento. Então criar esse álbum nesse caos me fez experimentar a vida de um jeito diferente. Criei alguém forte, confiante e inabalável, completamente diferente de como eu me sentia". O processo criativo acabou funcionando também como cura... Continue Lendo no TMDQA!

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quarta-feira, 24 de setembro de 2025

Pelos - Noturnas (2025)...




Existe um mundo e uma trajetória de nove mil dias entre “Santelmo” e “Da Beira de Tudo”, primeira e última faixas de “Noturnas”, novo disco da banda Pelos, lançado no fim de agosto. Antes vieram “Memorial dos Abismos” (2008), “Olho do Mundo” (2012), “Paraíso Perdido nos Bolsos” (2016) e “Atlântico Corpo” (2022). A Pelos tem caminhada. São 26 anos nesta estrada, muitas vezes hostil, da música autoral independente. Para criar as nove canções enfileiradas em “Noturnas”, a Pelos, a exemplo do que fez em “Atlântico Corpo”, se refugiou na região metropolitana de Belo Horizonte e mergulhou num processo criativo que deu forma ao disco, cuja produção é assinada por Henrique Matheus e Thiago Corrêa, do estúdio belo-horizontino Frango no Bafo, e a mixagem e masterização ficou por conta de Leonardo Marques, piloto do estúdio Ilha do Corvo (BH)... Continue Lendo no site dO Tempo

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