Mostrando postagens com marcador Pedro Pastoriz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pedro Pastoriz. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 25 de agosto de 2020

Pedro Pastoriz - Pingue-Pongue com o Abismo (2020)...




“Pingue-Pongue com o Abismo”é o nome do terceiro disco solo do cantor e compositor Pedro Pastoriz. Conheci as músicas de Pedro Pastoriz há alguns anos através da indicação de uma grande amiga, lembro-me dela dizer que as canções eram a minha cara. Mas afinal, que tipo de música é a minha cara? Então fui lá e dei play no disco “Projeções” (2016). E realmente ela estava certa, aquilo era a minha cara, e desde então eu sou fã de Pastoriz. Entre 2016 e 2020 ele não lançou mais discos, então era repeat e repeat nos dois primeiros discos. O ano foi se desenrolando e vieram 3 singles: “Dolores”, “Fricção” e “Janela”, e eu ansioso demais pois estava vindo disco novo por aí. Final de julho chegou “Pingue-Pongue com o Abismo”, não peguei para ouvir de cara, dei um tempo pois queria escrever enquanto ouvia o disco, para tentar passar a sensação mais fiel ao que eu estava sentindo. E a decepção não veio... Leia a resenha no Polvo Manco
Tags:  , , , , ,          

domingo, 27 de novembro de 2016

Pedro Pastoriz - Projeções (2016)



Download: Projeções.zip
 
Em “Projeções”, Pedro Pastoriz encontra a cidade. Transita por lugares inesperados, faz crônicas sobre o concreto, a urbanicidade, a beleza dos quadrados e dos planos diretores, fala sobre as múltiplas possibilidades de um grande centro urbano. O primeiro single do disco, “Projeção”, já ganhou registro em vídeo durante as gravações no Estúdio Canoa. Agora, com a chegada do álbum Projeções, que conta com Tim Bernardes (O Terno) na bateria, André Vac (Charlie e os Marretas) na guitarra e Arthur Decloedt (Música de Selvagem) no baixo. O show de lançamento acontece dia primeiro de novembro no Teatro Sérgio Cardoso (São Paulo). “A primeira música que compus desse disco foi 'Projeção', foi por isso também que a escolhi como primeiro single, ponto de partida dessa história", revela Pedro. Depois do repertório se desenhar melhor, o músico compreendeu esse material como uma série de projeções de assuntos, personagens e dilemas pessoais. Tudo ali compilado em um disco, mas pulsando a ponto de invadir as ruas da metrópole. "Não quis ficar muito no comando, deixei tudo vir sem ditar o ritmo ou procurar grandes mensagens ou significados. É a projeção da psicologia, como algo de dentro se projetando em algo externo”, complementa.

Tags:  , , , , ,