A nova obra de Germano da Silva (RS) expande sua sonoridade em temáticas contidas em outras obras lançadas entre 2022 e 2024. Em um discurso que assume a liberdade em se autodeclarar mestiço diante das lutas de raça e classe em meio ao cotidiano do Brasil de 2025. Compondo sonoridades que vão desde o rap ao jazz, com composições, produção, gravação, mixagem e masterização independentes. Situando-se em meio a regionalidade do sul em criação, que por sonoridade, não couberam em lançamentos anteriores do artista, como em o acaso do ar (2024), push down and turn (2025) e solilóquio (2025). O álbum dá voz e ênfase à cultura urbana presente no estado que sobrevive mesmo após uma devastação histórica por enchentes no ano de 2024. Composto e escrito em Passo Fundo, norte do Rio Grande do Sul, o projeto tem influências de coletivos e artistas do rap local como Black Flag, Alquimia P.H.D, Gi Koop e KunkZ, em contraste com as obras históricas de Chico Science e Fred Zero Quatro, em plena formulação e seguimentos do movimento Manguebeat...
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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
Germano da Silva - FEITIÇO DE MESTIÇO (2025)...
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A nova obra de Germano da Silva (RS) expande sua sonoridade em temáticas contidas em outras obras lançadas entre 2022 e 2024. Em um discurso que assume a liberdade em se autodeclarar mestiço diante das lutas de raça e classe em meio ao cotidiano do Brasil de 2025. Compondo sonoridades que vão desde o rap ao jazz, com composições, produção, gravação, mixagem e masterização independentes. Situando-se em meio a regionalidade do sul em criação, que por sonoridade, não couberam em lançamentos anteriores do artista, como em o acaso do ar (2024), push down and turn (2025) e solilóquio (2025). O álbum dá voz e ênfase à cultura urbana presente no estado que sobrevive mesmo após uma devastação histórica por enchentes no ano de 2024. Composto e escrito em Passo Fundo, norte do Rio Grande do Sul, o projeto tem influências de coletivos e artistas do rap local como Black Flag, Alquimia P.H.D, Gi Koop e KunkZ, em contraste com as obras históricas de Chico Science e Fred Zero Quatro, em plena formulação e seguimentos do movimento Manguebeat...
segunda-feira, 16 de junho de 2025
Germano Da Silva - solilóquio (2025)...
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Germano da Silva é compositor do sul do Brasil, vive em Passo Fundo e iniciou seu trabalho artístico com o EP independente “Colagem” (2019), sempre utilizando celular para gravar em casa canções que são influenciadas por desde Tame Impala à Kiko Dinucci. Fator que em momento pandêmico resultou no lançamento de “Janelas Não Mentem, Vol. 1 (Engaiolado)” (Cupa Manga Records, 2022), concebido em 2020 em divagações fictícias sobre rumos da arte e música em contraste com o evidente trauma que o país teve de superar. Em 2024, após mergulhos em composição sobre amor, muito influenciadas pela obra “Coração Bifurcado” de Jards Macalé, o artista desconstrói sua relação com o samba no álbum “o acaso do ar”, masterizado no estúdio Dom Rodolfo em Passo Fundo (RS), por Bruno Philippsen. Ao fim de 2024, após lançar o debut “o acaso do ar” (parte do catálogo do selo Chupa Manga Records, de São Paulo), conceitual com começo, meio e fim, celebrando a pós pandemia, o músico se debruça em colagens das que sempre o inspiraram. Diferente das composições que precedem o lançamento de “push down and turn” (2025, independente), as ideias contidas em “solilóquio” são experimentos do que a gravação caseira de músicas explorando os limites da produção com aparelho celular podem proporcionar. Se anteriormente, contidas na forma de canção e fórmulas pop desconstruídas, na presente obra a experimentação se demonstra ainda mais evidente...
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