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terça-feira, 21 de março de 2023

Felipe Neiva - Tanto Re-Imagined (2023)...




Três anos após o lançamento de Tanto (2020), Felipe Neiva decidiu revisitar o trabalho com nova banda, novos arranjos e um novo direcionamento estético. Completo pela participação de Zozio RL (bateria) e Felipe Zenícola (baixo), o registro transita por entre estilos em uma delirante combinação de elementos. Um precioso exercício criativo que confessa referências, esbarra nas criações de veteranos como Jards Macalé, Cat Power, Elliott Smith e Haruomi Hosono, mas em nenhum momento corrompe a própria identidade. No repertório, faixas como as já conhecidas Tilele e Amor-Vício que ampliam o repertório entregue na versão original do trabalho. Em atuação desde a década passada, Neiva acumula uma sequência de outros lançamentos sempre marcadas pelo experimentalismo e permanente senso de provocação, conceito que vai do uso das vozes à construção dos arranjos... Via Musica Instantanea

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Felipe Neiva - Tanto (2020)...



“Tanto” (ou “tanto.”, como é grafado) é o sétimo disco de Felipe Neiva, o Surpreendente de Niterói. O trabalho chega um ano depois de “Filho”, o trabalho de “micropolítica” do artista (leia e ouça aqui). O Surpreendente de Niterói não falha, surpreende. Parece não haver um disco igual ao outro – e pra artistas como ele, nem é pra ter, deixemos as previsibilidades pros que almejam as paradas de sucesso. Entretanto, eis que “Tanto” é surpreendente até nisso: ele é um disco que soa como “de AM”. Não sei se nos grandes centros urbanos as pessoas ainda escutam com tanta frequência rádios AM, mas por muito tempo foi ali que morava o fomento da música popular brasileira. Não a música popular que viaja pra Europa, mas a música popular que toca nos radinhos de pilha do povo. “Tanto” é surpreendente porque tem uma sonoridade “moderna” (o que quer que isso queira dizer) encorpando músicas pra dançar em muquifos, em calçadas distantes, lavando a louça, fumando um cigarro na laje olhando o passado... Continue Lendo no Floga-se

 

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terça-feira, 24 de setembro de 2019

Felipe Neiva - Filho (2019)...



Download: Filho (2019).zip

“O ‘Filho.’ é ‘radical’ porque eu tô apelando mesmo pra micropolítica… Desisti de ir pras ruas pra lutar pelo que eu acredito, fui estudar harmonia em conservatório de música e o ‘Filho.’ sou eu completamente aceitando que a música, a harmonia, as melodias têm poder curativo e revolucionário, porque a música é algo que te invade praticamente sem filtros (diferente da literatura, por exemplo). Você tem a possibilidade de desenvolver uma forma artística que é basicamente umas frequências rolando no ar e indo lá pra dentro dos seres humanos… se isso não é potente, sei lá”. Felipe Neiva apresenta seu primeiro disco depois do igualmente potente “Jornal Anos 20” (leia e ouça aqui) como algo imaterial que a arte se propõe. É algo químico, físico e também extraordinariamente carnal, de sentimentos e impressões pra vida. Ao ouvir “Filho.”, seu sexto disco, de imediato senti a impressão de que aquelas letras falavam pro meu momento indigesto de vida, a separação depois de quinze anos de casado e um novo espelho mostrando-me quem eu sou e que estava escondido atrás do ser-casal... VIA
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quarta-feira, 24 de abril de 2019

Santos e Neiva - Vivência (2019)...


VejaOuça

Dowload: Vivência (2019).zip (ou bote o mail em ouça)

Santos começa a despedida de seu projeto em EP split com Felipe Neiva “Vivência” será um dos últimos lançamentos antes de hiato Intuição e sentimento na forma pura são as marcas de Santos, projeto encabeçado pelo multi-instrumentista carioca Lucas Santos. Neste ano, para manter esse espírito, ele encerra o ciclo do projeto e parte em busca de novas ideias e desafios. O primeiro lançamento dessa fase de despedida é “Vivência”, um EP split com Felipe Neiva. O trabalho está disponível em todas as plataformas de música digital e como álbum visual no YouTube... Leia a entrevista
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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Felipe Neiva - mEu EP ou À Vida e Seu Potencial Sarcástico Infinito (2016)




""Se esse disco tem algum conceito é de que a vida é uma grande filha da puta". Foi assim que o Felipe Neiva​ tentou definir, mais ou menos, o seu quarto trabalho, o indie-psicodélico lo-fi o mEu EP ou À Vida e Seu Potencial Sarcástico Infinito, que sai nesta quinta-feira (29) pela Transfusão Noise Records​ e pela Lixo Records", continue lendo no Noisey.
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sexta-feira, 20 de março de 2015

Felipe Neiva - Chegou Fim de Festa (2015)...




Mas o som do projeto que leva o seu nome é diferente. É baseado em guitarras e vocais, apenas isso. Melodias MPB e tratamento lo-fi. Como Felipe Neiva, ele lançou em 2013 o EP “Come On Now, Take A Bow” (ouça aqui) e agora lança esse primeiro disco cheio, “Chegou Fim De Festa”. Sobre o tipo de som, “eu não sei definir ainda. Uma amiga definiu como MPB pós-apocalíptica (ri), mas o primeiro EP, por exemplo, é bem diferente desse… Então, tô definindo ainda e nem acho que eu vá migrar pra um estilo definitivo. Escuto muita coisa diferente entre si. Curto muito a obra de alguns singer-songwriters específicos. Acho que a principal referência de fora seria Elliott Smith e Cat Power, que são coisas que me tocaram e tocam muito. Também tenho especificamente o ‘Blood On The Tracks’, do Dylan, como referência e alguns trabalhos da Fiona Apple. Aqui no brasil, minha principal referência são os trabalhos do Jards Macalé com o Waly Salomão, o ‘Todos Os Olhos’ do Tom Zé… Sou muito influenciado por Caetano também, por ter escutado em todas as fases da minha vida, desde a primeira infância, por causa do meu pai, por exemplo”... Leia Mais
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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Felipe Neiva - Come On Now, Take A Bow (2013)...




Por Felipe Neiva: Esse disco foi, inteiramente, composto e concebido em meu quarto. O processo do disco tem a ver com um exercício solitário que se dava nos parcos espaços de tempo que me eram permitidos no tempo em que não estava no trabalho e nem na faculdade de Sociologia. Apesar da solidão necessária para o processo de compor e, de certa forma, produzir as músicas feitas, a ajuda de alguns amigos foi essencial para o impulso de lançar aquelas músicas que eu vinha fazendo, sem maiores intenções, no calor do meu quarto (calor mesmo, já que nem o ventilador eu podia ligar no momento das gravações, para não interferir no som). Atualmente, com 20 anos, posso dizer que esse disco poderia ter sido feito em outros momentos da minha vida, só me faltava o material necessário. A questão financeira sempre foi algo que se pôs como barreira entre mim e a música. Fosse pela dificuldade de comprar os cd’s das bandas que eu gostava quando era mais novo ou pela impossibilidade de comprar instrumentos (os que usei na gravação do EP foram comprados com a grana que eu consegui através de um estágio e do meu atual emprego, tendo ajuda do meu pai em alguns), o dinheiro sempre foi uma barreira. E, por esse motivo, apesar de desejar uma guitarra desde os 11 anos de idade, ou menos, meus pais só conseguiram me dar uma Stratocaster (que já não me serve mais, por motivos de sonoridade) quando eu estava perto de completar 18 anos e, desde então, não parei de fazer música (inicialmente, instrumental e, mais recentemente, no formato de canção)...
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