sábado, 23 de maio de 2026

Lucas Filmes - Quanto Amor/Pai (2026)...




 Cantor e compositor paulistano, Lucas Filmes estreia com Pai e Quanto Amor. Produzidas em colaboração com o músico Chico Bernardes, que assume a gravação, mixagem e bateria do material, as canções destacam a sensibilidade poética do artista que canta sobre a partida e o período de luto após a morte do próprio pai. “Estava escutando muito Bob Dylan, Nick Drake e Alice Phoebe Lou na época, que acabaram sendo referências para a composição”, disse o artista no texto de apresentação que acompanha o material... Continue lendo no Música Instantânea

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sexta-feira, 22 de maio de 2026

Alê Balbo - Organic Mantras in the Chaos (2026)...




Alê Balbo é a mente criativa por trás do Projeto O Elemental, uma narrativa musical que mescla contação de histórias com o poder da música, xamanismo e autodescoberta. Com mais de 30 anos de experiência como baterista de rock, Alê vivenciou os altos e baixos da vida noturna até se afastar da música em busca de respostas para as questões mais profundas da vida. Sua reconexão com a essência aconteceu por meio de rituais xamânicos, da medicina da ayahuasca e de práticas de cura sonora, transformando sua percepção de som e vibração. Tambores, tigelas de cristal, instrumentos ancestrais e baseados em frequências guiam suas composições, trazendo vibrações de cura e conexão espiritual. "Organic Mantras in the Chaos" é o segundo passo nessa jornada sonora de forças elementais...
 

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Sommelier - Xícara de Chá (2026)...




Direto das entranhas da efervescente cena independente de Fortaleza, a banda Sommelier acaba de colocar no mundo o seu primeiro trabalho estendido. Lançado no último dia 24 de abril de 2026, o EP “Xícara de Chá” é uma daquelas gratas surpresas que misturam a urgência do rock indie, o charme melódico do britpop e reflexões cotidianas que abraçam o ouvinte logo na primeira audição. Composto por quatro faixas inéditas, o registro consolida a identidade inicial do quarteto formado há três anos na capital cearense. Curiosamente, o trabalho funciona como uma cápsula do tempo: traz canções escritas pelo vocalista Petrus Renan quando ele tinha apenas 16 anos de idade. É o retrato fiel do DNA primevo da banda, capturado no momento exato antes que as influências individuais de cada integrante começassem a puxar o som para caminhos ainda mais complexos... Continue Lendo no Bolsa de Discos

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quinta-feira, 21 de maio de 2026

Bruna Lucchesi - Bandoleira (2026)...




“Bandoleiro”, segundo o dicionário Michaelis, é aquele que “não tem paradeiro, errante”. O verbete ainda se expande para adjetivos como “ocioso, vadio”. É diferente do flâneur francês, que caminha pelas ruas com lenço, documento e cep próprio para voltar. Mais diferente ainda é quando se inverte o substantivo para o feminino: ao homem, era permitido flanar e bandolear, para a mulher, é sempre mais difícil. Talvez, para experimentar e comprovar a própria liberdade, a cantora Bruna Lucchesi escolheu este termo para dar título ao terceiro álbum, Bandoleira (2026). A cantora transita — ou bandoleia — entre o folk e o rock mais rasgado, sempre acompanhada de seu violão. A primeira faixa, “Sei Voar”, já mostra para o que veio: “Sigo arisca, levando pedaços de mim”, ela canta... Continue Lendo na Noize

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Filhos - Vol. 2 (2025)...




Guilherme Granado e Bruno Abdala se reúnem para um segundo volume de batidas, fantasmas do jazz e poeira de synth-funk. Após o lançamento do primeiro álbum no início deste ano (Vol. 1, pela Sucata Tapes / SUC66), a dupla retorna com um impacto ainda maior, mais profundo e mais suave em Vol. 2 – Filhos. Os grooves permanecem intactos, expandindo a essência crua do funk do Vol. 1 — agora infundida com a liberdade da Tropicália, o caos celestial à la Sun Ra e uma sonoridade mais coesa e confiante. A paleta sonora é rica e eclética: samplers, sinos, sintetizadores analógicos, bateria, marimba, vibrafone, baixo, violas e muito mais se sobrepõem em uma tapeçaria rítmica e calorosa que homenageia o passado enquanto forja novos territórios sonoros... Continue Lendo em Discrepant

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quarta-feira, 20 de maio de 2026

Cidadão Instigado - Cidadão Instigado (2026)...






Fernando Catatau, artista de Fortaleza prolífico no cenário independente há 30 anos, está à frente do projeto Cidadão Instigado desde 1996. Após lançar cinco álbuns calcados na mistura cosmopolita de rock e música romântica brasileira pincelada por ritmos nordestinos, o artista lançou músicas solo e, neste 2026, decidiu retomar o projeto que delineou sua carreira. Mas não espere por um mesmo Cidadão Instigado. Após passar mudanças na formação, 11 anos depois após Fortaleza (2015), o projeto toma novo corpo no álbum homônimo, lançado em março pelo selo Risco. O disco, essencialmente, é fruto das experimentações solitárias de Catatau com uma Roland MV-8800 durante a pandemia. “Quando me vi em casa trancado e sem expectativas, comecei a estudar e experimentar nela pra ocupar meu tempo e não endoidar”, divide o artista à Noize. Então, não espere por solos de guitarra: apesar de tomar o rock como essência ou temática, a sonoridade agora transita por um lo-fi introspectivo... Continue Lendo na Noize

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Lulis - Cais (2026)...



Download: Cais (2026).rar

 Depois de apresentar ao público um primeiro trabalho marcado pela diversidade estética e pela assinatura de um dos principais produtores da música brasileira, Lulis dá um novo passo em sua trajetória com o lançamento de “Cais”, seu segundo disco de estúdio, que chega às plataformas digitais no dia 16 de abril de 2026. Sucessor do álbum Lulis (2023), produzido por Alexandre Kassin, o novo trabalho revela uma artista mais madura, que aprofunda suas parcerias e constrói, com maior nitidez, um universo sonoro próprio. Se antes a cantora e compositora mineira transitava livremente entre referências como indie, bossa nova, rock e reggae, agora essas influências aparecem mais integradas, a serviço de uma narrativa mais coesa e sensível. “Cais” é o nome da última faixa do disco e também do estúdio onde o trabalho foi gravado, em julho e agosto de 2025. Produzido por Bernardo Bauer e Felipe D’Angelo, “Cais” nasce de um ambiente criativo profundamente conectado à cena mineira contemporânea. Os arranjos são assinados por Bernardo Bauer, Felipe D’Angelo e Pedro Hamdan, e a mixagem e masterização ficam a cargo de Felipe D’Angelo. O álbum conta com participações especiais de Thiago Corrêa e Sara Não Tem Nome — dois nomes importantes da música independente brasileira...

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terça-feira, 19 de maio de 2026

ZUANA - Mais Perto (2026)...



A banda ZUANA apresenta ao público o EP Mais Perto, um trabalho ao vivo que amplia a potência do primeiro lançamento de estúdio e marca um novo momento na trajetória do grupo. Disponível em todas as plataformas de streaming, o projeto também ganha um formato audiovisual completo no YouTube, com todas as faixas registradas em vídeo, além de um show de lançamento em junho em Porto Alegre, reforçando a conexão direta com o palco, elemento central dessa fase. Gravado no Estúdio Gaia, o EP nasce como uma extensão natural de Longe, trazendo versões ao vivo que traduzem a evolução das músicas na estrada. Se o primeiro trabalho apresentou a identidade da banda, Mais Perto mostra o que essas canções se tornaram diante do público: mais diretas, intensas e verdadeiras...

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DRAMMA - Não Era Suave (2026)...




 A DRAMMA estreia com o EP "Não Era Suave", primeiro lançamento do quarteto de Limeira (SP) pela Vintesete Records. Com uma sonoridade crua e urgente, o trabalho funde o rock alternativo de guitarras tortas à intensidade do real emo, transformando o desgaste cotidiano e a pressão do tempo em música. Entre timbres distorcidos e vocais potentes, as faixas inéditas entregam o recado autêntico de uma banda que prioriza o básico: músicas viscerais e histórias verdadeiras, colocadas no mundo sem filtros...

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segunda-feira, 18 de maio de 2026

DJ Sem Futuro - ROBOZINHO SUPREMACY (2026)...




Submundo, bruxaria, volt mix e deconstructed club. Estes são alguns dos mundos associados ao funk que DJ Sem Futuro aborda em “ROBOZINHO SUPREMACY”, EP de seis faixas lançado no início deste mês através da nova sub-label da XXIII, CORRE. No Instagram, o produtor explica que a ideia partiu da produção da faixa As Mina Pira, que “foi o primeiro resultado prático de um exercício de reprodução do Beat Bolha, produzido por Petrus, Novin Yarp e Kevo”. No entanto, diz, “como não é muito bom a seguir regras”, decidiu fazer algo “básico” e daí fez variações. Eventualmente, a convite de Torres, da XXIII, “tentou fazer um funk bem experimental”, sempre tentando “misturar e brincar com outros géneros”. O resultado está aí... Continue Lendo nA Cabine

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2freeak - So Many People (2026)...




 O cenário da música alternativa ganha um novo e instigante capítulo com a chegada de “So Many People”, álbum de estreia do duo 2freeak, lançado no dia 23 de abril. Mais do que um primeiro trabalho, o disco se apresenta como uma obra densa e profundamente autoral, capaz de transformar sentimentos complexos em uma experiência sonora envolvente e provocativa. Formado em 2025, o 2freeak nasce do encontro criativo entre o baiano Angelo Johns, responsável pelas composições eletrônicas, sintetizadores e vocais, e o paulista Rafael Tofanelo, que imprime sua identidade nas guitarras e nas texturas psicodélicas. Juntos, eles constroem uma sonoridade híbrida, que rompe fronteiras e revela uma maturidade artística impressionante para um projeto de estreia... Continue Lendo no Papo PopCast

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domingo, 17 de maio de 2026

bruxa do mangue - antifa ep (2026)...




Download: antifa ep (2026).zip (ou bote o mail no bandamp acima)

 Novo EP da cantora, compositora e musicista lo-fi (entre outras coisas mais) de Sergipe, a bruxa do mangue. antifa é um EP de 4 faixas com pegada eletronica, rock e lo-fi....

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sábado, 16 de maio de 2026

Vários Artistas - 40% Foda/Maneirissimo 100 (2026)...



Download: 40% Foda/Maneirissimo 100 (2026).zip (ou vá no bandcamp acima)

 Pra comemora o 100º lançamento do selo 40% Foda Maneiríssimo, o selo carioca lançou uma coletânea com vários projetos que passaram pelo selo e anunciou também o fim do selo, uma perda enorme pra #musicabr e pra gente, que curte muito os trampos lançados pelo selo. Segue o anuncio:

"Nenhuma porcentagem faria sentido passando da sua etmologia. No centésimo lançamento do 40% nós tambem anunciamos o fim do selo, entregando a unica segunda compilação, uma inversão total da primeira compilação, afinal, o ao contrario de 100 é 001. Agradecemos a todo mundo que participou da caminhada do selo. A meta foi cumprida, mesmo que tenha sido quase pela metade."

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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Animal Invisível - Animal Invisível (2026)...




 Criado em meio ao isolamento social, Animal Invisível se manifesta ao mundo em um álbum homônimo e autoral. O projeto de Guri Assis Brasil - apresentado em 2025, com o lançamento do single "Didi" -, faz referência a algo que não se vê, mas que está sempre presente, como o vírus que atravessou o mundo durante a pandemia de covid-19. A ideia parte dessa atmosfera de ameaça silenciosa, quase imperceptível, que se infiltra no cotidiano. No entanto, ao contrário da carga de medo associada àquele período, a música de Animal Invisível segue na direção oposta: as composições exploram movimento, ritmo e energia coletiva. Entre nove composições que transitam entre jazz, funk, soul, samba, psicodelia e rock, Animal Invisível (NuBlu Records, 2026) reúne influências acumuladas ao longo da trajetória do artista como guitarrista, compositor e produtor. A partir de sua guitarra - instrumento central do disco -, o músico cria uma paisagem sonora que se expande em diferentes camadas, revelando um trabalho atento aos detalhes... Continue Lendo no Desalinho

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Zonta - Revolução Sonora (2026)...





Lançar um primeiro álbum nunca é só lançar músicas novas. Para a Zonta, Revolução Sonora chega como o momento em que uma trajetória começa a se enxergar com mais nitidez. Não porque a banda esteja tentando se anunciar como pronta ou definitiva, mas porque este parece ser o trabalho em que tudo o que vinha sendo construído ganha mais forma, mais direção e mais verdade. Formada por João Lucas Brandão, no baixo, Higor Ernandes, na guitarra, Marcos Paulo Bonatti, na percussão, e Valdivino Neto, no vocal, a Zonta vive esse novo capítulo também com a chegada de João Marcos na bateria, reforçando a formação às vésperas do lançamento do primeiro disco... Continue Lendo no Hop Television

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quinta-feira, 14 de maio de 2026

Henrique Tibola - Henrique Tibola (2026)...




Direto de Caxias do Sul (RS), Henrique Tibola estreia seu primeiro álbum de estúdio exclusividade aqui no MI antes da chegada oficial às plataformas, nesta quinta-feira, 10 de abril. Neste disco homônimo, o cantor e compositor organiza oito faixas em torno de temas como amor, ausência, memória e solidão. Ao longo do álbum, Tibola investe numa escrita voltada para as delicadezas e contradições do afeto. Com referências em nomes como Tim Bernardes e Ana Suy, ele traduz seu universo de introspecção em linguagem. Os ingles “Chuva Vai”, “Desaguar”, “Ao Redor do Mundo” e “Meu Amor Por Ti”, já anteciparam a atmosfera do disco, mas ouvindo do início ao fim, fica bem clara a travessia emocional que revela um artista que não tem medo de compartilhar com o mundo as experiências sentimentais mais grandiosas pelas quais nós passaremos ao longo dos anos... Continue Lendo no Minuto Indie

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Estéreo Boutique - meias verdades (2026)...



Ainda faz sentido falar sobre verdade absoluta? Aliás, existe uma verdade absoluta? Para Estéreo Boutique não. Em meias verdades (2026), o grupo faz uma provocação direta a um tempo em que tudo parece precisar de resposta rápida - mesmo quando essas respostas são incompletas. Ao assumir o fragmento no debut, a banda sugere que talvez a verdade não seja algo inteiro, mas algo atravessado por diferentes perspectivas. Formado em 2023 por Brunno Bari, Gabriel Buchmann e Raphael Perez, a Estéreo Boutique se insere na cena independente com uma proposta que atravessa tanto o pensamento quanto a forma. Influenciada por vertentes do rock alternativo e por atmosferas mais etéreas, a banda constrói uma identidade sonora que dialoga diretamente com o conceito que sustenta o EP. Há, nas músicas, um jogo constante entre presença e ausência, densidade e leveza, como se cada elemento estivesse em negociação com o outro, mas recusando resoluções fáceis... Continue Lendo no Desalinho Cultural

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quarta-feira, 13 de maio de 2026

Luann Ribeiro - Estufa dos Sonhos (2026)...




Após audição na Casa Mosaico, o músico, escritor e geógrafo Luann Ribeiro oficializa a chegada de seu primeiro EP solo, “Estufa dos Sonhos”, ao ambiente digital. Com uma trajetória de mais de uma década na cena cultural pernambucana, o artista apresenta uma obra que funde maturidade poética, pesquisa de território e uma sonoridade que transita entre o contemporâneo e o atemporal. O EP é o resultado de uma imersão artística viabilizada pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), através do Estado de Pernambuco e do Ministério da Cultura. Conhecido por ser membro fundador da Orquestra Vitoriense de Música Experimental (OVME) e da banda Filhos da Invenção, Luann utiliza este trabalho para consolidar sua voz individual, trazendo à tona o conceito de geopoética, onde a ciência geográfica de sua formação e a sensibilidade do compositor se encontram... Continue Lendo no Cultura PE

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quedalivre – seres urbanos (2026)...




Cria da nova cena de rock alternativo do Rio de Janeiro, a quedalivre lançou nas plataformas seu primeiro álbum: Seres Urbanos. O grupo, que seguiu direitinho a cartilha de lançamentos e, desde sua fundação em 2024, fez shows pelas casas independentes da cidade, soltou singles e um EP, agora está pronto para este que é, talvez, o passo mais importante de sua história. O disco chega para mostrar o atual momento da banda que parece estar pronta e disposta a alcançar novos públicos. Isso se manifesta nos diferentes gêneros que alcançam durante os 38 minutos distribuídos entre 9 faixas do álbum. O shoegaze, característico da primeira fase do grupo e que serviu de cartão de visitas com o single Acaso, lançado no início do ano, continua muito presente, mas cede espaço para novas camadas e referências do metal alternativo. A pluralidade de sons, apesar de ser grande, não causa estranhamento porque têm como elemento unificador o crescimento das faixas, e o vocal melódico de Lore... Continue Lendo no Ismo

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terça-feira, 12 de maio de 2026

planoreal - Mérito (2026)...

 




Existe uma nova geração de bandas brasileiras que não está pedindo espaço, está ocupando. Bandas que entenderam que fazer música hoje não é só estética, não é só som — é posicionamento. É grito. É corpo. É tensão. É dizer aquilo que incomoda sem tentar suavizar. E a Planoreal é exatamente isso. Um retrato direto, cru e necessário de como a juventude contemporânea está usando o hardcore, o rock alternativo e o emo não como nostalgia, mas como linguagem viva para falar do agora. E mais uma vez, chega uma nova bomba da Alter Ego Produções. Um selo que vem, lançamento após lançamento, colocando no mundo artistas que não estão aqui para preencher espaço, mas para criar impacto. E Mérito entra exatamente nesse lugar... Continue Lendo no Divergentbeats

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Fosfina - Em Teu Leito de Morte (2026)...




Fosfina é o projeto musical de Cleiton Cavalcante, iniciado em 2019 na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Desde o lançamento do seu primeiro single, "Mascara", no mesmo ano, o artista consolidou seu trabalho como uma "One Man Band", formato que mantém até hoje. Ao longo de sua trajetória, Fosfina lançou diversos trabalhos, incluindo os EPs Mistérios (2022) e Fosfina (2024). O projeto busca inspiração não apenas na cena Gótica e Post-Punk nacional, mas também em nomes de peso do cenário internacional. A sonoridade de Fosfina constrói uma atmosfera única, com letras que exploram romances e tragédias, além de temas niilistas e existencialistas. O resultado é um clima intimista e obscuro, equilibrando refrões marcantes, variações de guitarras pesadas e ritmos distintos, sempre em busca de originalidade...

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segunda-feira, 11 de maio de 2026

António Vicente - ato i (2026)...



Download: ato i (2026).rar

O artista antónio vicente apresenta o EP “ato i”, trabalho que consolida em um formato único e contínuo os singles lançados anteriormente, agora organizados dentro de um arco conceitual que amplia o alcance simbólico de sua obra. Mais do que uma reunião de faixas, o projeto funciona como um primeiro capítulo narrativo, em que música, teoria e experiência pessoal se entrelaçam para investigar identidade, memória e resistência. “‘ato i’ inicia uma jornada: arte, propósito e humanidade. Cronos devora os filhos antes que cresçam, preso à profecia de ser destronado. ‘ANTiCRONOS’ vai além da libertação; pergunta o que se faz com a liberdade. Minha liberdade é social, se não está bom para alguém, está bom para ninguém. Porque a justiça não é um privilégio, é um pacto. E a liberdade, para ser real, precisa ser coletiva. Hipátia e Dandara tornaram-se faróis: memória como arma. Lembrar é transformar dor em luta e luto em bandeira. Portanto, essa é a porta que se abre. Abre a minha carreira e também o álbum que vem por aí”, explica o artista... Continue Lendo na Revista Kdea360

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Curva do 90 - Não Feche o Cruzamento (2026)...




Se bandas como Geese e o (tá, mais uma chance ao hype) Angine de Poitrine fizeram um favor para todo mundo, foi o de aguçar o gosto de uma turma enorme para a música estranha. Não que tenham virado grandes nomes do rock por causa disso, ou que o pop tenha virado de cabeça pra baixo, mas 2026 já é um ano que vai crescendo marcado por uma vibe bem diferente, que deve ajudar a tirar vários projetos da garagem. A banda maranhense Curva do 90, surgida em 2022, lança seu primeiro EP justamente agora – e se dedica a uma curiosa mistura de rock progressivo, post rock e estilhaços de punk, além de sons do Norte-Nordeste espalhados nos arranjos. Não feche o cruzamento tem um som que não esconde as referências de bandas como Black Midi, além de um ou outro clima herdado do Radiohead e dos projetos musicais de Thom Yorke. Não há limites: o trio – Arthur Felipe (guitarra), Guilherme Campos (baixo) e Arthur José (vocal e guitarra) – propõe uma “construção ao longo da escuta”, e as faixas são longas (a maior tem oito minutos), cheias de solos e passagens extensas... Continue Lendo no Pop Fantasma

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domingo, 10 de maio de 2026

Cosmo Grão - Ao Vivo (2026)...




Download: Cosmo grão - Ao Vivo (2026).zip (Ou bote mail no bandcamp acima)

Gravado durante show realizado no ano passado, o EP “Cosmo grão - ao vivo” celebra o reencontro do do quarteto original da banda pernambucana Cosmo Grão, que demorou sete anos pra voltar a se reunir. Com quatro faixas que passeiam pelos dois álbuns de estúdio do grupo, o EP foi gravado por Guilherme Assis (Zelo Estúdio), mixado e masterizado por Paulo Umbelino (Umbelino Estúdio), e conta com identidade visual assinada pelo artista recifense Bruno Vilela. "Cosmo grão - ao vivo" é o primeiro lançamento fruto da parceria entre os selos Muuu Records (do Criatório Estúdio) e Precarian Takes (do músico e produtor Benke Ferraz)...

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sábado, 9 de maio de 2026

Sistema Som Rachado - Compasso Por Compasso (2026)...




Download: Compasso Por Compasso (2026).zip (ou vá no bandcamp acima)

O primeiro álbum do projeto Sistema Som Rachado, Compasso Por Compasso [lançado de forma independente no dia 02 de março de 2026], chega como uma declaração de intenções bastante clara: revisitar tradições nordestinas sem qualquer compromisso com purismo. Sob a condução criativa de Sev D. Roque — responsável pela produção, concepção estética e composições — e com a engenharia sonora do DJ Nosu Musai — que costura beats, samples e texturas eletrônicas —, o disco se constrói como uma ponte entre o regional e o global. Com 15 faixas instrumentais, o álbum aposta na força do ritmo para comunicar identidade. A ausência de letras não enfraquece a narrativa; pelo contrário, reforça a proposta de deixar que os timbres, as levadas e os arranjos contem a história...

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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Hotnail - Abusado (2026)...




O rock de Mossoró nunca foi para amadores, e a Hotnail acaba de elevar o sarrafo. A banda de rock alternativo chega a 2026 com os dois pés no peito ao anunciar seu novo disco, intitulado “Abusado”. Com oito faixas inéditas, o trabalho mergulha fundo nas complexidades da psique humana, abordando questões existenciais e saúde mental com a urgência que o tempo atual exige. O BDD vai trazer uma análise do disco nas próximas edições. Se nos registros anteriores a banda já flertava com a experimentação, em “Abusado” a proposta é clara: distorção. O som vem carregado de influências garageiras e do grunge noventista, mas com um diferencial crucial: é cantado em português. As composições mostram um processo de amadurecimento visível, resultando em faixas que fluem com uma naturalidade satisfatória, sem perder a aspereza característica do gênero... Continue Lendo no Bolsa de Discos
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Morris - FÉ NA DESORDEM (2026)...




Enquanto “Homem Mulher Cavalo Cobra”, álbum anterior do músico e compositor paulista Morris de 2020, propunha uma imersão mítica em torno dos grandes temas políticos, sociais e ambientais, “Fé Na Desordem” se volta para o indivíduo e revela o encontro com a espiritualidade, aceitando as marcas do tempo e a maturidade. A espiral das canções trata de amor, separação, solidão, paternidade e nostalgia. Também diferente do disco anterior, agora não é mais uma mesma banda que veste as canções. Dessa vez, cada faixa é um universo independente, com arranjos e instrumentação criados a partir de sua proposta melódica e poética. Isso traz uma diferença de timbres e estilo que lembram, segundo Romulo Fróes, diretor artístico do disco, os grandes álbuns de MPB dos anos 1970...

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quinta-feira, 7 de maio de 2026

Cobra de Coleira - Cárcere Cognitivo (2026)...




 No dia 03 de maio, a cena underground de Salvador recebe o show de lançamento de “Cárcere Cognitivo”, o primeiro EP da banda Cobra de Coleira. Composto por cinco faixas que narram uma jornada de libertação das amarras dos pensamentos limitantes, o trabalho chega a mais de 100 plataformas digitais com distribuição da Brechó Discos e Nikita Music Digital. Temas como ansiedade, insegurança e pressão social — cada vez mais presentes no cotidiano da juventude — são o eixo central do EP autoral. Idealizada pelos músicos e licenciandos em música Mariana Alencar e Cauê Vieira, a Cobra de Coleira une o peso do Hardcore e do Punk Rock a letras viscerais que expõem os dilemas da geração atual... Continue Lendo no Site da Radio BC Underground

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Toni Link - O Novíssimo Tecnobrega (2025)...





 Como produtor multimídia e artista mergulhado na cena eletrônica, meu fascínio pelo Tecnobrega sempre esteve em sua capacidade de se reinventar e conectar-se visceralmente com o público. "O Novíssimo Tecnobrega" é um projeto que desafia as fronteiras do gênero, explorando novas paisagens sonoras através de ferramentas de código aberto e dialogando com a riqueza cultural do Pará — desde as batidas periféricas que carregam a identidade local até as influências globais da música eletrônica. Mais do que um álbum, este é um manifesto emocional pela música verdadeiramente popular, um manifesto que grita que a cultura emerge do povo: uma jornada que parte da pesquisa teórica e desemboca em 16 faixas originais e uma identidade visual imersa nos símbolos paraenses, mas com inovações radicais em timbragem, sound design e arranjo. Utilizando 100% softwares de código aberto, mergulhei no contexto histórico, artístico e comercial do Tecnobrega para criar uma música que não apenas honra suas raízes, mas também aponta para seu futuro — como força de transformação cultural e ponte entre o local e o global...

Toni Link

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quarta-feira, 6 de maio de 2026

Pedro Salvador - Pedro Salvador (2026)...




Download: Pedro Salvador (2026).zip (ou vá no bandcam acima)

 A noite parecia silenciosa, e as ruas do bairro do Jaraguá, em Maceió, também estavam um tanto esvaziadas. Exceto um lugar. Ao chegar no ponto de interesse, as luzes difusas me chamavam a atenção para algo curioso: olhando os ingressos de entusiastas, agarrado com uma porção de “batatinha” (como os alagoanos chamam as batatas fritas) e, encostado em um tonel de ferro, estava Pedro Salvador. Pedro é multitalentoso e já possui passagens nas bandas Necro e Messias Elétrico,  onde lançou diversos projetos em grupo. Mesmo já reconhecido, foi na carreira solo que os seus trabalhos deslancharam ainda mais devido a sua fórmula particular de manipular as ondas sonoras entre os instrumentais e vocais fora da vigência comum da indústria (Objetos no céu e Caos Rastejante & Pedro Salvador)... Continue Lendo no TMDQA!

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Heloísa Marshall - Passarinhos (2026)...




 “PASSARINHOS” é o segundo álbum de Heloísa Marshall. O primeiro, “Notas pro Apocalipse”, era focado em temas amplos, políticos e sociais, enquanto no novo álbum a intenção é oposta. Dessa vez a artista para dentro e cada canção elabora um tema pessoal diferente, tendo sido feita a partir de um nós que a artista precisava tirar do peito. é isso que une as músicas: todas foram feitas para expressar coisas que ela queria gritar para o mundo enquanto estava vivendo. Depressão, relacionamentos tóxicos, sentimentos complicados e densos. As músicas expressam de maneira simples acontecimentos pessoais complexos. Sua sonoridade é bastante experimental, combinando e mesclando diferentes gêneros como pop, rock, funk, trap e música eletrônica. Nas faixas “Medo”, “Nenhum homem” e “Do fundo do meu coração” as guitarras de Ana Silva brilham em meio a produção autoral de Heloísa Marshall, que produz as próprias faixas. “OMEUVAZIO” traduz a experiência da depressão com uma batida mpb contemporânea e um clipe feito ao lado de Fábio Lobanowsky e Mishta; as faixas “do fundo do meu coração” (que também conta com clipe, este feito por Kiko Ferraz) e “Noturna”, (que também possui clipe, feito com Leandro Montiel e Luiz Lisboa) falam sobre relacionamentos tóxicos. “192” é uma crítica à indústria farmacêutica mixada por Matheus Nunes...

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terça-feira, 5 de maio de 2026

Crise - por favor, me perdoe. as más notícias finalmente chegaram (2026)...




Um bom registro de estreia não é aquele que apenas apresenta seus criadores, mas aponta caminhos. E é exatamente isso que encontramos em Por favor, me perdoe. As más notícias finalmente chegaram (2026, Lastro Musical). Primeiro álbum de estúdio do grupo sorocabano Crise, o disco de oito faixas não apenas escancara as potencialidades do quinteto em estúdio, como abre passagem para o que ainda está por vir. Com Robofoot como faixa de abertura, o grupo formado por Cristine Siqueira, Gabriel Pasin, Raphael Resta, Caio Lobo e Enzo Mori apresenta parte dos elementos que serão explorados ao longo da obra. São canções ancoradas em relacionamentos fracassados, momentos de maior vulnerabilidade e crises típicas de jovens adultos, conceito reforçado na ciclicidade sufocante que invade Insisto/Desisto, vinda logo em sequência... Continue Lendo no Música Instantânea

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Wil Cor & Eletrocores - Ninguém vai se salvar (2026)...




Em um tempo marcado por tensões sociais, disputas de narrativa e urgências identitárias, a banda paraibana Wil Cor & Eletrocores apresenta ao público seu mais novo trabalho, Ninguém Vai Se Salvar. Mais do que um álbum, o projeto se afirma como um manifesto afroindígena urbano, um grito estético e político que atravessa a experiência de povos que resistem em meio a uma sociedade ainda atravessada por dinâmicas coloniais persistentes. Com uma sonoridade que destila o mais puro sumo do groove-rock, a banda constrói uma atmosfera densa e pulsante, onde riffs vigorosos dialogam com a ancestralidade rítmica afro-nordestina. O resultado é uma fusão potente que reverbera influências do rock brasileiro setentista, ao mesmo tempo em que se ancora em matrizes culturais profundamente enraizadas... Continue Lendo no PapoPodcast

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segunda-feira, 4 de maio de 2026

cajupitanga - TRAMA (2026)...




Download: TRAMA (2026).rar

 Uma performance ao vivo para a cajupitanga sempre foi um processo especial, mas de muito temor, já que, distantes geograficamente, matéria de tempo é escassa. A estreia do projeto nos palcos ocorreu em 2023 na sua cidade natal, Vitória da Conquista. Espaço prestigiado na cidade, o show aconteceu no Centro de Cultura Camilo de Jesus. Meses depois, o duo estreou em Salvador ao lado do projeto Aurata no histórico Teatro Vila Velha. O terceiro momento da cajupitanga nos palcos, registrado aqui neste álbum ao vivo, foi à convite da banda goiana Boogarins para abrir o show de sua turnê Bacuri no Largo Quincas Berro D’água, Pelourinho em Salvador. A grande emoção desse convite reside nas boas lembranças de projetos passados, numa adolescência de muito sonho e confusão, em que no meio de tudo, a banda sempre ocupou não somente o posto de referência mas motor criativo na produção caseira da música. Para a ocasião, a cajupitanga apresentou o show "TRAMA" em que, com formação em banda, trabalha a memória como uma permanência em sons. Apresenta suas canções e gravações de campo que permeiam a paisagem sonora do projeto como colagens de recordações, onde fragmenta sua própria história e a diversidade estética experimentada pela cajupitanga... 

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Matéria Prima & Goribeatzz - Fazendo o Melhor que eu Posso (2026)...




Disco novo da dupla Matéria Prima & Goribeatzz, com baixos estratégicos do Cizco, DJ Novset riscando, Cravinhos em guitarras e Ogoin emprestando sua voz. “Fazendo o Melhor que eu Posso” é um dos grandes discos do ano até aqui, fruto de uma das melhores e mais singulares canetas do Rap brasileiro, junto a um beatmaker que já pode ser considerado um dos mestres contemporâneos dessa arte. O disco tem lançamento pelo selo com o melhor catálogo do rap nacional atualmente: a Sujoground. Na era do pré-save, Matéria segue provocando, e perguntou nos seus stories se alguém faz o Pós-save? Essa é uma questão perene para a turma que entende música como produto de consumo, pois quem entende que a arte é algo para ser curtido, pensado e refletido, o pós-save é obrigatório e não termina nunca... Continue Lendo no Oganpazan

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domingo, 3 de maio de 2026

Giancarlo Rufatto - Gospel Irônico (2026)...





Nunca gostei de releases, muito menos de escrever releases. Normalmente o texto precisa apresentar o artista, uma trajetória junto dos motivos pelo qual o novo trabalho existe e você deveria ouvir. Mas a verdade é que se apresentar depois de mais de gravar uma dezena de discos é a pior parte de lançar um disco porque, para um artista pequeno, todo disco é sempre o primeiro disco (e as vezes o ultimo). Quando chega nesta etapa o artista (neste caso, eu) já ouviu as canções do álbum centenas de vezes e precisa da opinião de outras pessoas para se convencer a fazer algum alarde sobre a obra, exemplo: “Giancarlo Rufatto surgiu no interior do Paraná no início dos anos 2000 gravando escondido sob o alterego de “Lo-fi Dreams”. Teve uma banda chamada Hotel Avenida e gravou mais de uma dezena de discos que pouca gente ouviu, acontece. Nunca teve muitas expectativas de se tornar conhecido, apenas continuou gravando enquanto sua geração e a geração seguinte foi parando pelo caminho. Seu novo trabalho se chama “Gospel Irônico”, um álbum essencialmente escrito sobre culpa e aceitação (pelo menos é o que o cantor acha que é) que abre com uma canção “anti algoritmo” sem refrões e com mais de 6 minutos onde o cantor descreve um dia comum vivendo em São Paulo - cidade que adotou recentemente. Se essa música chegar até você significa que seu algoritmo é um pouco melhor que os dos outros.” O álbum está disponível em todas as plataformas de Streaming... Continue Lendo no Substack

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sábado, 2 de maio de 2026

Bione - Só Podia Ser Mulher (2026)...




 Aos 23 anos, é comum que um artista esteja tateando uma fase de descoberta de seus caminhos, num processo de amadurecimento para estabelecer uma assinatura estética e colocar seu nome à prova na cena. Mas este não é o caso de Bione, que com esta idade já não precisa se provar, figurando como um dos nomes mais impactantes da cena contemporânea da música e da poesia em Pernambuco. A jovem rapper da zona oeste do Recife busca expandir o espaço que tem conquistado desde 2019, ano em que lançou o EP Sai da Frente, seu primeiro trabalho, ainda com 15 anos. E Bione tem urgência na missão. É o sentimento que ela transmite na sua mais recente mixtape Só Podia Ser Mulher, lançada no último dia 8 de março (Dia Internacional da Mulher), colocando para fora uma série de incômodos com as barreiras estéticas e mercadológicas impostas às mulheres e a quem vem de onde ela vem. Mas Bione também celebra o que conquistou através do seu enfrentamento poético, sempre temperado com swing e ternura. O projeto é o seu terceiro trabalho lançado pelo selo pernambucano Aqualtune, composto por mulheres negras... Continue Lendo no Brasil de Fato

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sexta-feira, 1 de maio de 2026

UMZÉ - NÃO VOU DANÇAR NA SUA PISTA (LADO A) (2026)...




 Depois de apresentar a faixa-título, UMZÉ lança no dia 16 de abril de 2026 o EP “NÃO VOU DANÇAR NA SUA PISTA (LADO A)”, trabalho que resulta de sua pesquisa sobre a cultura dos Bailes Charme a partir de uma perspectiva queer. Em quatro faixas, o cantor paulista transforma experiências de trauma religioso, violência afetiva e silenciamento em uma obra que celebra a diversidade na pista de dança. Nascido em Santo André/SP e radicado em Ribeirão Pires/SP, UMZÉ vem consolidando uma pesquisa artística que conecta raça, sexualidade e música negra brasileira. Artista e pesquisador musical, o cantor, de 24 anos, iniciou sua trajetória em 2023 com o EP “Caçula”, projeto que recebeu apoio da comunidade artística e apontou o caminho de sua produção autoral. Desde então, seu trabalho vem aprofundando paralelos entre negritude, desejo, pertencimento e dissidência, eixo que ganha forma mais explícita agora em “NÃO VOU DANÇAR NA SUA PISTA (LADO A)”....

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Lívio Nascimento - De Volta à Base (2026)...


 

O músico piauiense Livio Nascimento consolida-se como um dos nomes mais criativos da cena instrumental contemporânea. Guitarrista, produtor e arranjador, sua trajetória é marcada pela fusão refinada entre o Jazz, a Música Brasileira e o Rock. Com técnica apurada e uma sonoridade autêntica, Livio carrega na bagagem parcerias e palcos divididos com grandes expoentes da música nacional e agora apresenta seu mais novo EP "De Volta à Base". "“De Volta à Base” não é apenas o título do meu novo EP instrumental. É um estado de espírito. Às vezes, a gente precisa silenciar o ruído externo para reencontrar aquilo que ficou guardado na essência: as primeiras notas, os aprendizados que moldaram o caminho e a verdade por trás de cada acorde. São 5 faixas autorais que narram esse reencontro com o que é fundamental", explica Livio...

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quinta-feira, 30 de abril de 2026

Hominis Canidae #191 - Abril (2026)...





 Fechando mais um mês com muita #musicabr no blog, em mais uma mixtape cheia de sons de trabalhos que passaram por aqui nesse mês de Abril que chega ao fim. A coleta191 tem 17 faixas, sendo a primeira o novo single do quarteto mineiro Naturezautomatica, banda formada ano passado por vários membros de outros projetos da cena mineira. Em "VEM!", a galera mistura folk, música brasileira e vários memes e momentos da história da internet. Se não no som, que tem uma pegada jingle zoeira muito bem feito, que remete aqueles provedores de internet das antigas, no clipe que você vê em primeira mão aqui...

A capa desse mês foi feita por mim mesmo. A artista que tinha solicitado a arte desse mês não tinha tempo pelas demandas da vida e eu resolvi não chamar ninguém e usar um raio-x do meu pulmão, que fiz alguns meses atrás e estava só aguardando a oportunidade de usar. Testei vários filtros, efeitos, mas resolvi usar o raio x sem muita firula, por que gosto da proposta do raio-x e fico tristo com sua ausência no mundo moderno. Pelo menos eu via muito mais deles por ai antigamente...

É isso, ouça nossa coleta onde for possível e como bem entender, espero que ela te traga boas surpresas, é um resumo do mês, então se curtir algum som, vale procurar o álbum/ EP que ele faz parte pra conhecer mais! Não esquece de disseminar nas suas redes e com os amigos!

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Continue indo aos shows, comprando merch dos artistas que curte e disseminando a #musicabr!

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