“Na verdade, o que é liberdade?”, pergunta Jonathan Ferr. Antes que eu responda, ele já adianta que a resposta não é simples. “Tem vários significados, porque existe liberdade a partir da lógica filosófica, a partir do direito, a partir da ciência, a partir da percepção pessoal de cada um, de como ela se vê. A gente pensa muito em liberdade para fora, né!?” Depois de três canecas de café para aliviar a ansiedade da chegada do seu terceiro álbum, “Liberdade”, nas primeiras horas do dia 27 de janeiro, o pianista explica qual é o conceito desse substantivo feminino que ele pretende compartilhar através do seu jazz. Diferente dos anteriores, “Trilogia do Amor” e “Cura”, este faz um mergulho profundo no rap e reflete o estado de libertação que o artista se permitiu atingir. Fez sua movimentação, porque na visão dele “quem não se movimenta, não percebe as correntes que o aprisionam”. A partir de anotações, conversas e diálogos consigo mesmo, potencializados pela Ayohasca, hoje uma de suas medicinas, Ferr teve revelações e insights. Assim, iniciou uma busca espiritual por algo que ainda não sabia exatamente o que era. Só queria entender quais seriam as perspectivas com as coisas que o atravessavam naquele momento... Continue Lendo no Bantumen
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domingo, 12 de fevereiro de 2023
Jonathan Ferr - Liberdade (2023)...
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“Na verdade, o que é liberdade?”, pergunta Jonathan Ferr. Antes que eu responda, ele já adianta que a resposta não é simples. “Tem vários significados, porque existe liberdade a partir da lógica filosófica, a partir do direito, a partir da ciência, a partir da percepção pessoal de cada um, de como ela se vê. A gente pensa muito em liberdade para fora, né!?” Depois de três canecas de café para aliviar a ansiedade da chegada do seu terceiro álbum, “Liberdade”, nas primeiras horas do dia 27 de janeiro, o pianista explica qual é o conceito desse substantivo feminino que ele pretende compartilhar através do seu jazz. Diferente dos anteriores, “Trilogia do Amor” e “Cura”, este faz um mergulho profundo no rap e reflete o estado de libertação que o artista se permitiu atingir. Fez sua movimentação, porque na visão dele “quem não se movimenta, não percebe as correntes que o aprisionam”. A partir de anotações, conversas e diálogos consigo mesmo, potencializados pela Ayohasca, hoje uma de suas medicinas, Ferr teve revelações e insights. Assim, iniciou uma busca espiritual por algo que ainda não sabia exatamente o que era. Só queria entender quais seriam as perspectivas com as coisas que o atravessavam naquele momento... Continue Lendo no Bantumen
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