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quarta-feira, 4 de março de 2026

Felipe Wander - Compacto (2025)...




O cancionista Felipe Wander está de volta com novidades sonoras e poéticas. Baiano radicado no Rio Grande do Norte, o artista lança nesta sexta-feira (05/12) um compacto digital com duas canções de sua autoria, gravadas em parceria com o instrumentista potiguar Iury Matias. Escolhidas para ganhar o mundo em um registro intimista, as músicas “Esquina Qualquer” e “Mais e Mais” apresentam ao ouvinte os frutos de um encontro criativo a quatro mãos. Segundo Wander, sua motivação é o desejo de se comunicar e trocar com as pessoas através da canção. Em “Esquina qualquer” e “Mais e Mais”, duas músicas baseadas no tradicional formato voz e violão, o poder de comunicação popular se faz presente, de modo natural e descomplicado. Num mundo cada vez mais complexo e artificial, simplificar é uma arte e um convite à partilha generosa, coisa que Wander e Matias demonstram fazer nesse trabalho... Continue Lendo no Tribuna do Norte

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quarta-feira, 10 de julho de 2024

Felipe Wander - Vila Nova da Rainha (2024)...



 Baiano radicado no RN, Felipe Wander acaba de lançar seu primeiro disco, Vila Nova da Rainha, disponível nas plataformas digitais desde domingo. Cantor, compositor, guitarrista e cientista maluco no estúdio/laboratório Tapete de Pavão, Wander gosta de produzir bem acompanhado. A prova disso é que reuniu mais de vinte parcerias ao longo do processo criativo do novo álbum. Entre compositores e instrumentistas, Vila Nova da Rainha conta com figuras como Babal, Tal Pessoa, Tony Lopez, Rafael Jackson, Aiyra, Heather, Tupy, Magno Alexandre, Persie, Ian Medeiros e muito mais. A mixagem e masterização é de Iago Guimarães. Com melodias marcantes e poesia afiada, as músicas convidam a um mergulho afetivo em timbres, texturas e experimentações sutis e tem tudo pra agradar os amantes do cancioneiro nordestino. As dez faixas representam a busca de Wander por um som diferenciado e sincero, construído de modo espontâneo entre ele e seus parceiros no Tapete de Pavão. Valendo-se de equipamentos analógicos, improvisações e da energia inconfundível da gravação ao vivo, é o senso de unidade que prevalece em Vila Nova da Rainha, onde cada elemento faz parte de um organismo vivo e pulsante, com influência de cantoria, rock e funk setentista, forró e xote. Moderno, romântico e experimental, o disco possui instrumentação variada, com muitas guitarras e violões, sanfona e sintetizadores, percussão, bateria,  contrabaixo e flautas... Continue Lendo no Papo Cultural

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