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sexta-feira, 27 de março de 2026

Os Enforcados

Assisti Os Enforcados (2024) de Fernando Coimbra no Telecine Premium. O Telecine abriu o sinal acho que até o fim do mês, vai ser difícil eu conseguir aproveitar. Esse filme não estava disponível, mas estava passando no Premium, consegui ver voltando pelo controle remoto. Queria muito ver esse filme! É bem interessante e com um elenco incrível!

Leandra Leal mais linda que nunca é esposa do personagem do Irandhir Santos. Ela mora em uma casa deslumbrante no Rio de Janeiro. Daquelas nas encostas, cheia de vegetação em volta e com vista inacreditável do mar e das montanhas. A casa está em uma reforma milionária e interminável. O marido pede que ela reduza gastos porque a situação não está fácil. É aí que começamos a entender o trabalho do marido.
O tio é o chefe dos negócios e é Stepan Nercessian. Os negócios são caça níqueis, jogo do bicho e uma infinidade de ações irregulares. A esposa sugere que o marido mate o tio para ficar dono do negócio e melhorar as finanças. Essa sugestão veio da mãe, Irene Ravache, que leu tarô pra filha pra induzi-la a algo, só que a filha entende tudo errado. Thiago Thomé é o braço direito do infrator. Eram amigos de infância, homem de confiança. E claramente mais explorado que nunca pela dupla. Tudo que é sujo ele que é chamado pra finalizar. O corpo vai precisar aparecer na hora certa para que ele ganhe a herança.
É um negócio de família. Parentes avisam que o sobrinho vai herdar somente dívidas. A empresa estava na bancarrota, sem dinheiro algum. Então o corpo não pode aparecer. Um parente é Ernani Moraes. O contador é Augusto Madeira.

Beijos,
Pedrita

domingo, 28 de novembro de 2021

Guerra de Canudos

Assisti Guerra de Canudos (1997) de Sergio Rezende no Canal Brasil. Sempre quis ver esse filme, mas por ser muito longo raramente é programado, tem 3 horas de duração aproximadamente. O Canal Brasil programou vários filmes com a Marieta Severo em comemoração aos seus 75 anos.

É um épico, com textos de Euclides da Cunha, sobre a guerra insana (1896-1897) contra um povoado. Era a República, tinha acontecido o fim da escravidão e era logo após a maior seca do sertão. Antonio Conselheiro (1830-1897) caminha com fiéis pelo sertão da Bahia, até que acha um lugar e montar um povoado. Todos muito pobres, passam a ter pouco, uma vida quase miserável, mas melhor e com alguma dignidade. Ele é interpretado por José Wilker

Cismam com o povoado e declaram guerra a ele. Durante seis meses morrem brasileiros de todos os lados. É de uma insanidade atroz. Não é um filme fácil porque as três horas são praticamente de guerra.

O elenco é primoroso:  Claudia Abreu, Paulo Betti, Roberto Bomtempo, Tonico Pereira, Selton Mello, José de Abreu, Tuca Andrada, Dandara Guerra, Denise Weinberg, Camilo Beviláqua, Murilo Grossi, Jorge Neves e Ernani Moraes.




Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Tiradentes

Assisti Tiradentes (1999) de Oswaldo Caldeira no Canal Brasil. Gravei em fevereiro, só vi agora. É um filme do período da retomada que iniciava. Com todas as dificuldades da época, conta a história de Tiradentes e dos conspiradores do reino. Tiradentes é interpretado por Humberto Martins. Boa parte do texto é em versos. Oswaldo Caldeira é filósofo, estudou e escreveu um livro sobre Tiradentes. A atualidade dos fatos incomoda. Impostos extorsivos, conspirações, pessoas divididos pelos seus ideais, políticos corruptos, falta de lealdade.

Tomás Antônio Gonzaga é interpretado por Eduardo Galvão. Marília de Dirceu por Giulia Gam. O elenco é incrível. Paulo Autran faz o padre confessor de Tiradentes antes da forca. No elenco estão: Marco Ricca, Júlia Lemmertz, Cláudio Cavalcanti, Rui Rezende, Rodolfo Bottino, Adriana Estevez, Ernani Moraes, Eduardo Tornaghi, Fernando Almeida, Roberto Bontempo, Nelson Dantas, Heitor Martinez e Cláudio Corrêa e Castro.



Beijos,
Pedrita

sábado, 30 de abril de 2016

Trinta

Assisti Trinta (2012) de Paulo Machline no TelecinePlay. Eu não tinha muita empolgação em ver esse filme apesar de admirar o Joãozinho Trinta como carnavalesco. Gostei. O filme mostra um período da vida de Joãozinho Trinta até o primeiro carnaval.

Matheus Nachtergaele está incrível como Joãozinho Trinta. Não sabia que o Trinta tinha sido bailarino do corpo de baile do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O filme conta que Trinta veio de São Luiz do Maranhão. A família arrumou um emprego de jornalista, mas ele prestou concurso e entrou para o corpo de baile. Logo percebeu que por ter 1,58 de altura nunca seria solista.

Trinta é convidado para nas horas vagas ajudar nos adereços do cenógrafo que era o Fernando Pamplona, também carnavalesco, interpretado por Paulo Tiephenthaler. A esposa, bailarina solista do municipal, é interpretada por Paolla Oliveira e é grande amiga de Trinta. Trinta sobe no Theatro Municipal até passar a ser cenógrafo de produções de ópera e ter seu nome em destaque nos programas. E é pelo Pamplona que Trinta chega aos barracões. Na Salgueiro, em um desentendimento do carnavalesco com o bicheiro dono da escola, Trinta é convidado a assumir as pressas a função. 

Trinta sofre então grande resistência da escola e o filme passa praticamente todo no preparo desse carnaval e nas desavenças entre Trinta e a equipe. O carnaval emprega muita gente, é uma grande produção, muita responsabilidade, expectativa. Uma mega produção. Liderar e se fazer respeitado não é uma tarefa fácil como em qualquer grande empresa. O personagem do Milhem Cortaz é o que mais tenta prejudicar Trinta, mesmo que isso venha prejudicar a escola. Fabrício Boliveira faz o auxiliar de Trinta que igualmente não acredita no carnavalesco no início. O bicheiro é interpretado por Ernani Morais. O parente de Trinta que tenta tirar o bailarino do municipal é interpretado por Marco Ricca. A mãe de Trinta por Léa Garcia. A destaque da escola que não quer participar da Salgueiro naquele ano por Mariana Nunes. O filme termina com a realização desse desfile que passa mesmo com imagens de carnavais de Joãozinho Trinta. Vários atores fazem participações: Jorge Maya, Vinícius de Oliveira, Augusto Madeira, Tatu Gabus Mendes e Marcello Melo Jr.. Lindos os figurinos de Kika Lopes.

Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Questão de Família - 1ª Temporada

Assisti Questão de Família - 1ª Temporada de Sérgio Rezende na GNT. Localizei essa série no Now, em séries. Tinha uma certa curiosidade porque as propagandas na época em que foi exibida eram interessantes. Gostei bastante. A cada episódio um processo judicial acontece. Eduardo Moscovis interpreta um juiz da vara da família. Sem ser didático, acabamos aprendendo um pouco as instâncias. No departamento dele, as pessoas lutam por reconhecimento de paternidade, tentam conseguir a guarda de filhos, resolver inadimplência de pensões. O juiz deixa claro em alguns momentos que essa vara não resolve questões financeiras de herança. Caso algum filho consiga o reconhecimento de paternidade e quiser a herança, terá que iniciar outro processo que será julgado em outro departamento.

Esses casos solucionados a cada capítulo tem um olhar bem otimista. Uma avó não aceitava o pedido de guarda da criança pela esposa não-oficial de sua filha que morreu. Era bem intolerante, dificulta o trabalho da justiça, mas ao perder a guardar e sair do fórum, abraça a esposa da filha, fica amiga. Achei bem artificial. Essa avó é interpretada pela Suely Franco. Bonito a forma como o tema foi tratado, mas um pouco forçado o desfecho amigável. São bem diversificados os temas, mostrando as novas formações familiares.

Ao contrário dos casos resolvidos a cada capítulo, a história do juiz é bem mais sombria. De uma família desajustada, o juiz tem seu pai em coma no hospital assassinado. Começa então a investigação. Esse caso passa a primeira temporada inteira. O juiz é separado, lindas as meninas que fazem as suas filhas. Está com um romance superficial com duas mulheres, mas realmente gosta da juíza que teve algum desentendimento. Seu irmão está em tratamento em uma clínica de drogas totalmente ineficiente. Em flashback vemos os dois irmãos na infância assistindo os conflitos dos pais. A mãe linda, volte e meia tem casos extraconjugais, o pai fica então violento. O juiz tem uma verdadeira adoração pelo pai e via a mãe com outros homens. O irmão mais novo tem verdadeira adoração pela mãe e não suportava o pai violento.

O elenco é muito bom. A ex-mulher é interpretada pela Georgiana Góes. A juíza pela Malu Galli. A advogada por Luiza Mariana. A vizinha por Bellatrix. O pai por Eduardo Galvão. A mãe por Juliana Martins. O irmão por Iano Salomão. O promotor por Pablo Sanábio. O detetive por Pedro Brício. As duas meninas são Giovannas, uma Estefanio e outra Maluf. Roberto Brindelli faz o advogado da família do juiz.

A cada episódio atores participam para as cenas de julgamentos da vara da família. Infelizmente Questão de Família comete os mesmos erros ainda da TV Globo. Negros fazem sempre pobres, filhos de empregada, jogadores de futebol, moradores de comunidade. Até há advogados negros, mas eles só defendem os negros. Há uma negra que senta com o juiz, mas não há o nome nem foto da atriz no site da série nem em outro lugar. Negros em papéis de negros. Sérgio Malheiros está em um desses personagens e faz o filho da empregada. Na TV Record ele teve papéis fora desse esteriótipo. Vanessa Lóes atua grávida e interpreta uma advogada participando de dois episódios. Alguns atores convidados foram Rita Guedes, Letícia Colin, Dedina Bernadelli, Peter Brandão, Rodrigo dos Santos, Paulo Reis, Márcia Cabrita, Ernani Moraes e Bernardo Marinho.



Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Meu Passado me Condena - O Filme

Assisti Meu Passado me Condena - O Filme (2013) de Julia Rezende no TelecinePlay. Eu não pensava em ver esse filme. O 007 disse que funciona, que é bonitinho e ele tem razão. O 007 gosta muito da Miá Mello. É mais um projeto patrocinado por cruzeiros. Eu adorei S.O.S. Mulheres ao Mar. Eu tive a impressão que os cruzeiros gostaram mais da propaganda do S.O.S.. Já que Meu Passado me Condena tem algumas questões que depõe contra cruzeiros. Meu Passado me Condena é uma bonitinha comédia romântica. 

Se eu soubesse que a Juliana Didone está no elenco já tinha visto antes. Adoro essa atriz. Também gosto do Alejandro Claveaux.

Começa com o casamento em um cartório dos dois protagonistas. Ele é interpretado pelo Fábio Porchat. Eles querem casar logo porque a lua de mel será em um cruzeiro. Eles se conheceram um mês antes e são opostos. Ele é um animador de festas infantis, é o negócio do seu pai. E ela uma economista. No cruzeiro eles descobrem que lá está um outro casal. Ele foi o namorado dela e a esposa foi uma paixão da infância dele. Começa a confusão. Vou falar detalhes do filme: Confesso que acho que a troca de casais bem mais lógica. As explicações para eles ficarem juntos é meio forçada. Pode ser verdadeira, porque com sentimentos nada é lógico, mas a troca parecia mais simpática. Mas essa dupla está em uma série, então tinham que ficar juntos. Já está pronto o segundo filme desse.

Um casal politicamente incorreto atrapalha mais ainda a vida dos dois casais. Eles trabalham no cruzeiro e fazem tudo para extorquir os passageiros. Eles eram casados e estão separados. Os atores são interpretados por Marcello Vale e Inez Viana. Espero que os cruzeiros não tenham funcionários como esses, que fazem tudo para empurrar serviços avulsos para que gastemos mais. O comandante também é politicamente incorreto. Ele é confundido pelo protagonista e pelo seu amigo em uma festa fantasia, e faz uma represália. Prende os dois amigos em uma parte do navio para se vingar. Por um curto espaço de tempo, mas igualmente politicamente incorreto. Imagino que funcionários assim sejam demitidos rapidamente pelo patrocinador do filme. 

Vários atores fazem participações: Catarina Abdalla, Rafael Queiroga, Elke Maravilha, Ernani Moraes e Stepan Nercessian. As locações são lindas. Angra dos Reis, Ilhéus, Salvador, Marrocos e Itália.



Beijos,
Pedrita

domingo, 25 de julho de 2010

A Comédia da Vida Privada - O Mistério da Vida Alheia

Assisti ao episódio O Mistério da Vida Alheia (1996) da série A Comédia da Vida Privada de Guel Arraes no Canal Viva. Eu comecei a ver por uma acaso, alguns que tinha começado ver não tinha gostado, mas esse era bem estruturado e com um texto do Jorge Fernando muito bom, com supervisão do Luís Fernando Veríssimo. Essa série trouxe episódios escritos por vários autores. Esse era bem verossímel, engraçado sem exageros e com uma dinâmica inteligente. Há um casal interpretado maravilhosamente bem pela Débora Bloch e pelo Daniel Dantas. Ela esconde um segredo do marido, ele é um professor universitário, uma aluna que é apaixonada por ele é interpretada pela ótima Betty GofmanDiogo Vilela espiona a vida alheia, mais precisamente o casal principal com binóculos na janela. Ernani Moraes também está no elenco. O texto é bem engraçado e brinca muito com aqueles mal entendidos. Quando vemos algo e deduzimos como nos convém, ou com as pistas que temos, mas nem sempre é aquilo que imaginamos.



From Mata Hari e 007
Beijos,









Pedrita

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Memorial de Maria Moura


Assisti Memorial de Maria Moura (1994) em DVD. A direção artística é do Carlos Manga e a direção é de Denise Saraceni, Mauro Mendonça Filho, Marcelo de Barreto e Roberto Farias. É a história da saga da Maria Moura e foi uma saga para eu assistir. Comecei a ver na casa da minha mãe. Vi em pedaços. Talvez já conte uns dois anos nessa saga. Agora terminei de ver aqui. Memorial de Maria Moura foi uma série maravilhosa da TV Globo que agora é lançada em DVD. São três CDs enormes com todos os capítulos maravilhosos! Eu tinha lido o livro que foi inspirado da maravilhosa Rachel de Queiroz, que dei pra minha irmã de presente. Sempre ouvia entrevistas dos atores dizendo que teria sido o melhor trabalho da vida deles. Falavam isso em quase todas as entrevistas, até hoje. Glória Pires e Chico Diaz encabeçam a série. E Glória Pires está fascinante! É a estréia na TV da Cléo Pires, ela faz a Maria Moura criança. Era uma criança alegre e feliz, até que na infância ela vê matarem barbaramente o seu pai. Ela muda um pouco, fica mais desconfiada, mas ainda é cheia de vida e bela, já na pele da atriz Glória Pires. Aí a vida vai endurecendo essa mulher e a transformação da Glória Pires, aos poucos, é impressionante! Que atriz!

O elenco é extenso e impressionante, só grandes atores. Arrasam nos papéis principais Zezé Polessa como Firma, uma mulher cruel, Ernani Moraes como o Tonho, Otávio Muller como o horrível Irineu, Kadu Moliterno como o Padre José Maria, Marcos Palmeira como Cirino. Adorava os personagens do Jackson Antunes e da Cristiana Oliveira. Era uma história que já tinha me encantado no livro. Também gostava muito da triste história do Padre José Maria com a belíssima Bia Seidl. Continuam formando esse elenco maravilhoso: Zezé Motta, Rosamaria Murtinho, Nelson Xavier, Norma Bengell, Cassiano Carneiro, Sergio Britto, Celso Fratesqui, Ruth de Souza, Ruy Rezende, Sebastião Vasconcelos, Lui Mendes, Miriam Pires, Paulo Vespúcio, Luis Carlos Arutin, Renata Fronzi, Joel Barcellos, Gilson Moura, Ariclê Perez, Antonio Grassi ,entre tantos outros.
A trilha sonora é belíssima! Também gostei muito da canção que o Orlando Morais fez para a Maria Moura, emocionante! A belíssima fotografia tem vários nomes na direção: Mário Carneiro, Antonio Penido e Elton Menezes.
Nos extras há uma entrevista com a Rachel de Queiroz. E matérias de bastidores que foram realizadas no Video Show.



Youtube: Memorial de Maria Moura8


Beijos,

Pedrita

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Cafundó

Assisti Cafundó (2005) de Paulo Betti no Canal Brasil. Eu queria muito ver esse filme, tinha acompanhado matérias e entrevistas com o Paulo Betti, mas me decepcionei. É um bom filme, mas cometeu alguns pecados irreparáveis. O pior dele está no roteiro de Clóvis Bueno que utilizou aquela técnica etérea de rebuscamento de texto que não diz nada. Querer falar difícil pra mostrar erudição e transformar em cult. Ficou forçado e ruim. A edição do filme também não é das melhores. E o início e o final nos dias de hoje é uma total viagem de mal gosto e falso intelectual. O 007 não gostou do final e disse que teve a sensação de que o dinheiro acabou e resolveram acabar ali mesmo. Também no final vem um texto que fala do João de Camargo, mas além de ficar pouco tempo na tela, não é visível na televisão, provavelmente só na tela grande, erro comum em filmes brasileiros, não pensar na visualização posterior da abertura e final para a televisão.

A história central é interessante, é ficcional baseada na verídica de um ex-excravo do interior de São Paulo que logo após a abolição fundou uma igreja que atendia aos pobres e negros. Incluvise eu já tinha visto uma das imagens desse santo em lojas afro com o nome de O Preto Velho, João de Camargo. Lázaro Ramos está muito bem como João de Camargo.

Alguns outros do elenco são: Leona Cavalli, Leandro Firmino, Flávio Bauraqui, Ernani Moraes, Valéria Mona, Luís Melo e Chica Lopes. O Paulo Betti faz uma pequena participação. Vários grupos atuam em Cafundó: Congada Da Lapa, Ka-Naombo, Art Negra e Banda Lyra. Cafundó foi gravado nas cidades de Lapa, Ponta Grossa, Paranaguá e Curitiba.

Música do post: Caboclo - Caboclo Da Moruganda (É preciso clicar no play porque o Auto Play não está funcionando por enquanto).


Beijos,


Pedrita