Assisti
Fragmentado (2017) de
M. Night Shyamalan no
TelecinePlay. Eu tinha curiosidade em ver esse filme. Adoro o
James McAvoy. Só quando começou que vi que é com esse diretor que detesto. Os roteiros dele são cheios de furos, cafonas, simplistas e com esse filme não foi diferente. Dá pra ver, mas tem mais furo que uma peneira.
O tema central é interessante. Uma homem tem 23 personalidades. Demoramos um pouco para descobrir isso. Uma dessas personalidades sequestra três meninas.
A parte da psicóloga ou psiquiatra é a pior parte. É uma senhora com mais idade que atende sozinha em casa, pelo jeito vários pacientes com muitas personalidades, interpretada por
Betty Buckley. A vizinha até comenta que acha muito arriscado ela receber sozinha os pacientes. Muito estranho realmente, mas a senhora pode ser meio maluca. Raramente profissionais atendem em casa, e casos complexos menos ainda. Em geral atendem em clínicas, com outros profissionais, mesmo que em outras salas, atendentes, para minimizar possíveis riscos. Em casos extremos como esse até mesmo em hospitais pela infra-estrutura protetiva. Essa senhora pesquisa pessoas com várias personalidades e acredita que elas sejam o futuro e uma evolução da humanidade. Inclusive ela dá uma apresentação em skype para um evento onde fala sobre essas suas pesquisas. Estranho também pesquisar sozinha. Em geral pesquisas com essa profundidade são feitas por várias pessoas, equipe médica, laboratórios. Depois ela recebe madrugadas seguidas pedidos de consultas e socorro de uma das personalidades do rapaz. Ela desconfia que algo ruim acontece, vai sozinha onde ele mora, em um lugar ermo, sem ninguém acompanhando. Surreal! A falta de proteção dessa picareta apavora.

Gosto muito da atriz que faz a menina principal, Anna Taylor-Joy. O sequestrador tinha escolhido duas meninas para levar, só que uma terceira está no carro, ninguém foi buscá-la em uma festa, então resolvem dar carona pra ela. Muito ruim também a parte das personalidades, como se elas pudessem de modo sobrenatural virarem outra pessoa. esquisito. É quase ficção científica o filme e de mal gosto. Fraco e cafona!
Beijos,
Pedrita