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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

Rio, 40 graus

Assisti Rio, 40 Graus (1955) de Nelson Pereira dos Santos no Now. Falaram esse filme na novela Garota do Momento. A novela se passa na década de 50 e o filme tinha entrado em cartaz nos cinemas na época. Esses filmes clássicos nunca sei quais eu vi. Coloquei na busca no Now e achei, comecei a ver e percebi que não tinha visto. Não sei em que canal está o filme.

É um filme ousado em muitas questões. Além de um elenco talentoso numeroso, o diretor também colocava cariocas para atuar também. São inúmeras locações, Pão de Açúcar, Corcovado, Maracanã, praia, morro. São várias histórias.

Como as dos meninos do morro que saem pra vender no asfalto amendoins no balde quente. São muitos meninos explorados por homens maus, um é do personagem do Jece Valadão. Esses meninos não tem perspectivas. Não estudam e trabalham, trabalham muito. Hoje infelizmente não mudou muito. Há pessoas que alugam crianças pra pedir esmolas ou vender produtos em faróis. Crianças igualmente exploradas. Pelo menos agora é obrigatório a criança ir a escola, então diminuiu o número de crianças exploradas. No filme todos os meninos do morro descem para vender, pedir esmola e trabalhar. Ficam exaustos, trabalham demais e quase todo o faturamento ficam com seus aliciadores.
Tem história do morro, do asfalto, de jogador de futebol, político. Tudo entrelaçado como se fosse um único dia. Muito bom! Termina no morro com Carnaval!

O filme que eu vi está com excelente qualidade de imagem.

Beijos,
Pedrita

domingo, 28 de março de 2021

Lucicreide vai pra Marte

Assisti Lucicreide Vai Pra Marte (2021) de Rodrigo César no Now. O roteiro é de Cadu Pereiva, Chico Amorim Dadá Coelho. Essa semana o filme entrou pra ser alugado nas plataformas. Chegou a estrear no cinema, mas aqui em São Paulo, uns dias depois, todas  as salas foram fechadas.  Finalmente consegui ver. Que delícia de filme! Amei!

Lucicreide trabalha na casa do Arnaldo que trabalha para a Nasa. Ele está muito ocupado em selecionar quem dos cidadãos comuns inscritos irão pra Nasa pra treinamento e um ser escolhido para seguir pra Marte. Ele não olha o desenho do filho.
Lucicreide está enlouquecida com seus cinco filhos. Amo a Fabiana Karla e como nos diverte. Seu marido sumiu e a sogra, que não é fácil, aparece, ela é  interpretada pela ótima Dona Irene. Lucicreide quer sumir e o filho da patroa resolve inscrever Lucicreide no projeto da Nasa. Gostei demais de todas as crianças: Gianlucca Mauad, João Neto, Maria Eduarda Marina Maia, Guiguiba e Isaac Guedes. Uma graça o garoto achar que uma viagem seria bom pra Lucicreide já que a mãe também viajou porque estava nervosa. Gostei muito de mostrar mulheres reais, mães imperfeitas.
E claro que Lucicreide vai pra Nasa. As cenas aéreas da Nasa são deslumbrantes. Eles são apresentados a Nasa, acompanhamos a visita, fascinante. E a gravidade zero? Que delícia!!! Mas acho que eu amei mesmo os sonhos da Lucicreide, nossa, geniais. O elenco todo é ótimo. Interpretam os diretores da Nasa: Lucy Ramos, Isio Ghelman e Leandro da Matta

E a equipe que vai para o treinamento tem Adriana Birolli como a vilã. Todos os outros participantes de alguma forma Lucicreide ajuda. Muito lindo como ela consegue ajudar cada um a se encontrar, achar um motivo pra seguir em frente, emocionante. Estão nesse núcleo Cacau Hygino, Fernando Ceilão e Ceronha Pontes. Só depois que assisti que descobri que o diretor faz um repórter estrangeiro. Há muitas cenas de jornalismos de TV contando sobre a seleção de civis pra seguir pra Marte.

Muito bonito mostrar o pai que está com dificuldades de administrar a sua vida pessoal e profissional. Que tudo começa a se acertar quando ele se humaniza. Renato Chocair está muito bem no papel.

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Rei Arthur: A Lenda da Espada

Assisti Rei Arthur: A Lenda da Espada (2017) de Guy Ritchie no Now. Eu só vi esse filme porque ele veio de graça junto com Mulher Maravilha, esse eu estava louca pra ver. Aí pra não perder a promoção resolvi assistir. Rei Arthur ia ser daqueles filmes que ia estrear em algum canal e eu ia enrolar se é que ia parar pra ver algum dia. E seria melhor, porque é bem ruinzinho.

Eric Bana faz uma passagem relâmpago, é só para servir de chamariz pro filme, morre antes mesmo do filme ser apresentado. O bebê aparece para moças que trabalham em bordel em uma cidade e criam o garoto.

O garoto cresce praticando pequenos delitos, até que chama a atenção de um treinador e passa ser treinado em lutas e ganhar lutas. Particularmente achei péssima a escolha do ator para ser o Rei Arthur, Charlie Hunnam, com figurino e cabelo de piloto da primeira guerra mundial. Parece até que foi teletransportado para o tempo antigo.

O roteiro até seria interessante. Boa a ideia do rei de fazer pactos com mulheres n´água. Interessante a bruxa  interpretada pela bela Astrid Bergès-Frisbey, que ajuda Rei Arthur a subir ao trono. Mas algo não funciona, lutas demais, artificial, esquisito. Jude Law é o rei vilão. O elenco é grande e as tramas são confusas: Djimon Hounsou, Aidan Gillen, Freddie Fox, Tom Wu, Annabelle Wallis e Michael McElhaton. A sensação que tenho é que o filme ficou grande demais, foram cortando e perdeu a coerência.


Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Mulher Maravilha

Assisti Mulher Maravilha (2017) de Patty Jenkins no Now. Eu recebi pelo correio uma simpática promoção da NET que me permitia ver antecipadamente filmes. Fiquei eufórica em ver que um é esse que tanto ansiava ver. Um presente simples, antecipar para os assinantes a visualização de um filme tão cobiçado. Espero que façam isso outras vezes.

Eu tenho uma memória afetiva com a Mulher Maravilha e logo que publicaram uma primeira foto de gravação e vi que seria de época fiquei curiosa. Mas foi a postagem da Patry no blog dela que me instigou de vez. 

Deve ser um belo filme para ver na telona. As cenas na ilha das Amazonas são de uma beleza estonteantes, que lugar belíssimo! E fofas demais as atrizes que fazem a Mulher Maravilha antes de ser adulta: Lilly Aspell e Emily Carey. E belíssima a Gal Gadot, talentosa também. Gosto demais de filmes com mulheres poderosas, de boa índole. O roteiro é muito bem construído. O filme tem mais de duas horas que passam bem. Lindíssimas as cenas na ilha. Adorei as cenas em Londres.

A foto que conta a história também é ótima. Foi inteligente escolherem a Segunda Guerra para o maniqueísmo. Difícil ficar do lado dos alemães, ficou fácil torcermos para um lado da guerra. Muito tristes as cenas da guerra, gostei do toque de realidade do filme. O par romântico também é lindo interpretado por Chris Pine. E a trupe que segue com ela para eles destruírem uma arma química letal é ótima: Ewen Bremner, Saïd Taghmaoui e Eugene Brave Rock.
Alguns outros do elenco são: Danny Huston, David Thewlis, Connie Nielsen, Robin Wright, Lucy Davis e Elena Anaya. Gostei demais de Mulher Maravilha!

Beijos,
Pedrita