Assisti
The Walking Dead - 5ª Temporada (2014)
de
Frank Darabont no
Now. Eu comecei a ver seguidamente, mas de repente comecei a parar e fiquei meses sem voltar a ver. A
Patry do
Marion e Sua Vida comentou que a série devia ter acabado nessa temporada. Pode ser. Mas como ela eu vou querer continuar a vendo para saber o que acontece com os personagens.
Essa temporada começa em Terminus. Eles seguiram os avisos e lá descobrem que é um falso abrigo. Um lugar medonho. Conseguem fugir. Ficam um tempo em uma igreja com um padre abominável e covarde. Descobrem barbaridades de um grupo próximo. São encontrados por rapazes que dizem que uma comunidade precisa deles.

Eles estão ressabiados, já viram várias comunidades lideradas por lunáticos. A série mostra que os seres humanos, retirados de suas bases de sobrevivência ficam muito perigosos. Mas essa sociedade é mais equilibrada. A líder conta que criaram aquele condomínio para se protegerem de tragédias futuras. Tudo é bem organizado, há placas solares que fornecem energias, casas confortáveis. Continuo estranhando as pequenas hortas e plantações. De tão minúsculas não mantém nem uma família de quatro pessoas, que dirá um condomínio. E eles continuam fissurados por latinhas e mais incrível ainda, as acham nas buscas e com validade e qualidade depois de tanto tempo. Patry também acha estranho que os carros tenham sempre combustível e eu que as armas tenham sempre munição. Nada mais é produzido, tudo o que resta só é extraído. E não ligam para árvores frutíferas. Não as plantam, nunca as encontram. Esse autor do roteiro não tem a mínima noção de agricultura.

Eles gostam dos confortos, banho quente, podem fazer a barba, cortar o cabelo, roupas limpas. É interessante o silêncio deles. Eles gostam mas estão sempre desconfiados. Rick (Andrew Lincoln) e Michone (Danai Gurira) são designados policiais. É interessante as discussões que surgem nessa comunidade. Esse grupo logo que tudo começou se isolou ali. Eles não tem a mínima noção da dimensão de tudo o que aconteceu e dos perigos. Eles ainda acham que o maior perigo são os zumbis. Não tem noção de como a sociedade se tornou perigosa.

Também o grupo tende a jogar os problemas pra baixo do tapete. A líder entrevista todos gravando até aceitá-los na comunidade. E quando há problemas ouve todos gravando também. É bem interessante quando essa temporada começa a chegar ao final e descobrimos que o grupo do Rick não estava muito confortável nessa comunidade que fingia ser um conto de fadas. Muito interessante quando a Carol (
Melissa McBride) diz que conta histórias pra eles como se fossem crianças. E é isso, parece que esse grupo mais brinca de casinha do que enfrenta com maturidade os seus conflitos. A líder do grupo é interpretada por
Tovah Feldshuh e seu marido por
Steve Coulter. Interessante que essa líder acredita mais no padre que veio com o grupo que com o grupo. Ela não percebe os desajustes do padre, total alienada e conservadora. Nesse grupo ainda aparece
Alexandra Breckenridge.
Carl (Chandeler Rigs) está com um cabelão pavoroso. Achei que ele ia se inspirar no pai e ao menos ter um cabelo que ficasse melhor, mas não, continua com aquele cabelo sem corte, cumprido, com chapéu, sempre suado e cabelo melado. Carl parece ser o que mais se adapta a comunidade. Há tempos ele não se relacionava com pessoas da idade dele. Ele se identifica bem com o grupo adolescente da comunidade.
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Beijos,
Pedrita