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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Jay Kelly

Assisti Jay Kelly (2025) de Noah Baumbach na Netflix. Que filme chato! Tem umas questões interessantes, então dá pra empurrar. Levei um tempão pra terminar. Eu quis ver esse filme porque o George Clooney concorria por esse filme a Melhor Ator de Drama no Globo de Ouro, ao lado de Wagner Moura que ganhou.

George Clooney interpreta Jay Kelly um ator tão famoso quanto ele e que tem um ego absurdo. Em um encontro com um colega da juventude, ele começa a repensar a sua carreira e suas relações. O filme está como drama, tem horas que tenta ser cômico, mas não é nada disso na verdade.

 

Jay Kelly tem um séquito de funcionários. Essa questão que achei importante mostrar. Não sei se muitos atores tem tantos funcionários, mesmo os mais famosos como o próprio Clooney, mas mostra o quanto esses atores são mimados e tudo é feito pelos outros. O chato do Adam Sandler é o seu maior capacho. Eu detesto esse ator que é péssimo e está péssimo. Ele abandona sua família, tudo, para viver na sombra do Clooney.

Há também a produtora, Laura Dern, e outros profissionais que andam sempre junto com o ator. Todos sempre no entorno. Aos poucos os profissionais vão se irritando e abandonando-o, exceto seu empresário.

Um pouco dá pra entender porque o ator ficou distante da família. São muitos filmes, vários realizados em outras cidades, países, então é compreensível estar mais distante. O mesmo para o seu empresário que parecia mais um faz tudo. Mas esse exagero precisa ser repensado. Quem vai ficando famoso vai se acostumando a ter uma infinidade de pessoas que resolvem tudo pra ele, é muito egocêntrico. Fiquei curiosa em saber quem são os famosos que exageram nesse séquito de profissionais.
Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Lobos

Assisti Lobos (2024) de Jon Watts na AppleTV+. Não curto muito esse gênero, ação e comédia, mas por ser com George Clooney e Brad Pitt resolvi ver. É mais ou menos, mais pra menos. Dá pra ver.

Os personagens são muito, mas muito chatos. Uma mulher se vê em uma enrascada em um quarto de hotel de luxo. Um jovem, Austin Abrams, cai em cima de uma mesa de vidro e morre. Ela lembra de um contato de um homem, George Clooney, que resolve essas questões. O hotel vê pela câmera e também chama um resolve isso, Brad Pitt. Os dois são um espelho do outro, mas se odeiam já que os dois trabalham sozinhos e da mesma forma. Começa uma briga chatíssima de egos. Fiquei pensando se os atores também se digladiavam no ego.
O garoto não estava morto e eles continuam precisando resolver o problema. Passam a noite fugindo com o garoto, é bem chato. Mais um filme que a cidade dorme, não tem ninguém nas ruas, exceto uns carros. Surreal! O final melhora. Achei legal que quando termina as câmeras de segurança do hotel mostram o que realmente aconteceu entre a mulher e o jovem.

Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 24 de março de 2021

O Céu da Meia-Noite

Assisti O Céu da Meia-Noite (2020) de George Clooney na Netflix. Continuo a minha saga de ver filmes que concorrem ao Oscar. Pela pandemia, a maioria está na Netflix. Amo o George Clooney que dirige e faz o protagonista e amo ficção científica. Gostei muito desse filme melancólico! O roteiro é baseado no livro da americana Lily Brooks-Dalton, realmente o roteiro é muito feminino.

Há evacuação de pessoas em uma base no Ártico. O cientista resolve ficar, ele está com uma doença terminal e uma criança que se esconde também fica. Eu desconfiei sobre a criança e acertei. Uma graça a menina interpretada por Caoillin Springall. É em um futuro distante e plausível, 2046. Nós destruímos a terra, aos poucos descobrimos que parece que a maioria morreu na terra, que o ar ficou irrespirável. Só os que vivem em bases com tudo artificial podem ter sobrevivido.
Há uma nave espacial voltando à terra depois de uma missão em um planeta que poderia ser habitado. O médico tenta avisar a nave para que não voltem, a comunicação é muito difícil.

O elenco é excelente. Na nave estão Felicity Jones, David Oyelowo, Kyle Chandler, Tiffany Boone e Démian Bichir. Felicity acabou engravidando, então Clooney adaptou o roteiro para manter a atriz. Incrível como é uma parte muito significativa no filme, a gravidez, o casal, fica muito emblemático. Eu achei inclusive que a gravidez fosse do livro adaptado por ser muito simbólico.

Beijos,
Pedrita

domingo, 31 de março de 2019

Suburbicon

Assisti Suburbicon (2017) de George Clooney na HBO On Demand. Nunca tinha ouvido falar nesse filme. O Clooney sempre participa de filmes que tenham alguma profundidade, e não é diferente desse. Só no final que vi que o roteiro é dos Irmãos Coen e entendi tudo.

Suburbicon é um bairro americano, daqueles que foram clássicos em difundir o estilo americano de viver. Lugares para famílias, sem violência. Aqueles lugares que tudo parecia sereno e lindo do lado de fora.

Uma família de negros muda-se para Suburbicon. O filme passa então a falar de duas famílias que moram uma em frente a outra. A que vive os negros é praticamente só pano de fundo.

Dois garotos praticamente da mesma idade fazem amizade estimulada pela mãe do garoto. O filme é praticamente todo pela ótica do garoto da família branca que sofre logo no começo um assalto e a mãe do garoto é morta.

Eu logo desconfiei o que estava acontecendo, mas o filme não faz muito segredo disso. Eu fiquei imaginando que desfecho teria já que o filme seguia muito mal e vem bem ao estilo dos Irmãos Coen, com muita violência e fatos surreais desconfortantes. Matt Damon é o pai do garoto. A mãe e a tia gêmeas são interpretadas por Juliane Moore. O garoto muito fofo por Noah Jupe. A família negra é interpretada por Karimah Westhbrook, Leith M. Burke e Tony Spinosa. Alguns outros do elenco são: Glenn Fleshler, Corey Allen Kloter, Oscar Isaac, Gary Basaraba e Nancy Dale.

Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Ave, César!

Assisti Ave, César! (2016) dos Irmãos Coen no TelecinePlay. Eu não estava muito animada em ver esse filme, nunca curtia o pouquinho que via em chamadas. Mas o 007 falou que era dos Irmãos Coen que adoro, resolvi ver. Ele também não gostou muito. Tem umas sacadas geniais, típicas dos Irmãos Coen, mas é irregular. Vale muito a pena ver porque é muito inteligente, mas não chega a ser o que de melhor eles fizeram.

Gostei que fala de Hollywood. Desglamouriza o período. Um grande estúdio está gravando Ben Hur, obviamente tem outro nome no filme, mas logo identificamos. Estão no final das filmagens. George Clooney faz o protagonista. Ele não é nada brilhante e apronta muito. Ele é sequestrado e ninguém imagina. Levam-no há uma belíssima casa em uma praia onde roteiristas comunistas querem ganhar mais pelos seus trabalhos. Muito engraçado a dificuldade do protagonista de entender tanta referência literária.

O personagem do Josh Brolin passa o filme tentando apagar os incêndios das produções. Chega a cansar tanta atividade e tanta confusão que ele tem que resolver. São tantos problemas. Uma atriz que engravidou de um ator casado e para não manchar a imagem precisa de uma solução. Ela é interpretada pela bela Scarlett Johansson e atua naqueles filmes na piscina com nado sincronizado. Muito engraçado o grupo que estuda uma solução. E tudo mirabolante para enganar o público tentando salvar a imagem da atriz. Hilárias as duas Tilda Swinton. Elas são gêmeas inimigas, mas tem a mesma profissão. As duas são colunistas. Uma gosta de sensacionalismo, a outra se diz mais sofisticada, mas é tudo mais do mesmo. 

Alden Ehrenreich faz um ator de filmes de cowboy. Um ator de um filme de drama não pode comparecer e escolhem o ator cowboy para substituí-lo, só que ele só sabe fazer filmes de ação, sem falas, é muito engraçado ele tentando interpretar. O diretor é interpretado pelo Ralph Fiennes. É engraçado porque parece que não vai dar certo de jeito nenhum. Depois vão assistir um trecho e com a edição parece que ele é ótimo. Muito inteligente a cena. O elenco incrível continua Frances McDormand, Jonah Hill, Max Batter, Patrick Fischler, Channing Tatum e Christopher Lambert. É enorme e com muitas participações. O narrador é Michael Gambon.

Beijos,
Pedrita

sábado, 1 de abril de 2017

Jogo do Dinheiro

Assisti Jogo do Dinheiro (2016) de Jodie Foster na HBO On Demand. Não sabia da existência desse filme e péssimo o nome que colocaram no Brasil. O original é bem mais pertinente, Money Monster. Gostei demais. O roteiro é da história de Alan DiFiore e Jim Kouf.

George Clooney interpreta um apresentador de programa sobre investimentos, mas bem sensacionalista e cômico. Até que um atirador entra no estúdio e o faz refém. Fala muito desse mercado de investimentos, não sei se pessoas que conhecem bem o meio gostaram, se é relativamente próximo do real. Mas eu gostei demais.

George Clooney vem trabalhando em filmes questionadores e esse não é diferente. Jodie Foster também. E a diretora do programa sensacionalista é interpretada pela Julia Roberts. Os dois estão incríveis. O filme é tenso, muito bem editado. O rapaz que faz o sequestrador, Jack O´Connell, está incrível também.

O filme acaba falando de um único grupo que manipula milhões para ganhar individualmente muito dinheiro promovendo uma grande fraude. Mas acaba cutucando naquelas críticas à especulação pavorosa que os Estados Unidos fizeram gerando esse caos financeiro mundial e essa crise interminável. No início o personagem do George Clooney diz que antes as barras de ouro nos bancos mostravam que o seu dinheiro lá, que hoje tudo é virtual. Se pensarmos que em internet cabe tudo, um pouco de falta de escrúpulo de um já causa um desastre, imagine de muitos especuladores. E fala da globalização. Um que cria o sistema de apostas está em um país oriental, outro na Rússia, não há mais necessidade das pessoas trabalharem juntas, o que dificulta muito o seu rastreamento. Ainda no elenco estão Dominic West, Caitriona Balf, Christopher Denham, Giancarlo Esposito, Jake Choi, Lenny Venito, Emily Meade, Dennis Boutsikaris, Aaron Yoo  e Makhaola Ndebele.

Além de falar do mercado financeiro fala de televisão, de programas sensacionalistas. O apresentador acha que é adorado, mas no meio do programa descobre que as pessoas não estão se importando muito com o que vai acontecer com ele que tem alto índice de rejeição. Dessa falta de noção que celebridades tem. De perder a noção do real. 
Beijos,

Pedrita

terça-feira, 31 de março de 2015

Caçadores de Obras-Primas

Assisti Caçadores de Obras Primas (2014) de George Clooney no Telecine Premium. Queria muito ver esse filme. Gostei muito e não conhecia essa parte da história. Um especialista em artes convence os Estados Unidos da importância de enviar especialistas em artes para a Europa onde acontece a Segunda Guerra Mundial para tentar impedir que destruam a cultura dos países. Um dos maiores problemas era descobrir para onde Hitler enviava as obras de arte para que fossem futuramente expostas no Museu do Fuhrer que seria construído.

Um grupo inusitado é reunido para se fingir de soldado e tentar saber o paredeiro das obras. Muito triste ver casas inteiras confiscadas, dentes de outro, alianças. Deprimente a organização dos alemães nos campos de concentração, que separavam tudo e enviavam para lugares escondidos. Uma produção impecável baseada na maldade e no roubo de bens alheios. Tem hora que parece que a limpeza étnica parecia só uma desculpa para roubo descarado e morte também, porque os dentes e objetos de ouro eram tirados na maioria das vezes dos que iam para as câmeras de gás. Quanta crueldade.

O filme é muito difícil de ser realizado, passa por vários países. Li uma matéria feita de conversas na coletiva de imprensa, inclusive com o diretor que explica muito esse fato histórico. Essa história é contada no livro de Robert Edsel. Muitas obras foram destruídas porque eram de artistas judeus. A matéria com mais detalhes está aqui. O ótimo elenco é formado por George Clooney, Matt Damon, Cate Blanchett, Bill Murray, Hugh Bonneville, John Goodman, Jean Dujardin, Bob Baladan e Dimitri Leonidas.
Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Gravidade

Assisti Gravidade (2013) de Alfonso Cuarón na HBO. Eu só soube desse filme quando falavam nos indicados ao Oscar. Gravidade ganhou muitos prêmios, inclusive vários Oscars. Eu gosto demais da Sandra Bullock, então quis ver. É muito bom, muito bem realizado.

Começa com três astronautas trabalhando flutuando no espaço. dois são interpretados por Sandra Bullock e George Clooney. Eles ouvem que um acidente está levando em alta velocidade fragmentos, mas que esses astronautas não estão na rota desses destroços. Até que começam a avisar que abortem a missão porque os destroços estão vindo. Os fragmentos os atingem. O personagem do George Clooney é o responsável por cuidar dos astronautas, Sandra Bullock é responsável pelos consertos.

Os dois partem então na tentativa de chegar em estações que os possam levar de volta a terra. O oxigênio da personagem da Sandra Bullock está acabando. É impressionante como Gravidade é bem realizado. E ela está realmente incrível. A voz que eles falam na terra é do Ed Harris. Mas eles falam pouco tempo, logo ficam incomunicáveis. Gravidade ganhou Oscar de Melhor Fotografia, Direção, Edição, Canção, Som, Mixagem e Efeitos Visuais. A lista de prêmios em vários festivais é enorme.

Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Tudo Pelo Poder

Assisti Tudo Pelo Poder (2011) de George Clooney no Telecine Touch. Resolvi ver porque tenho lido que o George Clooney tem investido em projetos que questionam o meio em que vive. Achei estranho do filme estar no Telecine Touch e fiquei com receio de ser muito banal, mas é excelente! No início George Clooney interpreta um candidato a governador. Ele faz um discurso, eu estava com sono e fiquei com receio que o filme todo ia ser por aquele caminho e que ia deixar pra ver outro dia. Mas Tudo Pelo Poder toma um rumo interessantíssimo. O nome original é mais interessante mas não serve no Brasil, The Ides of March, mas o nome encontrado no Brasil é péssimo.

George Clooney não aparece tanto. Boa parte do filme passa com os responsáveis pela campanha. Dois grandes atores Ryan Gosling e Philip Seymour Hoffman. O personagem do Ryan Gosling acredita muito no candidato, trabalha por paixão. Ele é convidado pelo Philip Seymour Hoffman a trabalhar na campanha. Me incomoda essa transformação de políticos em heróis nas campanhas. São pessoas comuns que representam na política, esse exagero de palmas, como se fosses deuses, me incomoda profundamente.

O roteiro é muito bom e é baseado no livro Beau Willmon, Farragut North. O elenco continua incrível. Paul Giamatti interpreta um profissional da oposição. Evan Rachel Wood a estagiária. Alguns outros são Jeffrey Wright, Marisa Tomei e Max Minghella.



Beijos,
Pedrita