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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Grite, Grite Outra Vez

Assisti Grite, Grite Outra Vez (1969) de Gordon Hessler no Telecine Cult. Esse tinha sido o único que não tinha conseguido ver do especial Halloween com o Vincent Price e o que mais queria ver porque achava o máximo esse nome, e no original é isso mesmo. Grite, Grite Outra Vez é muito tosco, hilário de tão tosco. Três histórias estranhas acontecem no começo. Um homem corre com roupa de ginástica, sente uma dor no baço e cai. Ele acorda, uma enfermeira vai vê-lo, ele tem muita febre e quando ele tira a coberta ele está com uma perna amputada. Outro caso são de mulheres que aparecem assassinadas. E um terceiro, um local militar muito secreto recebe um homem que mata outro que o questiona.
Aos poucos essas histórias vão se cruzando. Eu achei que era tudo viagem e cada uma teria um fim mais maluco que outro, mas é bem coerente e tosca a conclusão. Hilária na verdade! Ri muito. Grite, Grite Outra Vez é desses filmes de baixo orçamento, tanto que as cenas de noite foram feitas de dia e escurecidas, muito mal escurecidas. As tomadas de câmeras são péssimas em vários momentos. É bem tosco mesmo! Alguns do elenco estão: Christopher Lee, Peter Cushing, Judy Huxtable, Yutte Stensgaard e Alfred Marks.

Youtube: Vincent Price "Scream and Scream again"




Beijos,

Pedrita

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

O Túmulo Sinistro


Assisti O Túmulo Sinistro (1964) de Roger Corman no Telecine Cult. Eu adoro os filmes com o Vincent Price. Volte e meia vejo algum. E o Telecine Cult resolveu fazer uma comemoração do Hallowen com filmes dele. Eu avisei minha mãe desse e ela, como eu, se divertiu bastante. Esse é baseado em uma história do Edgar Allan Poe, que também adoro. Sim, tem um gato preto e o coitado realmente leva a culpa. Mas eu vejo invertido. Vou falar detalhes do filme: O coitado do gato foi usado pela morta como veículo. Inclusive eu tinha dúvida se quem tinha recebido a alma dela tinha sido a outra mocinha do filme. Na verdade as duas são interpretadas pela mesma atriz Elizabeth Sheperd, que mulher linda.

Apesar da foto o filme é colorido. Começa o filme com nosso protagonista enterrando sua amada. Ele ficou viúvo. Uma mulher ativa, vizinha, acaba conhecendo-o e eles se apaixonam. Essa que achei que podia estar com a alma da outra. Ainda no elenco está John Westbrook.



Youtube: Tomb Of Ligeia - Original Trailer 1965




Beijos,

Pedrita

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

O Ataúde do Morto-Vivo

Assisti ao filme inglês O Ataúde do Morto-Vivo (1969) de Gordon Hessler no Telecine Cult, baseado na obra de Edgar Allan Poe. Era uma noite sem opções e eu não estava muito afim de ver esse filme. Gostei, mas a base do tema é bastante preconceituoso. O filme até conserta um pouco mais pra frente, mas é um remendo mal feito. Começa em uma tribo africana, onde nativos fazem uma cerimônia "selvagem". Me incomodaram as frases sobre a África e o estigma de que os negros são selvagens e só fazem magia negra. Vem o letreiro e aí o filme vai para outro país, o "civilizado". São daqueles filmes com baixos orçamentos, poucos cenários e quase nenhum figurino. O diretor tenta inovar fazendo um recurso de câmera onde nós somos o homem olhando o que fazem com ele. Até é interessante, mas as interpretações são sofríveis.
Me diverti com as cenas externas. São poucas, mas há algumas. Nosso protagonista, o divertido Vincent Price, que já tocava piano nesse filme antes de Mr. Phibes, passeia em dias diferentes com sua amada. Quase todas as cenas são à noite, mas como a jovem "donzela" é bela, as cenas são filmadas a luz do dia para contrapor com todo o horror do filme. Então nos praticamente três dias que filmam o casal andando nos "campos", ela está com o mesmo casaco e o mesmo vestido. Idem o protagonista e todos os outros do elenco. Todo mundo usa no filme todo o mesmo figurino. Muito divertido!

Fiquei curiosa em saber porque quase todo o elenco masculino é de meia-idade. Fiquei pensando se teria a ver com o baixo orçamento. Pegar atores afastados que cobram cachês mais baixos. O engraçado é que apesar de estarem na meia-idade as moças são sempre atrizes jovens e belas que se casam com esses homens de meia idade. Mais um preconceito do filme. Como vocês vêem na foto, Christopher Lee está no elenco. Ele e o Vincent Price são os únicos atores conhecidos. Todos os outros são bem desconhecidos: Alister Williamson, Rupert Davies, Harry Baird e Peter Arne. São bem bonitas as jovens atrizes: Uta Levka, Sally Geeson e Hilary Heath.

Beijos,

Pedrita

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

A Mansão do Terror


Assisti A Mansão do Terror (1961) de Roger Corman no Telecine Cult, baseado em um conto de Edgar Allan Poe. Assisti com a minha mãe, nós sempre fomos fãs dos filmes de suspense com o Vincent Price e esse nunca tínhamos visto. De todos os que vi com ele até hoje, esse é o mais violento, menos romântico e bastante sádico. A maioria dos filmes que o ator contracenava sempre tinham o amor na trama, e apesar de maldades, eram sempre ligados a vingança por amor, nós lutávamos pelos vilões. Esse já é diferenciado.
Um homem chega na mansão. São engraçadas as cenas desses filmes desse período. Ainda mais os de baixo orçamento. Há algumas cenas externas que eles usam recursos para mostrar as mesmas de noite, de dia e depois tudo se passa em cenários bem precários. Esse homem foi em busca de informações sobre a morte da sua irmã. Ele leva um susto em saber que ela morreu faz três meses e demoraram tudo isso para avisá-lo. O viúvo, interpretado por Vincent Price, está inconsolável e não quer falar no assunto. A irmã que ajuda o homem a conseguir algumas pouquíssimas informações.
As atrizes são lindas e interpretadas por Barbara Steel e Luana Anders. O homem que chega na mansão é interpretado por John Kerr. Há ainda um médico interpretado por Antony Carbone. Os outros têm menor participação. Elenco pequeno também para diminuir custos, tanto que esses filmes eram feitos em quantidade. Há vários em datas próximas com temas semelhantes. Minha mãe comentou que inclusive usavam sempre os mesmos cenários com poucas alterações.


Beijos,

Pedrita