Assisti a
1ª Temporada de
Halo (2022) de
Steven Kane e
Kyle Killen na
Paramount+. Eu tinha visto muitos comentários animados sobre essa série, muitos assistindo, resolvi ver. Eu adoro ficção científica e essa série é muito boa. Ainda não tem as próximas temporadas. A série é baseada em um jogo de tiro de 2001.
A série começa com um ataque ao planeta Madrigal. Era tanta luta que larguei semanas a série. Voltei porque lembrei que elogiavam muito, devia melhorar depois daquela chatice, e melhora mesmo. Kwan Ha é uma sobrevivente. Ela resolve continuar a luta do seu pai. Incrível a atriz, Yerin Ha, que tem o mesmo sobrenome da personagem. A atriz deve gostar de falar da sua família lembrando que é o seu sobrenome também. Com o tempo ela ganha um aliado, Bokeem Woodbine. Tem uns furos, um bem mal feito é quando os dois se escondem em um cofre com frestas e o fogo entra lá também, mas eles saem sem nenhuma queimadora e pasmem, vivos.
É nessa luta inicial que ela conhece o Master Chief. Ótimo ator,
Pablo Schreiber. São duas histórias paralelas a da Kwan e a do Master. Ele volta a sua base, mas insuflado pelo seu amigo que fugiu e vive em um outro planeta, tira o dispositivo que neutraliza as emoções dos soldados.
Uma colega vê e faz o mesmo, é a minha personagem favorita, Kai (Kate Kennedy). Eles descobrem que foram sequestrados quando crianças, colocaram clones nos lugares deles e criados em escolas desde pequenos para ser soldados, também tiveram suas memórias apagadas. Eu adoraria um romance dela com a Miranda.
A vilã mor acredita que tirar as emoções dos soldados os faz mais produtivos, controláveis e objetivos. Ela também cria a Cortana (
Jen Taylor), uma inteligência artificial que é colocada na cabeça do protagonista. Ela só não lidera totalmente o soldado porque ele tem uma conexão com o artefato. O problema é que a vilã encontra aliados nessa violência, o conselho do planeta que concorda com essa barbaridade. Adoro a atriz,
Natascha McElhone. Integram o conselho
Shabana Azmi e
Danny Sapani. A vilã é cientista e rival de outra cientista,
Olive Gray.
Gosto muito também da personagem da Charlie Murphy, pena que ela morre, bom, nunca se sabe, se em joguinho muitos ressuscitam, em Halo isso acontece direto também. Ela tem uma história parecida com o Master Chief, na infância ela fazia trabalho escravo, é sequestrada por alienígenas, e eles a usam pela conexão com o artefato. Ela é má, mas oscila quando conhece humanos, se apaixona pelo Master Chief e vê que não é tudo o que lhe diziam. O tempo todo duvidamos dos personagens, é o grande trunfo da série. Aguardo ansiosamente a segunda temporada.
Beijos,
Pedrita