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domingo, 7 de janeiro de 2024

O verão em que mamãe teve olhos verdes de Tatiana Tibuleac

Terminei de ler O verão em que mamãe teve olhos verdes (2017) de Tatiana Tibuleac da Mundaréu. A escritora é da Moldávia, de expressão romena. Eu amei essa capa que tem a obra Duck Haws (1822) de John James Audubon.

O marcador de livros é do Museu Van Gogh de Amsterdam, sei que ganhei, mas não lembro detalhes de como chegou aqui e por quem. 


Obra Jogos Perigosos (2023) de  Irina Greciuhina

Eu não lembrava o motivo desse livro ter ido pra minha lista, eu separo em uma lista, livros que gostaria de ler, pra escolher alguns pra adquirir em feiras de livros. Quando comecei, entendi. Mãe e filho tem uma relação muito conturbada. Os pais amavam profundamente a irmã dele, que morre. A mãe se afasta do filho pra trabalhar a sua dor e o esquece. Ele tem problemas psiquiátricos. O livro é intenso, profundo. O narrador é esse filho que conta a sua história. Vamos conhecendo a história entrelaçadas entre passado e presente. Como são os pensamentos do narrador, ele fala sem pudores de sentimentos controversos que temos, aqueles que não revelamos pra ninguém, mas que eles surgem. É um livro corajoso, que vai para lugares profundos. Que encontra compreensão em quem viveu momentos controversos como o protagonista.
 
Obra Flores Brancas (2022) de Marina Skromova

É quando sua mãe tem um câncer terminal que a relação deles fica linda. São muito poéticos os dias que viveram na casa de verão perto da praia. A mãe ganha finalmente leveza. Os dois passam a ser afetuosos um com o outro. A passear, a ver a noite, a dançar na praia. São tão lindos os momentos. Inicialmente ela que cozinha e faz as compras, com o tempo ele vai assumindo as funções. É muito lindo!

Beijos,
Pedrita