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terça-feira, 1 de abril de 2025

Camponeses

Assisti Camponeses (2023) de DK Welchman no Max. Não tinha ideia desse filme, fui até pesquisar antes. É literalmente uma obra de arte. As cenas do casamento são deslumbrantes! Há muita dança e música belíssimas que tem inclusive no Spotify.

O filme foi realizado, depois mais de 100 pintores fizeram a animação. Nos créditos vi que eram pintores da Sérvia, Ucrânia, Lituânia e Polônia. O efeito é inacreditável!

Fiquei atônita também em ver que o filme extremamente transgressor é baseado no livro homônimo (1904-1909) de Wladyslaw Reymont que ganhou Prêmio Nobel por esse livro que não tem no Brasil e é em vários volumes. Eu fiquei bem chocada do livro ser de 1900 e tão transgressor. Uma jovem é cobiçada por toda uma aldeia e tem má reputação. Um homem mais velho acaba de ficar viúvo e ela é obrigada a se casar com ele.
Mas ela está apaixonada pelo filho dele. Eles tem um romance, mas ele é casado e com filhos. A aldeia maltrata demais essa mulher, é um absurdo o que fazem com ela, mas os homens, esses não, a culpa é sempre dela. Como o filme é pintado posteriormente, há um ótimo elenco, ela é a belíssima Kamila Urzedowska, pai e filho são Miroslaw Baka e Robert Gulacyzyk.
Beijos,
Pedrita

sábado, 22 de março de 2025

Divertidamente 2

Assisti Divertidamente 2 (2024) de Kelsey Mann da Pixar na Disney. Tinha tempo que queria ver, até porque concorreu ao Oscar.

A protagonista agora é adolescente e novas emoções surgem. A ansiedade quer tomar conta de tudo, quem não se identifica? Surgem então a vergonha que eu mais me reconheci, a inveja e o divertido sarcasmo clássico de adolescente. A alegria deu ataques de positividade tóxica. Ela resolve jogar para baixo do tapete os maus momentos, no sistema delas é lá pro fundo, para o esquecimento, mas como não esquecemos, é claro que dá muito, mas muito ruim. Bom que ela acaba entendendo que não dá pra tentar apagar momentos difíceis, erros, e sim lidar com eles.

A protagonista vai para um acampamento. Ela é fera no Rockey e vai tentar ser escalada.

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 14 de janeiro de 2025

Raya e o Último Dragão

Assisti Raya e o Último Dragão (2021) da Disney. Que animação linda! Emocionada até agora! Muito utópica, mas linda. Eu quis ver pelo pôster que é lindo, não é esse que está na Disney, mas todos são lindos. Como Raya é linda, até mesmo criança. A direção é de Don Hall, Carlos López Estrada e Paul Brigs. O roteiro é de Qui Nguyen, Adele Lim e Paul Briggs. É uma delícia porque é bem Indiana Jones, uma aventura e tanto cheio de fases pra passar. A música é linda!
 

O pai da Raya é o maior gato. Raya é linda criança e jovem. Os povos estão separados, não há mais dragões, então ele tenta selar a paz, mas dá tudo errado. Os maus transformam as pessoas em pedras e acabam com a água.

Ela fica jovem e vai com seu bichinho, no deserto, atrás dos últimos fios de água com um mapa pra achar as pistas. Muito fantástico!

Em cada povo que Raya vai novas pessoas se juntam a eles. São ótimos os personagens. Muito divertido! Mas emociona também! Achei muito rápido o reencontro de cada um com sua família, com um pouquinho mais de tempo eu gostaria mais. Achei o final meio atropelado. Mas a animação é linda e emocionante!
Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 9 de setembro de 2024

O Retorno de Mary Poppins

Assisti O Retorno de Mary Poppins (2018) de Rob Marshal na Disney. Eu amo a versão anterior, tinha vontade de ver essa. Gostei muito! Tem vários momentos mágicos exatamente como a anterior que quero rever porque faz muito tempo. Li que quiseram homenagear o filme anterior. Mas eu achei longo demais e bem chato em vários momentos. É lindo! Encantador! Mas tem um problema sério em não ter sido cortado em edição.

Dessa vez Mary Poppins vai ser babá dos filhos da antiga criança. Os irmãos adultos foram no passado cuidados pela Mary Poppins. E agora ela vai cuidar dos filhos de um deles. O pai ficou viúvo, está completamente perdido na casa, e ela reaparece voando do céu. Ele é o ótimo Ben Wishaw que está um pouco caricato demais. A irmã é Emily Mortimer. O garoto menor é a cara do Ben, Joel Dawson, fui até olhar se era filho mesmo. As duas outras crianças são Nathanael Saleh e Pixie Davies. A empregada é Julie Walters, achei meio etarista a atrapalhação dela e todos rindo. Ela devia estar aposentada e sendo cuidada, jamais ridicularizada.
Mary Poppins é a maravilhosa Emily Blunt. Ela está incrível. Li que no primeiro filme a Disney não queria que misturassem animação e atores, e que aceitaram pela insistência. O filme ganhou inúmeros prêmios e foi muito elogiado exatamente por essa união que deve ter sido bem difícil na época. São lindas as cenas mágicas com desenhos, efeitos, um verdadeiro sonho. Coloridas, felizes, são os melhores momentos do filme. Dessa vez é um acendedor de lampiões, da outra era um limpador de chaminés. Quem interpreta é o Lin-Manuel Miranda, que falam ser um grande ator de musicais. Não me identifiquei em nada, principalmente com a foz anasalada. Pior ainda insinuarem um romance dele com a personagem da Emily. Ideia pavorosa.
Depois do colorido maravilhoso, o filme fica profundamente escuro e chato. As cenas deles tentando parar o Big Ben pelo lado de fora, cenas que se arrastavam insuportavelmente. Chatas e desnecessárias porque na hora que eles não conseguem Mary Poppins voa e atrasa em um segundo. Por que não fez isso antes? São muito chatos também os personagens do Colin Firth e Meryl Streep. Não gostei nada do navegador no telhado e seu parceiro, totalmente sem função. Nem o dono do banco, Dick Van Dick, que aparece do nada também. Tudo muito chato. Acho que quiseram homenagear grandes atores, ou aumentarem o interesse colocando grandes atores no modo forçado. O filme tem mais de duas horas desnecessárias. 

Podiam ter investido em mais cenas coloridas.

Beijos,
Pedrita

domingo, 4 de agosto de 2024

Soul

Assisti a animação Soul (2020) da Disney, Pixar. É uma graça, mas eu esperava que fosse a história de um músico, fiquei meio frustrada. 

Assim que o músico consegue o que sonhou a vida inteira, ele morre. Ele consegue a oportunidade de tocar com uma grande jazzista, mas nem realiza o sonho porque morre. Aí o filme passa a maior parte do tempo no lugar das almas. Ele se recusa a ir embora, foge e faz uma bagunça danada nos processos. Até que conhece a fofa 22. As futuras crianças são estimuladas a achar aptidões pra virem a terra e a 22 nunca consegue encontrar inspiração. É bem bonitinho!
Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 22 de março de 2024

Marcel The Shell With Shoes On

Assisti a animação Marcel The Shell With Shoes On (2021) de Dean Fleischer Camp no TelecinePlay. Eu descobri por um acaso. Adorei o pôster e resolvi ver! Que filme original e genial!

A animação é em stop-motion. O filme é feito como se fosse um documentário e é tão bem feito que a gente até começa a acreditar. Um cineasta aluga uma belíssima casa e lá conhece Marcel e sua avó. Resolve fazer um documentário com Marcel que vai contando como é sua vida. Ele é uma concha de sapatos.

Marcel vive com a avó. Ela conta que quando uns moradores foram embora, os alimentos foram acabando. Então ela aprendeu na biblioteca como cultivar seus próprios alimentos, Marcel aprende com ela. Viviam mais parentes com eles, mas na mudança anterior eles foram na mala. Me emocionei muitas, mas muitas vezes!

No documentário o diretor colocava curtas no youtube. E no IMDB tem os curtas. Foram feitos curtas de grande sucesso, pelo jeito ele fez então o documentário depois.

Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 21 de abril de 2023

Pinóquio

Assisti Pinóquio (2022) de Guillermo Del Toro na Netflix. Como  eu queria ver essa animação, Del Toro está entre meus diretores preferidos. Eu fico sempre em estado de choque com seus filmes, quanta profundidade. E em Pinóquio não é diferente!

Pinóquio é extremamente sombrio e triste. A história original é triste, mas eu só conhecia a animação fofinha, mesmo sendo um pouco pesada. Essa é dilacerante. O pobre Gepeto perde seu filho, o boneco que fez ganha vida por uma feiticeira. Que filme triste! Quase se terror. E tem números musicais, não exagerados, não alegres, em geral muito doloridos.

Del Toro procura sempre falar da infância, da intolerância e de guerra. A animação é ambientada na Segunda Guerra Mundial, crianças sendo recrutadas, Mussolini, é profundamente indigesto e triste. É muito personagem fazendo a saudação nazista. Tanta maldade com as crianças. A cidade que hostiliza Pinóquio, é triste demais! Pinóquio ganhou inúmeros prêmios como Melhor Animação no Oscar, Bafta e Globo de Ouro.

Beijos,
Pedrita

domingo, 12 de fevereiro de 2023

Minions: A Origem do Gru

Assisti Minions: A Origem do Gru (2022) de Kyle Balda no TelecinePlay. Eu adoro os Minions e esse tem Minions que não acabam mais. Uma graça o Gru criança.

A mãe do Gru é muito distraída e ausente. Ele tem a companhia dos Minions que escondeu no porão e quer entrar pra Liga dos Vilões que ele é fã. Abre uma vaga e ele se candidata. É tudo muito fofo e engraçado!

São inúmeras referências da década de 70, músicos, bandas, a trilha sonora é uma delícia e tem no Spotify. E inúmeros filmes pra percepção dos pais e avós. Tem referência ao filme Prenda-me se for capaz, a série do 
Cyborg, da van do Scooby, quero ver para perceber mais.

Também é divertido ver os personagens que vão aparecer no futuro ainda novinhos.
Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

Sing

Assisti Sing (2016) de Garth Jennings no TelecinePlay. Tinha tempo que queria ver essa animação, mas tenho olhado pouco o local dos filmes infantis. É uma graça, adorei!


 

Um produtor cultural falido e endividado, como a maioria dos produtores culturais no momento, resolve fazer um show de calouros para conseguir dinheiro pra pagar as suas dívidas e sobreviver. Vem cantor de tudo quanto é lugar. É animal que não acaba mais, uma delícia!

Uma graça e bem editado no começo mostrando a vida de cada um dos que virão a ser os protagonistas. A porquinha é uma exímia dona de casa com seus 25, isso mesmo, 25 filhos. O gorila que ajuda o pai e sua gangue em roubos, enfim, são vários e muito fofos.

A elefanta que é tímida e tem medo de cantar. Desnecessária a destruição do teatro. Essa exigência do gênero de criar catarse tornou a animação muito artificial e bem chatan essa parte. Por sorte passa logo. Uma delícia o show final. Que a cultura sempre vença!

Beijos,

Pedrita