Ele se afasta quando descobre que ela está grávida. Em outro encontro ela diz que o filho não é dela, é de um casal de amigos que não podem ter filhos. Eles são interpretados por Thomas Suire e Grégory Montel. Ele se reaproxima, mas está claramente desconfortável com a situação. Conservador, ele não entende porque ela fez aquilo. Ela diz claramente que nunca quis ter filhos. Eles voltam a ficar juntos, ele vai morar com ela, mas é fato que ele a julga o tempo todo. O que ele faz com ela na hora do parto é tão abominável, que não entendo como ela o procurou depois e o perdoou. Eu não sei se conseguiria. Ele é muito monstruoso. Ele entrou na história dela depois, estavam pouco tempo juntos, ele não tem o direito machista de querer decidir sobre a gravidez dos amigos dela. Eu entendo que ele não conseguisse administrar a decisão dela e dos amigos, mas se ele aceitou continuar a relação enquanto ela estava grávida, ele não poderia jamais tentar interferir naquele que foi decidido antes deles se conhecerem.
Ele é tão pavoroso, que quando ela é visitada pelos pais da criança ele faz todas aquelas perguntas machistas abomináveis, com qual dos dois ela transou, aí ela diz que com nenhum dos dois. Inacreditável que mesmo as respostas bastante verdadeiras, ele continua implicando com os amigos dela. Ele fica muito bravo que ela vai ficar um período morando com os pais da criança após o bebê nascer. Mas onde ele achou que seria diferente? Volto a dizer, se ele quis continuar com ela mesmo grávida, ele tinha que elaborar a situação e respeitar as escolhas dela. Depois do parto aí sim eles poderiam decidir juntos. Mas ele não tinha nada a ver com aquela gravidez. Outra questão que me chocou mais ainda foram as várias críticas feitas por homens que li, uma teve o disparate de dizer que o filme era sobre uma mulher insensível, outro que ela não estava nem aí para os sentimentos dos outros, tão monstruosos como o namorado dela.
Beijos,
Pedrita