
Assisti
As Boas Maneiras (2017) de
Juliana Rojas e
Marco Dutra no
Canal Brasil. O filme é uma co-produção com a França. Que filme triste! Eu queria muito ver esse filme, adoro o gênero e que filme impressionante! Bravíssimo!
Eu adoro a Marjorie Estiano e igualmente linda e talentosa a atriz que contracena com ela, a portuguesa Isabél Zuaa, que vai em uma entrevista de emprego para ser babá. Ela conta que estava cursando enfermagem mas teve que parar o curso. Logo ela percebe que, como acontece muito, a contratante confunde completamente e pergunta se a entrevistada poderia fazer também os serviços domésticos. Apesar dela ficar desconfortável com o pedido, acaba aceitando já que não tem referências e está em uma situação difícil.
É linda a relação que vai se estabelecendo entre elas. Ambas são mulheres solitárias, pouco sabemos de suas histórias. Fechadas naquele universo começam a se apaixonar. A que cuida é daquelas pessoas que passa a vida cuidando dos outros, com muita paciência, aprendeu a compreender as dificuldades dos outros, uma delicadeza e empatia que emociona.
O filme beira o insuportável quando o bebê nasce. Foi muito difícil seguir. Parei e voltei a ver várias vezes. É tudo triste demais! O filme passa no tempo e o garoto fica mais velho, uma graça o menino que faz o filho interpretado por Miguel Lobo, que cenas difíceis. Que filme difícil e triste!
Os filmes desses diretores tem algumas músicas de
Guilherme e Gustavo Garbato. Eu já tinha gostado bastante de
Quando Eu Era Vivo e os músicos são os mesmos. Também no elenco os dois trazem músicos que em algum momento cantam na trama. Nesse é
Cida Moreira que interpreta a vizinha da protagonista. São lindos os números musicais. Os efeitos especiais da
Mikros Imagem são incríveis!
As Boas Maneiras ganhou
Festival do Rio e de
Locarno na Suíça.
Beijos,
Pedrita