Mostrando postagens com marcador Patrick Wilson. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Patrick Wilson. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 24 de outubro de 2023

Sobrenatural: A Porta Vermelha

Assisti Sobrenatural: A Porta Vermelha (2023) de Patrick Wilson na HBO Go. Porque sábado é dia de fantasminhas. 

O conhecido ator de filmes sobrenaturais agora dirige esse filme com roteiro de Leigh Whannell e Scott Themes. Gostei muito do roteiro. Começa com uma família e um profissional dizendo que após a contagem pai e filho vão esquecer tudo daquele ano e seus contatos com o além. O tempo passa, a mãe do protagonista morre e os dois, filho (Ty Simpkins) e pai passam a ter flashes do passado.

O rapaz está rebelde. Ele entra na faculdade, vai estudar artes. O pai tenta uma aproximação, mas sem sucesso.

Adorei a personagem da Sinclair Daniel. Ela também entra na faculdade e fica amiga do rapaz. Apesar de todo o medo que sente das questões sobrenaturais assustadoras do amigo, ela não se afasta, muito pelo contrário. Ela começa a pesquisar os fenômenos e passa a ajudar o garoto a entender o que está acontecendo.
A questão familiar me agradou muito. Quando eles começam a se unir para resolver as questões do passado, é que conseguem ter força para superar o sobrenatural. É muito linda a reconciliação do pai e filho. Mas também muito bonita a retomada da amizade entre os pais (Rose Byrne) que estavam separados. Acho que só o curso de artes não funcionou. Ele continuou fazendo retratos muito amadores da família. Pelo menos o pai ficou feliz.

Beijos,
Pedrita

domingo, 12 de setembro de 2021

A Invocação do Mal 3

Assisti A Invocação do Mal 3 (2021) de Michael Chaves na HBO. Fiquei eufórica quando vi que esse era o filme de estreia. E aí fiz algo que é passado na minha rotina de filmes, ver na íntegra exatamente na hora que estreou. Amei! Adoro essa série. Só acho hilário que sempre falam que é baseado em uma história real, em um casal de exorcistas. Faz-me rir! O casal real deve ser muito picareta sensacionalista. Mas gosto que apesar de ser inspirado em uma história real a série não economiza em fatos sobrenaturais, principalmente os impossíveis, então fica uma delícia!
Que cartaz pavoroso!

O possuído da vez é um menininho pra lá de fofo (Julian Hilliard). Essa cena da cama d´água vê-se claramente o dublê, na foto não, mas quando a mão sai e puxa o menino, é claramente um dublê adulto e alterna criança e adulto. Sim, mal feito a gente perceber, mas me deu um alívio saber que não é o menininho que passa por aquilo. No trailer dá claramente pra ver o dublê.  Em uma sessão de exorcismo que é um fracasso, o irmão desse menino fofo (Ruari O´Connor) implora ao demônio que deixe o irmão e venha pra ele, o que "acontece". Possuído então esse rapaz mata com requintes de crueldade um homem e é condenado à morte. Eu acho abominável pena de morte, então qualquer desculpa pra tirar o rapaz da execução é válida. 

Eu gosto muito dos atores que interpretam o casal de picaretas, Vera Farmiga e Patrick Wilson. Os atores devem estar muito felizes com a série, porque devem ganhar muito bem pelos filmes. No filme eles são sérios, reais exterminadores de demônios e feitiços. A esposa vê o que não se vê. Adoro esses momentos.

O roteiro é muito bom. Como sempre nesses filmes, fala de famílias perversas. O padre (John Noble) conta que teve uma filha (Eugenie Bondurant). Para esconder da comunidade, porque na religião católica ter filho é crime, quando filho deveria ser uma benção. Ele esconde a criança no porão, onde tem muitos objetos malignos e a criança passa a se interessar por eles. Bom, trancada em um porão não precisava de nada pra ter tanto ódio. Como essa série tenta dizer que a fé e religião que salva, o roteiro poupa os padres do horror que fizeram com a criança. Óbvio que os padres sabiam e óbvio que concordavam com a violência que era praticada com ela para mentir pra sociedade, fingindo que eram cristãos.
Beijos,
Pedrita

domingo, 17 de maio de 2020

Annabelle Comes Home

Assisti Annabelle Comes Home (2019) de Gary Dauberman na HBO. Fiquei eufórica quando vi que estrearia na programação. Eu morri de vontade de ver nos cinemas, mas morro de medo de ver esse gênero no cinema. Foi uma longa espera, confesso que demorou muito pra entrar na programação, mas não decepcionou! Amo, amo, amo, Annabelle!

Esse tem uma pegada mais adolescente, mas as três atrizes são ótimas. A protagonista McKenna Grace vive no elenco desses filmes, vi recentemente Tara Maldita. Ela é linda e talentosa. Ela é a filha do casal que tem o quarto, fechado a inúmeras chaves, onde estão todos os objetos demoníacos, inclusive Annabelle. Gostei que ela é sensitiva como a mãe. Os pais vão viajar a trabalho e contratam uma babá adolescente interpretada por Madison Iseman. Os pais deveriam ver mais filmes de terror, costuma sempre dar muito errado deixar os filhos com babás adolescentes.

Uma amiga (Katie Sarife) chantageia a amiga babá para ir a casa da menina. Aos poucos ficamos sabendo que ela perdeu o pai e como leu que os pais da menina tem objetos que falam com o além, ela quer ver se consegue falar com o pai. Escondida entra no quarto, liberta Annabelle o inferno das três começa. Ainda no elenco estão os pais da menina: Vera Farmiga e Patrick Wilson. O apaixonado pela babá, Michael Cimino. Natalia Safran encarna a noiva.
Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Aquaman

Assisti Aquaman (2018) de James Wan na HBO GO. Eu vi por insistência do 007. Ele voltou do cinema dizendo que era o melhor filme do gênero de todos os tempos. Depois quando estreou na tv a cabo ficou insistindo de novo. Eu vejo muito pouco filmes do gênero, não sou muito fã. E, 007 que me perdoe, esse é muito cansativo. Não entendi às 2h23.

O começo até que é bonitinho. Uma moradora de Atlântida aparece para um faroleiro, ela está desacordada e machucada. Eles se apaixonam e Aquaman nasce. Atlântida vem buscá-la, ela vai embora e dizem depois que ela foi morta pela traição. Praticamente todos de Atlântida são maus e vingativos. Eu logo adivinhei que ela apareceria em algum momento e é exatamente o que acontece. Criticaram muito o rejuvenescimento da Nicole Kidman. Ou ficou razoável porque era na tela menor ou melhoraram na cópia. Eu me incomodei mais com o do pai do Aquaman, o neozelandês Temuera Morrison
Aquaman cresce, torna-se um verdadeiro babaca insuportável e pasmem, é o "herói" da trama. Difícil torcer por ele. As piadinhas então são de um mal gosto igualmente insuportável. E a maioria parte dele mesmo. Só dá pra torcer pela mocinha, a linda Amber Heard. William Dafoe também está no elenco, acho que ele adora trabalhar nesses filmes porque vive em filmes de aventuras como esse. Claro, provavelmente pelo cachê que deve permitir ele ficar sem precisar trabalhar até o fim da vida. 
O vilão, outro chato, foi interpretado por Patrick Wilson, loiraço. Me incomodou demais o texto falar o tempo todo filho bastardo. Não é um filme de época, esse termo não tem a conotação da época feudal, não se usa mais. Teria sido melhor explicar a rejeição pelo Aquaman ser filho de humano e de Atlanta.

Outro chato é o personagem do Yahya Abdul-Mateen. Ele e o outro vilão travam as cenas mais cansativas do filme com batalhas intermináveis com Aquaman que adora fazer piadinhas nos momentos mais inoportunos. O filme também tem vários furos. O primeiro é antes mesmo do nome, o pai do Aquaman vai resgatar a rainha, deixa a lanterna em uma pedra no meio do mar. 

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 9 de maio de 2017

Invocação do Mal 2

Assisti Invocação do Mal 2 (2016) de James Wan na HBO. Vocês sabem como adoro esse gênero de filme, de fantasminhas, até porque acho tudo ficção. Essa série é muito bem realizada, gostei demais. O problema é que no final falam que é baseado em uma história real, aí forçou né? Tem até fotos da família que passou por tudo isso. Quer dizer, o filme carregou bem nos efeitos sobrenaturais. O bom dessa série é que eles não economizam nos sustos, é bem eletrizante.

Uma família na Inglaterra vive em uma casa própria, mas caindo aos pedaços. Vivem lá a mãe e seus quatro filhos. O marido há 3 meses não deposita a pensão e todos vivem com muita dificuldade. A menina começa a aparecer na sala, é sonâmbula. 

O casal que caça fantasmas não quer mais trabalhar com isso, gosto muito dos atores. Patrick Wilson e Vera Farmiga. Mas eles começam a ver um espírito, possivelmente um demônio e acabam indo na casa dessa família. A foto dos caça fantasmas que inspiraram esse casal são bem jocosas, bem diferente desses personagens que parecem muito sérios. Eu particularmente acho que exorcismos são marketings de religiões cristãs, até porque nunca ouvi falar de exorcismo no judaísmo, no budismo etc. A solução do mal sempre é com cruz e bíblia, forçando a barra que só os cristãos estão salvos.

Uma graça as crianças que fazem a família. A menina que vê fantasmas é interpretada brilhantemente por Madison Wolfe. Sua irmã por Lauren Sposito. E um irmão por Benjamin Haigh. Só depois de um tempo que eu descobri que eram quatro irmãos. O outro irmão quase não aparece e é interpretado por Patrick McAuley. A mãe é uma atriz conhecida Frances O´Connor. Alguns outros do elenco são: Simon McBurney e Franka Potente.

Os outros filmes da série que vi estão aqui.
Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

A Invocação do Mal

Assisti A Invocação do Mal (2013) de James Wan na HBO. Vocês sabem o quanto gosto desse gênero de filme. Antes de começar uma matéria dizia que é baseado em uma história real e que isso faz o filme ser mais horripilante. No final mostram fotos das famílias afetadas pelo demônio e dos exorcistas. Acho muita viagem e também acho que tem gente que para aparecer faz qualquer coisa. Também tem gente que aumenta e inventa, alguns até acreditam, mas acho muito forçado.

A primeira história é a da boneca que está famosa no Brasil. É bem horripilante. A Invocação do Mal é um filme muito bem realizado. Os exorcistas tem uma sala repleta de objetos que foram possuídos e um padre vai regularmente benzê-los. A boneca Annabelle está lá. Uma família enorme vai para uma casa possuída. O pai está com problemas financeiras e apesar dos indícios da casa ser assombrada eles não tem condições financeiras para mudar.

O elenco é muito bom e muito lindas as meninas que fizeram as filhas. A mãe é interpretada pela Lily Taylor, o pai por Ron Livinston. As meninas são interpretadas por Joey King, Hayley McFarland, Shanley Caswel, Kyla Daver e Mackenzie Foy. As cenas puxando as pernas das meninas e elas achando que eram as irmãs são assustadoras. Por muito tempo que não querer brincar de cabra-cega também. Essa família brincava de esconde-esconde com os olhos vendados e as meninas batiam palmas para ajudar. Imagina quem entrou na brincadeira. Assustador. E A Invocação do Mal não enrola. É eletrizante o filme todo.

O casal de paranormais é interpretado por Vera Farmiga e Patrick Wilson. Eles são casados e tem uma filha interpretada por Sterling Jerins. A esposa é sensitiva. O 007 comentou que o filme fez tanto sucesso que logo estreará o segundo. Eu gosto muito desse gênero, mas não sei se tenho coragem de vê-lo na telona. 

Beijos,
Pedrita

terça-feira, 17 de junho de 2008

Pecados Íntimos


Assisti Pecados Íntimos (2006) de Todd Field na HBO. Queria demais ver esse filme pelos elogios que recebeu da crítica, é excelente, mas um soco no estômago. É sobre a sociedade doente dos dias de hoje. Há de tudo, ninguém se salva. Há perversões psicológicas, adultos infantis de onde vem o nome original do filme: Little Children, desinformação e muito preconceito. Um outro motivo que eu queria ver é porque está a maravilhosa Kate Winslet e todos elogiavam demais o desempenho dela nessa filme. Todos estão excelente nesse filme indigesto e difícil de fazer. No início um pedófilo sai da cadeia e vai morar com sua mãe em uma cidade pequena. Os moradores se revoltam e não querem o pedófilo morando lá. Há polícia já tinha imposto algumas obrigações de "convívio", mas a cidade parece não achar suficiente. Realmente não deve ser fácil conviver com um pedófilo em uma cidade pequena, mas muitos se acham no direito de hostilizar esse homem perturbado e sua família.


As mulheres fúteis, desinformadas e preconceituosas iam aos parquinhos com seus filhos, onde um homem começa a ir com o seu filho também. Elas enlouquecem por ele, até que a personagem da Kate Winslet se envolve com ele. Os dois são casados. O que mais incomoda é como os dois são infantis. Em nenhum momento da relação ouvimos conversas adultas sobre o que acontece com eles, e eles não parecem efetivamente pensar nas conseqüências. Mas seus cônjuges não são melhores. O marido enlouqueceu por uma mulher em um site pornô e a esposa não quer que o filho de 3 anos saia da cama do casal, para evitar que eles fiquem sozinhos. Como disse, todos os atos são estranhos e ninguém parece querer conversar sobre eles.

Vou falar detalhes do filme: A infantilidade dos dois chega ao limite quando eles resolvem fugir juntos. Mas não há programação alguma, é algo adolescente e impulsivo. À noite eles decidem, ele vai buscar a mala e ela a filha. Eu nunca vi nada tão irresponsável. Ele não trabalha e finge pra mulher que estuda para tentar o registro de advogado que já não conseguiu anteriormente em duas tentativas. Em vez de estudar, todas as noites, ele fica vendo skatistas se divertindo. Ela resolveu cuidar pessoalmente da filha, então não trabalha também. E não cuida bem da filha, já que não tem paciência e autoridade alguma sobre a menina. Fico imaginando o que esses irresponsáveis iriam fazer depois da fuga com uma criança e sem dinheiro algum. É assustador a imaturidade deles. O elenco é muito bom. A maravilhosa Kate Winslet contracena com o belo Patrick Wilson.


Sua esposa é a bela e talentosa Jennifer Connelly e o marido, Gregg Edelman. As crianças muito fofas são interpretadas por: Ty Simpkins e Sadie Goldstein. Está muito bem o corajoso ator que aceitou fazer o papel do pedófilo, Jackie Earle Haley, a mãe super-protetora por Phyllis Somerville. Outro personagem difícil de realizar é interpretado por Noah Emmerich.
Música do post, que tem uma outra versão no filme: Fly Me to the Moon




Beijos,
Pedrita