Assisti
A Invocação do Mal 3 (2021) de
Michael Chaves na
HBO. Fiquei eufórica quando vi que esse era o filme de estreia. E aí fiz algo que é passado na minha rotina de filmes, ver na íntegra exatamente na hora que estreou. Amei! Adoro essa série. Só acho hilário que sempre falam que é baseado em uma história real, em um casal de exorcistas. Faz-me rir! O casal real deve ser muito picareta sensacionalista. Mas gosto que apesar de ser inspirado em uma história real a série não economiza em fatos sobrenaturais, principalmente os impossíveis, então fica uma delícia!
Que cartaz pavoroso!
O possuído da vez é um menininho pra lá de fofo (Julian Hilliard). Essa cena da cama d´água vê-se claramente o dublê, na foto não, mas quando a mão sai e puxa o menino, é claramente um dublê adulto e alterna criança e adulto. Sim, mal feito a gente perceber, mas me deu um alívio saber que não é o menininho que passa por aquilo. No trailer dá claramente pra ver o dublê. Em uma sessão de exorcismo que é um fracasso, o irmão desse menino fofo (Ruari O´Connor) implora ao demônio que deixe o irmão e venha pra ele, o que "acontece". Possuído então esse rapaz mata com requintes de crueldade um homem e é condenado à morte. Eu acho abominável pena de morte, então qualquer desculpa pra tirar o rapaz da execução é válida.
Eu gosto muito dos atores que interpretam o casal de picaretas,
Vera Farmiga e
Patrick Wilson. Os atores devem estar muito felizes com a série, porque devem ganhar muito bem pelos filmes. No filme eles são sérios, reais exterminadores de demônios e feitiços. A esposa vê o que não se vê. Adoro esses momentos.
O roteiro é muito bom. Como sempre nesses filmes, fala de famílias perversas. O padre (John Noble) conta que teve uma filha (Eugenie Bondurant). Para esconder da comunidade, porque na religião católica ter filho é crime, quando filho deveria ser uma benção. Ele esconde a criança no porão, onde tem muitos objetos malignos e a criança passa a se interessar por eles. Bom, trancada em um porão não precisava de nada pra ter tanto ódio. Como essa série tenta dizer que a fé e religião que salva, o roteiro poupa os padres do horror que fizeram com a criança. Óbvio que os padres sabiam e óbvio que concordavam com a violência que era praticada com ela para mentir pra sociedade, fingindo que eram cristãos.
Beijos,
Pedrita