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segunda-feira, 30 de março de 2026

Enterre seus Mortos

Assisti Enterre Seus Mortos (2025) de Marco Dutra no Telecine Pipoca. Eu queria muito ver esse filme. Sábado é dia de fantasminhas, esse não é de fantasminhas, mas é de apocalipse. Muito assustador e esquisito. É baseado no livro de Ana Paula Maia

Selton Mello tem o trabalho de buscar animais para serem destruídos. Começa com ele indo em um acidente e só levando os animais. Os feridos ficam lá aguardando ambulância. Gostei que a direção de efeitos especiais foi do incrível Rodrigo Aragão.
Marjorie Estiano faz a namorada dele. Eles pensam em ir embora para o sul, mas ela está em processo de conversão em uma religião bem assustadora. Ela tenta arrastá-lo, mas ele não gosta e se recusa. Ela vive com a personagem da Betty Faria. O elenco todo é incrível. Danilo Grangheia trabalha com ele e era um padre, mas foi excomungado. 

Na seita estão Maria Manoella, Chao Chen e a assustadora menininha de Vittoria Seixas. Magali Biff aparece no bar e depois no posto. Adoro essa atriz. Fazem participações Silvio Restiffe, Oberdan Júnior, Carlos Francisco, Caetano Gotardo e Ricardo Gelli.

E é quando Gilda Nomacce viraliza em uma entrevista de promoção do filme na TV Globo. Foi engraçado ver uma atriz que admiro tanto, acompanho tanto tempo, ver ela virar meme, explodir em seguidores, curtidas. Foi muito divertido! Ela aparece no final, recepcionista em um prédio e também é a voz da rádio que o protagonista ouve direto.

A entrevista foi para o jornal local da TV Globo do Maranhão.

Hoje é o último dia do sinal aberto do Telecine. Estou tentando ver mais um, mas não sei vou conseguir.


Beijos,
Pedrita

domingo, 19 de janeiro de 2025

Ainda Estou Aqui

Assisti no cinema Ainda Estou Aqui (2024) de Walter Salles. Finalmente consegui assistir! É tudo e mais um pouco do que dizem. Contido, sem melodrama, o filme causa um silêncio ensurdecedor! 

O filme conta a história de Eunice Paiva. O roteiro se baseou no livro de seu filho, Marcelo Rubens Paiva. Ela era dona de casa, como ela mesmo dizia, cuidar de cinco filhos. Ela tinha uma funcionária que ajudava na casa. Uma belíssima casa a beira mar no Rio de Janeiro.

Gostei que o filme contextualiza a história da família. Rubens Paiva (Selton Mello) era -ex-deputado e engenheiro. Ele se debruçava na construção da casa da família. Calorosos, afetuosos, recebiam muito em casa. Essa foto é em uma das festas. A filha (Valentina Herzage) ia viver nos Estados Unidos. Eles também adoravam tirar fotos, tinham uma caixa lotada delas. Interessante que no futuro, olhando as caixas, eles não lembram que dia foi esse, como acontece mesmo, já que eles viviam tirando fotos. Nesse período atuam Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Pri Helena, Dan Stulbach, Humberto Carrão, Caio Horowicz, Augusto Trainotti, Carla Ribas, Maite Padilha, Charles Fricks, Thelmo Fernandes, Camila Márdila, Daniel Dantas, entre tantos outros.

Até que Rubens Paiva é levado pra depor. Ele vai no carro dele mesmo. Eles não conseguem saber quem o levou para depor. É quando o silêncio ensurdecedor se instala. Com crianças pequenas, Eunice escolhe o silêncio. Homens armados ficam alojados na casa dela, vários. Ela inventa uma história pros filhos. Dá muita angústia os filhos interagindo com os bandidos. A personalidade da Eunice era incrível. Ela oferece as refeições, eles dizem não precisar, mas ela faz questão. Ela não se intimida, pede que eles escondam as armas, fala que é uma casa de família.
Ela e a filha de 15 anos são levadas pra depor como em um sequestro, capuz preto, algemas. Desesperador a angústia de Eunice querendo saber da filha. A filha passa uma noite e é liberada. Nenhuma das duas são torturadas, o que normalmente acontecia. Ficar sozinha em uma sala fétida, sem banho, sem informação, sem direito a advogado, é uma tortura desesperadora. Nem assim Eunice se intimida. Ela pergunta sempre sobre o marido, sobre a filha e consegue de seu carcereiro a informação que a filha já foi pra casa.  Imagine o desespero dessa mãe. Os filhos de uma hora pra outra ficaram sem os pais, só com a funcionária, sem ter notícias.
Ela começa a ter problemas financeiros. O marido desaparecido, nada pode-se mexer. E claro, os sequestradores negam que levaram o Rubens Paiva e que ele nunca mais saiu. Falam que ele fugiu com terroristas. Em um determinado momento, um conhecido em sigilo, conta que tiveram a informação que Rubens Paiva está morto. Ela começa a lutar pelo corpo como Zuzu Angel e para que o exército assuma o seu crime. Ela viu o carro do marido no pátio quando foi presa, consegue ir buscar, ela vai incomodando como pode. Diferente da Zuzu, ela não é assassinada para ficar calada. É nesse período que ficamos sabendo que aquela casa maravilhosa era alugada. Ela pega os cinco filhos e vem para São Paulo para a casa dos pais dela.
Eunice passa a trabalhar com tudo o que pode, traduções. Volta a estudar e se forma em advocacia aos 47 anos. Além de trabalhar pela liberação de presos políticos, informações sobre desaparecidos, ela se torna indigenista. No filme mostram uma palestra dela sobre a viagem que fez a floresta amazônica para denunciar os massacres indígenas na construção, muitas vezes irregular, da Transamazônica. Fernanda Torres está maravilhosa, que atriz! Mas eu concordo com a atriz em seus discursos, o filme só chegou onde está, pela Eunice, é a personalidade dela que espanta todos no filme. Corajosa, nunca calada, mas sempre estratégica na proteção dos seus.
Eunice Paiva levou 25 anos para receber o atestado de óbito de Rubens Paiva. Somente 25 anos depois que o exército admitiu ter torturado e assassinado Rubens Paiva. Ela sorri e fala que é estranho sorrir por um atestado de óbito e fala do sofrimento que é a família de um desaparecido. Quem já mexeu com inventário sabe muito bem o que ela estava falando. Sem falar na porta aberta de sentimentos com um desaparecido. Uma jornalista pergunta se não há questões importantes pra ser resolvidas para retomar ao passado. Eunice é rápida e categórica, não, enquanto os culpados não foram julgados e punidos por seus crimes, tudo pode acontecer novamente. Ao fundo está Marcelo Rubens Paiva, já escritor e autor do livro Feliz Ano Velho na época.

Eunice Paiva teve Alzheimer e ficou uns 15 anos com a doença. No final Fernanda Montenegro aparece como Eunice. Outros nesse elenco são Antonio Saboya, Maeve Jinkingis, Marjorie Estiano, Maria Manoella, Olivia Torres e Gabriela Carneiro da Cunha.  A trilha sonora é incrível e tem no Spotify. A mais reverberada é a linda de Erasmo Carlos, 
Eunice e Rubens Paiva.

Essa foto foi feita para uma matéria da revista Manchete.

Eu acabei assistindo no meu cinema preferido de São Paulo, o Espaço Augusta que agora finalmente ganha patrocínio da Petrobras. Fiquei muito emocionada porque o cinema ficou sem patrocínio e indefinição por bastante tempo, era muita angústia. E fiquei muito emocionada quando entrei perto da hora do almoço e estava lotado. Um amigo até perguntou se eu tinha conseguido comprar ingresso pra esse filme porque semana passada não tinha. Infelizmente eu não pago mais meia porque antes era Espaço Itaú de Cinema. Acham que o Itaú talvez continue dando desconto com alguma fidelidade. Assim espero porque fiquei bem irritada com o banco de deixar de apoiar esse cinema.

Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 4 de janeiro de 2024

Tá Só Começando

Assisti Tá Só Começando (2023) no Canal Brasil. O programa comemora os 25 anos do canal e Simone Zucolotto fez quatro entrevistas, um em cada episódio. Começando com Selton Mello e o Auto da Compadecida que estreou em 2000. Selton lembrou o quanto participou do canal, com seu programa próprio, em estreias como de Lavoura Arcaica, entre meus filmes favoritos. Lembrou que já gravou o novo Auto da Compadecida. O programa também acompanhou a transição como diretor, Selton dirigiu três filmes que amo. Ainda atua, assumiu funções, como muitos atores de sua geração.

O segundo episódio foi com Lázaro Ramos, que também teve por muito tempo um programa no canal. Eu gostei do formato desses episódios. Não eram entrevistas direto. Alguns convidados davam palpites sobre os filmes icônicos nesses 25 anos. Mas não estavam juntos. Gostei da inovação do formato. Algo que o Canal Brasil sempre ousou. Há muitos programas completamente experimentais, alguns que gosto muito.
O terceiro episódio foi com Leandra Leal. Como os dois anteriores ela também tem enveredado na direção. Na entrevista falaram da série A Vida pela Frente, que comecei a ver e não segui, quero ver. Sempre me esqueço como Leandra Leal era novinha em A Ostra e o Vento, outro filme da minha vida. Ela tinha só 13 anos na época. É uma atriz maravilhosa.

A última foi com Matheus Nachtergaele. Claro que ele lembrou de O Auto da Compadecida e de outros de seus trabalhos. Eu fiquei com a sensação que terão outros episódios, mas não achei confirmação. Até demorei pra postar porque achei que iriam vir na sequência. Eu amo o Canal Brasil, não troco pra nenhum streaming se ele não estiver. Vocês sempre falam como eu fiquei sabendo, onde fiquei sabendo de um ou outro filme, é sempre no Canal Brasil que tem matérias falando dos festivais, do que vem por aí, acompanhando gravações. Inclusive mostraram nos episódios o Canal Brasil em gravações, é sempre muito emocionante, amo bastidores. Tem um registro histórico fundamental. Dá pra ver os episódios no Now e na Globoplay, nesse se a pessoa assinar Canal Brasil junto.


Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 14 de julho de 2023

Força de um Desejo

Assisti Força de um Desejo (1999) de Gilberto Braga e Alcides Nogueira no Canal Viva. Finalmente consegui ver essa novela que tanto falam. Minhas amigas amam, Malu Mader elogia sempre e que primor. Entrou pra lista das novelas que mais amo como as minhas amigas. Não sabia que era livremente inspirado na Mocidade de Trajano de Visconde de Taunay que quero ler agora. Uma trama muito bem escrita, tendo o amor de Ester e Inácio como eixo central. Ela uma cortesã e ele filho de um rico fazendeiro. Ele é Fábio Assunção.

Mesmo sendo uma novela antiga e falando de pessoas escravizadas, não cometeu os erros comuns de colocar os negros gratos e obedientes. Sim, amavam a casa, a única da região que não praticava maus tratos, mas questionavam o tempo todo a escravidão, lutavam por liberdade. A personagem da Chica Xavier é incrível. Há uma cena final onde os patrões os libertam e vão pagar salários, em vez do autor colocar os negros comemorando, mostram Chica Xavier cantando uma música onde dizia que os patrões os libertaram, mas não os ensinaram a nada. Eles não sabiam o que fazer com a tal liberdade.

Mesmo as relações afetivas eram mais próximas da real. Tudo era escondido, mas tinham traições, filhos fora do casamento. Era uma época que se o casal queria se separar cada um ficava em uma cidade, um na fazenda e outro na cidade, ou até mesmo um na Europa e outro no Brasil, com a desculpa de negócios, ou um parente doente que precisasse de cuidados. Força de um Desejo tem então adultério e filho fora do casamento, que surpreendentemente o marido assume como seu. Mas o autor era complexo e criou personagens complexos. O marido perdoa mas castiga a mulher o tempo todo. Em um aniversário dá grades nas janelas de presente e ainda faz toda a cena intimidatória. O elenco todo é inacreditável! Ele é Reginaldo Faria, ela Sônia Braga.
Depois ele parece realmente arrependido do mal que fez a esposa, que a amava. E resolve reconstruir a vida com Ester, mas de novo o autor mostra que ele era um homem perverso, já que ele mente para segurar a amada a ele.

Higino Ventura era o grande vilão com o incrível Paulo Betti. Denise Del Vecchio tem um dos melhores personagens de novela de sua carreira, não só pelo desfecho final, mas pela riqueza do texto. Ele tinha sido mascate e volta para a vila para se vingar de todos. Sua mulher é dedicada, daquelas que fazem tudo pelo seu marido. Ele enriqueceu e agora eles almejam os títulos e posições que o dinheiro já os concede. São hilárias as cenas dela e suas atrapalhadas de uma mulher barulhenta e inconveniente. Pra piorar os dois mimaram tanto a filha que é outra insuportável, e outro ótimo personagem de Lavínia Wlasak.
Isabel Filardis é outra que tem um grande personagem, a dúbia Luzia, é escrava, mas consegue juntar dinheiro pra comprar sua alforria. E claro,  a forma como consegue é bem questionável. A personagem então entra pro núcleo cômico, começa a aprender como obter favores financeiros para ter uma vida mais confortável.
Jesus, Sérgio Menezes, é um personagem fundamental para os temas abolicionistas e sobre liberdade. Liberto, ele passa a escrever para o jornal. Ele apaixona-se por Zulmira, Ana Carbatti, que tem dois filhos. Louise Cardoso era cortesã. O dono do jornal Daniel Dantas

Selton Mello está maravilhoso como o instável Abelardo, que saudades deu do ator nas telinhas, é um excelente diretor, mas o personagem trouxe saudade. A doce Juliana, Júlia Feldens, era apaixonada por ele que só a tinha como amiga. Proposital ou não, Abelardo é o personagem que mostrava a farsa dos patrões bonzinhos. Zulmira some e ele se contenta com a resposta do capataz, o ótimo Chico Diaz. Depois em um acesso de fúria manda açoitá-la. O personagem do Cristovão, Alexandre Moreno, que tinha Abelardo como melhor amigo, se revolta e percebe que eles são bem tratados na fazenda, mas que a linha é tênue até eles sofrerem maus tratos dos donos como os outros patrões.

Cláudia Abreu é a escrava branca que sofre o diabo na novela. Quando ela vai ser vendida no mercado negro, mostraram todos os horrores que todos passavam, violência, humilhações, crianças sendo vendidas. Cenas impactantes. Inclusive Olívia é estuprada. Ela era apaixonada pelo médico Mariano, Marcelo Serrado.

Natália Timberg é outra que teve um dos melhores personagens de sua carreira como a insuportável Idalina, ela fazia o inferno do marido, Cláudio Correia e Castro.
O elenco incrível não para: Antonio Grassi, José Lewgoy, Luiz Magnelli, Delma Silva, Dira Paes, Vinícius Marques, Rosita Tomaz Lopes, André Barros, Cosme dos Santos, Jayme Perriard, Clemente Viscaíno, Helena Fernandes e Nelson Dantas. Até o elenco que aparecia ocasionalmente era incrível Marco Ricca, Abrãao Farc, Victor Fasano, Murilo Rosa, Linneu Dias, Mariana Ximenez e Giovanna Antonelli.


Beijos,
Pedrita

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Nos Tempos do Imperador

Assisti a novela Nos Tempos do Imperador (2021-2022) de Thereza Falcão e Alessandro Marson na TV Globo. Após o sucesso de Novo Mundo, a emissora programou a continuação, agora contando parte da história de Dom Pedro II. A novela começou a ser gravada antes da pandemia. Parada por um bom tempo e depois retomada com várias restrições e protocolos. Selton Mello emocionou como Dom Pedro II, culto, ponderado. Letícia Sabatella arrasou como a imperatriz Teresa Cristina. Conhecia pouco da história dela, muito devota, culta, colecionadora, diplomática, era adorada pelo povo. Há pouco tempo localizaram cartas sobre o romance do monarca com a Condessa de Barral interpretada por Mariana Ximenez.
 

A novela reconstituiu a Pequena África onde viviam negros libertos ou cativos. O casal líder foi interpretado pelos maravilhosos Dani Ornellas e Rogério Britto. Triste demais a história do casal Mari Sheila e Alan Rocha. Eles desaparecem e Mãe Cândida tem uma visão deles mortos. Dom Lú era muito amigo de Dom Pedro II e sua visão pacifista incomodava. Ele perdoava muito os horrores da realeza com os escravizados, mas era implacável com os seus.
Eu adorava alguns casais como Lupita (Roberta Rodrigues) e Batista (Ernanin Moraes). A trama da Lupita não teve final em represálias às denúncias de racismo nas gravações. A trama da Lupita tinha erros graves, ela era cativa porque o seu "dono" não a vendia, mas ela tinha cativas. Sim, mulheres negras libertas costumavam ter cativas, mas Lupita não era liberta, então suas cativas eram na verdade de seu "dono". O mesmo caso do imóvel que Lupita herda, era do seu "dono". Tudo o que os cativos ganhavam eram dos seus "proprietários". Por uma gama de erros na novela, vários mostrando o branco salvador, a trama contratou uma consultoria para regravar cenas e mudar contextos, mas alguns erros passaram.
Foi uma grata surpresa o casal Dolores e Nélio interpretados brilhantemente por Daphne Bozaski e João Pedro Zappa. Linda também a transformação da personagem da Paula Cohen.

Quando achávamos que já tínhamos um casal preferido eis que surge Clemência e Vitória. Uma esposa e mãe do dono do casino e a outra uma arqueóloga. Maria Clara Gueiros e Dani Barros arrasaram, que lindo o amor delas.

O casal protagonista foi interpretado pelos belos Gabriela Medvedovski Michel Gomes. Ela tornou-se a primeira médica do Brasil, na época as faculdades não aceitavam mulheres, então ela estudou nos Estados Unidos. Samuel tornou-se engenheiro. Teve a Guerra do Paraguai e surgiu a figura histórica da Ana Neri (Cyria Coentro), enfermeira. Adorava os atores que interpretaram Solano Lopez, Roberto Birindelli e sua amada Lana Rhodes.


O elenco era bem extenso. As princesas adultas foram interpretadas por Giulia Gayoso e Bruna Griphão. Seus cônjuges por Daniel Torres e Gil Coelho. Eu não me incomodo muito com licenças poéticas em novelas, mas Nos Tempos do Imperador passou um pouco da conta nas liberdades nos personagens históricos, principalmente com excesso de textos de amor romântico não praticado na época. Dom Pedro II não era abolicionista e a Princesa Isabel não era tão inoperante, entre outras alterações. O Barão de Mauá foi interpretado por Charles Fricks e José de Alencar por Alcemar Vieira. Ainda no elenco estavam: Augusto Madeira, Bel Kutner, José Dumont, Heslaine Vieira, Gabriel Fuentes, Alexandre Nero, Maicon Rodrigues, Cinnara Leal, Lu Grimaldi, Raffaeli Casuccio e Jackson Antunes. Apareceram brevemente da novela anterior: Viviane Pasmanter, Guilherme Piva e Ingrid Guimarães.
Há algumas obras que tentam diminuir as lacunas da história do Brasil. Eu li alguns, comprei mais um recentemente e quero ler das cartas entre o imperador e a condessa. Vou colocar as postagens aqui de alguns que li:
No final a novela fez uma linda homenagem ao Museu Nacional que pegou fogo em 2018. Selton Mello, como professor nos dias de hoje, conta que Dom Pedro II nasceu na Quinta da Boa Vista que depois transformou-se no Museu Nacional. Lá uniram seus acervos, já que Teresa Cristina era uma grande colecionadora e igualmente Dom Pedro II. O professor lembrou que no incêndio 85% do acervo se perdeu e que atualmente o museu tenta se reconstruir com a ajuda de alguns empresários, mas que continua precisando de ajuda para poder ser restaurado.
Beijos,
Pedrita