Mostrando postagens com marcador Anne Hathaway. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Anne Hathaway. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 15 de agosto de 2024

Instinto Materno

Assisti Instinto Materno (2021) de Benoit Delhomme no TelecinePlay. Estava ansiosa por esse suspense porque adoro as atrizes Anne Hathaway e Jessica Chastain. Elas estão maravilhosas! É baseado no livro da belga Barbara Abel que não li. Há inclusive um filme belga anterior a esse que também não vi.

As duas são vizinhas, amigas, mães, casadas e felizes. Vivem para o lar. Os filhos tem praticamente a mesma idade. Até que um morre em um acidente doméstico. Começa o suspense. Será que vimos como tudo realmente aconteceu? A mãe do filho morto tem a mesma dúvida. O casamento dela desmorona porque o marido a culpa. A amiga tenta ajudar, mas é maltratada.
Algo me incomoda e não só o final que não gostei porque queria outro. Não é esse o motivo do meu desconforto. Sei lá, faltou sutileza. Tudo é exatamente o que estamos vendo, não há surpresas, só para protagonista. Ninguém duvida um segundo da mãe enlutada, mas duvidam o tempo todo da vizinha. Meio artificial. Mas elas estão incríveis e o filme é bom. Óbvio, mas bom.
Falam que o roteiro tenta abordar a situação feminina, das mulheres que abdicam da carreira pelo lar, mas não sei se o motivo é o diretor ser homem, ou se quis dar um tom diferente, que soa artificial. Parecem vidas de brincadeirinha. Não sei se o livro tem uma outra abordagem, nem o outro filme.

Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 15 de abril de 2024

Eileen

Assisti Eileen (2023) de William Oldroyd no TelecinePlay. Nunca tinha ouvido falar nesse filme. Zapeando vi a Thomasin Mckenzie que adoro, fui na busca no Now e vi que o filme já estava disponibilizado, meio escondido. O Telecine no Now anda bem desorganizado, tem filme disponível que não aparece nas pastas. É baseado no livro de Otessa Moshfegh que quero muito ler. É melhor ver o filme sem ler nada antes, ir descobrindo como eu fiz, porque é surpreendente!

A protagonista tem uma vida miserável. O filme fala de um período da vida dela, um tempo antes do Natal e uns dias depois. Ela tem um pai ex-policial, alcoólatra e violento. Ela vive tendo que tirar a arma da mão dele que ele fica atirando pro alto, separando de brigas com os vizinhos. Ela que cuida de tudo, compra diariamente as duas garrafas de bebida, tira as vazias e coloca a cheia. E trabalha em um reformatório. No filme traduziram como presídio, mas me pareceu que era somente de menores de idade. No Brasil mesmo já mudou o nome, não sei como chama nos Estados Unidos. Ela tem um trabalho burocrático, nada relevante e é meio invisível. O filme fala de vidas miseráveis, de lugares muito violentos, sem perspectivas.
Uma psicóloga chega para trabalhar no local e a enxerga. Elas se aproximam. A psicóloga é Anne Hathaway. O pai, Shea Whigam. Tem horas que parece filme antigo, muito bem realizado. Os carros são lindos. Adorei os figurinos. A trilha sonora é maravilhosa e tem várias músicas de Natal já que é a época que passa o filme.

Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 7 de junho de 2021

As Bruxas

Assisti As Bruxas (2020) de Robert Zemeckis na HBO Go. O filme é baseado no livro de Roald Dahl.


O começo é muito bonitinho. O menino fica órfão, sofre um acidente de carro com os pais e só ele sobrevive. Vai viver com a avó maravilhosa interpretada por Octavia Spencer. O fofo menino é interpretado por Jahzir Bruno. A relação dos dois é a coisa mais linda. Ele não quer mais saber de nada. E a avó tenta a todo custo fazer o garoto se animar, voltar a comer.
 

A justificativa pra avó e o neto se enfiarem no hotel onde acontece a Convenção das Bruxas é muito furada. E o filme fica muito chato, caricato e cansativo. As bruxas são óbvias, chatas, sem história. E pior, transformam o garoto e o amiguinho em ratinhos que se juntam ao ratinho do garoto que também tinha sido uma menina no passado. Eles passam o diabo pra acabar coma s bruxas, a avó acha o livro de feitiçaria, mas não consegue fazer as crianças deixar de ser ratos. Que lixo! Acho que queria ser diferentes. 
Beijos,
Pedrita

terça-feira, 7 de abril de 2020

Oito Mulheres e um Segredo

Assisti Oito Mulheres e um Segredo (2018) de Gary Ross na HBOGo. Eu vejo pouco filmes de ação e aventura, até gostei dos anteriores dessa série. Foi uma boa escolha.

Foi zapeando que a vontade aumentou porque o elenco é incrível: Sandra Bullock, Cate Blanchett, Helena Bonham Carter, Rihana, Anne Hathaway, Sarah Paulson, Awkawafina e Mindy Kalling.

Começa com a personagem da Sandra Bullock saindo da prisão. Nos três anos que ela ficou presa foi elaborando um plano de difícil realização. A personagem conta que cada vez que o plano dava errado em algum momento, ela começava de novo e elaborava novamente. Sim, é um plano mirabolante. Muito bacana como elas vão recrutando as profissionais. Divertido a que é especialista em roubar cargas de compras pela internet. Rihana faz a fera em computação.

Divertido quando a Helena Bonham Carter entra na trama. Ela é uma estilista famosa e é escolhida pra vestir uma influencer famosa. Sim, a trama fala de moda, joias e exposições. O roubo será em um museu. Vão roubar uma joia caríssima da Cartier dentro de um museu que vai expor joias raras do império.

Desde o começo dessa série gosto como fazem a edição, colocam várias cenas na tela com momentos diferentes em cada pedaço. Também gosto que ficamos sabendo o plano em detalhes, torcemos pela execução, mas no final descobrimos que até nós fomos enganadas. Ótimo entretenimento e ver essas grandes atrizes lindas e talentosas em cena é maravilhoso!

Beijos,
Pedrita

domingo, 18 de junho de 2017

Alice Através do Espelho

Assisti Alice Através do Espelho (2016) de James Bobin no Telecine Premium. Eu não tinha gostado do primeiro que comentei aqui, mas estava ansiosíssima para ver esse, vai entender. E gostei demais! Amei! Vou querer rever inúmeros trechos. É mágico, bonito, objetivo, muito diferente do primeiro. Esse também é baseado no livro de Lewis Carroll que não li. Só agora que vi que o diretor foi outro. James Bobin é inglês. Gostei muito!

Amei esse figurino da Alice.  Eu adoro essa atriz, Mia Wasikowska. Começa ela como capitã de um navio. Inteligente a forma como ela salva o navio do ataque dos piratas. Lembra um pouco Piratas do Caribe. Por ela ser capitã, ela viaja pelo mundo. Lindíssimo o figurino que ela diz trazer da China e vai para a festa. É esse vestido que ela passa o filme.

Eu achei esse bem mágico. O Chapeleiro Maluco está em crise, deprimido. No passado sua família morreu. Alice é estimulada a voltar no tempo para tentar interferir e salvá-los. É muito perigoso voltar no tempo, tudo pode mudar e acabar. Ele é interpretado pelo Johnny Deep. O pai é interpretado por Tom Godwin. Ele é chapeleiro também.

Adorei as cenas no castelo do tempo. Amei os bonequinhos. E toda trama que fala de relógio, de tempo, mexe comigo. O dono do tempo é interpretado por Sacha Baron Cohen.

Muito interessante a trama das duas irmãs na infância. O que aconteceu que fez a cabeça da rainha começar a crescer. Uma graça as meninas interpretadas por Leilah de Meza e Amelia Crouch. A Alice tenta mudar as histórias delas, mas não consegue. E lembra uma frase que ouviu, que não podemos mudar o passado, só aprender com eles. Gostei bastante. Em geral histórias que voltam no tempo permitem que sejam mudadas, bacana que essa não.
Continuam no elenco Anne Hathaway, Helena Bonham Carter e Matt Lucas.

E o elenco da vida da Alice fora da fantasia: Rhys Ifans e Lindsay Duncan. Gostei muito como a trama do tempo interfere na vida da mãe e da filha. Como elas mudam e passam a olhar o outro com mais compaixão. Bonita a solução que encontram para os seus conflitos. Emocionante o final!

Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 9 de março de 2016

Interestelar

Assisti Interestelar (2014) de Christopher Nolan no HBO on Demand. Eu não estava muito animada em ver esse filme apesar de adorar ficção científica. Sempre que zapeava parava pra ver um pouco e sempre era muito lento em diálogos em salas, sem esse lado espacial do pôster. É que Interestelar é enorme, muito enorme, muitas horas, e realmente tem muito diálogo filosófico, pouca ação. Mas é muito interessante, gostei muito.

Vamos começar do começo. É um futuro distante uma família é fazendeira, as plantações vivem queimando porque há nitrogênio demais, pragas demais, oxigênio de menos. Um engenheiro, interpretado pelo Matthew McCounaughey que está fazendeiro, segue uma pista e descobre galpões da Nasa com equipes de pesquisa. O chefe é interpretado pelo Michael Caine. A Nasa pensa em enviar um grupo de astronautas para outra galáxia, para depois levar alguns sobreviventes da terra. Serão muitos anos. A nave levará também embriões para barrigas de aluguel. Há vários planos na tentativa de achar algum lugar onde os habitantes da terra possam morar.

Esse engenheiro é o único que já foi a lua, já fez viagens espaciais, e esse grupo tenta convencê-lo. Além do grupo ele seguirá com a filha do personagem do Michael Caine interpretada pela Anne Hathaway. São acontecimentos demais, já que o filme é muito longo e complexo. Achei sofrível a interpretação de Matthew McCounaughey. Matt Damon faz uma participação. Ainda nessa equipe da nave está o personagem de David Gyasi
Os filhos do engenheiro crescem e são interpretados por Jessica Chastain e Casey Affleck. Ele se torna um fazendeiro revoltado, ela uma grande pesquisadora. O pai falava muito da importância dos estudos. Linda a menina que faz a Murph criança, interpretada por Mackenzie Foy. A mais velha por Ellen Burstyn. 

Interestelar ganhou Oscar e Bafta de Melhores Efeitos Especiais. No geral o filme é bom, mas uma edição e alguns cortes melhorariam bastante. Os depoimentos iniciais que voltam a aparecer no final são esquisitos. A busca pelo drone demora muito. Não precisava ser tão longo até porque algumas questões ficam em aberto. Eu imagino que quem tenha interesse científico pelo tema deva entender e gostar mais ainda. 

Beijos,
Pedrita

sábado, 6 de março de 2010

Idas e Vindas do Amor

Assisti no cinema Idas e Vindas do Amor (2010) de Garry Marshall. Há poucas opções de filmes no cinema que não sejam violentos para ir com a minha mãe. Escolhemos esse. Os Estados Unidos pegaram o hábito de fazer filmes para o Dia dos Namorados, como eles fazem para o Natal. Mas também pegou o hábito de fazer regularmente filmes com várias histórias, eu gosto desse formato. Idas e Vindas do Amor não é o melhor desse gênero, mas é simpático. No elenco grandes e famosos atores como Ashton Kutcher que o seu personagem parece costurar as histórias. Ele é dono de uma loja de flores. Idas e Vindas do Amor passa em um único dia, no Dia dos Namorados.

Jamie Foxx faz outro personagem simpático. Julia Roberts aparece pouco, mas tem um bonito perso-nagem. Outra que aparece pouco é a Jessica Alba, Queen Latifah e Kathy Bathes. Amei a história interpretada pela Shirley Mclaine e Hector Elizondo. Como alguns filmes desse formato sempre há uma história com uma criança, o menino é uma graça interpretado por Bryce Robinson. Alguns outros do elenco são: Jessica Biel, Jennifer Garner, Anne Hathaway, Topher Grace, Eric Dane, George Lopez, Bradley Cooper, Patrick Dempsey e Taylor Lautner.

Eu achei a fotografia um pouco escura, não sei se era a cópia que vimos no cinema. Minha mãe não conhecia o exagero dos americanos na festa do Dia dos Namorados. Eu sabia, mas confesso que não achava que eles iam tão longe, muito cafona a festa. Eu não sabia que havia programas no cemitério, mas achei simpático que passam um filme e todo mundo vê no gramado, mas se fica lotado daquele jeito não sei se há romantismo. Eu e minha mãe estranhamos algumas crianças no cinema. Fiquei pensando que talvez elas vão pelos atores, por algum ídolo, não sei se sabem sobre o que é o filme. Crianças com menos de 10 anos não devem compreender metade dos diálogos. É um filme com conversas complexas adultas sobre relacionamentos. Eu estranho esse costume de ir ao cinema sem nem ao menos saber o que vai assistir. Ainda mais que o ingresso do cinema está muito caro.

Youtube: 'Valentine's Day' Trailer HD

From Mata Hari e 007
Beijos,


Pedrita

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Agente 86


Assisti Agente 86 (2008) de Peter Segal no HBO Plus. Eu tinha muita vontade de ver esse filme, gostava da caracterização dos protagonistas, muito parecidos com os originais. É razoável, mas não gostei de alguns fatores. Os dois estão bem, mas o roteiro é muito elaborado. Recentemente revi uns episódios da série e gostava muito da simplicidade do roteiro. Era engraçado porque muitas vezes era bobo. Nós já tínhamos visto o vilão fingindo de boneco de cera em um museu e eles nem percebiam. Acabavam resolvendo o mistério por acaso. No filme tudo é elaborado demais e perde um pouco dessa simplicidade que fazia tudo ficar muito engraçado.


Há uns bons momentos no filme, mas muito das piadas são de mal gosto e preconcei-tuosas, meio forçadas. Há varias alusões ao 007 e piadas sobre a série. Algumas engraçadas, outras nem tanto. Agente 86 parecia mais uma sátira ao 007 do que uma referência a série. Eu gostei muito do casal protagonista Steve Carell e Anne Hathaway. Alguns outros do elenco são James Caan, Alan Arkin e Daywe Johnson que conhecemos melhor como The Rock.

Youtube: Agente 86 - Trailer 2
Beijos,


Pedrita

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Becoming Jane

Assisti Becoming Jane (2007) de Julian Jarrold na HBO. É um filme de época que, através de cartas da escritora Jane Austen, montaram a possibilidade de sua história. É bem ficcional. Partiram inclusive de Orgulho e Preconceito porque acreditaram que muito tivesse sido baseado em sua vida. Então Becoming Jane é bem similar a esse filme. Até esse cartaz é praticamente idêntico. Como um filme de romance é muito bonito, com uma fotografia belíssima. E gosto muito dos protagonistas Anne Hathaway e James McAvoy.

Jane Austen realmente foi de uma família de nobres com poucos recursos como em Orgulho e Preconceito. Na busca de informações sobre sua vida me surpreendi que ela viveu somente até os 41 anos. Jane Austen escreveu seis romances, o primeiro Orgulho e Preconceito, e o filme é ambientado antes do lançamento do seu primeiro romance. As locações são belíssimas! Eu li um livro recentemente dessa autora, Emma, que gostei muito e comentei aqui no blog. Alguns outros do elenco são: Julie Walters, James Cromwell, Anna Maxwell Martin, Maggie Smith, Lucy Cohu, Laurence Fox e Joe Anderson.
Música do post: Mozart


Youtube: Becoming Jane Trailer



Beijos, Pedrita