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quarta-feira, 18 de outubro de 2023

Invitación a un Asesinato

Assisti Invitación a un Asesinato (2023) de José Manuel Cravioto na Netflix. Esse filme mexicano é daquele gênero que me viciei, um toque de comédia com um assassinato. É razoável!

Uma mulher convida vária pessoas a uma casa sua isolada. O local é deslumbrante. Já vimos inúmeros filmes com essa premissa. A irmã é famosa em um podcast que desvenda mistérios. A que convida é assassinada, começa então a investigação. Eu até desconfiei, acertei em parte, mas é bem feito o roteiro, não era bem o que eu tinha imaginado, mas é bem explicado. Maribel Verdú que convida o grupo. Regina Blandon é a irmã.
Beijos,
Pedrita

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Tetro

Assisti Tetro (2009) de Francis Ford Coppola no Max. Vergonhosamente não sabia da existência desse filme, mas com esse diretor não há nem o que pensar, é mesmo só assistir. Gostei muito. É realizado todo em preto e branco e em Buenos Aires e na Patagônia. Chega um rapaz da Marinha indo ver o irmão que se mudou para a Argentina. A relação é conflituosa, demais até, e a instabilidade emocional desse que mora em Buenos Aires é enorme. Os dois são filhos de um famoso maestro, egocêntrico e prepotente, que vivia só para a sua imagem.

Muitos segredos começam a ser revelados, sem o nosso protagonista Tetro querer. É o irmão que busca na ausência dele textos e informações sobre o seu passado. Vincent Gallo está maravilhoso como Tetro. A fotografia é belíssima. A esposa de Tetro é interpretado pela maravilhosa Maribel Verdú. Lindo e intenso o rapaz que interpreta o irmão,  Alden Ehrenreich. Alguns outros do elenco são: Rodrigo De la Serna, Klaus Maria Brandauer, Carmen Maura e Lucas di Conza.

Beijos,
Pedrita


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

El Niño de Barro

Assisti El Niño de Barro (2007) de Jorge Algora no Cinemax. Me interessei em ver esse filme porque tem a Maribel Verdú no elenco. Mas não estava gostando e achei muito ruim. É em co-produção entre Espanha e Argentina e é baseado em fatos de Buenos Aires em 1912. A fotografia é ótima, em tom sépia. Mas o filme tem um roteiro esquisito e ruim. É sobre um serial-killer que vem matando crianças. Também aborda a pedofilia. Com temas tão sérios, não dava pra querer fazer suspense, transformar em um filme policial de quem matava. Outra característica ruim é que um menino presencia até mesmo acordado os assassinatos. Então ficou ruim porque transforma um assunto grave em um show pra bilheteria e fazer um filme sensacionalista. Maribel Verdú interpreta a mãe desse menino. Outros do elenco são: Daniel Freire e Chete Lera.

Música do post: Carlos Gardel (D03) - 03 Malevito


Beijos,

Pedrita

segunda-feira, 28 de abril de 2008

O Labirinto do Fauno

Assisti O Labirinto do Fauno (2006) do diretor mexicano Guillermo del Toro no HBO. Queria ver esse filme desde que o Rubens Ewald Filho falou em uma cerimônia do Oscar que achava esse filme o melhor do ano. Depois foi o 007 que reforçou o quanto esse filme é bom. Mas não consegui ver nos cinemas e demorei pra ver na tv a cabo. O filme parecia que fugia de mim. É realmente maravilhoso mas muito, muito triste. É sobre a violência e intolerância humana. Há algo de fantasia, mas tanto eu como o 007 ficamos na dúvida se efetivamente existiu. Se não era a tristeza da menina que buscava algum alento naquela vida miserável. Se não era tudo ilusão!

Vou falar detalhes do filme: É possível que O Labirinto do Fauno seja realmente um filme de fantasia e que tudo aquilo que a menina passou com o Fauno seja verdadeiro, que a fábula seja verdadeira. Mas tanto eu quanto o 007 ficamos com a sensação no final de que era só um sonho da menina para fugir daquela realidade horrenda onde o direito da criança não é preservado, onde há muita violência, maldade e intolerância. Fiquei muito triste com o filme e com o final, que eu poderia ter outra interpretação, mas a tristeza é tanta que nem consegui me convencer que poderia ser verdade aquele mundo de fantasia que ela achava que existia.
Mesmo o Fauno não parecia trazer um alento a essa menina. Parece que nos sonhos dela até aquele que traria alguma esperança a aquela falta de futuro também era agressivo, pouco confiável e violento. Todas as provações que ela parece ter que passar para conseguir um pouco de paz são agressivas, perigosas e não trazem conforto a essa menina sofrida e só. Parece que ela não consegue imaginar algo que a acolha, que lhe dê afeto. Está tão acostumada a uma vida de agressividade e privações que até em seus sonhos o que aparece não é amistoso. O quanto o direito da infância não é garantido e o quanto a há violência contra a infãncia. O quanto muitos adultos acham que é o melhor que fazem quando da verdade só expõe a criança a maus tratos e privam ao direito da infância. E o quanto alguns adultos, até mesmo os pais, não conseguem ver o mal que expõe os seus filhos.
A menina trabalha maravilhosomente e a atriz é Ivana Baquero. Também gostei muito da empregada da casa que de alguma forma tenta proteger essa menina, é a ótima atriz Maribel Verdú. A mãe da menina é interpretada por uma atriz muito linda, Ariadna Gil. O Fauno por Doug Jones e o vilão por Sergi López.

O Labirinto do Fauno ganhou 3 Oscars de Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia e Melhor Maquiagem. Ganhou o Independent Spirit Awards de Melhor Fotografia. 3 prêmios BAFTA de Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Maquiagem e Melhor Figurino. 7 prêmios no Goya de Melhor Revelação Feminina (Ivana Baquero), Melhor Roteiro Original, Melhor Maquiagem, Melhor Som, Melhores Efeitos Especias, Melhor Fotografia e Melhor Edição.
Música do post e do filme: El laberinto del fauno

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Beijos, Pedrita