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terça-feira, 25 de maio de 2010

O Rei e Eu

Assisti ao musical O Rei e Eu de Jorge Takla no Teatro Alfa. Eu queria muito ver esse musical, a produção é maravilhosa, cenários e figurinos de tirar o fôlego. Os cenários são de Duda Arruk e os figurinos do Fábio Namatame. Nossos protagonistas são o Tuca Andrada e a Cláudia Netto. Maravilhosas as cantoras Luciana Bueno e Daniela Vega. A regência é de Vânia Pajares a frente de uma orquestra de 22 músicos. As crianças são demais, como cantam e interpretam. Adorei o filho da Anna, interpretado pelo Daniel Paulin.

Esse texto é controverso, com o olhar para o exótico que os americanos costumam ter, eles falam com preconceito dos hábitos do Sião, na Tailândia, em 1894, como  poligamia dos homens e a escravidão. Enquanto os Estados Unidos sempre segregou violentamente os seus negros, ainda mais no período que é ambientado esse romance. O musical O Rei e Eu até menciona essas divergências, mas é diferente. O romance é baseado na história verídica da educadora inglesa Anna Leonowens que viveu entre 1831 e 1915, escrito pela inglesa Margareth Landon   A educadora realmente foi ao Sião ensinar os filhos do Rei. O quanto o resto é fantasioso não se sabe. No espetáculo uma personagem faz uma adaptação oriental da Cabana do Pai Thomás, esse espetáculo dentro do espetáculo é majestoso. Essa é a última semana que o espetáculo fica em cartaz.



From Mata Hari e 007
e

From Mata Hari e 007

Beijos,
From Mata Hari e 007
Pedrita

sábado, 25 de agosto de 2007

A Invenção da Ópera


Assisti ao recital de lançamento do livro A Invenção da Ópera, de Sergio Casoy, com a mezzosoprano Denise de Freitas e a excelente pianista Vania Pajares, ao cravo. A apresentação e lançamento aconteceu na Sala Eva Herz, na nova sede da Livraria Cultura, onde era o famoso cine Astor.

Gostei muito das árias antigas do repertório, já que o livro conta o início da ópera: Se Florindo è fedele (da ópera La Donna ancora è fedele) e Spesso vibra per suo gioco de Alessandro Scarlatti (1660–1725); Come raggio di sol e Sebben, crudele (da cantata La Costanza in Amor vince l’Inganno) de Antonio Caldara (1670–1736), Ragion sempre addita de Alessandro Stradella (1639–1682); Caro mio ben de Giuseppe Giordani, (1751–1798); Amarilli de Giulio Caccini (1545–1618); Danza, danza, fanciulla gentile de Francesco Durante (1684–1755); Quella fiamma che m’accende de Benedetto Marcello (1686–1739); Sposa son disprezzata (da ópera Bajazet) de Antonio Vivaldi (1678–1741); Ah! Mio cor, schernito sei (da ópera Alcina) de Georg Friedrich Haendel (1685–1759); Vittoria, vittoria! (de Canzonette Amorose) de Giacomo Carissimi (1605–1674).


Muito boa a interpretação de Denise de Freitas. Gostei em especial de duas árias e também no dueto com a Vania Pajares no final.

Beijos,Pedrita