
Assisti ao
recital de lançamento do livro
A Invenção da Ópera, de
Sergio Casoy, com a mezzosoprano
Denise de Freitas e a excelente pianista
Vania Pajares, ao
cravo. A apresentação e lançamento aconteceu
na Sala Eva Herz, na nova sede da
Livraria Cultura, onde era o famoso cine
Astor.
Gostei muito das árias antigas do repertório, já que o livro conta o início da ópera: Se Florindo è fedele (da ópera La Donna ancora è fedele) e Spesso vibra per suo gioco de
Alessandro Scarlatti (1660–1725); Come raggio di sol e Sebben, crudele (da cantata La Costanza in Amor vince l’Inganno) de
Antonio Caldara (1670–1736), Ragion sempre addita de
Alessandro Stradella (1639–1682); Caro mio ben de
Giuseppe Giordani, (1751–1798); Amarilli de
Giulio Caccini (1545–1618); Danza, danza, fanciulla gentile de
Francesco Durante (1684–1755); Quella fiamma che m’accende de
Benedetto Marcello (1686–1739); Sposa son disprezzata (da ópera Bajazet) de
Antonio Vivaldi (1678–1741); Ah! Mio cor, schernito sei (da ópera Alcina) de
Georg Friedrich Haendel (1685–1759); Vittoria, vittoria! (de Canzonette Amorose) de
Giacomo Carissimi (1605–1674).

Muito boa a interpretação de
Denise de Freitas. Gostei em especial de duas árias e também no dueto com a
Vania Pajares no final.
Beijos,
Pedrita