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quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Squid Game 3

Assisti o 3ª Temporada de Squid Game de Hwang  Dong-Hyug na Netflix. Eu demorei pra ver porque o 456 é devolvido ao jogo. A temporada anterior termina com um grupo se rebelando. O 456 está quase no lugar onde fica o líder, os jogadores estão morrendo e perdendo.

A série ficou bastante tempo no continue assistindo sem ser vista. Quando recomecei de novo não queria parar. Que série! O 456 está desiludido, tudo deu errado e ele está de volta. Lee Jung-Jae está majestoso! Que ator! Que personagem! Virei por dentro!

Os jogos assustadores retomam e em um deles a grávida, Kim Jun-hee, tem o bebê. A série fica cada vez mais sombria e dolorosa. A personatem de Geum Ja que faz o parto. A atriz está inacreditável, outro personagem dificílimo!

Antes do próximo jogo o líder, Lee Byung-hun, chama o 456 que finalmente descobre quem é ele. O líder dá uma faca e sugere o que o 456 poderia fazer para ganhar junto com o bebê o jogo, ah, o bebê passa a ser um participante. Acho que as mães vão sonhar com esse bebê que não chora, que só mama quando as pessoas querem, fica a noite toda dormindo. Recém-nascido. É um bebê mágico. Muito interessante que quando o 456 pensa em fazer o que foi sugerido, a série volta ao passado e fiquei em choque. É inacreditável que essa série depois de tanto tempo ainda tenha tantos segredos e surpresas. Em paralelo continuam a trama do irmão, Hwang Jun-ho, tentando achar a ilha com um grupo no barco e a guarda 11, Kang No-eul, vestida de cor-de-rosa tentando interferir em resultados.

E sim, a bonequinha assustadora volta, mais assustadora ainda. Os sons dessa série são incríveis. 

O último jogo então é de arrepiar. E não temos a mínima ideia do que irá acontecer. Muito assustador! O jogo termina e passa a ter momentos fora. Muito surpreendente!

A série segue para os Estados Unidos e Cate Blanchett passa a ser uma recrutadora. Sim, pode ter mais continuação. Não adiantou nada o 456 se rebelar, sempre haverá milionários querendo se divertir com jogos humanos considerados menos humanos por serem miseráveis. Mais atual que nunca.

Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 8 de maio de 2025

Squid Game 2

Assisti a 2ª Temporada da série Squid Game 2 (2024) de Hwang Dong-hyuk na Netflix. Foi o primeiro que comecei a assistir agora que o streaming está dentro do meu pacote com comerciais, mas demorei muito pra terminar porque é muito, mas muito forte, mesmo que sempre necessário. Eu tinha amado o primeiro, queria muito ver. A próxima será a temporada final e já tem data de estreia.

 

O vencedor do primeiro está mais revoltado que nunca. Ele nunca conseguiu gastar o dinheiro que ele chama de sujo, e que sujeira, 455 mortos valeram o prêmio. O primeiro episódio é todo do lado de fora. Ele contrata uma legião de pessoas para encontrar o recrutador, Gong Yoo. Ele quer chegar na cúpula do jogo, quer acabar com o jogo. E claro que dá errado porque vemos ele dentro do jogo novamente. Confesso que seria mais produtivo ele usar o dinheiro para ajudar pessoas desesperadas e evitar que fossem recrutadas, mas aí a série não teria continuação. Lee Jung-Jae sempre maravilhoso! Que ator!


Em paralelo o irmão do líder do jogo procura a ilha. Ele é interpretado por Wi Ha-joon
O 456 acaba entrando no jogo novamente e seu aliado é nada menos que o criador do jogo. 456 pensa que é só mais uma vítima do sistema. Lee Byung-hun quer mostrar que o 456 está errado e acaba conseguindo um pouco. Mesmo que a série sirva para o mundo de hoje, fala sobre poder, falar de jogos nesse momento se torna fundamental. Vários estão ali porque se endividaram seriamente em jogos de azar, desses que estão destruindo famílias aos montes. A pessoa joga e ganha logo no começo, se empolga, e jogo não vai mais permitir que ela ganhe. Quem não continuar e tentar tirar o pouco que ganhou, nunca vai conseguir, o sistema vai propositalmente dar erro. E pessoas com esse perfil de jogador compulsivo, acham sempre que no próximo jogo vão conseguir ganhar e pagar suas dívidas. 456 descobre que se eles votarem que não querem continuar, o sistema finaliza o jogo, divide o dinheiro e todos saem. Mas esses viciados não querem e 456 não imaginava. Eles sempre querem mais um jogo, o dinheiro ainda não é muito. Mesmo inúmeros mortos, eles querem arriscar matar mais pessoas. O roteiro é inteligentíssimo. A desilusão de 456 que começa a entender que não são só os líderes que são perversos, mas também há a manipulação. O jogo é muito, mas muito inteligente, infelizmente. Fico sempre muito reflexiva sobre a humanidade.
Os personagens são ótimos. A mãe que descobre que o filho está lá também. Militares. Uma jovem grávida que encontra o pai do filho no jogo também. Uma trans. Um alucinado. E um primo do 456.

Outro contraponto interessante é dar rosto aos atiradores. Agora conhecemos a 11. Ela quer conseguir trazer sua filha pra perto dela então aceita o trabalho. Park Gyuyoung está incrível. Como vimos no primeiro, há tráfico de órgãos de um grupo que supostamente faz isso clandestinamente, eu tenho minhas dúvidas. E a 11 acaba com o sofrimento de que todos que atira. Eles a pressionam que não seja tão eficiente, para que eles ainda estejam vivos, mas ela continua atirando com precisão. A Netflix oferece um documentário com entrevistas que gostei muito também. Estou ansiosa pra temporada final.
Beijos,

Pedrita

segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

Squid Game

Assisti a série Squid Game (2021) de Hwang Dong-hyuk na Netflix. Coisas de Brasil, aqui o nome continua em inglês, mas é outro, não faz sentido algum, Round 6. Eu tinha muita resistência pra ver essa série, tudo que é quase unanimidade eu fico relutante. Mas eu amo produções coreanas, principalmente as de terror, então fui ver e não conseguia largar.
 

Essa imagem explodiu na estreia nas redes sociais. E na época eu entendi que seriam jogos e como conheço os filmes coreanos, pavorosos.  Os jogos são inspirados em brincadeiras infantis, algumas desconhecidas por aqui, algumas com semelhanças.
O protagonista é viciado em jogos, cavalos mais especificamente. Que ator, Lee Jung-Jae. Ele não consegue emprego e é muito atrapalhado, vive apostando. Ele recebe então um cartão com uma proposta. Perto da meia noite os participantes vão a um lugar indicado, uma van passa, eles são dopados até chegar no local do jogo. Ele é o último, o número 456. Todos são imperfeitos, com ele não é diferente, mas ele tem alguma integridade, respeito ao próximo, sentido de equipe. Muito interessante que ele tem a maior admiração pelo amigo bem sucedido (Park Hae-soo) que também está lá. O amigo foi o melhor aluno em tudo, formado com louvor e atuava no mercado financeiro. O 456 vive elogiando-o. 
Duas jovens contam suas vidas, uma é da Coreia do Norte, muito triste a vida das duas. Ótimas e lindas atrizes: Jung Yo-Heon e Lee Yoo-mi.

O 456 afeiçoa-se ao 001 que diz estar com um tumor. Oh Yeong-su está majestoso! O 456 passa a protegê-lo de alguma forma. Mas é interessante também que esse senhor, por ter brincado muito na infância, sabe técnicas onde mesmo um grupo mais fraco possa ser vencedor. A série debate muitas questões, pré-conceitos, é muito profunda. 

A série debate também imigração com o personagem de Anupam Tripathi, o preconceito a imigrantes e fala de profissões de sobrevivência, como a prostituição na personagem de Kim Joo-Ryung. O grupo dos "vilões" é encabeçado pelo personagem do Heo Sung-tae.

O jogo é muito surreal. O líder fala sempre que a regra principal é todos terem direitos iguais, mas essa regra é bem controversa, na verdade, a série toda é muito controversa. Como na vida real, a noção de igualdade não é igualitária. Muito interessante quando termina dando a ideia de uma continuação.


Beijos,
Pedrita

quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

The Housemaid

Assisti The Housemaid (2010) de Im Sang-Soo no PrimeVideo. Que filme, ainda em estado de choque! O filme ganhou inúmeros prêmios.

Uma jovem é contratada para ser babá de uma linda menina. A mãe está grávida de gêmeos. Ela é doce e cuidadosa. O patrão raramente aparece. Depois de bastante tempo ambientada na luxuosa casa, ele aparece e eles tem um romance na cabeça dela. Lindos demais os dois Jeon De-yeon e Lee Jung-jae. Ah, achei que já tinha visto ele, é o protagonista de Round 6, Squid Game.
A governanta da maravilhosa Youn Yuh-jung logo vê o que acontece e dá a entender que é algo habitual na família. Riquíssimos, eles usam e abusam das pessoas. É ela que percebe pela mudança do corpo que a jovem engravidou antes mesmo da jovem perceber e ventila pra mãe da patroa.

A mãe provoca então um grave acidente na funcionária pra ela perder o bebê, o que não acontece. A governanta avisa inúmeras vezes pra jovem ir embora, mas ela é teimosa e o filme só chega na catarse porque ela fica na casa. Grávida, ela acha que o patrão vai acolhê-la e que vai gostar de ter outro filho. Como ele demora a voltar pra casa, ela vai sofrendo uma infinidade de abusos, vários sem saber, como ser envenenada nos sucos que tinham que tomar pra se restabelecer. A mãe faz embalagens iguais e mistura na bebida da jovem. Lindas e talentosas mãe e filha, Park Ji-Young e Woo Seo.
O final é muito irônico. A jovem quer se vingar, mas nada muda. Eles continuam contratando empregadas lindas pra satisfazer o marido insaciável, outra babá. E continuam como se nada tivesse acontecido, exatamente como a governanta sempre avisava.

Beijos,
Pedrita

quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Retrospectiva 2021

Nesse ano dificílimo, as séries e filmes foram mais presentes na Retrospectiva 2021

Foi difícil selecionar algumas séries, porque as que amei foram muitas.

Squid Game
Cidade Invisível
O Hóspede Americano
Mare of Easttown
Handmaid´s Tale 4
Lupin 1 e 2 
Dark 2 e 3

Em cada atração o link da postagem no blog.

Música também só foi virtual:

Show Somos Um de Maria Rita Stumpf

CD Psallo Trio Josani Pimenta, e dois outros músicos excelentes, Eduardo Minczuk na trompa e Marcelo Pimenta 

As Duas Sonatas para Viola e Piano de Brahms com Horácio Schaefer, viola, e Sergio Melardi, piano

Novela só teve uma:

Amor de Mãe

Peças foram duas virtuais da Cia Navega Jangada



Foi difícil selecionar os filmes, gostei de muitos:



Livros também foram grandes companheiros, igualmente difícil selecionar alguns:

O Alforge de Bahiyyih Nakhkavani
Madame Oráculo de Margaret Atwood
Uma Menina Está Perdida no Seu Século À Procura do Pai de Gonçalo M. Tavares
Minha História por Michelle Obama
Sem Gentileza de Futhi Ntshingila
Holocausto Brasileiro de Daniela Arbex











Feliz 2022! Que seja um ano melhor pra todos!

Beijos,




Pedrita