Todos os dias é uma tal avalancha de porcaria que a gente nem sabe se a tente enfrentar e se ponha a relatá-la (sendo que o mais certo é que se acabe por ficar soterrado), ou se tente subir a um promontório e arranje maneira de se rir disto tudo, ou se, sabiamente, se vá mas é refugiar juntos dos Aztecas, lá bem para trás no tempo.
Estou para aqui a ver se arranjo vontade para falar do BCE, do BdP, do BES, do Novo Banco e de todos os seus tristes actores mas a verdade é que essa vontade peregrina não desce em mim. Para ver se me motivo vou-me entretendo com alguns refrescos, que é como quem diz, com a rapaziada da Porta dos Fundos. Ó gente divertida. O que eles me fazem rir. E o que eles se devem rir a fazer isto.
Ora bem.
Há aqueles que não se ensaiam nada para f**** quem apanhem pela frente, estejam ou não a jeito. E há outros, coitados, que não têm intuição nem jeitinho nenhum, um dó.
CONCEPÇÃO - Porta dos Fundos
A quem não saiba, informo que Gregório Divivier é poeta.
Aqui vos deixo com ele enquanto diz um poema de sua autoria, O meio de todas as coisas.
__
Enquanto estou aqui no meio de todas as coisas, vou pensar para que lado me hei-de voltar.
.