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terça-feira, agosto 12, 2014

Ricardo Salgado, Henrique Granadeiro, Carlos Costa, Passos Coelho e todos os outros que por aí andam a ver se nos engravidam pela porta dos fundos, não precisam de ensinamento ou então aprendem uns com os outros. Já Gregório Duvivier não aprende de maneira nenhuma. Mas, enfim, como poeta inventa trens para os Astescas e isso é de louvar


Todos os dias é uma tal avalancha de porcaria que a gente nem sabe se a tente enfrentar e se ponha a relatá-la (sendo que o mais certo é que se acabe por ficar soterrado), ou se tente subir a um promontório e arranje maneira de se rir disto tudo, ou se, sabiamente, se vá mas é refugiar juntos dos Aztecas, lá bem para trás no tempo.

Estou para aqui a ver se arranjo vontade para falar do BCE, do BdP, do BES, do Novo Banco e de todos os seus tristes actores mas a verdade é que essa vontade peregrina não desce em mim. Para ver se me motivo vou-me entretendo com alguns refrescos, que é como quem diz, com a rapaziada da Porta dos Fundos. Ó gente divertida. O que eles me fazem rir. E o que eles se devem rir a fazer isto.

Ora bem. 

Há aqueles que não se ensaiam nada para f**** quem apanhem pela frente, estejam ou não a jeito. E há outros, coitados, que não têm intuição nem jeitinho nenhum, um dó. 



CONCEPÇÃO - Porta dos Fundos







A quem não saiba, informo que Gregório Divivier é poeta.
Aqui vos deixo com ele enquanto diz um poema de sua autoria, O meio de todas as coisas.




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Enquanto estou aqui no meio de todas as coisas, vou pensar para que lado me hei-de voltar.

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