E note-se que o digo sem qualquer conotação, preconceito ou segundas intenções.
Almocei depois das duas e meia e lembrei-me de ligar a televisão. Deparei-me com uma cena engraçada. Moedas portava a chave de Lisboa que entregaria a Vitali Klitschko, o calmeirão que preside ao burgo de Kiev e, excitadíssimo (o Coins), naquela sua vozinha fofa, afirmava que estava na Ucrânia e que é ucraniano. Parecia empolgado. Parecia, até, querer convencer Vitali que assim era. Só faltou confessar-se irmão gémeo de Vitali.
Ele falava, certamente, em sentido figurado mas eu, ao reportar o sucedido, estou a ser literal.