Mostrar mensagens com a etiqueta trânsito. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta trânsito. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, março 22, 2024

Sérgio


Com um brilhozinho nos olhos, hoje é o primeiro dia do resto da tua e da minha vida. Essa é que é essa. E o resto vem por acréscimo.

Claro que antes foi um stress. Não há um lugar para estacionar, um único, nem ali nem nas redondezas. O parque dos Restauradores também cheio. E um trânsito do caraças. Taxis e Ubers a largarem clientes junto aos hotéis. Ou seja, demorado, a tirar bagagem, a agradecer, tudo nas calminhas, e a gente atrás a ver o tempo a escoar-se. Depois os sentidos das ruas... Tendo ambos trabalhado por ali durante anos e dir-se-ia que conhecendo a zona da Av. da Liberdade de olhos fechados, agora foi assim: 'vira aí que ou se arranja aí ou viras para baixo e entras outra vez na avenida.'. Está bem, está, não dá para virar ou, se dá, depois, não dá para virar para baixo. Voltas e voltas e o tempo a desaparecer... Uns nervos.

Há um ano longe do bulício das zonas e dos períodos de trânsito, coisas assim já nos enervam. 

Resultado, fomos para a direita, por cima, pela Mártires da Pátria, para tentar o parque do Martim Moniz. E foi o que nos valeu. 

Dali ao Coliseu é um pulinho a pé. 

Com isto já estávamos em cima, já à hora de começar. Lançados que íamos, dirigimo-nos à pressa para a entrada. Até que começámos a ver que estávamos com uma fila de gente ao lado. Incrédula, perguntei se era para o Sérgio. Era. Uma fila gigante. Que remédio, voltámos para trás para nos pormos no fim. Mas atrás de nós continuou a juntar-se gente. Certamente gente que passou pelo mesmo que nós. Conclusão: não dá para ir de carro lá para o pé.

Foi sentarmo-nos e o concerto a começar.

E foi bom, bom.

Claro que o Sérgio tem para aí uma dúzia de canções que são fantásticas, icónicas, cantantes, colectivas. As outras -- e que me desculpem a heresia -- são, sobretudo, mais do mesmo, meio chatas. Mas a dúzia fantástica, mais as do Zeca que cantou, mais aquelas em que teve a companha do Canto Nono e da Garota Não valeram muito, muito a pena, foi uma festa, uma alegria, momentos de partilha com toda a gente a cantar e a bater palmas para acompanhar.

E depois aquela surpreendente memória do meu marido que sabe a letra de todas as mais antigas, incluindo uma de que não tinha qualquer ideia com letra do O'Neill. Incrível.

Viemos de lá todos felizes da vida.

Claro que, depois, ao entrar no parque do Martim Moniz, todas as portas fechadas... Valeu que outras pessoas ali tinham também o carro e algumas já sabiam que, a esta hora, só pela rampa. Acho que isto para evitar que transformem as escadas mais em casa de banho do que já são de dia.

Só tenho pena de não ter jeito para fazer vídeos de jeito. Por isso, aqui vão os Vampiros no meu mal-amanhado registo e que, lá, foi arrepiante, um momento maravilhoso.


_________________________________________

E uma bela sexta-feira

Saúde. Alegria. Paz.

terça-feira, março 05, 2024

Em dia de ida a dois médicos, algumas conclusões
(e, a despropósito, pessoas que não existem e outras cenas de AI que são de um outro mundo)

 


Devido àquela bizarra situação que fez com que activassem o protocolo dos enfartes, chamassem o INEM, me enfiassem numa ambulância que me levou para as Urgências, lá chegada me tivessem levado, de cadeira de rodas, para a Reanimação e me tivessem feito lá estar até ao princípio da tarde do dia seguinte, agora uma vez por ano tenho que ir ao Cardiologista.

Era para ser no fim do ano passado. No fim do verão liguei para marcar a consulta (num hospital privado). Como afinal a escassez de médicos parece ser geral e não apenas no SNS, só consegui consulta para hoje. 

Entretanto, estando reformados e querendo começar a ir ao médico de família, depois de uma primeira consulta creio que no fim do verão e tendo ele mandado fazer alguns exames, tentámos marcar consulta para o fim do ano. Debalde. Fomos tentando. Debalde. Até que, finalmente, lá nos ligaram a propr uma data. Ora bem. Qual data? Pois. Justamente, também hoje. Com duas horas de intervalo e vários quilómetros e muito trânsito de permeio. 

Ou seja, cheguei a uma das consultas à tangente. Aliás, um pouco atrasada.

Primeira conclusão

Na sala de espera do Centro de Saúde, no espaço da Saúde Infantil, todas as crianças que vi, todas, eram filhas de imigrantes. Várias. 

Uma alegria. Já que os portugueses de gema não se reproduzem, ainda bem que os imigrantes o fazem. Só desejo que sejam felizes por cá, que por cá fiquem, que por cá trabalhem, que por cá efectuem os seus descontos. 

Portugal só tem a ganhar com esta situação.

Segunda conclusão

O carro tinha ficado estacionado no parque de uma superfície comercial. Quando lá fomos buscá-lo assistimos a uma grande confusão, muitos gritos, muito barulho, grande correria. Um rapaz tinha sido agarrado pelos Seguranças, gritava como um capado, e, ao correr tinha derrubado várias pessoas e várias coisas. O rapaz era português. Ou seja, se houve aqui um episódio que deixa as pessoas inseguras, ele não causado por nenhum migrante.

Terceira conclusão

O trânsito das cidades continua intenso e para quem, como eu, vive geralmente afastada da confusão, isto já fere, e muito, a minha qualidade de vida. A sociedade, no seu conjunto, deveria zelar por retirar stress ao movimento nas cidades. Mais transportes públicos, muito mais teletrabalho, horários mais desencontrados, quiçá horários mais leves... Muito deve ser feito para retirar trânsito e confusão das ruas. Ainda por cima, apanhei um grande acidente, muitos carros completamente espatifados, polícias. E, noutro ponto, muito trânsito resultante de um outro acidente. É o resultado do stress, tantos acidentes. 

E não continuo com as conclusões porque ou paro já ou continuo até amanhã de manhã

_____________________________________

E, para além disso, continuo às voltas com os temas burocráticos em torno de cenas que deveriam ser simples mas que, para mim, são chinês em estado puro. Volta e meia concedo-me uma pausa nestas coisas pois parece que fico bloqueada. Mas vou ter que voltar a tratar disto. 

___________________________________________________

E aqui chegada acho que devo partilhar um vídeo do Guardian que me põe doida, que me faz apetecer hibernar, que me dá volta ao miolo.

How AI creators cement outdated beauty standards

Images created by AI are getting exponentially better, to the point where many people are unable to separate them from the real thing.

As this technology continues to develop, challenges to our perception of what is real are immense, and our trust in what we are seeing is eroded. These fake people are already changing industries such as modelling and marketing, but can they offer a more diverse reflection of humanity than has historically been available - or are they destined to reflect the narrow standards of beauty these industries have long been drawn to?


__________________________________________

Sobre a fotografia lá acima, em minha opinião, muitto linda, retirada do GuardianA photograph by Melbourne artist Atong Atem, ‘Adut and Bigoa, 2015’ which will show at the NGV as part of a local component of Africa Fashion, an exhibit travelling to Australia from London’s V&A. Photograph: Courtesy Mars Gallery, Melbourne

__________________________________________________

Um dia feliz

Saúde. Leveza. Paz.

quarta-feira, abril 03, 2019

Já lá vão 3 dias do passe barato e ainda não vi autocarros com gente no tejadilho ou a eléctricos a abarrotar com malta atrás, à pendura.
Nem dei conta que, para entrarem em barcos superlotados, centenas de pessoas caíssem todos os dias ao rio.


Só isso.

Nem orçamentos rectificativos, nem o diabo em pessoa e em pelota a abrir a gabardina à frente da bancada parlamentar do PSD, nem nada do que os laranjotas previram. Nunca acertam. Bem chamam o capeta, bem prevêem desgraceiras, bem rogam pragas. Nada.

E agora, nisto, também não. Quando vejo um autocarro, olho lá para dentro a ver se foi desta. Mas qual quê? Tudo tranquilo. Nem as notícias nos dão conta de tragédias relacionadas com enchentes, tareias na disputa por um lugar. Nada.
Longe vão os tempos em que eu, para me enfiar dentro do 15, penetrava à força, tentando adelgaçar-me para caber em interstícios invisíveis, indo todo o percurso a respirar o ar expirado pelos outros e sempre em risco de não conseguir sair na paragem devida. Longe.
Tirando isso, nada mais a dizer. A vida continua sem dramas no mundo dos transportes públicos.

 

Entretanto, milhares de pessoas podem viver uma vida mais folgada. Se a ideia brilhante foi do Medina, do Costa, da Catarina, do Jerónimo ou dos autarcas laranjotas que aderiram tanto se me dá. Foi uma ideia brilhante a todos os títulos e isso chega-me. E ainda quero esperar mais uns dias antes de me pronunciar sobre o trânsito em Lisboa pois estes 3 dias podem ter sido abençoados por algum outro motivo não identificado. Mas espero ter também boas notícias.

quinta-feira, janeiro 31, 2019

Jardins e suspiros





Tanto trânsito, tantos acidentes. A grande e bela cidade tem isto de mau: muitos carros em circulação. E, quando vem a chuva, vêm os acidentes. Hoje passei por vários. Felizmente, não vi feridos. Num deles, dois carros amachucados e uma mota literalmente desfeita. Impressionante o estado em que estava a mota. Mas não havia ambulâncias, apenas pessoas com coletes, trocando informações. Por isso, porque olho e não vejo sofrimento, não me compadeço. E repare-se que digo que olho não porque me detenha a olhar, empatando ainda mais o trânsito, mas porque, dada a redução de vias, quem conduz não tem outro remédio senão ir a passo. E o que acontece é que uma pessoa, às tantas, só quer é poder chegar ao destino a tempo e horas e já fica é furiosa por não o conseguir, enredada naquele horrível pára-arranca. Quer-se lá saber se é só chapa ou se algo mais, quer-se é passar ao largo e seguir viagem. E digo isto com total franqueza, sabendo que pode parecer insensibilidade, porque a verdade é que tanto tempo perdido todos os dias já nos torna impacientes, indiferentes. E, no entanto, quem se vê metido nesses assados também não tem culpa, não o faz de propósito.


Naquela altura em que parecia que tinha uma nuvem negra a pairar em cima de mim, maçadas e pressões por todo o lado, na mesma semana bateram-me duas vezes por trás, escaqueirando-me o carro. Numa das vezes foi de tal forma que o meu carro saltou e foi espetar-se no da frente, ficando o carro também espatifado à frente e até de lado, tal a violência do impacto. A seguradora chegou a equacionar perda total. Em qualquer das vezes eu estava parada. Em qualquer dos casos, quem me bateu, fê-lo por distração. No primeiro caso, o rapaz viu abrir o verde para a fila do lado e pensou que era também para ele, avançando à confiança. Três dias depois, foi um homem de uns cinquenta e tal anos que, passado um bom bocado, quando conseguiu sair do carro, apenas me disse: há dias em que uma pessoa não devia sair de casa. Pediu-me muita desculpa, perguntou-me várias vezes se eu estava bem. Estava enervado, preocupado. Tinha os óculos partidos, a cara e a camisa cheias de sangue, parecia ter o nariz partido. Presumo que, com o impacto, tenha disparado o airbag e lhe tenha feito todo aquele estrago. Não consegui perceber como foi possível aquilo. Estávamos parados e, de repente, o carro veio bater-me com aquela inexplicável violência. O do carro da frente também estava espantado com o que tinha acontecido mas o causador não se explicou, apenas pediu muita desculpa, aparentemente também sem perceber o que lhe tinha acontecido. O que sei é que durante uma meia hora ali estivemos a atrapalhar o trânsito e a atrasar a vida a muitas dezenas de pessoas. Por acaso, agora estou a lembrar-me que nem me lembrei de vestir o colete. Aliás, estava muito vento e os papéis voavam todos. Uma chatice. Quando liguei ao meu marido e lhe disse: 'Bateram-me outra vez' ele fez um tom de voz preocupado, como se fosse o cúmulo da pouca sorte, como se ficasse receoso do que poderia vir a seguir. Como não sou fatalista, não me preocupei demais, fiquei foi arreliada por tanta maçada na mesma semana.


Depois de almoço fui a um sítio sem estacionamento próprio mas com um parque público subterrâneo ao pé. Pois estava completo. Tive que ficar à espera que um carro saísse para que a cancela levantasse. A seguir, tive que dar várias voltas, em vários pisos, até encontrar o lugar vago.

Imagino que quem me lê, tendo a sorte de viver numa terra pequena onde se pode ir a pé para o trabalho, onde, querendo usar o carro, há sempre onde estacioná-lo, nem consiga perceber o que é viver assim, gastando, em média, cerca de três horas por dia dentro do carro.

Há vantagens, claro que há. Há a possibilidade de ter acesso a muitas coisas boas, interessantes. Ainda hoje. Gostei muito. Não é todos os dias que se tem uma sorte destas.

Mas a verdade é que chego a casa, chego aqui ao meu sofá, e só tenho vontade de me evadir. Não consigo falar de temas românticos, não consigo ter vontade de falar de política, não consigo pensar em assuntos com alguma substância. Só me apetece ver vídeos tranquilos, jardins, bailados, ouvir sonetos, sei lá.


Passa da meia-noite, vou ainda fazer um bocadinho de tapete que só eu sei o que vai ser este dia e, se não desligo, se não esvazio a cabeça para acordar brand-new, não vou ter as asas soltas, os pés decididos a descobrir e a fazer caminho, os braços fortes para afastarem todo o mato que se me atravesse, todos os escolhos, a cabeça arejada, os olhos limpos para verem ao longe e pacientes para verem ao perto. Por isso, não levem a mal que me ponha aqui, sossegadinha da vida, a ouvir umas musiquinhas boas, umas boas pianadas, a olhar o verde da natureza, a descansar a alma. Vou buscar um soneto à toa sem querer saber do que diz, só para escutar a beleza das palavras, vou escolher um bailado solto, um jardim no meio da natureza. Fiquem comigo, está bem?.








Be happy. 
Be lucky.

domingo, dezembro 02, 2018

É de uma coisa assim que Lisboa e arredores estão mesmo a precisar


Quem viva e/ou trabalhe em Lisboa sabe bem o inferno que é entrar e sair da cidade, entrar e sair dos parques empresariais, atravessar avenidas e ruas especialmente em horas de ponta. Horas de vida perdidas no trânsito. Basta que haja acidente na Segunda Circular, na A5, numa das Pontes, na Cril ou nessas vias que tendem a estar congestionadas -- mesmo sem transtornos -- para que toda a cidade sofra as consequências.

Claro que uma das soluções para isto passa por ter transportes públicos de qualidade, com a frequência devida e a preços acessíveis. A recente e excelente medida do Governo de baixar os passes sociais é bem capaz de vir a dar bons frutos. Mas outras soluções, mais dispendiosas e disruptivas, poderiam ser lançadas numa lógica de médio e longo prazo -- por exemplo, longos viadutos, estradas aéreas, túneis, vias subterrâneas por forma a tirar o trânsito do meio da cidade.

O P., a quem muito agradeço, enviou-me um vídeo espectacular. Vejam pois não apenas há paisagens de sonho como o projecto é extraordinário. Inspirador. Pode ser que algum dos meus Leitores seja arquitecto, urbanista, visionário, amante de cidades, político a sério e, vendo o que aqui se mostra, tenha uma ideia para tornar Lisboa uma cidade transitável, com bué de qualidade de vida.

terça-feira, outubro 01, 2013

Eu e o TJ na maior cantoria no meio do trânsito





Já o disse aqui antes e temo que me comece a repetir mas, pronto, vem a propósito: estou tão habituada a andar no trânsito que já nem dou por ele. 

Geralmente aproveito para pôr as minhas conversas em dia (com o telemóvel em bluetooth com o carro, claro... não pensem que ando em infracção) ou para ler. Acontece-me, quando dou por mim já a andar, nem me lembrar como é que ali cheguei, de tal forma vou em piloto automático.

Às vezes, quando chego ao trabalho, se algum dos meus colegas faz percursos comuns comigo, pergunta-me se eu ainda apanhei o acidente, se eu vi o estado em que estavam os carros, etc. Nada. Não dou por nada. Claro que lhes custa a acreditar que, tendo eu passado por lá, não tivesse visto nada. Fico sempre com a sensação que acham que eu estou a fazer género mas é a verdade. Inclusivamente se calham perguntar-me se apanhei muito trânsito nem saber bem o que responder, tenho que olhar para o relógio e fazer contas.

Claro que agora, com os dias curtos e de chuva, já não consigo ler à noite. Agora tem havido um trânsito absurdo. Hoje levei quase duas horas à vinda. Telefonei à minha mãe, telefonei à minha filha, e se são sempre longos estes telefonemas, e mesmo assim sobrou-me tempo que nunca mais acabava. Há pouco tempo, com os dias grandes, o que esta estopada me teria rendido em termos de leitura. Agora hoje, que seca... Ainda por cima a chover, nem deu para vir com os vidros abertos como eu gosto.

De tarde costumo ouvir a TSF para as notícias e, depois, a Antena 2 ou a Marginal. Ao fim do dia já não tenho pica para grandes bailes, venho com a rádio baixinho. Mas, de manhã, muitas vezes, se a Antena 2 está para a conversa interminável com alguém pouco interessante, aí, meus amigos, salta o Bob Marley ou outro que tal e vai música a fundo, o meu carro deve parecer os carros dos homens africanos que gostam de se exibir com música aos berros. Eu não quero impressionar ninguém mas canto e danço que é uma festa e o reggae é daquelas músicas que mexe comigo (literalmente). Chego ao trabalho com uma energia que cuidado comigo.

Mas hoje de tarde, sem possibilidade de ler, farta, e com uma dor nos pés que não vos digo nada, estava mesmo aborrecida. Calcei hoje pela primeira vez uns sapatos novos, pretos, bem altos e, como são confortáveis, não levei nenhuns mais baixos para o caso destes me magoarem. Agora depois de um dia inteiro em cima deles, apanhar um pára-arranca daqueles com eles calçados, credo... Pouco faltou para puxar o travão de mão, pôr o banco para trás e descalçar-me. Só não o fiz porque detesto conduzir descalça e, sobretudo, se os descalçasse, depois ser-me-ia impossível voltar a enfiar-me dentro deles e não me pareceu bem aparecer em casa descalça.

Tudo isto para vos dizer que um Leitor parece que adivinhou o que se passou e enviou-me aquele vídeo que, espero eu, a esta hora estejam a ouvir. Eu, só de o ver e ouvir, já estou com vontade de amanhã me ir meter outra vez no trânsito para ver se consigo ter o mesmo sucesso que o TJ. Tomara é que ande tão bem como ele e não vá parada como tem sido costume desde que começou a chover.

*

[O vídeo é: 'HIGHWAY SING-A-LONG: Build Me Up Buttercup Edition' e foi postado pelo TJ Smith (e, como referi, foi-me enviado por um Leitor a quem muito agradeço)]