Mostrar mensagens com a etiqueta DSK. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta DSK. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, julho 16, 2013

O que é que o público tem a ver com a vida privada das pessoas que têm uma vida pública? Nada. Nada! E, no entanto, na hora de julgar, as virgens ofendidas saltam todas para exigir a punição daqueles que 'pecam'. Vem isto a propósito da entrevista de DSK concedida à CNN: Dominique Strauss-Kahn, ex-director geral do FMI, (actual presidente do Conselho de Administração do Banco de Desenvolvimento Regional da Rússia), a esta hora poderia ser Presidente de França ou continuar à frente do FMI, não tivesse sido a dificuldade em controlar a sua pulsão sexual e não fosse a consequente crucificação na via pública. Faz isto algum sentido? Pergunto. [texto revisto]



Eu também sou assim: homens inteligentes são uma tentação. E, como, geralmente, com a inteligência vem o sentido de humor, ainda mais me encanto. Adoro que me façam rir. E, se for um homem inteligente a fazer-me rir, então, que coisa agradável que é. E se a isso os homens juntarem uma pitada de irreverência, então, a coisa começa a ganhar um picante quase irresistível.

Sempre fui mais de bad boys do que meninos certinhos. 

O meu primeiro namorado era um caso complicado de bad boy, um malandro, um desafiador, um menino-família que se portava muito mal, muito, muito mal, e as duas noites passadas na esquadra eram, para mim, um feito que o faziam instalar-se definitivamente no meu coração. Andávamos volta e meia de candeias às avessas, a paixão era excessiva, mas, da mesma forma incendiária como nos desentendíamos, da mesma maneira logo fazíamos as pazes e era uma ternura sem fim, um amor eterno. Era de uma inteligência fulgurante, fazia-me rir, fazia-me tremer com as suas provocações e maus comportamentos, fazia com que o meu corpo se revolteasse só de o ver vir na minha direcção.

O namorado que se seguiu era o oposto, bem comportado, muito educado, um encanto para as tias e avós, não me lembro que tenha feito alguma vez um único disparate. Era inteligente, tinha sentido de humor mas era muito by the book, não sabia o que era a irreverência. Não correu bem, como é claro.

O terceiro que chegou como quem chega do nada - e eu não sabia mesmo quem era, como se chamava, ao que vinha - era um revolucionário. Desmedido, provocador, sedutor. Inteligente, sempre a surpreender-me, sempre a fazer-me rir, sempre a desafiar convenções, regras, sempre disposto a correr todos os riscos. Fiquei com ele, está bom de ver.

Mas isto são os homens para meu uso privado.

No entanto, para uso público, é ainda assim que eu os prefiro: inteligentes, com sentido de humor, criativos, irreverentes, desafiadores.

Vem isto a propósito da excelente entrevista à CNN que DSK concedeu há dias e de que as televisões têm passado excertos.




DSK, um homem inteligente por quem os franceses
não se importarão de esperar


O homem é um touro, basta vê-lo a andar, basta vê-lo a conversar com uma mulher, todo ele um sorriso feito de malícia. E sabendo-se da sua inteligência auto-confiante, imagine-se o efeito sobre as mulheres. Contam os testemunhos: uma libido heterodoxa, o gosto pela conquista, a falta de censura interna sempre que o hiperactivo pénis fala(va) mais alto. Festas, orgias, tentativas pouco oportunas - diz-se de tudo. Não sei se é verdade, se há exagero. Mas admito que há um fundo de verdade em tudo o que se diz.

E, no entanto, não me sinto chocada e, muito menos, acho que, por isso, deve pagar e perder as chances de ser presidente de França, director geral do FMI ou o que quer que seja.

Claro que assumo que, apesar de ser um touro sempre pronto a entrar em acção, DSK não é um violador ou um perigoso assaltante da virgindade feminina ou que não compra silêncios com dinheiro. Se fosse, deveria estar na cadeia. Mas creio não ser esse o caso (pelo menos está em liberdade, creio que ilibado das acusações). Será um libertino e isso, francamente, não me incomoda. Dará um fantástico personagem do filme que rodarão sobre ele e, olhando-o como um elemento no meio da ficção, as pessoas apaixonar-se-ão por ele.

DSK era casado com uma mulher cosmopolita, Anne Sinclair, que certamente sabia as coisas de que o touro insubmisso era capaz. Assunto lá deles.




Anne Sinclair, a bela ex-mulher de DSK


O que não vejo, mas não vejo mesmo, é em que é que os desacatos penianos de DSK podiam prejudicar quem quer que fosse (para além dos envolvidos ou respectivos cônjuges). Decerto, depois das suas aventuras estaria muito mais feliz e motivado para trabalhar melhor. Tenho conhecido grandes profissionais que não se ensaiam nada para dar uma pulada de cerca e isso em nada prejudica o seu desempenho profissional - muito pelo contrário.

Não estariam a França e a Europa bem melhores se fosse ele o presidente e não com o Hollande? Ou se a sua visão e liderança ainda se fizessem sentir no FMI?

Por isso, foi com gosto que, na entrevista na CNN, o vi assumir com frontalidade, peito feito, sorriso confiante no olhar, o que lhe sucedeu. Problema com mulheres? pergunta o entrevistador. Nenhum. Claro.

Claro que também gostei de o ouvir dissertar sobre a globalização e de como a Europa não se soube preparar para ela, dissertar também sobre a austeridade, sobre as fracas lideranças da Europa - e é de uma lucidez e de uma frontalidade assim que andamos bem precisados. 

Mas disso talvez fale noutra altura. 


Hoje a conversa aqui tem a ver com este nosso mundo de devassa,

  • em que os serviços secretos dos países espiolham as caixas de correio, as chamadas telefónicas e os sms, os facebooks e os twitters e o que mais lhes aprouver,
  • e tudo sem regulação, e tudo sem que ninguém se preocupe;
  • em que se aceita que gente sem moral ou escrúpulos empobreça os países e destrua futuros de muita gente, 
mas que, depois,

  • se aceita que uns quantos, armados em moralistas, não descansem enquanto não afastam quem apenas se limita a ter uma vida privada pouco ortodoxa, pouco iconoclasta, mas que não prejudica ninguém.


Porque é assim, com mentalidade de sacristia, com a mediocridade à solta, com moralismos bafientos fora das gavetas, com ânsias persecutórias, com os media a darem voz aos novos inquisidores e papagaios para todo o serviço, que se vão triturando e rejeitando os melhores.

Acabam por sobrar apenas os Tozés deste mundo, os Hollandes, os Passos de Massamá, os Rajoy. Muito diferentes entre si, é certo, uns com as mãos sujas, ou com os bolsos atafulhados, outros com esqueletos no armário, outros limpinhos e inocentes como meninos do coro. Mas, em todos, a mesma ausência de visão estratégica, de liderança forte, de rasgo, de golpe de asa. Terão em comum o serem sexualmente contidos. Mas, caramba, o que é que o mundo ganha com isso?


DSK à CNN: I have no problem with women


E eu que sou mulher, pessoalmente, também não tenho nenhum problema com o DSK. Pelo contrário, acho um desperdício para a União Europeia que ele esteja agora a trabalhar para a Rússia

E vejam-se os motivos da contratação que os próprios enunciam:

O ex-diretor do Fundo Monetário Internacional, Dominique Strauss-Kahn,  presidirá o Conselho de Administração do Banco de Desenvolvimento Regional da Rússia, órgão pertencente à maior empresa petroleira do país, a Rosneft. Especialistas do setor financeiro disseram que a figura do executivo tem um importante valor para a instituição, pois, mesmo tendo renunciado à direção geral do FMI por denúncias de abuso sexual contra uma camareira de hotel, representará uma garante de estabilidade e respeitabilidade perante o mundo.


Ele há com cada paradoxo...!


**

E por aqui me fico agora. Desejo-vos, meus Caros Leitores, uma bela terça feira.

quarta-feira, dezembro 21, 2011

A palavra aos Homens que se fazem ouvir: Manuel António Pina, Dominique Strauss-Kahn. E as duras palavras contra a emigração do Comissário Europeu László Andor. Fernando Pessoa diz que a Europa jaz. E os Filhos da Nação estão ansiosos por saber se a cruz é salvação!

 
Há pessoas inteligentes, cujas palavras bebo com curiosidade, alguma avidez e algum carinho (porque me enternecem as pessoas inteligentes e honestas). José Medeiros Ferreira e Manuel António Pina, por exemplo. Eduardo Lourenço, claro. Adriano Moreira, por exemplo. Mário Soares, também, claro.

Gente que não precisa de se pôr de bicos dos pés.

Escreveu ontem no Jornal de Negócios o nosso Prémio Camões:

É hoje claro para quem observa, sem palas ideológicas, a situação portuguesa que nunca conseguiremos pagar a dívida nas condições usurárias que nos foram impostas, as quais, gerando recessão e bloqueando o crescimento da economia, constituem o principal obstáculo a esse pagamento, forçando sempre a novas e sucessivas "ajudas", numa espiral de endividamento cujos resultados estão à vista na Grécia

Também gostei de ouvir Dominique Strauss Kahn agora quando se deslocou à China falando da falta de lideranças na Europa, referindo que nem sequer a Merkel e o Sarkozy se entendem. Era um europeísta convicto, que se deixou escorregar com a rasteira que lhe pregaram. Era  e é um líder que impõe a sua presença. Tomara que se dissipem algumas nuvens negras que pairam sobre ele para que o possamos ainda ter na política activa.





Pelo contrário temos, neste momento, o País entregue a um grupinho que mete medo a qualquer um. Passos Coelho, Relvas, Gaspar, Moedas. Não falo do enigmático Álvaro nem da jovem e inimputável Cristas porque nem há material para se falar, são inexistentes.

Hoje (ou melhor, ontem, que já é quarta-feira) viémos a saber que o défice vai ser muito mais baixo do que era suposto. A obrigatoriedade apontava para 5,9% e vá lá saber-se porque carga de água, o Governo deitou mão ao fundo de pensões dos bancários, deitou mão a metade dos subsídios de Natal de toda a gente, e puxou o défice para 4% ou menos. Além do mais, vai usar dinheiro da verba que os bancários, coitados, andaram a amealhar durante uma vida de trabalho para pagar facturas correntes. Tudo coisas do além, de arrepiar até os mais insensíveis.

As pessoas asfixiadas, o número de desempregados a subir, a mandarem as pessoas borda fora (jovens, professores e quem mais se sinta mal, xô daqui para fora), a anunciarem que vão esfolar vivos os desempregados, que vão aumentar ainda mais os transportes... e isto para baixar o défice mais do que está acordado. Dá para entender um disparate destes?

Fazem-me lembrar uma raça que me enerva, a dos marrõzinhos burros, daqueles palermas sempre de dedo no ar, engraxadores de professores, gente que me dá ânsias, lambe botas.

O que é que têm na cabeça?

E a darem cabo da população toda... Passos Coelho diz que as pensões de reforma vão ser metade do que são hoje e, com o descaminho que dão às coisas, às empresas, a tudo, e com a falta de respeito e de humanidade que revelam, não me admira nada.

Medeiros Ferreira há pouco no programa da Constança Cunha e Sá na TVI24 dizia que esta sanha do Governo é para no ano das eleições desatarem a gastar dinheiro à maluca, a esbanjar à fartazana. Será? Mas a questão é que até lá espatifam com o País todo, dão cabo da população inteira, destroem irerversivelmente o futuro do País.

O Comissário Europeu dos Assuntos Sociais, László Andor, hoje, a propósito do desemprego e da emigração, já veio dizer que é errado e que deve ser combatida com quanta força houver, a tendência de os europeus emigrarem. Explica por a + b e faz o desenho para os que não vão lá de outro modo:

Alguns jovens já estão a deixar a Europa para encontrar trabalho em países como os Estados Unidos e o Canadá, Austrália ou o Brasil, Angola e mesmo Moçambique, dependendo da sua língua. E esta tendência não pode continuar. Não apenas arriscamos perder uma geração inteira mas também há um custo financeiro.

Será que Passos Coelho ouviu? Será que percebeu?

Parodiava hoje o Bruno Nogueira que esta vontade de despacharem para longe os professores deve ser coisa de quem só conseguiu acabar o curso aos 38 anos. Só pode...

Gente inculta, impreparada é um problema quando alcança lugares de poder. .... Medo....!


--------     --------    --------   --------   --------   --------   --------   ---------   ---------

                                 A Europa jaz, posta nos cotovelos:
                                 de Oriente a Ocidente jaz, fitando,
                                 e toldam-lhe românticos cabelos
                                 olhos gregos, lembrando.

                                 O cotovelo esquerdo é recuado;
                                 o direito é em ângulo disposto.
                                 Aquele diz Itália onde é pousado;
                                 este diz Inglaterra onde, afastado,
                                 a mão sustenta, em que se apoia o rosto.

                                 Fita, com olhar esfíngico e fatal,
                                 o Ocidente, futuro do passado.

                                 O rosto com que fita é Portugal.


                                 ('O dos Castelos' de Fernando Pessoa in Mensagem)
-------- -------- -------- -------- -------- --------   ---------     ---------   ---------   ---------   


Ai estes são os filhos da nação/ adultos para sempre/ ansiosos por saber/ se a cruz é salvação

%%%%%


Meus amigos, não estou particularmente bem disposta hoje. Tudo isto me preocupa. Sei que não há mal que sempre dure (mas até lá...). Mas, olhem, divirtam-se vocês, está bem? E contem-me coisas boas para ver se me animam, ok?
 

quarta-feira, julho 20, 2011

O fantástico DSK e as mulheres (... o que Philip Roth dava para ter criado este personagem)

O que eu já me ri à conta das inacreditáveis proezas do DSK, advogado, economista, ex-chefe do FMI, ex-candidato (ou futuro candidato) à presidência de França.

DSK: um sedutor, um conquistador, isso sem dúvida

O tribunal ajuizará sobre o que se passou com a empregada de quarto do Sofitel, no célebre quarto 2806 no dia 14 de maio. Sobre isso, aguardemos pois.

Mas, entretanto, várias picantes peripécias vão sendo divulgadas pelos media.

Parece que Dominique Strauss-Kahn, 62 anos no activo, ter-se-á justificado perante a mulher, usando como alibi para não fazer sentido acusá-lo de sexo forçado naquela manhã de domingo, alegando que já estava sem pedalada dado que teria passado toda essa noite numa 'cena' ininterrupta com 3 (três!) mulheres. Verdadeiro wild sex, tripleX à francesa num cenário deluxe in NY, uma cowboyada das antigas.

Não se sabe como reagiu Anne, perante esta explicação. Provavelmente deu-lhe um estalo na cara como, na altura, fez Hillary Clinton, antes de desculpar o sem-vergonha do marido e de, publicamente, continuar a apoiá-lo.

Mas, como se isto já não fosse fantastique, eis que Anne Mansouret (a melhor amiga de uma das ex-mulheres de DSK), conselheira regional socialista, e mãe da jornalista francesa Tristane Banon que também o acusou de assédio (dizendo que, ao ir entrevistá-lo, DSK se tinha portado com ela 'como um macaco com cio'), vem agora dizer que elle-même, em 2000, ao ter reuniões no escritório de DSK, então ainda na OCDE, também aí fez sexo com ele. Extraordinaire.

Anne Mansouret
Pelos vistos, mãe e filha, despertaram o cio do terrível DSK

Diz ela que foi sexo consentido mas 'à bruta', que Dominique não é dado a miminhos, que se porta como um soldado, como um vilão. Wild guy.

Contudo,  Brigitte Guillemette, a referida ex de DSK diz que nada disso é verdade e que vai processar a ex-melhor amiga.

Que mais se seguirá? Nem Philip Roth, nem Nathan Zuckerman nos seus mais wildest dreams, poderiam elencar tamanhas proezas.

Dominique e Anne Sinclair, um casal com carradas de carisma

Anne Sinclair, bela, moderna e superior, (as far as we know) mantem-se firme e compreensiva ao lado do incorrigível garanhão. Os media mostram-nos amigos, sorridentes.

Ao que parece, antes de se terem casado, ele avisou-a desta sua característica, de incontinente sexual, ao que ela, confiante, terá respondido que isso seria uma causa que ela ia ganhar, curando-o da maleita. Parece que ainda não o conseguiu...

(Entretanto, a esta hora, imagino a disputa que por aí vai sobre os direitos da história. Mas negociar com o hábil e duro advogado e financeiro DSK não deve ser mole, não... Mas que isto ainda vai dar um rico filme, não tenhamos dúvidas)


[PS: O conselho do costume aos que se queixam que escrevo tanto que, chegam ao fim do 1º post e nem se lembram que pode haver mais. Sugiro, pois, agora que deslizem até abaixo, onde mostro algumas proezas chez-moi.]

segunda-feira, julho 04, 2011

Dominique Strauss-Kahn, cenas da vida real ou um espisódio triste de uma história de intriga, espionagem, baixa política?


Na altura da prisão de DSK fiquei chocada com o sucedido; sobretudo, incomodada com a reacção violenta da justiça americana e, não menos, com a onda de censura que inundou os media. De repente, DSK, um homem digno, competente, possível candidato à Presidência da República francesa, passava a violador compulsivo e desfilava perante os nossos olhos algemado, sendo preso como se se tratasse de um perigoso delinquente.

Escrevi sobre isso aqui e aqui e, se tiverem oportunidade, poderão conferir.

As coisas, especialmente quando a alta política e a alta finança estão envolvidas, nunca são apenas o que parecem numa leitura superficial.

Ao que parece, DSK é um amante do sexo feminino, um mulherengo. A mim não me incomoda nada saber disso, nem penso que isso o torne menos apto para desempenhar as funções que desempenhava. Quanto muito, admito que a mulher pode ter que lidar, às vezes, com situações delicadas como detectar algum olhar malandro do marido na direcção de outra mulher ou desconfiar que andou a pular a cerca - mas, em minha opinião, é um assunto lá deles, marido e mulher.

Mas as virgens vingativas e os políticos oportunistas, nestas ocasiões ficam em histeria, dão o braço e partem em cruzadas inquisitoriais que me assustam.

Um homem pode ser um galã, um sedutor, um atrevidote mas daí até ser um perigoso violador vai uma grande distância. Mas, se há factos que aparentemente o incriminam, obviamente tudo deve ser estudado, todas as provas analisadas, todos os indícios descartados. E então, no recato da consciência e na serenidade da total apreciação dos factos, caberá ao juiz decidir. Nada como deixar a Justiça cumprir o seu trabalho. 

Entretanto, os factos evoluíram e eu fico contente com o que leio.

DSK já não está sob prisão, a caução foi devolvida e as fotografias já o mostram sorridente e confiante com a carismática Anne Sinclair.

DSK e a mulher, Anne Sinclair: os sorrisos de alívio estampados nos rostos

Ao que parece, não apenas a empregada do hotel tem ligações ao mundo do crime - tem um historial pouco abonatório, foi apanhada num telefonema para um amigo que está preso discutindo a forma de tirar mais proveito da situação, etc. - como se contradisse permanentemente e, inclusivamente, já confessou que mentiu. Debaixo de suspeita está agora também o grupo Accor.

Mas, uma vez mais, a minha opinião é a mesma: a Justiça que ajuize e decida de forma isenta, humana, justa e soberana.

E que quem tome a decisão seja alguém com um ético sentido da justiça.