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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

O mais recente Astérix acaba de receber uma versão em mirandês!



À semelhança daquilo que vem sendo feito nas últimas três edições de Astérix, o mais recente álbum da série, intitulado Astérix e o Grifo, que já aqui foi analisado, também recebeu uma versão em mirandês (a segunda língua oficial portuguesa que muitos até parecem esquecer que existe) que já pode ser encontrada nas livrarias portuguesas e que tem o nome Asterix I L Alcaforron.

Este é, pois, o sexto volume da série que pode ser encontrado na língua mirandesa, depois de Asterix L Goulés, L Galaton, L Papiro de César, Asterix an Eitália e La Filha de Bercingetorix.

Abaixo, deixo-vos com a nota de imprensa da editora ASA e com a ficha técnica do livro.

Asterix I L Alcaforron - Edição em Mirandês, de Jean-Yves Ferri e Didier Conrad

ASTERIX I L ALCAFORRON é o sexto título da série em mirandês e chega esta semana às livrarias após o lançamento mundial em outubro do ano passado da versão original e de algumas outras versões linguísticas, entre as quais Astérix e o Grifo, também editado pela ASA.

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Ficha técnica
Asterix I L Alcaforron
Autores: Jean-Yves Ferri e Didier Conrad
Editora: ASA
Páginas: 48, a cores
Encadernação: Capa dura
PVP: 12,90€




quinta-feira, 18 de novembro de 2021

Análise: Astérix e o Grifo

Astérix e o Grifo, de Jean-Yves Ferri e Didier Conrad - ASA - Leya

Astérix e o Grifo, de Jean-Yves Ferri e Didier Conrad - ASA - Leya
Astérix e o Grifo, de Jean-Yves Ferri e Didier Conrad

O lançamento de um novo álbum de Astérix é sempre um acontecimento à escala mundial! Afinal, esta continua a ser a série mais vendida de banda desenhada em grande parte do planeta. E Portugal, especificamente, não é exceção.

Uma das razões para que Astérix continue a ser um sucesso de vendas é que há uma legião de fãs que, seguindo a série há longas décadas, continua a comprar os álbuns dos célebres heróis gauleses, criados originalmente por Uderzo e Goscinny. Mas, depois, e creio que ninguém fala disto, mas que vale a pena relembrar, parece-me Astérix é a série de banda desenhada que mais faz para a atração de novos leitores para o género. E isso é uma tarefa importantíssima que deveria receber, até, a meu ver, mais louvores, por parte de toda a gente. Isto porque, sendo uma série que (também) apela aos mais novos, e tendo aquela tal fanbase já conquistada em muitas décadas, é uma série que continua a ser (bem) reintroduzida nas camadas mais jovens. De uma forma muito simples: os adultos continuam a comprar estes livros para si próprios mas, também, para os oferecer aos mais novos. Por conseguinte, renova-se um público que, de outra forma, dificilmente seria introduzido na 9ª arte. Quando o tema sobre a fraca implementação da banda desenhada, junto das camadas mais jovens, começa a revelar-se, cada vez mais, uma ameaça a médio prazo para o género em Portugal, e não só, acho relevante que se olhe para exemplos como Astérix que, de uma forma coesa, continuam a apresentar números de vendas impressionantes e a trazerem novos leitores para a bd.

Astérix e o Grifo, de Jean-Yves Ferri e Didier Conrad - ASA - Leya
Toda esta introdução para dizer que Astérix é um nome, uma marca, que já vende por si só. Não fico, por isso espantado que recentemente a ASA até tenha apostado no lançamento de um livro de receitas de Astérix. Falando concretamente deste Astérix e o Grifo, e assumindo que é sempre uma boa notícia (para milhares de leitores) o lançamento de mais uma aventura dos Irredutíveis, é, manifestamente, um álbum mais fraco do que algumas das tentativas mais recentes de Jean-Yves Ferri e Didier Conrad, a dupla de autores que tem continuado o legado de Uderzo e Goscinny.

Mas comecemos pelo mais positivo: o desenho! Olhando de uma forma objetiva e, portanto, colocando de lado todo o nosso gosto pelo trabalho seminal de Uderzo na série, há que dizer que Didier Conrad faz um trabalho de excelência no que ao desenho diz respeito. O desenho das personagens, as expressões faciais, a planificação, as cenas de ação, os momentos cómicos… pode-se dizer que Conrad assegura de forma perfeita o legado de Uderzo. 

Astérix e o Grifo, de Jean-Yves Ferri e Didier Conrad - ASA - Leya
Na minha opinião, em termos de arte visual, este Astérix e o Grifo é perfeito. Porque, para além de honrar e replicar tudo aquilo de bom que Uderzo deu à serie, Conrad até consegue modernizar ligeiramente algumas coisas, com a aposta em algumas vinhetas mais exuberantes, onde nos são dadas bonitas paisagens ou uma sensação de grandeza em relação às aventures dos gauleses e companhia. Acresce ainda que Thierry Mébarki, o autor responsável pela aplicação das cores, faz um ótimo trabalho também, dotando este livro de um cariz, quiçá, mais moderno do que um Astérix clássico, mas, por outro lado, não rompendo em demasia com o aspeto clássico das obras originais da série. As cenas nocturnas ou a atmosfera gélida onde a aventura se passa, apresentam cores que são um mimo para os olhos. Portanto, em termos visuais, este Astérix é maravilhoso. Vou até mais longe e digo que, provavelmente, até é melhor do que muitos álbuns clássicos de culto desta série. (Desculpem lá por esta afirmação, virgens puristas do original e do “antigamente é que era”).

Astérix e o Grifo, de Jean-Yves Ferri e Didier Conrad - ASA - Leya
Todavia, em sentido contrário, e por muito que me custe, tendo em conta que não me considero minimamente um velho do Restelo no que à banda desenhada diz respeito, há que dizer que, em termos de argumento, a ausência de Goscinny faz-se sentir - possivelmente mais do que nunca - neste Astérix e o Grifo. Isto porque o argumento até aparenta ser sumarento. Mas, bem espremido, além de algumas referências interessantes, este argumento não tem tanto sumo assim. 

A história coloca Astérix, Obélix, Ideafix e Panoramix a rumarem ao leste europeu para recuperarem uma bela mulher do povo Sármata, que havia sido raptada pelo exército romano, com o objetivo de guiar o mesmo até ao local onde fosse possível capturar um grifo para o fortalecimento da importância do Imperador César, junto do seu povo. As paisagens gélidas e cobertas de neve são, pois, o local onde se desenrola esta aventura.

Nota para o facto de haver um esforço de Ferri em dar destaque a temas dos tempos atuais em que vivemos: como as fake news, as teorias da conspiração dos terra-planistas, ou a relevância das mulheres, que aqui são apresentadas com os papéis inversos àquilo que, historicamente, se podia esperar de uma história deste teor. Em Astérix e o Grifo são as mulheres as guerreiras, que defendem o seu povo, e são os homens que ficam na aldeia a tomar conta das crianças. O escritor francês Michel Houellebecq faz aqui uma aparição, através da personagem de Desorientadus, e o músico Charles Aznavour volta a marcar presença embora, desta vez, seja num pequeno cameo de uma só vinheta.

Astérix e o Grifo, de Jean-Yves Ferri e Didier Conrad - ASA - Leya
Aquilo que me pareceu é que, tentando o argumentista Ferri introduzir tantos elementos, acabou por perder o fio à meada e fazer um álbum sem uma história coesa e que aparenta ser uma manta de retalhos narrativos. Porque o facto de o autor pretender colocar, para além da demanda dos heróis, tantas referências e gags humorísticos, acabou por deixar muitas pontas soltas, apresentado-nos uma história sem o brio desejável. Ok, foi encontrado um tema e um destino para Astérix e Obélix mas o enredo, por assim dizer, é bastante insuficiente e pouco trabalhado. E, como em cima disso, existem as tais referências à nossa realidade atual ou as passagens cómicas que, tirando a divertida vinheta em que Obélix opta por correr com o cavalo ao colo de forma a chegar mais rápido ao seu destino, quase nunca me fizeram esboçar um mero sorriso. A própria tristeza de Obélix associada ao desaparecimento de Ideafix me pareceu muito forçada, a ocupar demasiadas páginas e sem qualquer humor ou verdadeira relevância narrativa.

Quando chegamos ao fim do livro a ideia que fica é que o mesmo serviu apenas para nos entreter um pouco, estando longe de figurar como uma aventura marcante ou inolvidável.

Astérix e o Grifo, de Jean-Yves Ferri e Didier Conrad - ASA - Leya
Quanto à edição da ASA nada há a dizer. Está boa e ao nível daquilo a que a editora nos tem habituado, ao longo dos anos, no que concerne à série Astérix: capa dura brilhante, papel brilhante de boa qualidade. A impressão e a encadernação também apresentam uma boa qualidade. Houve nas redes sociais um "zunzum" sobre uma prancha inédita que serve como uma introdução à viagem de Astérix e Obélix. Esta prancha não aparece no livro já que, desta vez, na primeira página onde damos de caras com os nossos heróis, os mesmos já se encontram em plena viagem rumo ao leste. Alguns leitores manifestaram-se desagradados com a não introdução da prancha no álbum. Convém, no entanto, dizer - e deixar bem claro - que a dita prancha não faz parte do álbum! Simplesmente foi um método utilizado para a promoção do mesmo. Não compreendo o porquê de certas atitudes ultrajadas com esta situação que vi nas redes sociais. É como irmos ao cinema e ficarmos chateados pelo facto do trailer do filme que vamos ver, não aparecer imediatamente antes ou depois do filme. Não faz sentido. Uma coisa é a obra. Outra coisa é a promoção da obra. 

Em conclusão, regresso ao que já disse: mesmo que um novo álbum de Astérix seja sempre motivo de alegria por parte dos muitos fãs do herói gaulês, a verdade é que este Astérix e o Grifo apresenta um argumento bastante menos inspirado do que aquilo a que a série já nos habituou. Incluindo até - pasmem-se alguns - vários livros da dupla Ferri/Conrad. Embora também mereça ser dito que, em termos de desenho, este novo álbum não peca em nada e é um prazer para os olhos.


NOTA FINAL (1/10)
6.9


Convite: Passem na página de instagram do Vinheta 2020 para verem mais imagens do álbum. www.instagram.com/vinheta_2020


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Astérix e o Grifo, de Jean-Yves Ferri e Didier Conrad - ASA - Leya

Ficha técnica
Astérix e o Grifo
Autores: Jean-Yves Ferri e Didier Conrad
Editora: ASA
Páginas: 48, a cores
Encadernação: Capa dura
Lançamento: Outubro de 2021

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

E aqui está a capa portuguesa do próximo Astérix!

 


A ASA acaba de desvendar como será a nova capa do novo álbum de Astérix!

Ei-la:



Relembre-se que Astérix e o Grifo, o 39º álbum da série e um dos livros mais aguardados do ano para muitos e muitos amantes de banda desenhada, será publicado no próximo dia 21 de Outubro, a par do lançamento mundial.

Abaixo fiquem com algumas informações e imagens que a editora disponibilizou.
















terça-feira, 30 de março de 2021

Lançamento: Astérix e o Grifo


Astérix e o Grifo, de Jean-Yves Ferri e Didier Conrad

Já há nome, capas provisórias (em português e em mirandês) e até um vídeo de apresentação para o novo álbum de Astérix!

A editora ASA finalmente desvendou o mistério envolto no lançamento do próximo álbum de Astérix, do qual já tinha falado há umas semanas.

A data de lançamento será o dia 21 de Outubro e o nome da obra é Astérix e o Grifo.

Estas serão as capas provisórias que já foram dadas a conhecer aos meios de comunicação:

Abaixo, fiquem ainda com um vídeo teaser de apresentação da obra.





sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Haverá um novo álbum de Astérix em 2021



A editora ASA anunciou recentemente que, em 2021, mais concretamente a 21 de Outubro, teremos um novo álbum de Astérix, da autoria de Jean-Yves Ferri, no argumento, e Didier Conrad, no desenho. Será o 5º álbum assinado pela dupla e o 39º do herói gaulês.

Desta feita, Astérix e o seu eterno companheiro, Obélix, irão fazer uma viagem. E será uma viagem longa.

Ainda nada está confirmado por parte dos autores mas, vasculhando um pouco a web, e analisando a página que até agora foi divulgada - onde há demasiadas referências a Tintim no Tibete, há fortes indícios para que a próxima aventura da dupla dos gauleses se desenrole - nem que seja em parte - no Tibete.

Até lá, e enquanto não surgem mais novidades, deixo-vos com a informação partilhada pela ASA.










quinta-feira, 2 de julho de 2020

Análise: Astérix - A Filha de Vercingétorix



Astérix - A Filha de Vercingétorix, de Jean-Yves Ferri e Didier Conrad

Por vezes, os preconceitos (ou "pré-conceitos", como gosto de dividir a palavra, para retirar o estigma associado à mesma) são altos em relação a algo que já não é como o original. Ou, melhor dizendo, que já não é feito pelos autores originais.

Este mais recente volume de Astérix, entitulado A Filha de Vercingétorix, é o quarto álbum elaborado pela dupla Jean-Yves Ferri e Didier Conrad. E, diga-se em abono da verdade, depois de feita a leitura atenta a esta obra, parece-me que mesmo não sendo um livro elaborado pelos autores originais René Goscinny e Albert Uderzo, a influência destes últimos e as características que tornaram Astérix como uma das mais bem sucedidas franquias da banda desenhada franco-belga de sempre, estão aqui bem presentes. E de forma muito consistente.

A Filha de Vercingétorix, conta-nos a história de Adrenalina, uma adolescente que acaba de chegar à aldeia dos nossos heróis. Ela é procurada pelos romanos pelo facto de ser filha de Vercingétorix, o grande chefe gaulês outrora derrotado em Alésia. César quer romanizar Adrenalina e retirar-lhe o torque – um colar honorífico – que herdou do seu pai e que, segundo o Imperador, pode simbolizar a resistência dos povos em relação ao poderio dos Romanos. Por esse motivo, é escoltada por dois chefes da região de Averne, que pedem a Matasétix que acolha Adrenalina e lhe dê guarida. Ora, escusado será dizer, que serão Astérix e Obélix que ficarão com essa árdua tarefa de tomar conta de uma adolescente rebelde.

A história é quase sempre passada na Aldeia dos Irredutíveis, portanto este não é um daqueles típicos álbuns em que a dupla de heróis viaja para algum sítio. E, a meu ver, acaba por ser uma escolha bem conseguida, pois permite que toda a história se concentre mais nas personagens e nos seus dilemas, do que propriamente nas piadas associadas às diferentes regiões para onde Astérix e Obélix costumam viajar noutros álbuns. 

Assim, a história assenta muito na exploração dos estereótipos das personagens adolescentes e como as mesmas querem traçar o seu próprio caminho, em detrimento daquilo que os seus pais – ou o seu povo – congeminaram para si. Um exemplo disso, é a postura que, quer o filho do Peixeiro, quer o filho do Ferreiro, assumem nesta história. E claro, isso traz-nos várias situações divertidas.

Devo dizer que os textos de Jean-Yves Ferri estão carregados de divertidos trocadilhos e de alusões à sociedade atual, tal como os textos de Goscinny sempre estiveram. Neste A Filha de Vercingétorix, isso fica bem patente na forma como as situações e comportamentos típicos da adolescência são explorados. A história nunca se torna chata, também. Há um bom doseamento de gags humorísticos e do seguimento da própria trama montada pelos autores.

E se Ferri não desilude nos textos, o que dizer dos desenhos de Conrad? Sinceramente, acho que o próprio Uderzo não conseguiria dizer se estes desenhos seriam feitos por si ou por Conrad, tamanha é a fidelidade que as ilustrações dos gauleses e cenários apresentam. E também na própria planificação das pranchas ou na linguagem corporal das personagens, há um total respeito e influência pelo trabalho de Uderzo. Isto não é uma homenagem à obra como o é, por exemplo, Uma Aventura de Blake e Mortimer - O Último Faraó. Não, isto é um Astérix a sério. Creio que mesmo o leitor mais purista em relação a Astérix, terá que admitir que a arte ilustrativa deste álbum está perfeita. 

Destaque para o facto da ASA ter lançado este livro na mesma altura do lançamento mundial. Este cuidado da editora é sempre assinalável e digno de uma nota positiva. Também positiva é a tradução, bastante adaptada à realidade portuguesa – com a introdução do tema Fala-me de Amor, da banda portuguesa Santos e Pecadores, entre vários exemplos. Talvez alguns considerem que, por vezes, a tradução foi demasiado livre. Mas creio que isso – e tendo em conta que é um livro juvenil de tom cómico, funcionou bem. 

Confesso que a única coisa que não considerei tão bem conseguida são os diálogos dos dois chefes da região de Averne que confiam Adrenalina a Matasétix. Nestes diálogos, tentando simular uma prenúncia bem profunda, neste caso, do norte interior de Portugal, as palavras são alteradas e escritas de forma demasiado abrupta. Por exemplo, num diálogo escolhido aleatoriamente é dito: "Vamoje até à Cochta, juntar-noje aoje nochoje. Em breve echtaremoje de regrecho com um navio… oje portoje echtão infechatadoje de romanoje. Entretanto, aqui ela echtará em chegurancha". Se lermos com algum cuidado, percebemos tudo o que é dito, claro. Mas parece-me que a piada do sotaque saloio poderia ter sido garantida sem um exagero tão grande na alteração gráfica do texto. Bem sei que isso foi ao encontro da edição original - que também o faz - mas creio que, às tantas, torna-se um diálogo mais difícil de acompanhar e em que a piada inicial dá lugar a algum tédio e cansaço no leitor. Ainda para mais, se tivermos em conta que este é um livro juvenil, estou certo que as crianças terão mais dificuldade em acompanharem estes diálogos do que os adultos. Não é algo que estrague o livro e, relembro, até é uma coisa a que Astérix, feito pela dupla original de criadores, nos habituou. Mas, simplesmente, poderia ter sido feito de forma mais ligeira.

No final, este é um livro totalmente aconselhável para fãs da série e para qualquer criança ou jovem que se está a iniciar nas leituras de banda desenhada. Sei que (ainda) há muitos leitores puristas que dizem que Astérix feito por Ferri e Conrad não é bem a mesma coisa que feito por Goscinny e Uderzo. Provavelmente não será. Mas mesmo que não o seja, a verdade é que não anda longe disso. Com um desenho irrepreensível e uma história que é interessante e divertida como sempre, este é mais um bom livro de Astérix e companhia.


NOTA FINAL: (1/10):
8.0


Convite: Passem na página de instagram do Vinheta 2020 para verem mais imagens do álbum. www.instagram.com/vinheta_2020


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Ficha técnica
Astérix: A filha de Vercingétorix
Autores: Jean-Yves Ferri e Didier Conrad
Editora: ASA
Páginas: 48, a cores
Encadernação: Capa dura