No ano anterior, relembro ainda, quer nos VINHETAS D'OURO, quer nos PBDA, Luís Louro também tinha recebido o Prémio Carreira e o Troféu de Honra, respetivamente. Ser o segundo autor português a receber este raro e prestigiante título, pelas mãos da figura máxima da república portuguesa, representa uma honra marcante para a vida. Só posso dar os parabéns ao Luís por toda a sua carreira, por toda a sua obra, por toda a sua entrega. Merecido, sem dúvida!
terça-feira, 18 de novembro de 2025
BD portuguesa volta a fazer história!
No ano anterior, relembro ainda, quer nos VINHETAS D'OURO, quer nos PBDA, Luís Louro também tinha recebido o Prémio Carreira e o Troféu de Honra, respetivamente. Ser o segundo autor português a receber este raro e prestigiante título, pelas mãos da figura máxima da república portuguesa, representa uma honra marcante para a vida. Só posso dar os parabéns ao Luís por toda a sua carreira, por toda a sua obra, por toda a sua entrega. Merecido, sem dúvida!
quarta-feira, 8 de outubro de 2025
Novo livro de BD sobre deficiência junta alguns dos mais importantes autores portugueses!
Posso dizer-vos que participei ativamente no livro, fazendo a coordenação do projeto e sendo argumentista de quatro(!) das seis histórias que compõem o livro. É a minha estreia na produção de BD, portanto. Estou extremamente orgulhoso e satisfeito de ver nascer as minhas primeiras histórias de banda desenhada e, ainda por cima, pelas mãos de autores/ilustradores de quem sou confesso admirador. Dizer que é um sonho tornado realidade não é, portanto, exagero da minha parte.
A maravilhosa capa do livro é da autoria de Jorge Coelho e a legendagem de uma das histórias foi feita por Mário Freitas que, generosamente, também contribuiu com o seu know how para este projeto de grande envergadura.
Mais abaixo, deixo-vos com a sinopse da obra e com uma página de cada um dos ilustradores que colaboram no livro.
Cada história cruza o universo da deficiência com a missão transformadora da CERCIOEIRAS, dando voz a experiências reis, imaginadas e sentidas.
terça-feira, 9 de setembro de 2025
TOP 10 - A Melhor BD lançada pela parceria A Seita/Arte de Autor nos últimos 5 anos!
quinta-feira, 21 de agosto de 2025
TOP 10 - A Melhor BD lançada pela Polvo nos últimos 5 anos!
quarta-feira, 21 de maio de 2025
Análise: Os Filhos de Baba Yaga
terça-feira, 15 de abril de 2025
"Os Filhos de Baba Yaga", o novo livro de Luís Louro, está quase a chegar!
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quinta-feira, 27 de março de 2025
Luís Louro recebe prémio histórico!
LUÍS LOURO É AGRACIADO COM A MEDALHA DE MÉRITO CULTURAL DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA
40 anos a desenhar a sua cidade, onde nasceu e cresceu, Luís Louro conseguiu através da Banda Desenhada captar toda a beleza e essência de Lisboa.
Criou o primeiro Herói Lisboeta no activo, O Corvo, cuja missão é proteger a cidade e cujo superpoder é ajudar os outros.
Também recentemente, com O Corvinho, fez chegar a força desse herói aos mais pequenos, encaminhando-os até à magia da cidade.
O seu traço arejado, único e reconhecível, a par do uso de cores vibrantes que também o caracteriza, revela em cada monumento, casa, telhado, janela, rua, ou viela, a luz tão especial que banha a cidade e, principalmente, o seu amor por Lisboa.
Luís Louro e as suas histórias fazem de Lisboa uma cidade ainda maior e dão a Portugal um brilho que vai muito além do papel, marcando na memória de cada um, abarcando até a beleza da fealdade, como fez magistralmente em Alice, Watchers ou Sentinel.
É a primeira vez que a Banda Desenhada é distinguida com esta Insígnia pela cidade de Lisboa, mas não é só Luís Louro que é homenageado, é também a cidade das sete colinas que honra assim a nona arte.
Sempre Lisboa!
terça-feira, 4 de fevereiro de 2025
Magazine Especial - 5 Livros ilustrados para quem gosta de BD
sexta-feira, 10 de janeiro de 2025
Luís Louro desvenda novidades sobre a sua nova BD de grande fôlego!
terça-feira, 3 de dezembro de 2024
Passatempo Especial Luís Louro!
quarta-feira, 6 de novembro de 2024
Comparativo: "Cogito Ego Sum" pela Polvo, pela Meribérica e pela Booktree
Foi com alguma surpresa que soube que a obra Cogito Ego Sum, de Luís Louro, iria receber uma nova edição, não pelas mãos da Ala dos Livros, com quem Luís Louro tem vindo a trabalhar nos últimos anos, lançando os seus novos projetos e reeditando alguns trabalhos mais antigos como O Corvo, mas sim pela editora Polvo, com quem o autor nunca havia publicado.
Mas, enfim, jogadas de bastidores da edição à parte, foi com muito gosto que soube desta notícia, pois sempre fui, desde adolescente, um grande fã de Cogito Ego Sum. Acho até que, quando se fala da extensa e rica obra de Luís Louro, Cogito Ego Sum aparece muitas vezes - e injustamente - esquecido.
E, claro, tendo em conta que os dois volumes originais da obra - o primeiro editado pela Meribérica/Liber e o segundo editado pela Booktree - há muito estavam extintos das livrarias - bem como extintas estão, há muitos anos, as referidas editoras - parece-me muito bem-vinda esta reedição integral, num só volume, de uma obra de Luís Louro que considero um marco para bem conhecer e bem mergulhar na mente criativa do autor.
Como tal, trago-vos hoje um comprativo entre as várias edições da obra, tentando apresentar as diferenças entre esta nova reedição da Polvo e as edições originais de Cogito Ego Sum.
Em primeiro lugar, a principal alteração que salta logo à vista, é que há uma nova capa nesta nova edição. Não sendo tão bela, a meu ver, como a capa do segundo volume - uma das minhas capas favoritas de todos os livros de Luís Louro, onde se notava uma clara inspiração no universo pictórico de Peter Pan, de Régis Loisel - esta nova capa é, ainda assim, bonita e impactante.
As contracapas também são diferentes mas, neste caso, foi utilizada uma faixa da contracapa do segundo volume, editado pela Booktree.
A adição da impactante assinatura do autor na capa e contracapa do novo livro, embora seja um pormenor, também me parece bem-vinda. Não só em termos estéticos, como em termos de "branding" de autor.
Também o formato da obra é diferente. A nova edição perde apenas alguns milímetros de largura e ganha mais de um centímetro de altura.
Logicamente, a lombada da edição da Polvo também será diferente, por reunir dois livros num só. E em capa dura.
Já que falo nisso, convém não esquecer que, embora o livro lançado pela Meribérica tivesse capa dura, o livro lançado pela Booktree apresentava capa mole com badanas. Era, pois, obrigatório, diria, que esta reedição integral tivesse capa dura. E ainda bem que assim foi feito.