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quarta-feira, maio 20, 2026

flotilha

Como a União Europeia, e os países que a compõem, não se dá ao respeito, os delinquentes que  governam Israel (e lhe estão a cavar a sepultura, a prazo) sentem-se livres, à vontade, à vontadinha, para as executar as tropelias a que assistimos.

É verdade que a Alemanha é um travão que se origina na má consciência dos descendentes dos nazis; mas os outros países é que não podem ser cúmplices de genocídio ajudando na expiação dos pecados do imperdoável Holocausto -- como imperdoável foi a perseguição que os judeus sofreram na Europa, ao longo da sua história --, ficando os palestinos a pagar as favas.

Não basta chamar o embaixador -- o que já é alguma coisa e não deve ser desvalorizada; é preciso ser mais assertivo e mais sonoro na execração daqueles patifes.

A presidente da república da Irlanda está orgulhoso da irmã; eu estou orgulhoso dos dois médicos portugueses, como já antes estivera da acção de Mariana Mortágua, parece que muito gozada pelos pobres de cristo do Chega e arredores.

segunda-feira, setembro 29, 2025

a flotilha

Só para que fique registado que tenho respeito pela coragem dos que integram a flotilha rumo a Gaza, entre os quais está Mariana Mortágua, que enfrentarão a força de um estado terrorista e genocida -- não me interessa nada que haja intuitos políticos outros. Perante a catástrofe, tal é irrelevante.

Não tenho nenhum respeito pelos defensores das acções do estado israelita, em especial os que querem atirar areia para os olhos, falando no Hamas, e nas imagens filtradas pelo Hamas, e pelos números avançados pelo Hamas e pelo massacre de 7 de Outubro. Zero respeito.

domingo, agosto 31, 2025

zombies em Copenhaga, Ursula calamitiza a leste, Putin, na China, consolida

 Consolida, sim, filho -- China, Índia, como sempre e de costume, e mais um grande etc.

Em Copenhaga reuniram-se os ministros do estrangeiros da UE, reunião de nada, que não serviu para nada, para além de mostrar a impossível Kaja Kallas a sair daquele jazigo como um zombie desnorteado, como todos os zombies, e Rangel a falar da flotilha e de Mortágua (uma grande saudação para ela, neste particular).

No "flanco leste" da UE a inenarrável, incompetente e estúpida Ursula von der Leyen, palhaça triste que impressiona as criancinhas chamando 'predador' a Putin, é um destroço sem fim à vista enquanto não for removida do lugar, sob pena de a própria UE não lhe sobreviver, de tal forma a condução política da União que lhe foi permitida se traduziu neste beco sem saída, sem honra nem glória. 

Que União Europeia depois desta calamidade?

quinta-feira, outubro 24, 2024

o que esperavam?

Depois de quatro anos do "genocida social" (Alberto João dixit), com Passos Coelho e o seu governo, seguiram-se oito anos da parlapatice de António Costa, e a governação para as contas públicas, o que implicou que o país esteja de finanças consolidadas mas preso por arames em tudo. Se isso é governar, vou ali e já venho. Falta de polícia de proximidade (como de professores, médicos, enfermeiros), fim dos mediadores sociais nos bairros, etc., etc. -- a juntar falta de civilidade geral, da polícia aos outros cidadãos, a potenciação da cultura de gangue e de gueto -- estavam à espera de quê, de milagres?

E é escusado virem falar de racismo, que isso é bom para a Mortágua fazer comícios no parlamento, em pendant com o Chega: isto é puro desgoverno, e que vem de há décadas, não se fica pelo genocida social e pelo parlapatão. 

quarta-feira, fevereiro 14, 2024

os debatentes, so far e até agora

Pedro Nuno Santos - parece que ainda não encontrou largueza suficiente para este estúpido modelo comprimido de entrevistas paralelas.

Luís Montenegro - Bastante melhor do que estava á espera, especialmente quando fez gato-sapato do pobre Ventura, e com visível gozo. Ri-me.

André Ventura - Excrescência. Não serve para nada, a não ser excitar o medo e os instintos primários da populaça -- só a populaça vota no Chega (populaça, independentemente do estatuto social que tenham).

Rui Rocha - Pertencem-lhe os melhores desempenhos, com Mariana Mortágua.

Paulo Raimundo - Melhora o desempenho de debate para debate. Dicção a melhorar também. O debate com Tavares foi o melhor até agora.

Mariana Mortágua - Pertencem-lhe os melhores desempenhos, com Rui Rocha. No final do confronto com Ventura, deixou-se afogar pela bruteza do catterpilar, o que não deve causar estranheza. Até para evitar equiparar-se.

Inês Sousa Real - Eloquente, mesmo prejudicada por razões de saúde. Mas no entanto, repetitiva. A ideia de um partido "útil á democracia" é bem sacada.

Rui Tavares - O mais criativo e surpreendente. Tanto, que até alinha com a Nato, quando deveria ser, especialmente em relação à miséria da política da UE, o tal grilo falante que almeja.  Quer a autodeterminação dos povos, mas não se preocupa com os russos do Donbass e da Crimeia, e até se esquece dos catalães. 

sexta-feira, fevereiro 09, 2024

Ainda Mortágua, a Ucrânia e a Nato (ucranianas CCXXII)

Pois, é, pois é... Mariana Mortágua disse no debate com Rui Tavares que é pela autodeterminação dos povos -- e esquece-se dos russos do Donbass, e tudo o que se passou à sua volta para torpedear o problema que ali existe. O BE (tal como o Livre), por omissão, é objectivamente parte da frente organizada pelo imperialismo americano, sem distinguir-se dos restantes, a começar pelo Chega (volto a falar da ignóbil fotografia na Assembleia da República). Não seria obrigada a pôr-se ao lado do imperialismo russo, é certo, mas há uma decência que seria necessário observar, sem fazer o jogo precisamente dos mesmos tipos que no início do século cometeram a chacina do Iraque. É que são os mesmos, sem tirar nem pôr. Como Mortágua não é estúpida, e sabe disto tudo, poderemos sempre cogitar sobre o que faz o Bloco de Esquerda na vanguarda organizada do complexo militar-industrial norte-americano, cujo braço político é o Pentágono. e os títeres, Joe Biden (tão senil que nem o querem julgar) -- Biden, e companhia. 

ui... o "conservador" Tucker Carlson entrevistou Putin, um cartazito no Rato e o "debate" Mortágua-Tavares

* Assim qualificava o rodapé de ontem da cnn, e suponho que o resto dos propagandistas do Pentágono. Mão amiga fez-me chegar a transcrição, (enquanto não podemos ver na net). Hilariante, como Putin fala  da fronteira sul dos Estados Unidos.

* No Rato, um cartazito não sei de que força política: "Ou estás com a Ucrânia, ou estás com Lula." Exactamente, ou quase, porque a Ucrânia, como se tem dito, espécie de Afeganistão da Europa, é um território onde as potências lutam. 

* No frente-a-frente Mariana Mortágua - Rui Tavares, a moderadora pergunta sobre Portugal e a Nato: deve ficar ou sair? Mortágua não tem coragem de afirmar o que quer que seja -- pega e escuda-se na Constituição para não ter que dizer que deve sair; Tavares, à mesma pergunta, também não tem coragem de dizer sim ou não, chuta para canto com a fantasia paupérrima de uma força de defesa europeia, que ele deveria saber e sabe que só existirá com alemães a mandar, franceses cooptados até ver, e todos os outros a obedecer e a servir interesses de terceiros, que é o que sucede agora. Patético.

quinta-feira, fevereiro 11, 2016

Quando for a S. Bento, quero levar um balde de pipocas, para também me rir à parva com as galinholas e os galifões da PàF

Telejornais de ontem. Quando um tipo pensa que boa parte daqueles indivíduos que representam o PSD e o CDS já bateram no fundo da falta de vergonha e da estupidez, afinal não, afinal conseguem refocilar ainda com maior desenvoltura, à frente de toda a gente.
O cenário, a Assembleia da República; a circunstância, um debate na Comissão do Orçamento, com Mário Centeno. O ministro fala e quase não acredito no que oiço e vejo: gargalhadas de galináceas e sorrisos alvares de galifões. Quase tive pena de Duarte Pacheco, que me parece ser homem de compostura, e até de Cecília Meireles (espero não estar enganado, e ter sido também ela galinhola -- tudo é de esperar).
Do outro lado, tipos preparadíssimos -- e suponho que com pouca paciência para lidar com putos --, Trigo Pereira, João Galamba, Mariana Mortágua, até Paulo Sá, que não é economista, e o inexperiente André Silva, a dar um exemplo de civilidade àqueles patetinhas.
Eu olhava para as tristes figuras, sempre à espera que a qualquer momento sacassem do balde das pipocas. É claro que Centeno, sem perder a urbanidade, fez gato-sapato daquele jardim zoológico da direita; mas o espectáculo foi degradante. Ao nível, de resto, do que foi, com poucas excepções, a anterior legislatura.