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quinta-feira, julho 16, 2026

3 versos de Ana Hatherly

«O pensamento cria / e ultrapassa / o seu próprio abismo»

A Idade da Escrita (1998) - «Cativo o ouvido vem» 

segunda-feira, junho 29, 2026

4 versos de Ana Hatherly

«A memória é invisível / por isso tentamos dar-lhe corpo / de cada momento fazendo uma prisão.»

A Idade da Escrita (1998) - «A memória do nome»

terça-feira, maio 26, 2026

3 versos de Ana Hatherly

«Escrevo e descrevo / e descrevendo / o tempo insere-se nas linhas» 

A Idade da Escrita (1998) - «A idade da escrita - Poema-ensaio»


quinta-feira, maio 14, 2026

2 versos de Ana Hatherly

«Nada nos pode consolar / do excessivo peso do amor»  

Rilkeana (1999)

quarta-feira, março 18, 2026

2 versos de Ana Hatherly

«Extravagante fantasma / a memória» 

Rilkeana (1999)

quinta-feira, março 12, 2026

2 versos de Ana Hatherly

 «Não invejo / admiro» 

Rilkeana (1999)

quarta-feira, fevereiro 04, 2026

4 versos de Ana Hatherly

«E lançando de meus braços o desejo / não invejo / admiro / a sufocante beleza deste ocaso» 

Rilkeana (1999) - «Wer, wenn ich schriee»

sexta-feira, janeiro 23, 2026

4 versos de Ana Hatherly

 «Neste ardente ardor / só tu és pausa / fuga / além-palavra» 

Volúpsia (1994)

quarta-feira, novembro 26, 2025

3 versos de Ana Hatherly

«Oh impudico // teu furor é inquieto / e imenso» 

Volúpsia (1994)

terça-feira, novembro 04, 2025

2 versos de Ana Hatherly

«O desejo me apressa / com sua lei» 

 Volúpsia (1994)

terça-feira, setembro 30, 2025

2 versos de Ana Hatherly

«O corpo fala / na muda voz da ideia cruamente pura» 

Volúpsia (1994)

quinta-feira, janeiro 27, 2022

versos do dia

 [...]

«mestre da alegria // até o lobo / louva / São / Francisco»

Ana Hatherly, «A São Francisco, o São Santo»

quinta-feira, agosto 02, 2018

«Como saltar dos meus versos / para os teus braços?» Ana Hatherly, Fibrilações (2005)

«Escrevo como quem da mágoa / se despede e é outra cor» Fernando Jorge Fabião, Nascente da Sede (2000)

«Seu descuido em seu fogo desculpava; / Que mal feria o sol tão penetrante, / Onde maior incêndio a alma abrasava.» Cláudio Manuel da Costa, in José Valle de Figueiredo, Antologia da Poesia Brasileira (s.d.)

quinta-feira, maio 24, 2018

«Toda a gente foi domingo / alguma vez.» A. M. Pires Cabral, «Degradação», Arado (2009)*

«Têm as mão brancas de sal / E os ombro vermelhos de sol.» Sophia de Mello Breyner Andresen, «Os navegadores», Mar Novo (1958)**

«Nas ondas sozinhas / Nem um navegante / Nem aves marinhas...» António Pedro, «Canção dum mar ao largo», Ledo Encanto (1927)***

* Resumo -- A Poesia em 2009 (edição de José Alberto oliveira, José Tolentino Mendonça, Luís Miguel Queirós e Manuel de Freitas, 2010)
** Caminhos da Moderna Poesia Portuguesa (ed. Ana Hatherly, 1960)
*** No Reino de Caliban I (ed. Manuel Ferreira, 1977)

quinta-feira, julho 14, 2016

Na língua dos olhos / só há nudez
Ana Hatherly

quarta-feira, setembro 30, 2015

Como saltar dos meus versos / para os teus braços
Ana Hatherly

sexta-feira, junho 13, 2014

passeatas de blogger

Uma boa reflexão sobre o nosso passado, no Pimenta e Ouro.
Um magnífico poema de Ana Hatherly, enquadrado com Monet, no Vício da Poesia 
«O que há de mais selvagem em minha vida», um belo poema de Ladyce West, também ele devidamente enquadrado, no Peregrina Cultural.
Henrique Manuel Bento Fialho sobre os Air, no Antologia do Esquecimento.








quinta-feira, maio 08, 2014

viver é uma hemorragia calculada
Ana Hatherly

segunda-feira, janeiro 27, 2014

Antologia Improvável -- Ana Hatherly

Meu coração e eu
vivemos juntos
mas não lado a lado
e nunca nos vemos
O sangue é um acordo vivo
que nos ata

Fibrilações

terça-feira, março 29, 2011