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quarta-feira, novembro 20, 2019

o génio de José Mário Branco: a transgressão na tradição, ou vice-versa

transformar a banalidade em brilho. Sempre foi assim (embora por vezes também fosse um chato, um chato genial, vamos lá). Detestara o fado por más razões. (Então o fado não é o nosso blues?...) Até que se encontrou com ele: 2 fados 2 no Ser Solidário, grandes fados. E depois de o encontrar, faz o Camané, faz isto, com a maravilhosa Katia Guerreiro. E isto é revelador de uma segurança, de um conhecimento profundo, de um amor à música, e neste caso ao fado, que é o que lhe permite a transgressão, ou seja, o avanço, ou seja, o progresso, ou seja, a revolução. Sempre coerente.

terça-feira, novembro 19, 2019

José Mário Branco, a revolução melodiosa

foto de Rita Carmo
José Mário Branco era a revolução e o músico excepcional; alguém que começando por não gostar do fado se tornou um nome importantíssimo, nomeadamente no seu trabalho com Camané, e não só. Desde o início, ele andou por aqui, e também
aqui,
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segunda-feira, março 28, 2016

só uma música

Apesar de ser todo bom, o Sempre de Mim (2008), o dramatismo do canto de Camané, a grande produção de José Mário Branco (o melhor produtor português de todos os tempos, cuja marca é muito nítida...), as ricas colaborações & a recriação de fados tradicionais -- posso lá escolher outro senão este «Sei de um Rio», do revolucionário Alain Oulman sobre poema de Pedro Homem de Melo, a dupla de «Povo que Lavas no Rio»?...