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quarta-feira, dezembro 13, 2023

"Assassinos da Lua das Flores"





1. Leonardo Di Caprio, retumbante, ofusca De Niro, se tal é possível.
2. Foi preciso chegar quase aos sessenta pata ouvir falar nos osage.
3. A América é sangue e rapina, entre outras coisas também menos más. Scorsese mostra-o com melancolia.
4. A cena do incêndio, não esquecerei, por muito que ainda possa viver.
5. Quantas vezes já aqui escrevi que o Martin é o meu realizador preferido?
6. Mesmo assim, o filme parece ter meia hora amais. Quando o vir de novo, confirmarei.

quarta-feira, fevereiro 10, 2016

The Revenant


Entre muitas outras coisa, um poderoso exercício de Iñarritu com DiCaprio em torno dos recursos inesgotáveis do indivíduo. Um tom amargo pela potência que é dada à vontade de desforço e vingança, e em que o altruísmo é sempre mal recompensado.



quinta-feira, janeiro 23, 2014

do obsceno

E o curioso é que, num filme em que tanto se fode, em que em cada duas palavras proferidas pelos actores, três estão no grupo vocabular das caralhadas, e em que as mulheres, em geral, são carne (literalmente) para canhão, no mesmo patamar do Ferrari ou do Lamborghini -- o curioso é que a obscenidade não está aí, mas, naturalmente, na ganância que a personagem real interpretada por Di Caprio protagoniza, conseguindo ainda a proeza de não ser um tipo completamente repelente (este senhor até tem família, pai (Rob Reiner) que se preocupa, e mãezinha que chora quando o seu menino é caçado...).
Obscenidade, portanto, que seria simplista radicar num determinado elemento desprovido de carácter; o que Scorsese, grande mestre, mostra (e, apesar de tudo, O Lobo de Wall Street nem é um dos seus finest moments), o que se exibe em todo o horror de indigência ética é o sistema financeiro, como é consabido.