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quarta-feira, fevereiro 18, 2026

2 versos de Pedro Tamen

«Colaste ao Fado / a mais solar ternura.» 

Depois de Ver (1995) - «Júlio» 

sexta-feira, abril 11, 2025

«"presença": esboço para uma antologia pessoal»


Um divertimento com barbas, que a generosidade e bonomia de Isabel Cadete Novais e Manuel Matos Nunes acolheram no #31 do Boletim do Centro de Estudos Regianos -- que me encontra em leituras regalada (há Régio, sempre, Régio e Camões, o grande Júlio / Saul Dias, a presença, claro. Pode e deve ser comprado aqui.
 

segunda-feira, setembro 09, 2024

o menino Ferreira de Castro

As terras têm o seu património, natural, etnográfico, arquitectónico. O legado literário em geral dá-lhes, porém, mais densidade. Amarante, com Pascoais, Vila do Conde tem Régio e o irmão Júlio/Saul Dias, Rio Maior e Ruy Belo, a Vila Franca de Xira de Alves Redol. Oliveira de Azeméis tem Ferreira de Castro, e a autarquia editou, no ano seguinte ao centenário do seu nascimento, uma BD para as crianças, da autoria do conterrâneo Manuel Matos Barbosa (1935), um nome do cinema de animação e do documentalismo.

Castro tem excesso de biografia: aos 12 anos emigrou sozinho para o Brasil, sendo enviado para um seringal na Amazónia. Dessas experiências extrairá matéria para dois extraordinários livros, que irão renovar o romance português, abrindo portas ao neo-realismo: Emigrantes (1928) e A Selva (1930). Porém, verdadeiro escritor, não se ficaria por aqui: Eternidade (1933) encerra um fundo existencialista numa narrativa de cunho social; A Lã e a Neve (1947), friso romanesco que é talvez o seu romance mais perfeito; ou A Missão (1954), uma novela que é uma jóia de problematização psicológica.

Como se fosse pouco, este autodidacta, foi durante décadas o escritor português mais traduzido, duas vezes proposto para o Nobel da Literatura, entre muitos outros factos que aqui não cabem. Mas o cerne dessa vocação está na primeira infância, na aldeia natal de Ossela, e Matos Barbosa, com um traço límpido e tons suaves, foi feliz em mostrá-lo.

O José Vai à Escola

texto e desenhos: Matos Barbosa

edição: Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, 1999

(Novembro, 2019)




quinta-feira, julho 09, 2015

Se pudesse escolher só uma música

Neste caso, não é bem assim, pois o YouTube não dispõe de todas as músicas deste álbum de 1960 -- That's Right!, de Nat Adderley and the Big Sax Secrion.
Mas escolho, sem ambages, o standard da dupla Kern-Hammerstein, «The Folks Who Live On The Hill», com extraordinário arranjo de Jimmy Heath, que beleza! A trompete de Nat a divagar (lembra-me um desenho de Júlio), o barítono de Tate Houston a pontuar, o passeio de mãos dadas da guitarra de Jim Hall e da flauta de Yusef Lateef, que acaba por soltar-se ao segundo solo, enquanto os pratos de Jimmy Cobb lhe marcam o ritmo. A singeleza, no melhor sentido da palavra.

quarta-feira, agosto 02, 2006

estampa LIX

Júlio, O Burguês e a Menina
Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa

quarta-feira, março 01, 2006

quarta-feira, agosto 10, 2005

domingo, julho 03, 2005