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domingo, março 31, 2024

150 portugueses: 16-20

16. Sá de Miranda (1481-1558). Poeta renovador, homem de fibra, "de antes quebrar que torcer".

17. Tomé de Sousa (1503-1579). O primeiro governador-geral do Brasil.

18. Vasco da Gama (1469 - 1524). Um dos nomes míticos de Portugal. A realidade tornará tudo mais complexo.

19. D. Afonso II (1185-1223). Terceiro rei de Portugal.

20- Bartolomeu Dias (c. 1450-1500). O navegador que talvez melhor represente a grande história trágico-marítima.

domingo, junho 18, 2023

150 portugueses: #10. Sancho II, o Capelo (Coimbra, 1209 - Toledo, 1248)

Para um futuro blogue. Primeiro monarca a ser deposto, é uma figura interessantíssima pelo percurso politicamente trágico. Filho de Afonso II e Urraca de Castela. é ainda menor quando ocorre a morte do pai. Sobe ao trono aos catorze anos, herdando o conflito com as tias, depois resolvido em favor destas. O confronto  passará a dar-se com os ricos-homens e com os poderes eclesiásticos, os bispos do Porto, Braga e Lisboa. O aliciamento do irmão mais novo, Afonso, conde de Bolonha, com o apoio da Igreja e boa parte da nobreza, impele este à conquista do trono. Morrerá no exílio, após a retirada do seu maior apoiante, o rei de Castela e, tal como seu pai, também excomungado. O casamento com Mécia Lopez de Haro, viúva de um nobre galego e de uma princesa bastarda, Urraca Afonso, filha de Afonso IX de Leão e da Galiza, serviu às intrigas palacianas. O reino continuou a expansão para sul, Alentejo e Algarve, com a conquista de várias cidades, entre as quais Beja.

domingo, maio 28, 2023

150 portugueses_ #8. Afonso II o Gordo (Coimbra, 1185-1223)

Para um futuro blogue. Quarto filho de Sancho I com Dulce de Aragão, o curto reinado de Afonso II foi caracterizado pela centralização do poder real,  principalmente em luta interna contra as três irmãs, uma vez que Sancho I, ainda com uma medieval visão patrimonial do reino, o repartiu pelos filhos, a todos outorgando a dignidade real. Também em conflito com as ordens religiosas, entrou em embate com Roma, o que lhe valeu a excomunhão, condição em que morreu, não obstante os sucessivos pontífices lhe terem dado razão no conflito com as irmãs. Na perspectiva da consolidação do poder, é relevante a realização de inquirições e confirmações e a produção legislativa, de que o reino carecia. A expansão para sul ficou em segundo plano, embora conquistasse Alcácer do Sal e outras vilas, tendo ainda enviado um exército que se juntou ao conjunto dos reis cristãos peninsulares que defrontou o do califado omíada na grande batalha de Navas de Tolosa (1211). 

quinta-feira, outubro 14, 2021