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sexta-feira, maio 08, 2026

estou para ver...

Tão excitados que estão para aí uns comentadores perante a alegada ameaça de Zelensky perturbar as comemorações do dia da vitória em Moscovo. Ouvindo-os, ficamos a saber que Putin está cheio de medo. Estou para ver, acção e reacção.

sexta-feira, março 06, 2026

Zelensky a pisar ainda mais o risco

Não sei se é para que se lembrem dele, agora que estamos todos virados para o Golfo Pérsico, mas, ao ameaçar Orbán, Zelensky nem na União Europeia tem lugar.

Estou curioso para ver a reacção: provavelmente, a cúpula da UE assobiará para o lado, fazendo de conta que não foi nada; o mesmo em relação aos chefes de estado e de governo. Mas é possível que alguém que não Fico (um socialista que os me(r)dia classificam como populista...)  ou Salvini; talvez a Europa ainda tenha governantes decentes que ponham o Zelensky na ordem.

 

domingo, fevereiro 15, 2026

enxurrada de veneno de rã-dardo de propaganda, como se fôssemos tão estúpidos como os pivôs dos telejornais -- ou os russos têm que aprender com os americanos como suicidar criminosos na prisão

Na última semana, a palavra de ordem da propaganda bélica anti-russa, do major-general Isidro à egéria Clinton, é a de inculcar na opinião pública europeia estas duas verdades insofismáveis: 1) a de que os russos são mesmo maus; 2) além de serem maus, militarmente não valem nada -- dois bons argumentos para começarmos a despejar tropas no cemitério ucraniano.

No outro dia, o Isidro dizia no seu espaço de comentário que os russos estavam a levar tanta porrada, mas tanta porrada, que até ficamos admirados como o Zelensky ainda não tomou Moscovo; depois, o Rutte da Nato -- esse tipo que não se reproduz --, a ridicularizar as capacidades militares do inimigo; Hillary, essa esposa exemplar, ataca Trump por causa da Ucrânia; mas o melhor de tudo foi isto: de acordo com os idóneos ingleses (que têm na chefia do MI6 uma neta de um criminoso de guerra ucraniano nazi; a Ursula parece que é só neta de um nazi normal, que foi juiz), de acordo, pois, com os ingleses $ associados, o neonazi Navalny foi envenenado com uma toxina rã-dardo!...

Eu gabo a paciência dos russos (deve ser por isso que eles são tão incompetentes no campo de batalha): têm o Navalny preso no Árctico, e em vez de o matarem ao frio, deram-se ao trabalho de importar veneno de rã do Hemisfério Sul para matar o liquidar à bizantina.

Os russos têm de aprender com os americanos, que suicidaram o Epstein na prisão, na precisa altura em que o circuito interno de videovigilância inexplicavelmente caiu. O que vale é que partilhamos todos os mesmos valores, aqui no Ocidente.

sábado, janeiro 03, 2026

os candidatos presidenciais dizem de que modo encaram o envio de tropas portuguesas para a Ucrânia

Esta a questão essencial, ornamentada por parvoíces jornalísticas que nem merecem referência, no "debate das rádios", entre a 1,35' e a 1,52'

Luís Marques Mendes, à 1h36m: no fundo não exclui nada, num quadro de paz, mas ainda é cedo para opinar, o que quer dizer que pode aceitar tudo. Nacional-redondismo, o falar imenso e dizer praticamente nada.

André Ventura, à 1h39m:  a conversa que o seu eleitorado gosta de ouvir; guerra? toma lá um manguito, parece que morre muita gente na guerra... Se o envio é justificado ou injustificado isso não interessa para nada -- não mandamos tropas mas estamos "ao lado da Ucrânia". Sim senhor! Junta-se mais uma colagem da "extrema esquerda" (quer dizer o PCP, pretendendo atingir o Bloco e o Livre, injustamente, pois sabemos que estes têm estado bem ao lado do Chega nesta questão) -- e termina, não apenas falando do dinheiro abarbatado pelos amigos do Zelensky, mas, estadista, reafirma por outras palavras: "queres tropas?, toma!" ou seja: que morram os outros, pois nós até propusemos no Parlamento classificar a Rússia como estado terrorista -- não queriam mais nada! (Burburinho de aprovação na taberna.)

António Filipe, à 1h41m: basicamente isto, que é a posição com a qual genericamente me identifico, e que será retomada por Gouveia e Melo: tropas em tempo de guerra, não; tropas em tempo de paz, também não, uma vez que a Ucrânia não está na geografia dos nossos interesses permanentes enquanto estado -- um argumento simples, mas não simplista, que só alguns analfabetos das Relações Internacionais não perceberam. Ah, e também não é um membro da Nato, a Ucrânia...

António José Seguro, à 1h42m: se dizem que é para manutenção de paz, Seguro crê, cheio de angelismo, que é porque haverá paz, e assim devemos mandar para lá "profissionais" para proteger os nossos interesses, que são também os da Europa -- oh, a impreparação!... --, e claro, tudo consensualizado entre os órgãos de soberania. O que é preciso são os consensos.

Catarina Martins, à 1h43: diz, à cautela, que como não sabemos de que paz se trata, está-se elaborar sobre nada. Quer mandar geradores para aquecer os deslocados internos. Estou com ela; porém, como visão estratégica é pouco.

Henrique Gouveia e Melo, à 1h45m: como é o único que verdadeiramente sabe do que está a falar, para além das considerações políticas, ou seja: entram na sua equação as tangíveis questões militares e operacionais, e outras, não tanto, como os interesses geoestratégicos de Portugal e também a sua História. Diz claramente que é contra -- só ele e António Filipe o dizem claramente --, e, ainda por cima, explica porquê, vão lá ouvir.

João Cotrim de Figueiredo, às 1h47m: fico espantado com o modo com que diz as maiores banalidades e até asneiras, sempre com aquele ar empreendedor e de mangas arregaçadas. A anedota do dia: corrige André Ventura naquilo em que este tinha razão e, quando interpelado, chega-se-lhe junto -- o que é preciso é evitar que os nossos rapazes vão para lá. Cotrim, cada cavadela...

Jorge Pinto, à 1h50m de debate: aproveita para falar indirectamente na Gronelândia, por causa do Direito Internacional. Mais pueril que Seguro, o que lhe interessa é soltar a Ucrânia das garras de Putin, vá-se lá saber porquê. Diz-se pacifista e comeu a sopa toda do prato que lhe puseram à frente.

O debate.



quinta-feira, novembro 20, 2025

as presidenciais e a guerra da Ucrânia

O maior risco que Portugal enfrenta, em 20 de Novembro de 2025, não é a crise da habitação nem um governo miserável que quer fazer dos trabalhadores gato-sapato,  (Viva a Greve Geral!), as listas de espera na Saúde Não. O grande perigo é a nossa satelitização por uma Comissão Europeia e governos pseudodirigidos pelo Starmer (que nem para vender enciclopédias porta-a-porta), o Macron (mais um gestor na política) e o gajo da Alemanha, cujo nome não me ocorre, com dimensão de chefe de recursos humanos, nos empurrem para uma estúpida guerra que não tem nada que ver connosco, porque criada pelos Estados Unidos e agarradas com pundonor por estes zeros. 

Dos três candidatos que podem ser eleitos -- espero que todos patriotas --, já ouvi tudo de Marques Mendes e não gostei; ainda não consegui ouvir nada de Seguro; e ouvi o suficiente de Gouveia e Melo para ainda estar para ver. Sim, eu sei daquela frase bombástica dita há já bastante tempo na eventualidade de a Rússia atacar a Nato -- uma obviedade que decorre dos tratados, e os tratados são para honrar, no articulado que o país assinou.

 A questão é que o Putin é muito mais inteligente do que estes imbecis -- e portanto não atacará a Nato, se esta não o encurralar (foi por isso mesmo que a Rússia atacou a Ucrânia, lembram-se?). Como os Estados Unidos saltaram fora do chavascal que aqui arranjaram, não estou a ver estes bonecos com atitude suicida. Para além do que, havendo um país da Nato que ataque a Rússia (a Polónia tem no governo um neocon por via vaginal, cuidado com ele), ou se emaranhe em provocações no Báltico, ou ainda surjam outras acções engendradas pelo Zelensky, (que não descansa enquanto não nos mete lá dentro) -- partindo um hipotético ataque de um país da Nato, a única obrigação de Portugal é manter-se à margem desta geopolítica insana de roleta russa... 

Quero um presidente patriota, não mais um fantoche. Por isso são tão importantes as eleições de Janeiro. Nunca, desde 1976, tivemos uma eleição presidencial tão importante.

quinta-feira, outubro 02, 2025

ucraniana CDIV - mais 220 000 000 € deitados ao lixo

E lá vamos nós outra vez na manada, dar dinheiro ao Zelensky, balões de oxigénio, bovinos alinhados na estupidez geral de prolongar uma guerra perdida provocada pelos americanos, e que por isso mesmo saltaram fora, Não sem que antes se assegurassem que os parolos da UE e da Nato continuariam a financiar o complexo militar-industrial americano a risco zero.

"A defesa da Ucrânia é a defesa da Europa" e outras frases lindas: mas quão estúpido pode ser-se?

Claro que, a continuarmos com este conjunto de dirigentes europeus, mistura letal de estupidez, oportunismo, inconsciência e ignorância, arriscamo-nos, um dia destes, a um par de galhetas da Rússia, pelo menos, e não é que eles não tenham avisado.

Mais 220 milhões de euros, "pelo menos"... Não me bastava o espertalhaço do Costa, ainda tenho de ouvir as histórias da carochinha do Montenegro.

quinta-feira, setembro 11, 2025

ucraniana CCCXCIX - os drones na Polónia, a minha falta de paciência

Alguém sabe o que se passou? Eu ainda não, mas atendendo ao cadastro dos envolvidos, não me admiraria se houvesse aqui as manigâncias do costume. Aliás, fica já escrito que tenho mais facilidade em acreditar nos russos do que na presidente do conselho europeu ou na s-g da nato.  Aliás, aquele estafermo anunciou ontem em Estrasburgo "a Europa está em guerra e terá de o dizer aos europeus"

O Zelensky está, grão a grão, a conseguir o que quer, a envolver os europeus, já que não consegue envolver os americanos. Europeus, que se estão a habilitar. 

O Rangel convoca o embaixador russo para pedir "explicações"... A falta de sentido do ridículo foi sempre apanágio da figura.

Seguro ontem esteve bem, muito melhor do que Gouveia e Melo -- a não ser que o almirante saiba algo que o povo ignaro não sabe... E as reacções de Nuno Melo foram melhores do que eu esperava, ou seja, sensatas.

Portugal, por todas as razões, da decência aos interesses próprios, deve lidar com esta cáfila com o maior cuidado. Para carnificina, já nos chegou aquela a que os patetas dos republicanos (com excepções) nos conduziram e a que o colonialismo salazarista infligiu aos daquém e dalém mar...

segunda-feira, agosto 25, 2025

ucraniana CCCXCV - charlatães

450 ataques com mísseis e drones da Rússia à Ucrânia em 24 horas, provoca um genocídio de uma trintena de feridos; em Gaza, basta ir à procura de comida para se ser abatido. 
Ou seja: estes patéticos líderes europeus são uns zeros que ninguém leva a sério; mas são também um perigo que nos arrastariam para a guerra com a Rússia se os povos europeus não lhes puserem travão. Uma guerra -- há que afirmá-lo sempre -- provocada pelos Estados Unidos, com a passividade cúmplice destes palermas.
Zelensky aparece trajado como um ucraniano étnico, mas -- judeu de língua materna russa --, é quase tão ucraniano como eu. Portanto, todo o fervor nacionalista sobre um território independente há 35 anos,  criado artificialmente pelos sovietes e sobre os despojos da II Guerra, é conversa da treta e folclore para as mentes sugestionáveis.

quinta-feira, agosto 14, 2025

ucraniana CCCXCIII - cortinas de fumo

Comecemos pela politicalha nacional: Montenegro a papaguear sobre cessar-fogo. Como ele deve saber que o cessar-fogo é uma cortina de fumo para que o países ocidentais -- como já foi admitido por Starmer, um dos idiotas-séniores -- nomeadamente Inglaterra e França, e que tal nunca será admitido por Putin (devem ter explicado isso ao Montenegro), o primeiro-ministro português está a palrar, a falazar e a ver se engana os portugueses. Tristeza igual é ver aquela nulidade chamada António Costa a tuitar... Como é bom tuitar -- para os amigos, claro, porque ninguém liga nenhuma a este corta-fitas internacional.

Os grandes idiotas: Macron, Starmer, Merz, além da fluida Meloni, entre outros, querem:

1. Que a Rússia renuncie, que transforme a vitória extraordinária que está a ter (só em sanções, a UE já prepara o 19.º pacote) contra todo o Ocidente (Estados Unidos incluídos) numa derrota. Tanto quanto me é dado ver do meu poiso de férias, tal não vai acontecer. 

2. Enrolar Trump, puxá-los desesperadamente para o seu lado. Até levam ao colo o fantoche Zelensky, impingindo-o, mais uma vez. E Trump diz que sim -- afinal de contas, está a falar com clientes da indústria de guerra americana. Mas o que Trump diz ou deixa de dizer tem um prazo de validade de horas ou minutos, até ao encontro com Putin tudo e o seu contrário pode acontecer.

Com os dados que tenho, que são nenhuns, arrisco-me a dizer o seguinte:

1. A Rússia não cederá em qualquer dos seus interesses vitais.

2. Ou Trump e Putin embrulham aquilo muito bem, ou o primeiro concretiza o plano B do incapaz Joe Biden: deixa o bebé nos braços europeus, porém, com a grande diferença do golpe de génio de vendedor que é: os europeus e a Ucrânia compram-lhe armamento, para que tentem resolver a guerra que os Estados Unidos criaram e estão a perder e a querer safar-se dela rapidamente e sem vergonha...

Compram armamento para quê? Para entrar em guerra com a Rússia, como parece terem imensa vontade uns lunáticos britânicos e outros. A sério?... Mas como é possível ser-se tão estúpido e ao mesmo tempo tão desonesto e vigarista?

E o Montenegro, se a guerra estoirar, vai dizer o quê? Vai continuar com vacuidades; vai amochar e mandar os filhos dele e dos outros combater num conflito que ao interesse nacional diz praticamente zero? Ou vai ser primeiro-ministro  de uma nação soberana, e estar à altura dos séculos que temos, com todas as glórias e todas as misérias que a nossa história comporta? Seremos um país de governantes dignos ou de animais domésticos? 

segunda-feira, junho 09, 2025

amanhã é feriado, vou perguntar ao Zelensky se está bom no Guincho

 Nos canais de bardanotícias aqui da parvónia, o Zelensky continua a ser um Churchill -- como disse, certo dia, o Fareed Zakaria... pouco importa que tenha sido uma marioneta de americanos e britânicos contra os ucranianos e com isso tenha deitado o seu país a perder, em função dos interesses americanos e não só (lembremos o papel de duas abjecções como Joe Biden e Boris Johnson no prolongar da guerra, para esvair a Rússia -- o verdeiro objectivo -- quando da primeira tentativa de acordos de paz).

Não especulo sobre as intenções deste bicho, se vai morrer de armas na mão, como seria sua obrigação, depois do mal que tem feito, ou se há alguma ponta de verdade no que dizem os seus detractores, sobre um eventual e bem esportulado enriquecimento ilícito -- não vou por aí, não me interessa, nem sequer é preciso...

Basta dizer que à conta da criatura e de quem a sustenta, a Ucrânia está como está, e a caminhar para muito pior. Mas, não contente com isso, seguindo à risca o gizado pela trupe neo-con do lado de lá do Atlântico, tem procurado, desde o princípio, envolver-nos a todos na guerra -- o que só não conseguiu ainda, não por bom-senso das lideranças europeias (meu deus, a nulidade do Costa, parece que engenheiro de pontes, é presidente do Conselho Europeu...), mas porque ainda não puderam. Mas há quem não descanse enquanto tal não suceder, não só do lado de lá, como, pasme-se, do lado de cá do Atlântico. Que imbecis, que vigaristas...

Para as notícias dos bardacanais, e os zeros que os dirigem, Zelensky, em vez de a sua acção ser abordada segundo um prima jornalístico (chamam àquilo jornalismo, certo?) -- ou seja: um político apanhado em determinadas circunstâncias, reagindo melhor ou pior de acordo com elas, o que nos dão é uma caricatura de propaganda reles, em que cada espirro e cada flato que o homem emane equivale a um tratado de clarividente liderança; ele tudo sabe, tudo vê, é um predestinado, um Churchill.




segunda-feira, maio 26, 2025

o príncipe e o parolo de maralago

Nos últimos anos do regime de apartheid, entre muitas outras, havia três vozes da resistência sul-africana em liberdade relativa que o mundo ouvia com particular atenção: Oliver Tambo, presidente do ANC no exílio, o bispo Desmond Tutu e o líder da confederação sindical do país, a COSATU, chamado Cyrill Ramaphosa.

O actual presidente sul-africano, político experimentado, respeitável e respeitado, esteve como um príncipe ao lado do americano, Trump, emblema do desprezível kitsch que não se enxerga.

É por isso que ele pode fazer momices, trafulhices & outras trumpices com uma marioneta como Zelensky, enganar porcarias como Macron e Starmer, desprezar e destratar a cúpula política da UE. Em relação a Putin e Xi Jinping, que já se esqueceram daquilo que Trump anda agora  a aprender, a coisa fia mais fininha, como se está a ver.

Quando se depara com alguém com a densidade, a história e a categoria de Cyrill Ramaphosa, resulta isto, um parolo de maralago.




 

terça-feira, maio 13, 2025

ucraniana CCLXXXVIII - Zelensky repara, Zelensky substitui

Chega um tipo ao restaurante, a televisão sintonizada na cnn, e vê o pobre general Carlos Branco a pisar um daqueles filetes que está na base do ecrã, destacando as últimas (ou penúltimas) parvoíces de desinformação. Hoje era qualquer coisa como isto: Zelensky delineia plano de paz para a reunião na Turquia; Zelensky só aceita reunir-se com Putin, etc....

Não é cómico? Um tipo que vai ao país dos otomanos por uma orelha e pela mão do Trump, e estas pulgas da cnn-Portugal (certamente orientadas pela casa-mãe) a aldrabarem os feirantes de Espinho, dizendo-lhes que Zelensky repara, Zelensky substitui; Zelensky delineia, Zelensky exige.

Já não me sorria tanto desde que uma barbie empoderada (é português isto?) parecia a caminho do orgasmo sempre que pronunciava o nome do grande líder; ou uma outra, velha platinada, vinda ao ecrã gabar o tónus olímpico do Biden destroço. 


segunda-feira, março 31, 2025

ucraniana CCLXXXVI - preparem-se para a propaganda da guerra

Melhor dizendo, para a sua intensificação -- ou seja: 

os russos já começaram a atingir hospitais e creches, como no princípio;

o Zelensky quer-nos lá, já, para tentar limpar-se da merda que fez; 

embaixatrizes organizam chás, com a presença do PR e com especialistas de centros académicos surgidos para comentarem um estudo de um think tank lituano, ou lá o que seja, sobre a desinformação russa, levantando suspeições sobre quantos têm uma posição crítica quanto à guerra da Ucrânia;

noventa por cento dos comentadores da academia continuam os mesmos atrasos de vida, e noventa por cento dos pivôs dos telejornais persistem analfabetos;

já há cartazes motivacionais para aliciar os nossos filhos e netos morrerem na Ucrânia, para (não) resolver uma guerra criada pelos americanos, com a cumplicidade de britânicos, franceses, alemães e parceiros menores.



sexta-feira, fevereiro 28, 2025

ucraniana CCLXXXIV - Zelensky esqueceu-se de que era o moço de fretes dos Estados Unidos

Não foi bonito, mas foi muito bem feito, e lembrou-me de quando o Zelensky tinha encontros com estes patéticos dirigentes europeus, ou era recebido nos seus parlamentos, e  se achava à vontade para dar reprimendas aos anfitriões. Pois não era ele o moço de fretes dos Estados Unidos?

Não sei se ele caiu numa armadilha, nem me interessa. Fartos do presidente ucraniano, Vance disse-lhe o óbvio: era o tempo da diplomacia -- essa mesma diplomacia que Biden não autorizou que prosseguisse na Turquia. Pois não era o objectivo daqueles idiotas infligir uma "derrota estratégica" à Rússia? Era. E Zelensky, como moço de fretes, obedeceu, secundado pelos lacaios da UE.

E Trump disse a verdade àquele aldrabão/incompetente/inconsciente (riscar o que não interessa): quer ele estava a brincar à III Guerra Mundial. Ou já se esqueceram dos pedidos/exigências da no fly zone, que poria a Nato em guerra directa com a Rússia? Esta foi uma das primeiras das muitas brincadeiras de Zelensky.

Carlos Branco num dos seus textos, classificou Zelensky como um instrumento da administração Biden; eu chamo-lhe o mesmo, sem carícias: moço de fretes. 

O frete deixou de ser preciso, e Zelensky ou assina ou assina -- caso contrário é deixado à sua sorte. De qualquer modo, o destino da Ucrânia está traçado, graças à inteligentíssima estratégia de Biden e dos idiotas da UE, com a activissima colaboração do Zelensky: um país amputado e controlado pela Rússia, ou amputado pela Rússia e o remanescente subjugado pelos Estados Unidos. Brilhante!

A União Europeia cacareja. E a verdade é que não pode fazer outra coisa -- não por estar desarmada, mas pelo que tenho referido: não é um país ou uma federação. Países com interesses diferentes não podem ter uma política externa comum. Mas isto fica para depois.

quinta-feira, fevereiro 27, 2025

oh, o PCP e as autárquicas em Lisboa...

Mas por que diabo iria o PCP aliar-se em Lisboa com os amigos do Zelensky -- o mesmo é dizer -- o homem da nato em Kiev, estúpida e imbecilmente apoiado entre nós, do Chega ao Bloco, sempre às ordens e de cu para o ar? Só se não tivesse coluna vertebral... Digo eu, que voto onde me apetece, e ainda não tenho candidato em Cascais.

E lá se vai também outra oportunidade para fazer de Junho o mês arco-íris em Lisboa (o grande projecto do Livre, quando fez caminho  com Medina). Pobre Lisboa, pobres sardinhas, pobres varinas de outrora, pobres duendes... 

Mal por mal, antes o Moedas, vigiado pelo CDS, é claro.

sábado, fevereiro 15, 2025

ucraniana CCLXXX - o telefonema de 7 minutos de Trump a Zelensky e o 'jornalismo' doloso

Se o jornalismo era já uma actividade pouco prestigiada e prestigiante, não obstante a percentagem reduzida de grandes profissionais que sempre se verificou existir, é já uma banalidade referir o quão fétida e cadaverosa está uma actividade que deveria ser nobre, mas que se degrada e prostitui todos os dias, a todas as horas. Ainda hoje ouvi um rui qualquer do Expresso, que pouco mais deve saber do que contar até dez a evolucionar verbalmente sobre a Conferência de Munique... 

No que respeita à guerra da Ucrânia os exemplos de incompetência e principalmente ignorância são diários -- e estou a referir-me apenas a jornalistas, dos pivôs, quase todos uma desgraça, aos patéticos enviados especiais.

Mas há subtilezas que mostram a má-fé e o propósito de confundir e esconder. Por exemplo: os já célebres telefonemas de Trump a Zelensky. Nessa madrugada ouvi num canal, que neste momento não posso jurar qual tenha sido (muito zapping tenho feito nos últimos dias), que amalgamava os dois telefonemas, referindo-se à duração de hora e meia. No fim, ficara com uma estranha sensação de que Trump falara longamente com ambos, achando estranho a coincidência da duração idêntica de ambos, a tal hora e meia, foi assim que a coisa ficou a pairar. Às vezes há coincidências... Foi preciso, no dia seguinte, ouvir Agostinho Costa, para ficar a saber que de facto, a conversa com Putin durara noventa minutos, enquanto Zelensky foi despachado em sete-minutos-sete.

É risível? Quase, mas não há aqui nenhuma novidade. Estes três anos de guerra não se caracterizam apenas pela manipulação da informação que as partes fazem, mas da activa participação nesse renegar do jornalismo sério em que tem participado uma extensa parte dos profissionais, todos os dias e a todas as horas.

quinta-feira, fevereiro 13, 2025

ucraniana CCLXXIX - o amigo americano

O amigo americano da Ucrânia usou-a primeiro para impor uma "derrota estratégica" à Rússia. Serviu-se para isso, não apenas dos neo-nazis da terra, como dos fantoches europeus que fizeram o que o amigo lhes mandou fazer. Com a provocação à Rússia conseguiram um país destruído, milhares de mortos e amputação de uma parte do território (tudo isto tem o que se lhe diga). Para compensar tanta ajuda, o novo amigo americano decide ser reembolsado. É ou não é um génio, o Zelensky? Os vigaristas e os analfabetos que por cá comentam acham que sim.

Entretanto, nunca esta crise me deu tanta vontade de rir ao ouvir o secretário-de-estado da Defesa na reunião da Nato. Não tive a ventura de ver as carinhas dos ministros presentes, a começar pela do nosso, que nesta questão da Ucrânia foi sempre um atraso de vida, para não destoar.

Vi também o horrífico eunuco que está como sec-geral da Nato a ameaçar ameaçadoramente Putin, que se atacasse um país da Nato a resposta seria esmagadora, etc. Ora se há uma coisa que Putin não tem é estupidez e cretinismo, Se ele joga xadrez, este patetas nem o chinquilho.

No entanto, percebe-se que há alguns que não vão largar o osso e continuar a hostilização da Rússia à espera que mude a maré. Parece, porém, que esta amizade se estenderá, depois de Trump a Vance, sem esquecer o que se desenha por essa Europa. Mas isso já é outra história.

quinta-feira, janeiro 02, 2025

"Seja muito bem-vindo Presidente Xi!". disse então Marcelo

Estou perplexo com a mensagem de Ano Novo do Presidente da República, no que respeita à  política externa (deposi, confesso que perdia a atenção). Ver o chefe do estado apontar a China como ameaça, assim às claras, fazendo todos os fretes a países estrangeiros e dizendo nada ao interesse nacional, lembrou-me a calorosa recepção há uns anos a Xi Jinping. Interessava, porque estávamos de mão estendida? É para um tipo sentir-se envergonhado.

Para não falar da questão Russa, como se alguém tivesse perguntado alguma coisa ao PR -- e se alguém perguntou, não foram decerto os portugueses. Finalmente, no que respeita ao interesse nacional e às nossas boas relações com os Estados Unidos, que dada a vizinhança atlântica são do nosso interesse, o Presidente deve ter-se esquecido que a presidência mudou, embora não mude o desejo de vassalagem. Se Trump tirar o tapete a Zelensky, o que dirá Marcelo? Não será difícil tentar adivinhar.

Tudo isto é revelador de uma falta de dimensão e de sentido de estado que não nos deve admirar que outros políticos, entretanto guindados a funções internacionais, não passem de anões funcionais. 

quarta-feira, dezembro 18, 2024

ucraniana CCLXXIII - armas químicas... 'esqueceram-se' de mostrar os ataques e as respectivas vítimas das armas químicas russas, ou de como o perigo das provocações continua à espreita

O general que ontem foi morto num atentado em Moscovo, segundo os me(r)dia, era  o responsável pelo arsenal de armas químicas e outras proibidíssimas -- embora hoje, na TSF, já fosse apresentado como o primeiro responsável pelo dispositivo nuclear...

Pode ser que a minha memória esteja a falhar, mas não me lembro, para além dos ataques com fósforo branco, usado por ambas as parte e cuja utilização é proibida sobre áreas civis -- não me lembro sequer de acções de propaganda encenada a este respeito. O que significa que não terá mesmo acontecido. O que teria sido, na chamada guerra comunicacional, se soldados ou civis ucranianos tivessem sofrido um ataque dessa natureza?...

Até à tomada de posse da nova administração -- que não sabemos bem o que será, pesem todas as declarações -- Zelensky e outros agentes do complexo militar-industrial norte-americano tudo farão para nos envolver numa guerra. Para isso contam com 

1) alguns militares e comentadores dispostos a fazerem o serviço;

2) a pulhice mentirosa e medíocre dos dirigentes da UE e da maior parte dos governos europeus;

3) o atavismo histórico aterrorizado de polacos e bálticos.

Eu só espero que os russos mantenham nervos de aço e resistam às provocações; que a opinião pública ocidental esteja atenta e perceba como é manobrada por canalhas e cobardes; e que continue a não ligar nenhuma ao pseudojornalismo de meia-tigela. Já aqui gabei os pobres generais Agostinho Costa e Carlos Branco, cuja infinitamente paciência é sistematicamente posta à prova por burrinhas e burrinhos (ainda este Domingo, ao fim da noite...) Neste aspecto, o coronel Mendes Dias, que sabe muito mas compromete-se menos, desarma-os com eficácia, principalmente quando começa a falar de Napoleão para trás...; mas há outros, como, por exemplo, o major-general Vítor Viana, em canais diferentes. Estes últimos sempre se apresentaram alinhados com a posição ocidental, aliás como o general Pinto Ramalho, mas com algum ou muito sentido crítico. É a diferença entre a seriedade e a falcoaria, o charlatanismo académico e o "jornalismo" para iletrados.

PS - Nem de propósito, uma bela caracterização destes criaturos:  "há toda uma dança mediática realizada por mentirosos profissionais, ironicamente chamados de “jornalistas”, cuja principal tarefa é lubrificar as mentiras mais espinhosas para que ainda sejam engolidas." (Aqui)

sexta-feira, dezembro 13, 2024

serviço público - Carlos Branco e Jaime Nogueira Pinto

 "As encruzilhadas de Zelensky" -- não é só a análise da inconsistência e incongruência do Zelensky, é toda a canalhada que fez a guerra alem de, muito em particular, os indígenas que dirigem aqui a Parvónia desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, todos sabemos porquê. Até quando vamos aceitar calados as mentirolas, a cobardia e a incompetência crassa?

"De Bucareste a Damasco, a democracia está bem e recomenda-se" entre outras coisas, uma das razões que fez de mim um eurocéptico; ou um intelectual salazarista a escrever por que está podre o demo-liberalismo europeu. Ajunto nomes, nomezinhos: de António Costa a Emmanuel Macron, passando por Pedro Sánchez, de Ursula von der Lyen + Josep Borrell, de Stoltemberg a Rutte, de Boris Johnson à ministra alemã dos Estrangeiro, a "verde" Annalena Baerbock -- sou só eu que fico nauseado?