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quinta-feira, março 07, 2013

Comès e Alvin Lee


E no mesmo dia a notícia de duas mortes de duas referências da adolescência: Alvin Lee (n. 1944), ontem; e Didier Comès (n. 1942), hoje.

Lee era para mim uma guitarra num poster que eu tinha na minha cave, na divisão da música. E era também imagens e sons de Woodstock. Mais tarde, a noção do seu lugar nos british blues (3 posts do Abencerragem, aqui).
Comès, um autor raro que conheci nas páginas da revista Tintin -- depois de Corto Maltese a aposta mais arriscada de Vasco Granja -- com Silêncio (1980) e A Sombra do Corvo (1981) --, a que, de motu proprio associei um poema visual de E. m. de Melo e Castro (aqui).

sábado, agosto 20, 2005

Spider in my web

Blues-rock: percebe-se, mas, apesar de tudo, é uma expressão redundante. Sem blues não há rock; estão-lhe nas veias, os blues, mais ou menos diluídos, mas estão. Ao ouvir um dos álbuns ao vivo dos Ten Years After, Undead, revisito o virtuosismo de Alvin Lee, a criatividade e a pujança, os solos de cortar a respiração.

Alvin Lee

Posted by Picasa Woodstock, 1969