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domingo, janeiro 10, 2021

os debates (8)

 Ana Gomes-Marcelo Rebelo de Sousa. Uma superioridade visível no debate por parte do actual PR, com o caldo a entornar-se no fim, desnecessariamente, com aquela alusão viperina a Ricardo Salgado, desnecessária além de deselegante. Ana Gomes, mal assessorada, com o fito de marcar uns pontinhos, teve uma atitude em tudo idêntica à do ignóbil Ventura com a alusão a Paulo Pedroso.

Marisa Matias-Tyago Mayan Gonçalves. Talvez o melhor debate de todos. O formato, no entanto é péssimo, e portanto não deu para muito mais para além do que já se sabia.

João Ferreira-Vitorino Silva. O Tino de Rans é uma personagem de quem todos gostam, de uma maneira ou outra. Independentemente das suas ambições mais profundas, se as tem, é um indivíduo interessantíssimo e desarmante. Acho que nunca vi o João ferreira tão risonho como hoje...

O formato dos debates foi péssimo, meia hora para debater é indigente. Mas a verdade é que não havia grande debate a fazer-se numa eleição presidencial como esta. Nada ou muito pouco de política externa, CPLP, património histórico e cultural, de que o Presidente deve ser o principal garante, e um longo etecetera.


sexta-feira, março 13, 2015

casos e casinhos: ou o conhecido gangsterismo pollítico volta a contratar garotos de programa

Isto anda abaixo de cão. Um mail enviado para um local de trabalho, sem destinatário específico, cujo remetente é uma coisa que se autodesigna como "Direita Política". Alvos: António Costa, pois claro, mais Sócrates, Pedroso, Santos Silva, etc.
A coisa é tão canhestra que se percebe que o público-alvo é aquela faixa desgraçada das revistas de mexericos, dos futebóis, das casas dos segredos e selvajarias semelhantes.
Uma amostra:
     «Será por isto que Sócrates pode movimentar 398 milhões em offshores e Costa pode praticar o tráfico de influências, enquanto um cidadão normal como Pedro Passos Coelho não pode atrasar-se a pagar 2 mil euros de IRS? Uma coisa é certa, é para este investimento público que os socialistas dizem que o Estado têm que estar em tudo e, por isso, têm de cobrar altos impostos a quem trabalha, produz e faz mexer a economia»...
Continua-se, a detecta-se português do Brasil, à menino guerreiro. Como se por cá não houvesse prostitutos em quantidade suficiente para transformar a política em achincalho. 
Lixo, lixo, lixo, e eu sem paciência nenhuma...