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quinta-feira, outubro 24, 2024

o que esperavam?

Depois de quatro anos do "genocida social" (Alberto João dixit), com Passos Coelho e o seu governo, seguiram-se oito anos da parlapatice de António Costa, e a governação para as contas públicas, o que implicou que o país esteja de finanças consolidadas mas preso por arames em tudo. Se isso é governar, vou ali e já venho. Falta de polícia de proximidade (como de professores, médicos, enfermeiros), fim dos mediadores sociais nos bairros, etc., etc. -- a juntar falta de civilidade geral, da polícia aos outros cidadãos, a potenciação da cultura de gangue e de gueto -- estavam à espera de quê, de milagres?

E é escusado virem falar de racismo, que isso é bom para a Mortágua fazer comícios no parlamento, em pendant com o Chega: isto é puro desgoverno, e que vem de há décadas, não se fica pelo genocida social e pelo parlapatão. 

quarta-feira, abril 27, 2011

JornaL - Ão

Um deputado do PS-Madeira -- leio no Público -- foi absolvido pela Relação, depois de ter chamado corruptor, aldrabão e calão ao Alberto João.

segunda-feira, abril 18, 2011

A UE gostaria de nos ver pelas costas, mas para desgraça dos finlandeses e outros alemães, a Europa sem nós não existe. Por muitas malfeitorias que nos façam, vão ter que nos gramar e pagar jantaradas a Passos Coelho e ao Alberto João. Eles, coitados, que se fartam de bulir naqueles climas de merda, pensam que estes dotes de saber receber, servir à mesa em inguelês fluente e comer-lhes as mulheres caiu do céu. Não!, são gerações e gerações de malandrice, de mandriice, de manha. Como dizia o Unamuno, eles que trabalhem, que nós, ibéricos, temos mais com que nos ocupar.

terça-feira, agosto 01, 2006

Uns mariconços

Achei sempre um piadão ao Alberto João (a rima atesta a veracidade); lembra-me muito um velho bêbedo cá de Cascais, o Marcial, que só não digo que Deus tem, porque ele próprio se dizia Deus. Nós, os miúdos, espicaçávamo-lo e tumba!, ora se punha a lançar anátemas, ora em pregação, agarrado a um grande crucifixo que trazia ao pescoço, ou levantava enigmaticamente os olhos para o céu -- não para pedir por nós, uma vez que ele era Deus e, portanto, tudo podia. Tinha uma carinha rechonchuda, assim do tipo do conhecido madeirense.
Quanto ao Jaime Ramos, naquela festa foleira do Chão da Lagoa, recordou-me um ser que nunca vislumbrei pessoalmente, um espectro cuja lenda chegou até aos dias de hoje. Era um característico, um atrasado mental que por 5 tostões emitia ventosidades com estrépito pelo ânus -- o vulgar traque. Como o Jaime Ramos é um especialista em retretes, está explicada a associação espúria.
Agora o PDS nacional (segundo o Público de hoje) e o comandante Azevedo Soares -- que até foi candidato à presidência cá do burgo -- a fingirem que não é nada com eles, pois é..., pois é..., e tal, estamos numa democracia, a expressão é livre, há que respeitar, e patati e patatá... Com franqueza, se isto não é um partido de mariconços!...

terça-feira, julho 05, 2005

Escrever na areia - Alberto João e os asiáticos

Imaginem o que seria o Tabo Mbeki ou o Hugo Chavez dizerem em público que não queriam lá nas respectivas terras os labregos madeirenses, porque feios, porcos e até, talvez, maus?