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segunda-feira, maio 15, 2023

segunda-feira, fevereiro 27, 2023

pasquinadas

 Há décadas que o Expresso se juntou ao clube dos pasquins; o que faz não é jornalismo mas excreção de dejecções no espaço público. Veja-se a forma tendenciosa como noticia a intervenção do Roger Waters numa acção do Rage Against War Mchine. O analfabeto do escrevente crê que somos todos da sua laia, assim uma espécie de leitores/espectadores do Correio da manha, que lemos e não percebemos o que estes erros da natureza pretendem inculcar.  No último parágrafo, assim como quem não quer a coisa e achando que somos todos muito estúpidos, este pobre de espírito anónimo arrola como apoiantes da posições de Waters e do RAWM, nada menos que neo-nazis, maluquinhos antivacinas e abusadores sexuais. Não é preciso dizer mais nada. 

Oh a puta da imprensa portuguesa, como diria o Fernando Pessoa, versão Álvaro de Campos...

quinta-feira, agosto 11, 2022

ouvir o Roger Waters chamar nomes aos bois a propósito da guerra na Ucrânia até lava a alma (ucranianas CXVII)


P.S: só é pena, no, fim, a historieta com o Bill Clinton, o maior bandalho que passou pelas Casa Branca, Nixon e Trump incluídos.

P.S 2: Visto num blogue respeitável, com uma visão oposta à  minha

quarta-feira, fevereiro 19, 2020

JornaL

Aeroaborto. Ouvi na rádio: sem parecer vinculativo das autarquias envolvidas, aborta o aborto do Montijo -- pelo menos à face da Lei, que parece que é para respeitar, sob pena de processo, julgamento e cadeia. Como a as autarquias do PCP, Moita e Seixal, protegendo as suas populações, irão vetar aquela miséria, pensada para encher mais os bolsos para alguns (o 'Turismo', ai o 'Turismo'...), temos o aeroporto do Montijo abortado. Ou será que não?... Vamos lá a estar atentos às manigâncias, sim?... E o secretário-de-estado, a fazer de nós estúpidos e dos pássaros inteligentes. Vão ouvir a crónica do Bruno Nogueira de hoje na TSF.

Racismos. Dou parcialmente razão ao Pinto da Costa: aquela manifestação dos símios do Guimarães, mais do que uma manifestação de racismo é-o antes de estupidez. O plantel está cheio de negros, e uma das sua principais figuras, Neno, que creio também ser dirigente, antigo guarda-redes que passou também pelo Benfica, é negro. Atribuo o primarismo da manifestação, em primeiro lugar, a uma boçalidade que ainda não nos largou enquanto povo. É sabido como somos atrasados, impreparados, incultos e aldrabões -- embora com cada vez mais e maiores bolsas de "excelência". Quando eu era miúdo, na primária, cantava com os meus colegas: "Em Macau, o bom chinês limpa o cu ao português". O país ainda é muito isto; e o racismo larvar é mais animal que pérfido. Em tempo, e para o tempo: falo do caso Marega.

Vergonha. É algo que a Igreja Católica não tem, nem nunca teve. Aqueles nacos de homilias nas missinhas de Domingo, passados no Telejornal, são do melhor que tenho visto. Ai os padrecas, que me moem a paciência.

1820. É verdade: este ano comemora-se o Bicentenário da revolução de 1820, aquela que, entre outras coisas, arejou a sacristia que era este país.
O Deus verdadeiro. O Eric Clapton tocou ontem com o Roger Waters em Londres.

sábado, janeiro 14, 2017

só uma música

Chan Marshall (ou será a 'Cat Power'?) tem tudo para me irritar, a começar pela pose de lugar-comum indie, Paciência para neuróticos, só se forem do calibre dum Roger Waters. Dito isto, há qualidades óbvias e coisas boas em The Greatest (2006), como este «Love & Communication», a encerrar o disco.

domingo, abril 03, 2005

Roger Waters Posted by Hello

In the flesh

Já há algum tempo que dei por mim surpreendido com a circunstância de quanto mais o tempo passa mais agradável se me torna ouvir o The Wall, dos Pink Floyd, inversamente ao fastio que me vão provocando os outros álbuns que preencheram a minha adolescência: o Dark Side of the Moon, o Wish You Were Here e o Animals. Nesses idos de 79, chocalhado pelo pós-punk, comprei, ouvi, gostei e guardei o The Wall, aborrecido com o chinfrim à volta da censura ao hit «Another brick...», que tresandava a publicidade irritante. A verdade é que se trata de um grande (duplo) disco, escrito e composto ali com as vísceras todas do Roger Waters, traumatizado órfão de guerra. São 26 pequenas obras-primas, na melhor tradição do rock britânico, onde também há lugar para o riquíssimo veio oitocentista do musical londrino. Mason, Wright, Gilmour e Waters formam um quarteto arrebatador e inspirado; e Bob Ezrin, co-produtor esteve à altura do dramatismo, por vezes grandiloquente, que Waters pretendeu. Fiquei surpreendido, é verdade, mas sem razão. O Waters pôs-se todo lá, e quando é assim, é difícil uma obra não resistir ao tempo.