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domingo, outubro 01, 2023

1001 livros do Século XX - tópicos para outro livro, 1901

Eça de Queirós
1. João Lúcio de Azevedo, Os Jesuítas no Grão-Pará. 2Abel Botelho, Amanhã3. Raul Brandão, O Padre4. D. João da Câmara, A Rosa Enjeitada.  5. Eugénio de Castro, Depois da Ceifa.  6. Júlio Dantas, A Severa. 7. Carlos Malheiro Dias, Os Teles de Albergaria8. Augusto GilVersos. 9. Jaime de Magalhães Lima, Sonho de Perfeição 10. João Lúcio, Descendo. 11. Teixeira de Pascoais, À Ventura. 12. Teixeira de Queirós, A Caridade em Lisboa. 13. Eça de Queirós, A Cidade e as Serras (póstumo)

Brasil: Machado de Assis, Poesias Completas. Coelho Neto, Tormenta.

 Confronto: Sigmund Freud, Psicopatologia da Vida Quotidiana. Rudyard Kipling, Kim. Thomas Mann, Os BuddenbrookBeatrix Potter, A História de Pedrito Coelho. August Strindberg, O Sonho. Anton Tchékov, As Três Irmãs. Émile Zola, Trabalho. 

Prémio Nobel  Sully Prudhomme (1839-1907).


Columbano Bordalo Pinheiro

Contexto. Governo de Hintze Ribeiro legaliza a generalidade das ordens religiosas. João Franco forma o Partido Regenerador Liberal, cisão do Partido Regenerador. Desfile do 1.º de Maio em Lisboa. Congresso operário galaico-português em Tui. Fundação do Centro Académico da Democracia Cristã, Coimbra. Criação da Sociedade Nacional de Belas-Artes. Imprensa: Serões (Adrião de Seixas). Pintura. Columbano Bordalo Pinheiro, A Luva Branca. José Malhoa, Retrato do Fotógrafo António Novais. Sousa Lopes, Engano de Alma, Ledo e CegoMúsica. Óscar da Silva, Dona Mécia.


Giuseppe Pellizza da Volpedo


Confronto. Paz de Pequim, indemnizações da China às potências ocidentais. Morte da rainha Vitória assinala fim de uma época. Assassínio do presidente americano William McKinley, pelo anarquista Leon Czolgoz ; ascensão do vice, Theodore Roosevelt.  Pintura: Giuseppe Pellizza da Volpedo, O Quarto EstadoPaul Gauguin, E o Ouro dos Seus CorposGustav Klimt, Judite e a Cabeça de HolofernesPablo Picasso, Yo, PicassoQuarto Azul. Ilya Repin, Retrato de Tolstói Descalço. Música: Edward Elgar, Marchas de Pompa e Circunstância #1 e #2. Gustav Mahler, Sinfonia#4. Serguei Rachmaninov, Concerto para piano #2. Ciência e tecnologia:  Santos Dumont contorna a Torre Eiffel em dirigível.

Bib: Fernando de Castro Brandão, Da Monarquia Constitucional à República -- 1834-1910. Uma Cronologia, Lisboa, Europress, 2003. Pedro Cardoso, As Informações em Portugal, Lisboa, Instituto de Defesa Nacional, s.d. Jean Delorme, As Grandes Datas do Século XIX [1985], Mem Martins, Publicações Europa-América, s.d. Carlos da Fonseca, História do Movimento Operário e das Ideias Socialistas em Portugal -- I. Cronologia, Mem Martins, Publicações Europa-América, s.d. Eugénio Lisboa (dir.), Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vold. I-III, Mem Martins, Publicações Europa-América, 1990-94. José Calvet de Magalhães, Breve História Diplomática de Portugal, Mem Martins, Publicações Europa-América, 1990. Philippe Mellot e Claude Moliterni, Chronologie de la Bande Dessinée, Paris, Flammarion, 1996; César Oliveira, Salazar e o Seu Tempo, Lisboa, O Jornal, 1991, António Machado Pires, O Século XIX em Portugal -- Cronologia e Quadro de Gerações, Amadora, Livraria Bertrand, 1975. Daniel Pires, Dicionário Cronológico da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX (1900-1940), Lisboa, Grifo, s.d. Rui Ramos (coord.) História de Portugal, Lisboa, A Esfera dos Livros, 2009. Maria de Lourdes Rosa, «Cronologia», in José Mattoso, História de Portugal, Lisboa, Editorial Estampa, vol. 8, s.d. Vítor de Sá, Roteiro da Imprensa Operária e Sindical -- 1836-1986, Lisboa, Caminho, 1991; Joel Serrão, «Cronologia Geral da História de Portugal», Dicionário de História de Portugal, vol. VI, s.ed., Porto, Livraria Figuerinhas, 1984. Neville Williams, Cronologia Enciclopédica do Mundo Moderno [1966], Vols. II-IV, Lisboa, Círculo de Leitores, 1989.





terça-feira, agosto 22, 2023

no meu labirinto - 51-60

51) Andrade Corvo, Um Ano na Corte (1850-51)

52) Vicente Ferrer Neto de Paiva, Princípios Gerais da Filosofia do Direito (1851)

53) Alexandre Herculano, Lendas e Narrativas (1851)

54) Alexandre Herculano, Eu e o Clero (1851)

55) José do Canto, Calendário Rústico (1851)

56) J. F. Henriques Nogueira, Estudos sobre a Reforma em Portugal (1851)

57) Camilo Castelo Branco, Anátema (1851)

58) A. P. Lopes de Mendonça, Recordações de Itália (1852-53)

59) L. A. Rebelo da Silva,  A Mocidade de D. João V (1853)

60) Almeida Garrett, Folhas Caídas (1854)

domingo, agosto 20, 2023

no meu labirinto: 41-50

41) Luz Soriano, História do Cerco do Porto (1846-49)

42) Alexandre Herculano, História de Portugal, desde o Começo da Monarquia até ao Fim do Reinado de Afonso III (1846-1853)

43) Alexandre Herculano, O Bobo (1128) (1846)

44) Francisco Maria Bordalo, Eugénio (1846)

45) Almeida Garrett, As Profecias do Bandarra seguido de Um Noivado no Dafundo e A Sobrinha do Marquês (1848)

46) Alexandre Herculano, O Monge de Cister (1848)

47) António Feliciano de Castilho, Felicidade pela Agricultura (1849)

48) A. P. Lopes de Mendonça, Memórias dum Doido (1849)

49) A. P. Lopes de Mendonça, Ensaios de Crítica e de Literatura (1849)

50) Francisco Joaquim Bingre, O Moribundo Cisne do Vouga (1850) 

sexta-feira, agosto 18, 2023

no meu labirinto: 31-40




31) Vicente Ferrer Neto de Paiva, Elementos de Filosofia do Direito (1844)

32) Almeida Garrett, Frei Luís de Sousa (1844)

33) António Feliciano de Castilho, Escavações Poéticas (1844)

34) Alexandre Herculano, Eurico o Presbítero (1844)

35) Marquesa de Alorna, Obras Poéticas de D. Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, Marquesa de Alorna, Condessa de Assumar, e Oyenhausen, Conhecida entre os Poetas Portugueses pelo Nome de Alcipe (póst., 1844)

36) Francisco Freire de Carvalho, Primeiro Ensaio sobre História Literária de Portugal, desde a Sua Mais Remota Origem, até o Presente Tempo (1845)

37) Almeida Garrett, Flores sem Fruto (1845)

38) Almeida Garrett, O Arco de Sant'Ana (1845-50)

39) Almeida Garrett, Viagens na Minha Terra (1846)

40) Almeida Garrett, Dona Filipa de Vilhena seguido de Falar a Verdade a Mentir Tio Simplício (1846)

quinta-feira, agosto 17, 2023

no meu labirinto: 21-30

 

21) Visconde de Vilarinho de São Romão, Histórias de Meninos para Quem não For Criança, Escritas por um Homiziado que Sofreu o Martírio de Estar Escondido Cinco Anos e Dois Meses (1834)

22) Alexandre Herculano, A Voz do Profeta (1836)

23) Almeida Garrett, Um Auto de Gil Vicente (1838)

24) Oliveira Marreca, Noções Elementares de Economia Política (1838)

25) Visconde de Juromenha, Sintra Pinturesca (1838)

26) Alexandre Herculano, A Harpa do Crente (1838)

27) Guilherme Centazzi, O Estudante de Coimbra (1840-41)

28) Visconde de Santarém, Memória sobre a Prioridade dos Descobrimentos Portugueses na Costa da África Ocidental (1841)

 29) Almeida Garrett, O Alfageme de Santarém (1842)

30) Almeida Garrett, Romanceiro e Cancioneiro Geral (1843-51)


quarta-feira, agosto 16, 2023

no meu labirinto: 11-20

11) José Agostinho de Macedo, Exorcismo contra Periódicos e Outros Malefícios: Fugite Partes Adversae (1821)

12) Almeida Garrett, Retrato de Vénus seguido de Ensaio sobre a História da Pintura (1821)

13) António Feliciano de Castilho, Cartas de Eco e Narciso (1821)

14) Almeida Garrett, Catão, seguido de O Corcunda por Amor (com Paulo Midosi, 1822) 

15) Almeida Garrett, Camões (1825)

16) Almeida Garrett, D. Branca (1826)

17) Almeida Garrett, Carta e Guia para Eleitores (1826)

18) Almeida Garrett, Adozinda (1828)

19) Almeida Garrett, Da Educação ( 1828)

20) Almeida Garrett, Portugal na Balança da Europa (1830)

segunda-feira, agosto 14, 2023

no meu labirinto: para uma lista de 100 livros portugueses do século XIX - 1-10

 1) Nicolau Tolentino, Obras Poéticas (1801)

2) Curvo Semedo, Composições Poéticas (1803)

3) Bocage, Rimas, vol. III (1804)

4) João Pedro Ribeiro, Dissertações Cronológicas e Críticas sobre História e Jurisprudência Eclesiástica e Civil de Portugal (1810-36)

5) José Agostinho de Macedo, Os Sebastianistas -- Reflexões sobre Esta Ridícula Seita (1810)

6) José Agostinho de Macedo, Contemplação da Natureza (1810)

7) José Acúrcio das Neves, História Geral da Invasão dos Franceses em Portugal, e da Restauração deste Reino (1810-15)

8) Silvestre Pinheiro Ferreira, Prelecções Filosóficas sobre a Teoria do Discurso e da Linguagem, a Estética, a Diceósina e a Cosmologia (1814)

9) Filinto Elísio, Obras Completas (1818-19)

10) Curvo Semedo, As Melhores Fábulas de La Fontaine (1820)

quinta-feira, fevereiro 16, 2023

25 romances

 1. Eurico o Presbítero, de Alexandre Herculano (1844); 2. Viagens na Minha Terra, de Almeida Garrett (1846); 3. Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco (1862); 4. A Morgadinha dos Canaviais, de Júlio Dinis (1868); 5. A Cidade e as Serras, de Eça de Queirós (póstumo, 1901); 6. Húmus*, de Raul Brandão (1917); 7. A Catedral, de Manuel Ribeiro (1920); 8. Andam Faunos pelos Bosques, de Aquilino Ribeiro (1926); 9. Emigrantes, de Ferreira de Castro (1928); 10. Jogo da Cabra Cega, de José Régio (1934); 11. Ana Paula, de Joaquim Paço d'Arcos (1938); 12. Cerromaior, de Manuel da Fonseca (1943); 13. Mau Tempo no Canal, de Vitorino Nemésio; 14. A Toca do Lobo, de Tomaz de Figueiredo; 15. Cárcere Invisível, de Francisco Costa; 16. A Sibila, de Agustina Bessa Luís (1954); 17. Barranco de Cegos, de Alves Redol (1961); 18. O Delfim, de José Cardoso Pires (1968); 19. Novas Cartas Portuguesas**, pelas "Três Marias"***; 20. O que Diz Molero, de Dinis Machado (1977); 21. Sinais de Fogo, de Jorge de Sena (póstumo, 1979); 22. Os Cus de Judas, de António Lobo Antunes (1979); 23. Levantado do Chão, de José Saramago (1980); 24. Nó Cego, de Carlos Vale Ferraz (1982); 25. Para Sempre, de Vergílio Ferreira (1983).


* É discutível tratar.se de um romance, mas creio-o razoavelmente defensável.

** Mais fácil, creio, a inclusão deste na categoria de romance.

*** Creio ter sido Maria Teresa Horta, mas não tenho a certeza, que disse ou escreveu que não havia nem consegui fazer a distinção da autoria dos textos; não só não se lembrava, como a sua composição envolveu poderosamente as três. Será assim, embora em creia que quem conheça muito bem a escrita de pelo menas duas das Três Marias possa arriscar fazê-lo.


quinta-feira, agosto 25, 2022

101 livros na mochila imaginária - parte II: 51-101

(a continuação desta lista)*


51. Rebelo da Silva (1822-1871), Contos e Lendas (1866) - 44 anos

52. Bulhão Pato (1828-1912), Memórias (1894-1907) - 66 anos

53. João de Deus (1830-1896), Campo de Flores (1893) - 63 anos 

54. Conde de Ficalho (1837-1903), Uma Eleição Perdida (1888) - 51 anos

55. Abel Botelho (1854-1917), Amanhã (1901) - 47 anos

56. Fialho de Almeida (1857-1911), Figuras de Destaque (1923)

57. Antero de Figueiredo (1866-1953), Além (1895) - 29 anos

58. Camilo Pessanha (1867-1926), Clepsidra (1920) - 53 anos

59. Carlos Malheiro Dias (1875-1941), Em Redor de um Grande Drama (1913) - 38 anos

60. José Duro (1875-1899), Fel (1898) - 23 anos

61. Júlio Dantas (1876-1962), Nada (1896) - 20 anos

62. António Patrício (1878-1930), Pedro, o Cru (1918) - 40 anos

63. Sarah Beirão (1880-1974), Triunfo (década de 1950)

64. João de Barros (1881-1960), Algas (1900) - 19 anos

65. João Sarmento Pimentel (1888-1987), Memórias do Capitão (1963) - 75 anos

66. Reinaldo Ferreira (Repórter X) (1897-1935), Memórias de um Ex-Morfinómano (1933) - 36 anos

67. João da Silva Correia (1896-1973), Farândola (1944) - 48 anos

68. João de Araújo Correia (1899-1985), Noite de Fogo (1974) - 75 anos

69. Maria Archer (1899-1982), Ida e Volta duma Caixa de Cigarros (1938) - 39 anos

70. Fernanda de Castro (1900-1994), Cartas para Além do Tempo (1990) - 90 anos

71. João Gaspar Simões (1903-1987),  Elói ou Romance numa Cabeça (1932) - 29 anos

72. Soeiro Pereira Gomes (1909-1949), Esteiros (1941) - 32 anos

73. Castro Soromenho (1910-1968), Terra Morta (1949) - 39 anos

74. Manuel Tiago / Álvarfo Cunhal (1913-2005), Cinco Dias, Cinco Noites (1975) - 62 anos

77. Mário Dionísio (1916-1993), Terceira Idade (1982) - 66 anos

75. António José Saraiva (1917-1993), Maio e a Crise da Civilização Burguesa (1970) - 53 anos

76. Romeu Correia (1917-1996) , Calamento (1950) - 33 anos

77. Bernardo Santareno (1920-1980), O Pecado de João Agonia (1961) - 41 anos

78. Antunes da Silva (1921-1997), Suão (1960) - 39 anos

79. Carlos de Oliveira (1921-1981), Trabalho Poético (1976) - 55 anos

80. Francisco José Tenreiro (1921-1963), Ilha de Nome Santo (1942) - 21 anos

81. Agustina Bessa Luís (1922-2019), A Sibila (1954) - 32 anos

82. Eduardo Lourenço (1923-2020), O Labirinto da Saudade (1978) - 55 anos

83. Urbano Tavares Rodrigues (1923-2013), Roteiro de Emergência (1966) - 43 anos

84. Alexandre O'Neill (1924-1996), No Reino da Dinamarca (1958) - 34 anos

85. José Cardoso Pires (1925-1998), Balada da Praia dos Cães (1982) - 57 anos

86. Jorge Reis (1926-2006), A Memória Resguardada (1990) - 64 anos

87. Luís de Sttau Monteiro (1926-1993), Angústia para o Jantar (1961) - 35 anos

88. António Alçada Baptista (1927-2008), Uma Vida Melhor (1984) - 57 anos

89. David Mourão-Ferreira (1927-1996), Um Amor Feliz (1986) - 59 anos

90. Alberto de Lacerda (1928-2007), Oferenda I (1984) - 56 anos

91. Herberto Helder (1930-2015), Ou o Poema Contínuo (2001) - 71 anos

92. Mário António (1934-1989), Amor (1960) - 26 anos

93. Pedro Tamen (1934-2021), Guião de Caronte (1997) - 63 anos

94. Álvaro Guerra (1936-2002), Café República (1982) - 46 anos

95. Artur Portela Filho (1937-2020), A Funda (1972-1977) - 35 anos

96. Fernando Assis Pacheco (1937-1995), Respiração Assistida (2003)

97. Armando Silva Carvalho (1938-2017),  Alexandre Bissexto (1983) - 46 anos

98. Vasco Pulido Valente (1941-2020), Às Avessas (1990)-- 49 anos

99. Eduardo Guerra Carneiro (1942-2004), A Noiva das Astúrias (2001) - 59 anos

100. José Bação Leal (1942-1965), Poesias e Cartas (1971)

101. Vasco Graça Moura (1942-2014) , Laocoonte -- Rimas Várias, Andamentos Graves (2005) - 63 anos


* Enquanto que a primeira metade é provavelmente definitiva, ou próximo disso, esta não é tal: faltam-lhe autores importantes, que ainda não li, ou não li o suficiente para que possam aqui figurar. Enquanto que na primeira, os escritores são mesmo aqueles, sem tirar nem pôr, e os livros sofreriam poucas alterações se daqui a uns anos a revisse, a mesma segurança não a tenho quanto a esta outra metade, 

quarta-feira, agosto 17, 2022

101 livros na mochila imaginária (sécs. XIX-XX), escritores que me alegram a existência - os primeiros 50

 Os que escrevem com as vísceras, como qualquer verdadeiro escritor.

Os que trabalham o idioma.

Os mortos, pois as baixezas que tenham cometido são já do outro mundo. (Uma excepção nesta lista.)

Os bravos, os que tomaram posição, fosse ela qual fosse.

 Os que me dão prazer, emocionam e divertem.

São alguns, só em língua portuguesa, um título para cada autor -- e só portugueses porque calhou.

Num próximo post, direi mais qualquer coisa; daqui a uns dias, mais 51 (chama-se a isto estar de férias).


1.      Almeida Garrett (1799-1854), Frei Luís de Sousa (1844) - 45 anos

2.      Alexandre Herculano (1810-1877), Eurico o Presbítero (1844) - 34 anos

3.  Camilo Castelo Branco (1825-1890), Amor de Perdição (1862) - 37 anos

4. Ramalho Ortigão (1836-1915), Rei D. Carlos, o Martirizado (1908) - 72 anos

5.  Júlio Dinis (1839-1871), A Morgadinha dos Canaviais (1868) - 29 anos

6.  Antero de Quental (1842-1891), Bom Senso e Bom Gosto (1866) - 22 anos

7 .  Eça de Queirós (1845-1900), A Cidade e as Serras (1901)

8.   Cesário Verde (1855-1886), O Livro de Cesário Verde (1887)

9.  M. Teixeira-Gomes (1860-1941), Agosto Azul (1904) - 44 anos

10.  António Nobre (1867-1900), (1892) - 25 anos

11.  Raul Brandão (1867-1930), Húmus (1917) - 50 anos

12.  Manuel Laranjeira (1877-1912),  Cartas (1943)

13.  Manuel Ribeiro (1878-1941), A Catedral (1920) - 42 anos

14.  Jaime Cortesão (1884-1960), Memórias da Grande Guerra (1919) - 35 anos

15.  Aquilino Ribeiro (1885-1963), Andam Faunos pelos Bosques (1926) - 37 anos

16.  Fernando Pessoa (1888-1935), Livro do Desassossego (1982)

17.  Fidelino de Figueiredo (1888-1967), Um Coleccionador de Angústias (1951) - 63 anos

18. Assis Esperança (1892-1975) - Servidão (1946) - 54 anos

19.  José de Almada Negreiros (1893-1970), A Cena do Ódio (1915) - 22 anos

20.  Ferreira de Castro (1898-1974), Emigrantes (1928) - 30 anos. 

21.  Francisco Costa (1900-1988), Última Colheita (1987) - 87 anos

22.  José Rodrigues Miguéis (1901-1980), Gente da Terceira Classe (1962) - 61 anos

23.  Vitorino Nemésio (1901-1988), Mau Tempo no Canal (1944) - 43 anos

24.  José Régio (1901-1969), Páginas de Doutrina e Crítica da «presença» (1977)

25.  João Pedro de Andrade (1902-1974), A Hora Secreta (1942) - 40 anos

26.  Saul Dias (1902-1983), Obra Poética (1980) - 78 anos

27.  Tomás de Figueiredo (1902-1970), A Toca do Lobo (1947) - 45 anos

28.  Armindo Rodrigues (1904-1983), Voz Arremessada ao Caminho (1943) - 39 anos

29.  Branquinho da Fonseca (1905-1974), O Barão (1942) - 37 anos

30.  António Gedeão / Rómulo de Carvalho (1906-1997), Poemas Póstumos (1983) - 77 anos

31.  Fernando Lopes-Graça (1906-1994), A Caça aos Coelhos (1940) - 34 anos

32.  Alberto de Serpa (1906-1992), Drama -- Poemas da Paz e da Guerra (1940) - 34 anos

33.  Carlos Queirós (1907-1949), Desaparecido (1935) - 28 anos

34.  Miguel Torga (1907-1995), Bichos (1940) - 33 anos

35.  Joaquim Paço d’Arcos (1908-1979), Ana Paula (1938) - 30 anos

36.  Manuel da Fonseca (1911-1993), Cerromaior (1943) - 32 anos

37.  Alves Redol (1911-1969), Barranco de Cegos (1961) - 50 anos

38. Políbio Gomes dos Santos (1911-1939), A Voz que Escuta (1944)

39.  José Marmelo e Silva (1911-1991), Sedução (1937) - 26 anos

40.  Vergílio Ferreira (1916-1996), Para Sempre (1983) - 67 anos

41.  Manuel Ferreira (1917-1992), Hora di Bai (1962) - 45 anos

42. Fernando Namora (1919-1989), Retalhos da Vida de um Médico (1949) - 30 anos

43.  Jorge de Sena (1919-1978), O Indesejado (António, Rei) (1951) - 32 anos

44. Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004), Contos Exemplares (1962) - 43 anos

45.   Ruben A. (1920-1975), O Mundo à Minha Procura (1964-66-68) - 44 anos

46.   José Saramago (1922-2010), O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984) - 62 anos

47.   Dinis Machado (1930-2008), O que Diz Molero (1977) - 47 anos

48.    Rui Knopfli (1932-1997), Mangas Verdes com Sal (1969) - 37 anos

49.   Ruy Belo (1933-1978), Homem de Palavra[s] (1969) - 36 anos

50.   Maria Isabel Barreno (1939-2016), Maria Teresa Horta (1937),  Maria Velho da Costa (1938-2020), Novas Cartas Portuguesas (1972) - 33, 35 e 34 anos


em tempo: (17/VIII): 

prevalência evidente do romance e da poesia;

curiosidade: o autor mais velho à época de edição, Francisco Costa, 87 anos, esteve para ser o mais novo, com vinte, uma vez que hesitei entre o livro de estreia, o magnífico (1920), e o último.

domingo, janeiro 10, 2021

audições permanentes I (música erudita) - nova entrada


Johannes Brahms, Concerto para piano #1 (1858)*

Béla Bartók  (Nagyszentmiklós, 25.III.1881 - Nova Iorque, 26 de Setembro de 1945) Concerto para Orquestra SZ 116, BB 123 (1943) - Eugene Ormandy, Orquestra de Filadélfia (Sony Classical)

Georg Friedrich Händel (Halle, 23.II.1685 - Londres, 14.IV.1759) , Concerto para Órgão HWV 295, «O Cuco e o Rouxinol» (1731) - Simon Preston (órgão), Trevor Pinnock, The English Concert (Archiv)

Hector Berlioz (La Côte-Saint-André, 11.XII.1803 - Paris, 8.III.1869), Episódio da Vida de um Artista, Sinfonia Fantástica em Cinco Partes, opus 14 (1830) - James Colon, Orquestra Nacional de França (Erato)

Henryk Gorecki (Czernica, 6.II.1933 - Katowice, 12.XI.2010) Sinfonia #3, Op. 36 (1976) - David Zinman, Dawn Upshawn, London Sinfonietta (Elektra Nonesuch)

Johann Sebastian Bach  (Eisenach, 21 de Março de 1685 - Leipzig, 28 de Julho de1750) Concertos de Brandemburgo, BWV 1046-1051 (c.1718-21) Milan Muncliger, Ars Rediviva Ensemble (Supraphon); Magnificat BWV 243 (1733) Helmuth Rilling Gächinger Kantotei Stuttgart-Bach Collegium Stuttgar (CBS Recorda)

*Johannes Brahms (Hamburgo, 7.V.1833 - Viena, 3.IV.1897).Concerto para piano #1 Op. 15 (1858) Arthur Rubinstein, Colin Davis, Orquestra Sinfónica da BBC ((BBC Music); Sinfonia #1, Op.  68 (1876) Karl Bhöm, Orquestra Filarmónica de Berlim (Deustsche Grammophon).

Ludwig van Beethoven (Bona, 17.XII.1770 - Viena, 26.III.1827) Sinfonia #1, Op. 21 (1800)  Karel Ancerl, Orquestra Sinfónica de Praga (Supraphon)

Samuel Barber (West Chester, Pensilvânia, 9.III.1910 - Nova Iorque, 23.I.1981) Adágio para Cordas (1936) Leonard Bernstein, Orquestra Filarmónica de Los Angeles (Deustsche Gramophon)