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sábado, setembro 10, 2016

EUMed: tardar, mas (esperemos) arrecadar


Há anos que se fazia sentir a premência de algo como isto, em face da política alemã & satélites (cujo rosto é o miserável presidente do EuroGrupo), e a exemplo do que sucede com o Grupo de Visegrad, que agrupa os países da Europa Central que pertenceram ao ex-bloco soviético. Muito significativa é a participação da Espanha, embora não a alto nível, dada a situação política interna. 
Já não estamos em tempo do servilismo embaraçoso que caracterizava o anterior governo (as declarações do líder do PSD, a propósito desta cimeira, são bem reveladoras), nem de passarmos pela vergonha de termos um legume que representava o governo de Portugal que era conhecido pelo 'alemão'.
Sobre, veja-se aqui e aqui.  

sexta-feira, junho 24, 2016

em estado de choque

Um tipo deita-se a pensar que a União Europeia, bastante ferida embora, tem uma pequena oportunidade de regeneração, em face da curta vitória do Bremain no Reino Unido; e acorda com a reviravolta do Brexit e com o princípio do fim da UE, tal a miríade de acontecimentos a haver, tais as ondas de choque desta decisão histórica. 

A UE ferida de morte (não interessam nada as declarações pias de Donald Tusk); a independência da Escócia, pelo menos, é de novo uma forte possibilidade, como o fim do Reino Unido; uma péssima notícia para Portugal, a começar pelo factor económico, mas que é insignificante em face das implicações políticas e mesmo estratégicas da nova situação.

A Inglaterra era o único país, no actual contexto, que podia contrabalançar o poderio excessivo da Alemanha e dos seus aliados próximos, como a Holanda (a França, como é patente, vive uma crise profunda).

 A UE passará a ser um conglomerado de interesses díspares, polarizado (o desagradável e protofascista Grupo de Visegrad, por exemplo) em torno de zonas de influência, mais do que já estava a ser, uma vez que não acredito nas tristes lideranças que nos conduziram até aqui.