«Invoco-te, esperança, / porque vejo que as árvores não floram / e um silêncio de outono a terra cobre / e as gentes transparecem em desânimo.»
Poesia de António Salvado (2015)
conservador-libertário, uns dias liberal, outros reaccionário. um blogue preguiçoso desde 25 de Março de 2005
«Invoco-te, esperança, / porque vejo que as árvores não floram / e um silêncio de outono a terra cobre / e as gentes transparecem em desânimo.»
Poesia de António Salvado (2015)
«As palavras humildes que registo / são feitas da manhã interior / à dimensão que satisfaz a vida.»
«E nelas nada fere...», Recapitulação (2005) / Café dos Poetas (2015)
«o que eu procuro é incorpóreo e vago / sem alfabeto claro que o inscreva,»
Entre Pedras, o Verde (2004) / Café dos Poetas (2015)
«conjuntos e migalhas de fonemas / aguardam sempre o gesto do aceno / que os faça perdurar ao serem escritos»
«Volta», Os Dias (2000) / Café dos Poetas (2015)
«Não há visível ou invisível... / É tudo um sonho para dizer.»
Poesia de António Salvado (edição de Paulo Samuel, 2015)
Segue-se a norma adoptada em Angola e Moçambique, que é a da ortografia decente.